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Mais coincidências…

60,357 次观看 • 7 个月前 •via X (Twitter)

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- Bolsonaro foi perseguido por anos com a fake news permitida de envolvimento na morte de uma parlamentar que sequer sabia quem era. Mesmo após a verdade vir à tona, os partidos políticos que fabricavam a desinformação direcionada a toda a sua família dia e noite, assim como agentes de Estado e grande parte da imprensa – especialmente a Globo – silenciaram. Nenhum pedido de desculpas. Nenhuma reparação. Apenas o silêncio, comprovado por todos. Algo digno de vergonha: usar a alma de uma pessoa politicamente, dia sim, dia também, sem a menor vergonha, e impedi-la de descansar em paz. - Agora, em MAIS UM EPISÓDIO Lula e seus ministros entram em favelas que somente podem ser feitas com autorização de criminosos – locais onde até a Polícia tem dificuldade de entrar –, “painho” NOVAMENTE ressurge com suas estranhas coincidências: ladeado por parentes de traficante do PCC em plena favela. E a mesma imprensa finge que nada aconteceu. Sem manchetes escandalosas ininterruptas, sem indignação, nenhum “escândalo” fabricado. - Com Bolsonaro, todo o aparato estatal fica a serviço da perseguição, desumanização e esfacelamento. Com Lula, até possível, provável – e quem sabe – vínculo com o crime organizado é tratado com naturalidade. - No fim, em 2022, o TSE ainda multou e mandou Jair Bolsonaro remover conteúdos que apenas demonstravam os fatos relacionados a estes e uma infinidade de outros assuntos. - Mais uma vez tire suas conclusões! - É tudo coincidência!

Jair M. Bolsonaro

225,516 次观看 • 1 年前

A troca do delegado responsável pelo inquérito das fraudes bilionárias no INSS jogou Brasília em mais uma crise institucional com forte cheiro de interferência política - justamente porque a investigação começou a se aproximar do filho do presidente da República. O delegado Guilherme Figueiredo Silva, que conduzia o caso desde julho do ano passado, foi retirado do comando da investigação após avançar sobre pedidos de quebra de sigilo envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A decisão partiu da direção-geral da Polícia Federal, hoje comandada por Andrei Rodrigues - homem de confiança de Lula escolhido pessoalmente pelo presidente para assumir a corporação após as eleições de 2022. Oficialmente, a justificativa apresentada é técnica - uma “readequação administrativa” dentro da PF. O inquérito deixou a coordenação especializada em fraudes previdenciárias e foi deslocado para outro núcleo ligado a investigações em tribunais superiores. Mas em Brasília ninguém é ingênuo.A troca acontece exatamente quando a investigação aprofundava a relação entre o chamado “Careca do INSS” - apontado como um dos operadores centrais do esquema bilionário contra aposentados - e pessoas ligadas ao entorno de Lulinha. Relatórios mencionam suspeitas de pagamentos mensais a Lulinha que poderiam chegar a R$ 300 mil. Até agora, não há denúncia formal ou condenação contra o filho de Lula. Enquanto o discurso oficial fala em “autonomia das instituições”, há uma interferência velada em que investigações mudam de mãos justamente quando começam a subir a rampa do Planalto. O senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, já cobrou explicações formais da direção da PF e afirmou que o Brasil “não pode aceitar dúvidas, silêncio ou coincidências”. Hoje, Brasília está tomada exatamente por isso - coincidência, muitas coincidências. O delegado que pediu quebra de sigilo de Lulinha sai, a investigação muda de núcleo e a PF tenta convencer o país de que tudo aconteceu apenas por razões burocráticas. No Brasil de Lula, manipulações raramente aparecem de forma explícita, elas acontecem dentro do organograma.

Karina Michelin

27,059 次观看 • 4 个月前