Video yükleniyor...

Video Yüklenemedi

Ana Sayfaya Dön

🚨 Mapa EPSTEIN BRASIL + BR/ACC ACELERANDO SEM FREIO! 🔥🇧🇷 Link para o mapa: O Bruno César acabou de explodir com o "Palantir tupiniquim": cruzando bases abertas (RAIS, CAGED, Receita, Transparência etc.) detecta corrupção via CPF de políticos. Exemplo insano: Santo André/ABC Construções – R$89.2M expostos, 11 irregularidades críticas...

164,692 görüntüleme • 6 ay önce •via X (Twitter)

0 Yorum

Yorum bulunmuyor

Orijinal gönderinin yorumları burada görünecek

Benzer Videolar

O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL DEVE TERRIFICAR O MUNDO Há apenas um dia e meio, parecia que as coisas estavam se acalmando no Brasil. A Folha de São Paulo publicou editorial contra a censura. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil fez forte declaração em apoio à liberdade de expressão. E o presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil disse que o conflito entre o Brasil e o X, anteriormente conhecido como Twitter, acabou. “Às vezes as pessoas fazem bravatas,” disse ele, “mas não implementam as suas declarações.” Tudo isso mudou mais uma vez. Ontem, o presidente do Brasil, Lula, pediu a criminalização das mentiras. Dado que todos mentem, Lula propõe dar ao governo o poder de prender quem ele quiser. Milhares de ativistas do Partido dos Trabalhadores foram ontem ao X para exigir que eu fosse preso por coisas que disse durante meu depoimento perante o Senado brasileiro. E hoje, o chefe do X no Brasil anunciou que pediu demissão, temendo por sua segurança. Não tenho medo por mim mesmo. Como disse no X há alguns dias, não temo nem o diabo nem Alexandre de Moraes. Estou tomando todos os cuidados necessários para garantir que poderei sair do Brasil com segurança e sem ser preso. Você pode ajudar compartilhando este vídeo e divulgando o que está acontecendo aqui. E, mesmo assim, o Brasil me aterroriza. Amo este país e o seu povo e temo que estejam à beira do totalitarismo. Uma parte significativa da Esquerda quer encarcerar os seus inimigos políticos. Jornalistas brasileiros respeitados dizem com seriedade que o governo deve praticar a censura em massa para proteger a democracia. O Brasil é tudo o que George Orwell temia e ainda pior. O governo brasileiro parece ver “1984” não como um alerta sobre a distopia a ser evitada, mas sim como um guia para um futuro melhor. Eu ficaria menos preocupado se o Brasil fosse um país pequeno e irrelevante, mas não é. O Brasil é a maior e mais importante nação da América Latina. Ainda esta semana, uma comitiva do Partido dos Trabalhadores, partido do presidente Lula, esteve na China falando sobre como a China, um dos mais totalitária do mundo, é um modelo para o Brasil. O Brasil é uma inspiração para os totalitários europeus que instrumentalizaram as agências de inteligência governamentais para espalhar desinformação sobre os seus inimigos políticos e estão implementando um sistema de censura para controlar toda a Internet. A parte mais assustadora de tudo isto é o casamento de líderes governamentais psicopatas como Lula e de Moraes com ativistas e eleitores totalitários. Os governos conseguiram fazer lavagem cerebral a uma percentagem significativa da população para apoiar a censura em massa. Os jovens adultos criados nas redes sociais são hoje mais intolerantes do que os estudantes da Revolução Cultural Chinesa na China, que denunciavam os seus professores que, como consequência, eram enviados pelo governo para campos de trabalho para serem torturados. Ao mesmo tempo, pessoas com uma mentalidade semelhante à das pessoas que dirigiam a Stasi e a Gestapo estão no comando das agências de inteligência na Europa e nos Estados Unidos. Ontem, a Câmara dos Deputados dos EUA prorrogou a lei que dá ao governo dos EUA o direito de espionar americanos suspeitos de colaborar com governos estrangeiros. O resultado será um macarthismo com anabolizantes. O FBI poderá espionar qualquer cidadão americano que ouse criticar a guerra na Ucrânia. O governo dos EUA irá rotular as pessoas que se opõem às guerras intermináveis na Eurásia como “extremistas políticos”, arruinando as suas carreiras, ou ainda pior. Durante a ascensão do comunismo e do fascismo na Europa, muitos judeus e outras pessoas perseguidas puderam fugir para os Estados Unidos. Para onde fugiremos se os Estados Unidos continuarem no caminho do totalitarismo? Não para a Europa. Não para o Brasil. Algum país está seguro num mundo onde todos os nossos movimentos, transações e pensamentos são monitorados? Continuo na expectativa de que a espiral totalitária finalmente atinja o fundo do poço, mas ele nunca chega. Sou uma pessoa otimista por natureza, mas às vezes isso significa que tenho tendência a ter pensamentos positivos. Esse pensamento positivo é perigoso e até irresponsável em momentos como este. O mesmo ocorre com a passividade. Devemos agir. Isso começa por enfrentar os valentões, todos os que são covardes por dentro. Elon Musk enfrentou o valentão de Moraes na semana passada e parece estar se mantendo firme. Esta noite ele realizará um Spaces com o polêmico ex-presidente do Brasil, que o Supremo Tribunal Federal impediu de se candidatar novamente por mais oito anos. Meus colegas e eu estamos construindo um novo movimento pela liberdade de expressão. Todas as organizações nas quais confiávamos para defender os direitos humanos, incluindo a Anisitia Internacional, a Human Rights Watch e a ACLU, foram assumidas por totalitários que exigem censura. Vamos nos reunir em Londres em junho. Estamos iniciando nossas próprias ONGs em todo o mundo. Não podemos fazer isso sozinhos. Por favor, compartilhe esta postagem, considere assinar minha publicação, chamada *Pública*, e faça uma doação. As pessoas estão arriscando as suas vidas para defender a liberdade de expressão de todos os seres humanos. Você não precisa arriscar a sia vida, mas precisamos desesperadamente da sua ajuda. As coisas não estão se acalmando e não vão se acalmar até enfrentarmos os tiranos e removermos cada um deles do poder.
7:46

Sensitive content

O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL DEVE TERRIFICAR O MUNDO Há apenas um dia e meio, parecia que as coisas estavam se acalmando no Brasil. A Folha de São Paulo publicou editorial contra a censura. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil fez forte declaração em apoio à liberdade de expressão. E o presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil disse que o conflito entre o Brasil e o X, anteriormente conhecido como Twitter, acabou. “Às vezes as pessoas fazem bravatas,” disse ele, “mas não implementam as suas declarações.” Tudo isso mudou mais uma vez. Ontem, o presidente do Brasil, Lula, pediu a criminalização das mentiras. Dado que todos mentem, Lula propõe dar ao governo o poder de prender quem ele quiser. Milhares de ativistas do Partido dos Trabalhadores foram ontem ao X para exigir que eu fosse preso por coisas que disse durante meu depoimento perante o Senado brasileiro. E hoje, o chefe do X no Brasil anunciou que pediu demissão, temendo por sua segurança. Não tenho medo por mim mesmo. Como disse no X há alguns dias, não temo nem o diabo nem Alexandre de Moraes. Estou tomando todos os cuidados necessários para garantir que poderei sair do Brasil com segurança e sem ser preso. Você pode ajudar compartilhando este vídeo e divulgando o que está acontecendo aqui. E, mesmo assim, o Brasil me aterroriza. Amo este país e o seu povo e temo que estejam à beira do totalitarismo. Uma parte significativa da Esquerda quer encarcerar os seus inimigos políticos. Jornalistas brasileiros respeitados dizem com seriedade que o governo deve praticar a censura em massa para proteger a democracia. O Brasil é tudo o que George Orwell temia e ainda pior. O governo brasileiro parece ver “1984” não como um alerta sobre a distopia a ser evitada, mas sim como um guia para um futuro melhor. Eu ficaria menos preocupado se o Brasil fosse um país pequeno e irrelevante, mas não é. O Brasil é a maior e mais importante nação da América Latina. Ainda esta semana, uma comitiva do Partido dos Trabalhadores, partido do presidente Lula, esteve na China falando sobre como a China, um dos mais totalitária do mundo, é um modelo para o Brasil. O Brasil é uma inspiração para os totalitários europeus que instrumentalizaram as agências de inteligência governamentais para espalhar desinformação sobre os seus inimigos políticos e estão implementando um sistema de censura para controlar toda a Internet. A parte mais assustadora de tudo isto é o casamento de líderes governamentais psicopatas como Lula e de Moraes com ativistas e eleitores totalitários. Os governos conseguiram fazer lavagem cerebral a uma percentagem significativa da população para apoiar a censura em massa. Os jovens adultos criados nas redes sociais são hoje mais intolerantes do que os estudantes da Revolução Cultural Chinesa na China, que denunciavam os seus professores que, como consequência, eram enviados pelo governo para campos de trabalho para serem torturados. Ao mesmo tempo, pessoas com uma mentalidade semelhante à das pessoas que dirigiam a Stasi e a Gestapo estão no comando das agências de inteligência na Europa e nos Estados Unidos. Ontem, a Câmara dos Deputados dos EUA prorrogou a lei que dá ao governo dos EUA o direito de espionar americanos suspeitos de colaborar com governos estrangeiros. O resultado será um macarthismo com anabolizantes. O FBI poderá espionar qualquer cidadão americano que ouse criticar a guerra na Ucrânia. O governo dos EUA irá rotular as pessoas que se opõem às guerras intermináveis na Eurásia como “extremistas políticos”, arruinando as suas carreiras, ou ainda pior. Durante a ascensão do comunismo e do fascismo na Europa, muitos judeus e outras pessoas perseguidas puderam fugir para os Estados Unidos. Para onde fugiremos se os Estados Unidos continuarem no caminho do totalitarismo? Não para a Europa. Não para o Brasil. Algum país está seguro num mundo onde todos os nossos movimentos, transações e pensamentos são monitorados? Continuo na expectativa de que a espiral totalitária finalmente atinja o fundo do poço, mas ele nunca chega. Sou uma pessoa otimista por natureza, mas às vezes isso significa que tenho tendência a ter pensamentos positivos. Esse pensamento positivo é perigoso e até irresponsável em momentos como este. O mesmo ocorre com a passividade. Devemos agir. Isso começa por enfrentar os valentões, todos os que são covardes por dentro. Elon Musk enfrentou o valentão de Moraes na semana passada e parece estar se mantendo firme. Esta noite ele realizará um Spaces com o polêmico ex-presidente do Brasil, que o Supremo Tribunal Federal impediu de se candidatar novamente por mais oito anos. Meus colegas e eu estamos construindo um novo movimento pela liberdade de expressão. Todas as organizações nas quais confiávamos para defender os direitos humanos, incluindo a Anisitia Internacional, a Human Rights Watch e a ACLU, foram assumidas por totalitários que exigem censura. Vamos nos reunir em Londres em junho. Estamos iniciando nossas próprias ONGs em todo o mundo. Não podemos fazer isso sozinhos. Por favor, compartilhe esta postagem, considere assinar minha publicação, chamada *Pública*, e faça uma doação. As pessoas estão arriscando as suas vidas para defender a liberdade de expressão de todos os seres humanos. Você não precisa arriscar a sia vida, mas precisamos desesperadamente da sua ajuda. As coisas não estão se acalmando e não vão se acalmar até enfrentarmos os tiranos e removermos cada um deles do poder.

Michael Shellenberger

1,074,400 görüntüleme • 2 yıl önce

VALEU, BOLSONARO! É muito importante ter humildade para reconhecer quando alguém na sociedade é dotado de capacidade extraordinária, e que por isso, causa um movimento de transformação cultural, social e política. E sem sombra de dúvidas, o ex-presidente do Brasil, Jair M. Bolsonaro, é alguém que já marcou a história do país. Porém, uma característica desagradável que parte da nação brasileira cultiva, a inveja, termina por criar um conflito social desnecessário. Pois se parte das pessoas e das instituições que não concordam com Jair, aceitassem que ele tem legitimidade para expressar a sua opinião, tudo ficaria tranquilo, cada um com o seu ideal e que vencesse o melhor. No entanto, não é isso que acontece; pelo contrário, há em algumas instituições e em parte da classe midiática e intelectual, uma incitação ao conflito. Não querem pacificação. Isso não gera audiência. Essa é uma arma da política não propositiva que ainda é um tumor maligno nos cérebros de alguns compatriotas. Contudo, embora esse embate ideológico tenha gerado muitos desgastes, tem sido pedagógico para a nossa nação. SIM! Jair Bolsonaro era a ferramenta que precisávamos para evoluirmos como cidadãos, não aliendos, mas conscientes de tudo que acontece no Brasil e o porquê de tanto retrocesso. Ora, se alguém ousa dizer que Bolsonaro pecou na "forma" (eu acho que a situação pedia o método dele), deve ter a honestidade de dizer que, no "conteúdo", ele é inigualável. Se não fosse Bolsonaro, o Brasil ainda seria aquela criança que adora assistir o programa de Faro ou Hulk e uma cerveja no domingo. E muita gente ainda acreditaria na mídia tradicional. E pensaria que o Brasil não podia ser mudado. Se não fosse Jair, ninguém saberia os nomes de presidentes da câmara e do senado ou os nomes dos ministros do STF. É por causa do Bolsonaro que TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️ Kim D. Paim, Paula Marisa e tantos outros ficaram conhecidos. A jovem Pan teve o seu auge no programa político "os pingo nos is" por causa do Bolsonaro. Lula só está solto por causa do Bolsonaro, você sabia? Isso mesmo, se Bolsonaro jogasse o jogo da velha política, os oligarcas da república não se sentiriam tão ameaçados, portanto, não fariam aquele contorcionismo hermenêutico e jurídico para reabilitar lula. Muitos jornalistas cresceram e viajaram pelo Brasil, apenas por causa de Bolsonaro. A maioria dos políticos eleitos no Brasil em 2018, 2022, 2024, subiram na prancha de Bolsonaro. O Tarcísio só é governador de São Paulo por causa do Bolsonaro. Eu teria muita gente para citar nesse texto, mas não conseguiria devido a quantidade de caracteres permitida aqui. O essencial é saber que Deus levantou esse homem no Brasil de um modo excepcional e, você gostando ou não, ele é um fenômeno. Enquanto você não aceitar isso, você vai sofrer. Nem o próprio Bolsonaro tem condições de entender a grandeza da missão que recebeu de Deus para o Brasil. Então, independente de seu lado político, independente de sua crença religiosa, amadureça e, mais que isso, agradeça a Deus por ter levantado Jair Bolsonaro no Brasil. Eu preciso te fazer entender que, se não fosse Bolsonaro e as medidas que ele tomou durante o seu governo, a desgraça estaria ainda maior no Brasil. Toda essa noção de política que o brasileiro está desenvolvendo, é porque Bolsonaro despertou a sociedade através da Internet. E isso não foi apenas em âmbito nacional, mas internacionalmente também. Isso eu tenho absoluta certeza. Se Deus não tivesse usado o "mito" para fazer uma verdadeira faxina nos porões da república, o Brasil teria sido devorado já em julho de 2023. Graças a Deus, após esses anos de perseguição ao ex-presidente e a tragédia visível e iminente que é o governo atual, muitas pessoas, antes cegas, começam a entender o jogo de cartas marcadas e, a intenção totalitária dos verdadeiros inimigos do Brasil. Meu amigo, eu só tenho uma coisa a dizer: Valeu,Bolsonaro. Sergio Junior #Bolsonaro2026

Nigra Aqua 📗📘🏆

22,409 görüntüleme • 1 yıl önce

Presidente Lula diz que respeita a liberdade de expressão, o Estado democrático de direito e a liberdade econômica. Mas ele não respeita. O ministro do Supremo Alexandre de Moraes está prestes a bloquear X após ter congelado as contas bancárias da empresa de Internet via satélite Starlink, de Elon Musk . E muitos no Brasil acreditam que Moraes está fazendo isso com o apoio de Lula. O congelamento da conta bancária da Starlink e o banimento do X são atos flagrantemente ilegais. São atos de retaliação porque o X desafia as exigências de censura de Moraes, que juristas brasileiros dizem ser uma violação da Constituição do Brasil. Moraes exigiu que o X banisse permanentemente políticos e jornalistas, o que efetivamente acabaria com suas carreiras. Dessa forma, o Brasil é agora efetivamente uma ditadura. É comandado por dois homens, Lula e Moraes. Eles estão hoje acabando com a liberdade de expressão e econômica. O Brasil não é mais seguro para investimentos estrangeiros, e sua moeda deve refletir isso. É notável que o bloqueio iminente do X esteja chegando apenas algumas semanas antes das eleições locais no Brasil. Assim, as exigências de censura e ataques constituem interferência eleitoral, o que é ilegal no Brasil e nos EUA. Alguns dizem que Lula não é responsável pelas ações de Moraes. Os poderes executivo e judiciário são separados no Brasil, assim como nos EUA. Oficialmente, o Supremo Tribunal Federal bloqueou o X e congelou contas bancárias, não o presidente Lula. Mas brasileiros próximos à situação concordaram que Moraes não estaria tomando ações tão radicais se não tivesse o apoio de Lula. “Lula teve muitas oportunidades de se distanciar do projeto de censura”, observou uma pessoa. Como prova, muitos apontam para o fato de que Lula e Moraes compartilham como aliado-chave no Supremo Tribunal Federal o ministro Dias Toffoli. Ele trabalhou como advogado do Partido dos Trabalhadores (PT) de Lula por muitos anos. Toffoli foi mencionado no famoso escândalo de corrupção “Lava Jato” que levou Lula à prisão em 2018. E foi Toffoli quem criou e passou para Moraes sem sorteio há mais de cinco anos o “Inquérito das Fake News”, um momento-chave na criação de um Complexo Industrial de Censura no Brasil. “Após as eleições de 2022”, escreveu David Ágape no ano passado, “Moraes se encontrou com o presidente eleito, pedindo a implementação da legislação de regulamentação das redes sociais. Ao longo da eleição, Moraes usou vários métodos para censurar amplamente os oponentes de Lula, uma tática que muitos acreditam ter sido fundamental para a vitória de Lula.” E outros detalhes confirmam que Moraes tem o apoio do presidente Lula. Ontem, uma jornalista brasileira relatou que Moraes ganhou o apoio de pelo menos dois outros juízes do Supremo Tribunal antes de anunciar que fecharia o X se a empresa não tornasse disponível um representante brasileiro para ser encarcerado por violar as ordens de censura de Moraes. Um deles disse à jornalista que “nenhuma empresa pode operar no Brasil sem representação legal e em desrespeito às leis e à soberania nacional”. Os ministros do STF disseram à repórter: “Moraes teria o apoio da maioria do STF caso fosse necessário suspender as atividades da rede social no país”. Esses juízes defenderam Moraes, dizendo que sua “decisão de notificar Musk via X foi uma tentativa de dar ao bilionário outra chance de manter a rede social online. O ministro nem precisava fazer isso. Ele poderia ter simplesmente suspendido as atividades da plataforma sem qualquer intimação porque já havia cumprido o procedimento legal antes.” Em 1994, entrevistei Lula e perguntei se ele pretendia transformar o Brasil em uma ditadura socialista como Cuba. Ele disse que não, que essa não era sua intenção. Parece que ele mentiu e agora está no processo de fazer exatamente isso. As outras duas nações que bloquearam X completamente são China e Coreia do Norte. Se Lula e de Moraes cumprirem com sua ameaça e cortarem completamente o acesso ao X mais tarde hoje, o Brasil terá ido mais longe do que Irã, Rússia, Myanmar e outras nações autoritárias. O Senado pode destituir Moraes, e jornalistas brasileiros me disseram que a principal razão pela qual isso não aconteceu é porque Moraes controla muitos senadores devido a vários processos judiciais contra eles e suas famílias. Mas o congelamento das contas bancárias de uma empresa americana é agora uma questão geopolítica. O presidente Joe Biden, a vice-presidente Kamala Harris e o secretário de Estado Anthony Blinken devem exigir imediatamente que o presidente Lula acabe com o ataque ilegal do Brasil ao livre mercado, à liberdade de expressão e ao Estado de direito. A resistência a Lula e Moraes está crescendo no Brasil. Um grande protesto nacional exigindo o impeachment de Moraes acontecerá em São Paulo, no dia 7 de setembro, dia da independência do país. Uma petição pelo impeachment agora tem mais de um milhão de assinaturas. Parece que o jornal mais influente do Brasil, a Folha de São Paulo, está se voltando contra Moraes. O veículo publicou editoriais contra a censura no início deste ano. Publicou reportagens do jornalista americano Glenn Greenwald expondo procedimentos ilegais usados por Moraes. Poucos dias atrás, Moraes censurou uma entrevista da Folha com um assessor do ex-presidente Bolsonaro, pessoa que Moraes havia prendido sem julgamento. A repressão do Brasil pode sair pela culatra contra Lula. Musk é popular no Brasil em parte por causa dos benefícios da Internet via satélite no Brasil rural. Após uma grave inundação em um estado do sul do Brasil na primavera passada, Musk doou 1.000 kits Starlink com serviço gratuito para socorristas de emergência. Este é um momento sombrio e por isso devemos ter fé..

Michael Shellenberger

492,431 görüntüleme • 2 yıl önce

O mundo deu um salto gigante em direção ao totalitarismo ontem, quando o governo brasileiro bloqueou o X, antigo Twitter, e ameaçou multar seus cidadãos em 50 mil reais por dia se eles o usassem. O Brasil, a sexta maior nação em população do mundo, agora se junta à Coreia do Norte, China e Irã na lista de países que baniram o X. É a 12ª maior economia do mundo e a superpotência do Sul global. Não importa se você se importa ou não com o Brasil. O totalitarismo lá corre o risco de se espalhar pelo mundo. E ainda assim, nem o presidente Joe Biden, a vice-presidente Kamala Harris, nem ninguém mais no governo dos EUA denunciou a censura. Isso provavelmente ocorre porque Biden, Harris e os democratas apoiam a censura e a têm financiado diretamente. É claro que há uma demanda autêntica por censura dentro do Brasil, e, em última análise, cabe ao povo brasileiro reverter a descida da nação ao totalitarismo. As poderosas corporações de mídia financiadas pelo governo do Brasil têm pedido censura, o que beneficia o Partido dos Trabalhadores do presidente Lula. Cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, fazer o impeachment do juiz da Suprema Corte que virou ditador, Alexandre de Moraes. Ao mesmo tempo, o governo Biden e os democratas desempenharam um papel influente na instigação da censura no Brasil. O FBI foi ao Brasil e deu conselhos aos juízes da Suprema Corte sobre como censurar sua população. O governo dos EUA tem financiado muitas das ONGs no Brasil que exigem censura desde a eleição de um presidente populista em 2018. E quando testemunhei perante o Congresso americano em maio deste ano, os democratas no comitê e seu convidado para depor defenderam a censura do Brasil. E Pacheco ontem afirmou seu apoio a Moraes. O governo dos EUA, após a eleição do presidente populista Jair Bolsonaro em 2018, financiou organizações pró-censura que exigiam censura. Moraes defendeu abertamente ontem a censura para impedir que "grupos populistas extremistas" cheguem ao poder. Como o Comissário Federal de Comunicações dos Estados Unidos, Brendan Carr, observou ontem, isso é uma violação direta da constituição brasileira, que protege explicitamente o discurso político. Como tal, a tomada totalitária do Brasil é um modelo para o que os democratas e a mídia tradicional querem para o mundo inteiro. Acadêmicos pró-censura em Stanford e Harvard, democratas no Congresso e a mídia americana há muito reconhecem que a Primeira Emenda é um obstáculo aos seus planos. E assim eles apoiaram os esforços de censura de nações com proteções mais fracas à liberdade de expressão, como Brasil, Grã-Bretanha, Austrália e União Europeia, para censurar e até bloquear o X. É importante que lutemos. Os brasileiros já estão fazendo isso. Não devemos ceder terreno ao totalitarismo. Precisamos aumentar nosso movimento global pela liberdade de expressão. Se não impedirmos a disseminação do totalitarismo lá, será mais difícil pará-lo aqui. Precisamos mostrar nosso apoio à liberdade de expressão. Peço aos meus amigos brasileiros que permaneçam na plataforma. Todos sabem que seria extremamente difícil para Moraes aplicar seu decreto insano, muito menos de forma justa e igualitária. Prova disso vem do fato de que o governo brasileiro e o Partido dos Trabalhadores ainda estão usando X. O Brasil não é apenas uma ditadura, mas uma ditadura sem lei. Seus líderes estão se comportando como os líderes porcos hipócritas da Revolução dos Bichos de George Orwell. E políticos brasileiros independentes, incluindo o senador Eduardo Girão, o deputado Marcel Van Hattem e o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, estão resistindo à proibição e postando no X. "Nunca me imaginei praticando e propagando a desobediência civil", disse Simões, "mas a censura não pode ser tolerada, nunca". Se você ainda não é um assinante premium do X, considere se tornar um. Se você puder fazer mais, considere assinar o Public. E se você puder fazer ainda mais do que isso, faça uma doação para o movimento pela liberdade de expressão. Biden, Harris e outros líderes políticos devem denunciar o que está acontecendo. É incrível que o único funcionário do governo dos EUA a criticar os ditadores do Brasil seja Brendan Carr, da Comissão Federal de Comunicações. O Congresso deve realizar audiências. Pessoas ao redor do mundo devem reconhecer a proibição do X pelo Brasil como um ataque à liberdade de expressão em todos os lugares. Todos correm maior risco de totalitarismo quando grandes países como o Brasil sucumbem a ele. A boa notícia é que o mundo inteiro está assistindo e muitos na mídia tradicional do Brasil estão denunciando a proibição do X. Não é tarde demais para mudar as coisas. O mundo deu um salto gigante em direção à distopia ontem. Mas um movimento mundial pela liberdade de expressão pode fazer o Brasil recuar. É hora de fazer “1984” e “O Triunfo dos Porcos” voltaram e a ser ficção.

Michael Shellenberger

272,982 görüntüleme • 2 yıl önce

A proposta de Renan Santos⬛️🟨⬜️ publicada hoje no Brazil Journal é uma das mais honestas e estruturais que apareceram nesta eleição. Pontos positivos mais fortes: 1. Diagnóstico correto Ele parte do ponto que quase ninguém quer admitir: o problema fiscal do Brasil é político. Quem manda de verdade não é a Faria Lima. São as oligarquias do Norte e Nordeste, que controlam a maior parte do Senado e boa fatia da Câmara, e vivem de clientelismo e emendas. Enquanto esse arranjo existir, qualquer ajuste será cosmético. 2. PEC do Equilíbrio Fiscal Desindexa Previdência e BPC do salário mínimo, desvincula os pisos de saúde e educação da receita, revisa o abono salarial e corta renúncias fiscais. Estimativa: R$ 1,1 trilhão de economia em cinco anos. É o tipo de medida que a maioria dos candidatos evita falar em público. 3. Mudança radical no sistema de emendas Em vez de a emenda ser uma fatia da receita, ela passa a ser um percentual do gasto discricionário abaixo do teto. Ou seja: quanto mais o Congresso cortar, mais sobra para emenda. Isso alinha o interesse do parlamentar com o interesse do país. É a proposta mais inteligente de reforma de incentivos que apareceu até agora. 4. Frentes Cidadãs no lugar do assistencialismo puro Troca o Bolsa Família como fim em si mesmo por um modelo em que o beneficiário trabalha em projetos de zeladoria e infraestrutura urbana, recebe e se reintegra à economia formal. Meta clara: até 2030 nenhum estado ter mais dependentes do governo do que trabalhadores formais. Impacto potencial.. Se implementada com disciplina, essa agenda consegue três coisas ao mesmo tempo: 1) Estabilizar a trajetória da dívida 2) Abrir espaço fiscal real para investimento em infraestrutura e desfavelização 3) Quebrar o ciclo de compra de apoio político via emenda É uma proposta que ataca a raiz, não o sintoma. O que os outros estão fazendo? Lula: Mantém o arcabouço atual, defende o crescimento como solução principal e critica as emendas, mas sem mexer nas indexações e vinculações que explodem a despesa. Continua priorizando a expansão de programas sociais. Flávio Bolsonaro: Fala em “tesouraço” e corte de cerca de 1,5% do PIB, mas preserva e até reforça o Bolsa Família. Não apresenta uma proposta clara e pública de desindexação da Previdência nem de mudança estrutural no sistema de emendas. O discurso econômico ainda é secundário em relação à polarização. Zema e Caiado: São os mais próximos de uma agenda liberal clássica (privatizações, redução do Estado, ajuste fiscal). Zema é o mais radical em privatizar. Caiado também fala em corte de emendas e ajuste duro. Porém, nenhum deles foi tão explícito e detalhado quanto Renan na mudança dos incentivos políticos do Congresso e na substituição estrutural do assistencialismo. Senhores... A maioria dos candidatos ainda trata o ajuste fiscal como um problema técnico ou contábil. Renan trata como um problema de poder. E por isso a proposta dele incomoda mais, e tem mais chance de mudar alguma coisa de verdade.

Ualifi Araújo

118,512 görüntüleme • 18 gün önce

Eu assisto essa fala inteira e a primeira coisa que me atravessa é a sensação de que o Brasil acabou e só esqueceram de avisar oficialmente. O que o Allan descreve ali não é análise política. É autópsia. É laudo técnico de um país que foi colocado na UTI e continua sendo tratado como se estivesse com dor de cabeça. E o mais assustador é que está tudo na nossa cara, explícito, escancarado, sem pudor, e mesmo assim tem gente fingindo que dá para esperar 2026 como se estivéssemos disputando eleição escolar. O que Gilmar fez não é uma decisão. É confissão. A maior confissão de culpa institucional que eu já vi na vida. O ministro simplesmente arrancou do Senado o poder constitucional de abrir impeachment contra ministros do STF e jogou tudo na mão da PGR. Tudo. Só a PGR pode. E quem escolhe o PGR é o presidente da República. E quem controla o ambiente que decide quem será presidente já deixou a pistola carregada em cima da mesa. Isso não é interpretação. Isso está dito ali, nas entrelinhas, na lógica, no movimento. Eu olho para essa decisão e entendo exatamente o que ela significa. Gilmar não teme que o Senado tenha maioria de direita em 2027. Por isso arrancou o poder do Senado. Ele teme que essa maioria exista, mas não teme que um presidente de direita seja eleito. E por que ele não teme. Porque eles já sabem que não haverá presidente de direita. Não acreditam, não especulam, não projetam. Eles sabem. Eles contam com isso como quem conta o nascer do sol. E o mais grave é que ele demonstra isso na escolha de quem segura a chave do impeachment: a PGR. Só que para colocar alguém na PGR, você precisa ser presidente. E se ele não tem medo de perder a PGR, é porque já decidiu que você não vai escolher o próximo presidente. É aí que cai a máscara. É aí que a coisa vira horror puro. Eles estão lidando com 2027 como se o resultado já estivesse impresso em PDF. Eles não escondem. Eles não disfarçam. Eles não têm medo de parecer autoritários porque já passaram da fase de parecer. Agora é oficial. Agora é assumido. Agora é institucionalizado. O ministro do Supremo está dizendo ao país que não importa quem o povo queira, quem o povo vote, quem o povo apoie. O sistema já sabe quem vai ganhar. E não é você. E não é a direita. E não é a oposição. Eles têm certeza absoluta de que não vão deixar o poder. E não para aí. O Allan mostra como até a grande mídia já tinha vazado a preocupação interna do STF com a possibilidade da direita assumir o Senado em 2027. Era esse o medo. Não era golpe, não era democracia, não era estabilidade institucional. Era medo de perder blindagem. Medo de perder o escudo. Medo de perder o para-raios que protege abusos há anos. E quando o medo vira racional, a caneta vira arma. E aí vem o movimento final: jogar tudo no colo da PGR. O último cadeado. A trava de segurança. A garantia de que nada e ninguém tocará nos donos do poder. E para completar a coreografia da tragédia, vem o silêncio ensurdecedor. Davi Alcolumbre fazendo cara de paisagem. Meia dúzia de senadores resmungando como quem reclamou do trânsito. E acabou. A ordem está dada. A Constituição está anulada na prática. A separação de poderes virou peça de museu. E o mais chocante é ver o contraste entre a força do crime e a fraqueza das instituições. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio preso por vazar operação para narcotráfico. O menino que fez chacina em escola infantil solto, reeducado, devolvido ao mundo como se tivesse furtado um chocolate. E ao mesmo tempo patriotas sendo extraditados da Argentina como terroristas. O pedido de impeachment de Alexandre de Moraes com oitocentas páginas e sessenta e oito mil assinaturas virando pó em menos de doze horas por uma decisão monocrática. Parece ficção, mas é o Brasil. É o Brasil de verdade. É o Brasil dos sequestrados. Eu não tenho mais paciência para lidar com quem ainda está discutindo estratégia eleitoral. O Allan está certo quando diz que não é burrice, é negação. É medo de olhar o abismo. É vontade infantil de acreditar que em 2026 tudo se resolve com urna, adesivo, santinho e carreata. Não resolve. Não vai resolver. Não existe eleição com oposição encarcerada. Não existe democracia quando o juiz escolhe quem pode julgá-lo. Não existe disputa quando o resultado já está declarado por quem deveria garantir neutralidade. Eu digo isso com toda a clareza possível. Agora não é hora de discutir candidato, partido, nome, projeto. Agora é hora de gritar. É hora de expor ao mundo o sequestro institucional que está acontecendo aqui. É hora de colocar no centro do debate a liberdade de Bolsonaro. A liberdade dos presos políticos. A denúncia do abuso, da tortura, da perseguição. É hora de admitir que o Brasil está sob captura. Que o país virou vitrine do foro de São Paulo. Que narcotráfico, STF e governo caminham como uma tríade intocável. E quando eu vejo alguém ainda falando de 2026 como se fosse um campeonato normal, eu entendo exatamente por que eles fazem tudo isso com tanta tranquilidade. Eles sabem que o povo ainda não acordou. Eles sabem que grande parte da direita ainda vive de esperança, não de realidade. Eles sabem que enquanto isso durar, enquanto essa ilusão persistir, eles podem rasgar a lei todos os dias sem pagar nenhum preço. Eu termino isso dizendo o que deveria ser óbvio para qualquer pessoa com senso mínimo de honestidade intelectual. O foco é um só. Liberdade de Bolsonaro. Liberdade de todos os presos do dia oito. Denúncia internacional. Exposição total do que está acontecendo aqui. Porque enquanto a oposição estiver acorrentada e o povo estiver anestesiado, não existe eleição, não existe Senado, não existe Constituição. Existe regime. E está na hora de admitir isso. Antes que a conta chegue de vez.

・ Ice ・

13,667 görüntüleme • 8 ay önce

Se a direita perder Gilberto Kassab , perdeu o jogo. A primeira coisa que o tapado bolsonarista pensa ao ler isso é: “ah, mas Kassab não tem voto”. Quando eu vejo alguém falando isso, eu juro que dá vontade de dar um peteleco. Quem fala isso é tipo aqueles tiozões babões, de barriga de fora, em almoço de família de domingo. Aqueles que não têm nada para dizer e resolvem falar besteira só para sentir conforto. É claro que ele tem voto. E, mais importante, praticamente todos os políticos que você adora babar ovo estão debaixo dos caciques políticos. Quem manda na política é o partido, e não o contrário. Se caciques políticos quiserem, eles matam ou ungem qualquer nome. E é isso que eles fazem. Políticos são só produtos do partido. Vamos lá. Vou tentar ser o mais cru possível. Tem 6 caras que dominam o grosso do sistema eleitoral: - Edinho Silva, PT - Ciro Nogueira, PP - Rueda, União Brasil - Baleia Rossi, MDB - Marcos Pereira, Republicanos e... Gilberto Kassab, PSD É essa turma que concentra 80% da máquina eleitoral: verba eleitoral, tempo de TV, e políticos distribuídos em todos os rincões do Brasil. É claro, dentro de cada agremiação há múltiplos interesses e fatores que dividem o poder. Mas quem lidera, no fim, é essa mesa posta aí. Dito isso, o que sempre ocorre no sistema brasileiro é um acordo, uma composição, uma coalizão de quem fica com quem e quem fica de fora. Simples assim. Não é sobre ideologia, Lula, Bolsonaro, Flávio, Tarcísio, etc. É sobre quem domina a maior parte do sistema. São poucos, com muito poder. Com grande bancada parlamentar e muita influência no Executivo, você cria grupos financeiros, políticos e segurança jurídica para tocar projetos com os grandes nomes empresariais do Brasil e do mundo. A matemática é que não tem espaço para todo mundo. Governos mais habilidosos encaixam mais desses líderes, aglutinam força. Outros encaixam menos, dividem ou ficam isolados. Uma comparação dentro do próprio PT, por exemplo, mostra a habilidade de Lula em compor e, ao mesmo tempo, a falta de destreza que Dilma teve. Ocorre que, para 2026, sabidamente por todo esse ecossistema político, Tarcísio seria o nome que melhor arregimentaria esse grupo. Apararia arestas, esfriaria brigas, traria mais previsibilidade. Ao tirar o PT e os partidos de esquerda do poder, abarcaria mais gente. O segundo nome com mais habilidade nesse quesito é justamente Lula. A grande sacada do centrão era simples: se tirarmos a esquerda, PT e os partidecos, dá para fazer um grande bolo de poder com um bom gestor, Tarcísio de Freitas, e contemplar praticamente todo mundo. Um governo de coalizão forte, capaz de liderar o Brasil nos próximos anos. Quem liderava essa organização toda? Lula, Flávio, Tarcísio, Bolsonaro? Não... Ele: Gilberto Kassab. Ele uniu todo mundo nesse projeto. Esse era o plano A de Kassab. O objetivo dele era simples: com Tarcísio presidente, ele poderia usar esse mesmo grupo e ser candidato a governador de São Paulo. Estado onde ele tem mais de 200 prefeituras com o PSD. Plano B. Se não der, ele lança uma candidatura forte do PSD para tentar se infiltrar no meio da polarização. Muito provavelmente Ratinho Jr. Se não ganhar a Presidência, apoia o candidato da direita e arranca um espaço ainda maior no governo federal. Plano C. (Veja print). Se tudo der errado, se o bolsonarismo não se preocupar em ganhar e lançar um candidato fraco, se o centrão rachar, se Lula melhorar nas pesquisas, está feito: indica vice do Lula. Lá atrás, o nome mais cotado era Rodrigo Pacheco, bem visto pelo próprio Lula. Depois pensaram em Eduardo Leite. Mas agora vem a ideia mais genial: Kassab pensa, por que não eu? Lula já está em fim de carreira, se é que me entendem. O vice do Lula, caso a direita embole as pernas, é um cargo bom. No início de 2025, Kassab e Bolsonaro sentaram juntos para conversar. Qual foi o acordo? - Acabar a briga bolsonarismo vs centrão vs stf ... "meus problemas com Kassab acabaram". Lembra como Bolsonaro foi mansinho para o julgamento? - Lançar Tarcísio com apoio do centrão e do Bolsonarismo. - Anistia ampla, geral e irrestrita pós 2027. - Dosimetria com redução de 90% das penas agora. - Bolsonaro indicar o vice de Tarcísio - Assegurar que seus filhos ficassem bem. O que deu errado no meio do caminho? Três coisas: - Eduardo Bolsonaro🇧🇷 promoveu o tarifaço, reerguendo Lula nas pesquisas. - Flávio Bolsonaro se lança candidato - Tarcísio Gomes de Freitas começa a ficar confiante demais e hesita de colocar o vice indicado pelo Bolsonaro. "Eu terei que escolher meu vice". Essa pseudo independência incomodou muito o clã que via Tarcisio muito "autônomo" da família. Pronto, Bolsonaro quebra o acordo feito com Kassab. Dito isso, agora: o que o bolsonarismo tem que fazer? Se quiser perder de propósito (como admitido pelo Eduardo), jogue Kassab no colo do Lula. Brigue com ele, tire o espaço que ele já tem, não ofereça nada novo. Se quiser ter chance de ganhar, faça o contrário. Controle os maluquinhos para não bater. Dê espaço novo. Ofereça vantagens extras. Já aviso aqui: eu pago todas as apostas adiantado se Kassab for para o lado do Lula. Podem me cobrar. SEM KASSAB É ZERO A POSSIBILIDADE DA DIREITA GANHAR. Nem pintada de ouro. A direita não tem nenhuma chance se Kassab e Lula se acertarem. E a culpa terá sido da família Bolsonaro. O bom é que veremos o fim definitivo dessa chama política chamada bolsonarismo. Porque não terá nenhum acordo jurídico para o pai. Nem cargo e foro privilegiado para o filho. De verdade, o que eu torço? Juízo e habilidade do clã bolsonarista agora. Seja inteligente, Flávio Bolsonaro controle e lidere a sua turma. Entregue o que o Kassab quer. Você sabe o que é e está em SP. Não faça o que o Eduardo quer: entregar a eleição ao Lula. Quem está fora do Brasil, quer ver o país pegando fogo. Quer ser você o candidato? Importe o projeto eleitoral do centrão para sua candidatura. Só há vitória com composição e alianças fortes. Veja print (de um ano atrás), assista o vídeo do Eduardo.

Roberto Reis

39,202 görüntüleme • 6 ay önce

O Supremo Tribunal Federal do Brasil acabou de proibir o X e anunciou uma multa de R$50.000,00/dia para aqueles que usarem uma VPN para evitá-lo. Não descarte o que está acontecendo porque é o Brasil. Não é um caso isolado. É o início do futuro totalitário que George Orwell previu prescientemente em "1984". _____ Ontem, as pessoas criticaram minha afirmação de que o Brasil é agora, efetivamente, uma ditadura. Afinal, elas apontaram, o país tem eleições livres e justas e um equilíbrio de poderes. Tem um judiciário e um Senado independentes, cujo presidente pode fazer o impeachment de juízes da Suprema Corte. E o governo não está perseguindo, encarcerando e torturando dissidentes políticos. Mas o Brasil não é uma democracia. É uma nação governada por dois homens, o Juiz da Suprema Corte Alexandre de Moraes, que controla o Presidente do Senado do Brasil abusando de seus poderes, e o Presidente Lula, que endossou as ações de Moraes esta manhã. De acordo com especialistas jurídicos brasileiros, as exigências de censura de Moraes a X, sua intimação a X na quarta-feira e seu congelamento das contas bancárias da Starlink ontem são todos atos descaradamente ilegais e inconstitucionais. E o governo Lula intensificou a perseguição a dissidentes políticos, incluindo a prisão sem julgamento de um assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, e as repressões à liberdade sempre começam pequenas. E há alguns minutos, Moraes ordenou a suspensão do X no Brasil e disse que qualquer um que tentar burlar o banimento por meio de uma VPN será multado em R$50.000,00 por dia. Os defensores de Lula observam corretamente que as eleições locais ainda estão marcadas para 6 de outubro e que há três grandes alternativas de mídia social para X. O Brasil tem sido uma democracia robusta em nível local desde os tempos coloniais. Mas proibir a operação de X no Brasil antes das eleições é uma interferência eleitoral tão severa que impediria uma eleição livre e justa, e houve censura significativa nas eleições presidenciais de 2022 que beneficiou Lula, incluindo a censura de um documentário preciso sobre seu oponente, Jair Bolsonaro, e a censura da cobertura da mídia criticando Lula por seus laços com governos socialistas. O governo brasileiro financia diretamente a mídia jornalística, que é esmagadoramente tendenciosa em relação ao Partido dos Trabalhadores (PT) do governo. O governo Lula aumentou o financiamento para a maior empresa de mídia, a Globo, em 60%, e sua cobertura é a mais pró-governo. Quanto às três principais alternativas de mídia social, uma delas, o Facebook, está cumprindo as exigências de censura do governo, outra, o Rumble, já havia fugido do Brasil no ano passado para escapar da censura, e o futuro do Telegram está em sérias dúvidas, dada a prisão e o processo de seu fundador e CEO pelo governo francês. O Twitter Files—Brazil revelou que um promotor do governo disse que o Google, Facebook, Uber, WhatsApp e Instagram todos cumpriram. O Google até enviou ao Congresso muitos gigabytes de dados de vídeos deletados no YouTube. Além disso, as declarações de Lula esta manhã foram abertamente ditatoriais. Lula disse a uma estação de rádio que o dono do X, Elon Musk, “não pode sair por aí insultando presidentes, insultando representantes, insultando o Senado, insultando a Câmara, insultando o Supremo Tribunal Federal. Quem ele pensa que é?” Mas Lula e Moraes não estão prestes a fechar o X porque Elon Musk insultou alguém. Nem Moraes nem ninguém sequer acusou Musk desse suposto crime. Assim, Lula deixou clara sua verdadeira motivação: evitar que as pessoas digam coisas negativas sobre ele e seus aliados. Essa é a motivação de Cesar, um tirano e um ditador, não um presidente. Assim, Lula também se junta a Moraes na criação de leis conforme ele avança. Como Glenn Greenwald e outros repórteres mostraram em uma exposição de várias partes para a Folha de São Paulo, Moraes rotineiramente quebra leis para perseguir os inimigos políticos de Lula e aqueles que falam negativamente de Moraes e seus aliados. Um repórter da CNN ontem até reconheceu isso. "Por que sempre os perfis da direita são alvos de censura e proibições?", ele perguntou. Embora o que Lula e Moraes estejam fazendo possa parecer grosseiro e juvenil, o totalitarismo geralmente é assim. O totalitarismo não é apenas repressivo; também é idiota. Um psicólogo polonês que escreveu um livro inovador sobre totalitarismo descreveu o novo presidente de sua universidade, um apparatchik do Partido Comunista nomeado pelo Partido, como um idiota. Ele não era apenas autoritário. Ele era de baixo intelecto. Isso porque o totalitarismo substitui a hierarquia meritocrática por uma autoritária baseada na lealdade ao Partido. Para muitos, o totalitarismo evoca imagens de tanques e câmaras de tortura, mas nunca começa assim. Para George Orwell e muitos outros pensadores, o totalitarismo é mais sutil e banal. Ele temia que o totalitarismo futuro emergisse de burocracias governamentais, não apenas de golpes e revoluções. Em 1984 , Orwell caracterizou o totalitarismo como um regime de controle absoluto. É esse controle absoluto que Lula e Moraes agora buscam. De fato, Orwell foi inspirado a escrever 1984 em parte pelo alerta emitido por James Burnham em seu livro de 1941, The Managerial Revolution, que alertou sobre a natureza totalitária da classe profissional-gerencial e a aliança entre os negócios e o que hoje é chamado de estado profundo. O totalitarismo que está surgindo hoje ao redor do mundo é muito mais perigoso porque convenceu as elites e uma porcentagem significativa de eleitores em todos os países de que a censura é necessária para salvar a democracia. Tanques e tortura não são necessários se o governo puder controlar o ambiente de informação. Se os partidos governantes puderem decidir o que as pessoas podem ou não dizer e ouvir, então não há necessidade de fraudar eleições ou derrubar o governo. E agora vemos um ataque mais aberto à liberdade e à democracia no Brasil. Lula e Moraes estão atacando uma imprensa livre e justa. Eles minaram o judiciário independente. Eles estão inventando leis e aplicando outras arbitrariamente. E eles próprios estão violando a Constituição e várias outras leis. O que exatamente está acontecendo aqui? Por que isso está acontecendo? E o que pode ser feito? A primeira razão aparente para Lula e Moraes atacarem X é porque a liberdade de expressão mina sua legitimidade. O público é livre para criticá-los em X de maneiras que a grande mídia geralmente não permite. O governo brasileiro financia diretamente a mídia tradicional. Todas as mídias no Brasil, até mesmo podcasters independentes, temem o governo. Eles temem ter os subsídios dos contribuintes negados ou serem processados. A mídia tradicional também tem um interesse financeiro direto na censura das mídias sociais. As mídias sociais competem por publicidade, leitores e legitimidade com a mídia de notícias tradicional. A mídia de notícias tem exigido mais censura dos governos às plataformas de mídia social por mais de uma década, e essas demandas se intensificaram após as eleições de Trump em 2016 e de Jair Bolsonaro no Brasil em 2018, que a mídia atribuiu à “desinformação” e à “influência estrangeira” para deslegitimar esses candidatos. Uma proposta de “Lei de Notícias Falsas” foi uma tentativa do Partido dos Trabalhadores e da mídia de notícias de censurar a mídia social e extorquir dinheiro de empresas de mídia social para mídias tradicionais e outras controladas pelo estado. Os governos do Canadá e da Austrália tentaram fazer a mesma coisa. Por fim, o governo dos EUA e o financiamento de George Soros estão por trás de grande parte do Complexo Industrial da Censura no Brasil. A Open Society Foundations de Soros doou impressionantes 31,3 milhões de dólares para ONGs pró-censura em 2023. Um representante do FBI aconselhou o governo brasileiro a censurar “desinformação” para evitar “interferência estrangeira”. A fundação de Soros tem financiado por anos “verificadores de fatos”, “jornalistas” e “organizações não governamentais”, muitas das quais também são apoiadas pelo governo dos EUA, para atiçar a histeria nacional sobre “desinformação”, exigir mais censura e justificar os abusos de poder de Moraes. E a embaixada dos EUA se recusou a criticar o governo brasileiro esta manhã. Por que o Brasil se tornou uma ditadura? Porque era o que era necessário para o Partido dos Trabalhadores de Lula, a mídia tradicional e o governo dos EUA manterem o controle. O que acontece depois? Há pelo menos duas possibilidades. Uma é que estamos entrando na realidade prevista por George Orwell em 1984. A outra é que estamos vivenciando uma repetição digital da imprensa. Se os governos do mundo estrangularem ou eliminarem o X e o Telegram, ainda haverá mídia alternativa e até plataformas de mídia social, mas elas não terão o alcance do X hoje e do Facebook antes de 2017. O Rumble ainda existe, mas teve que sair do Brasil no ano passado. O conteúdo de notícias alternativas independentes se tornou viral no Facebook em 2016, mas não o faz mais porque Mark Zuckerberg o estrangulou para encerrar o boicote de anunciantes de 2020 contra sua empresa. Se o X e o Telegram seguirem o caminho do Rumble ou do Facebook, então teremos entrado em uma nova era das trevas. Outra possibilidade é que a Internet, em geral, e plataformas de mídia social como X sejam como a imprensa. No início, a Igreja Católica se beneficiou da imprensa, assim como a mídia de notícias legada se beneficiou do Twitter. Com o tempo, as imprensas escaparam do controle da Igreja, resultando na Reforma Protestante, na revolução científica e na ascensão de democracias liberais na Europa. Embora os governos possam tentar controlar a Internet, eles não terão sucesso, graças a tecnologias como VPNs e Internet via satélite, como o Starlink de Elon Musk. Falar a favor da liberdade de expressão e contra a censura é essencial para tornar o cenário da imprensa uma realidade. Os brasileiros estão protestando em São Paulo em 7 de setembro. Parece que os brasileiros estão fartos de Moraes, mas ele ainda tem o apoio de Lula, a mídia ainda está principalmente do lado da censura, e o presidente do Senado não encontrou coragem para superar o que quer que Moraes tenha sobre ele. No mínimo, os eventos dos últimos três dias deixam claro que Lula e Moraes são ditadores e o Brasil não é mais uma democracia. O mundo precisa mudar a forma como o vemos. Não pode haver eleições livres e justas sem liberdade de expressão. O judiciário não é independente, mas está trabalhando de mãos dadas com o presidente. E o poder ditatorial combinado dos poderes executivo e judiciário impediu o presidente do Senado de usar seus poderes para fazer o que ele deve fazer para salvar a liberdade de expressão, a democracia e o estado de direito no Brasil, que é o impeachment do juiz do Supremo Tribunal Alexandre de Moraes.

Michael Shellenberger

783,547 görüntüleme • 2 yıl önce

Hoje, estamos publicando a continuação da Vaza Toga. Aquela mesma que foi revelada por Glenn Greenwald e Fábio Serapião na Folha de S.Paulo — e que, depois de algumas reportagens, simplesmente parou. Sim, finalmente vocês vão parar de me perguntar o que aconteceu com o restante dos tais 6 gigas de arquivos. Esses são documentos que ninguém quis publicar. Ofereci a diversos grandes veículos de imprensa — todos recusaram. Alguns elogiaram o trabalho, reconheceram sua importância, mas disseram que era “perigoso demais”. Agora, retomo a parceria com Vieira e com o jornalista americano Michael Shellenberger — a mesma equipe do Twitter Files Brasil, que revelou ao mundo a censura do Judiciário brasileiro. Essa nova fase da investigação mostra que o STF criou uma força-tarefa paralela dentro do TSE para investigar e classificar os presos do 8 de janeiro. Utilizaram sistemas sigilosos, violaram bancos de dados internos e vasculharam redes sociais em busca de curtidas, postagens e opiniões políticas — tudo sem ordem judicial, sem contraditório e sem direito à defesa. Os critérios para manter alguém preso incluíam seguir páginas de direita, criticar Lula ou o STF, ou postar algo em apoio aos protestos. Há casos absurdos. Pessoas mantidas presas mesmo depois da PGR recomendar a soltura. Gente punida por tuítes de 2018 criticando o PT — quatro anos antes das eleições e cinco anos antes dos atos de 8 de janeiro. Como todo mundo sabe, o inquérito do 8 de janeiro virou um instrumento para perseguir qualquer pessoa de direita. E essa investigação, que levou meses de trabalho silencioso e minucioso, comprova com documentos como isso foi feito. Foram horas de análise, cruzamento de dados, verificação de fontes e entrevistas com pessoas envolvidas. Um trabalho arriscado, difícil, e que exigiu coragem. Estou arriscando tudo. Tudo mesmo. Minha carreira, minha segurança, minha liberdade. Pensei muito antes de publicar esse material. A decisão mais segura para mim seria não publicar. Fui aconselhado a ficar quieto. Mas como jornalista, eu não posso me calar. Não diante do que descobrimos. E muito menos enquanto ainda houver brasileiros presos ou perseguidos injustamente por causa do 8 de janeiro. Por isso, peço que você considere apoiar A Investigação. Agradeço profundamente aos que já nos apoiam. É por causa de vocês que isso ainda é possível. E reforço o pedido: se você acredita no que estamos fazendo, nos ajude a continuar. Eles tentaram enterrar a verdade. Mas a verdade tem um defeito: ela insiste em aparecer. E agora, depois de meses de silêncio, ela está de volta — com força total.

David Ágape

1,118,913 görüntüleme • 1 yıl önce

Já que muitos se recusam, vou dizer aqui o óbvio: 1. O sistema nunca acreditou na vitória de Bolsonaro em 2018. Tentaram matá-lo e ele saiu fortalecido. 2. Nessa mesma eleição, Alckmin foi totalmente desmoralizado, amargando míseros 4,76% dos votos, o que o radicalizou e terminou de enterrar o PSDB. 3. Apesar de ter sido indicação de Temer, o verdadeiro padrinho político de Moraes foi Alckmin, que o nomeou secretário de segurança pública de São Paulo no final de 2014. 4. Vendo o fim do tucanato, pessoas como Gilmar Mendes deram uma guinada de 180 graus em sua opinião sobre a Lava-jato, que até então contava com seu apoio por ter destruído corretamente Lula e o PT. 5. Em 2020, surge a pandemia e o sistema decide que essa será a oportunidade de destruir Bolsonaro, amarrando suas mãos e dando início ao processo que retiraria Lula da cadeira para voltar ao poder em 2023. 6. Com Lula solto, o TSE coloca o dedo na balança e influencia as eleições para que o projeto não falhe. Eles não teriam tido todo o desgaste de soltar Lula com o absurdo argumento do CEP para deixar que Bolsonaro vencesse novamente em 2022. 7. Essa interferência foi tão escancarada, com um lado sendo claramente censurado enquanto o outro atuava livremente, que um sentimento legítimo de que a eleição havia sido roubada começou a tomar conta do imaginário popular, levando milhares de pessoas a passar meses em frente a quartéis e culminando no fatíco 8 de janeiro de 2023. 8. Como parte do plano de devolver o poder a Lula para futura reabilitação do teatro das tesouras, tornou-se imperativo criminalizar qualquer um que ousasse dizer o óbvio e contestar a condução e o resultado das eleições. 9. Como de nada adiantaria fazer tudo isso só pra ver Bolsonaro voltando em 2026, o ato final consiste em aniquilar sua carreira política e sua viabilidade como futuro concorrente, o que na prática significa trancafiá-lo para o resto de sua vida mesmo sem nada que justifique essas medidas (Fux é a prova). 10. No meio disso tudo, o sistema não contava com o estrondoso sucesso de Paulo Figueiredo (8) e Eduardo Bolsonaro🇧🇷 em conseguir apoio da administração Trump. Aquilo que no começo parecia papo de terraplanista, passando depois a motivo de chacota no alto escalão, foi se materializando a cada dia, culminando então com a impensável inclusão de Moras na lista da OFAC, uma tarifa de 50% causada por ele, e com o cancelamento de vistos de vários de seus pares e colaboradores. 11. Encurralado, restou a esse sistema jogar fora o pouco que restava de seu manto de legalidade e passar a agir como máfia, ameaçando jogar o ex-presidente sequestrado em um cativeiro muito pior caso o governo norte-americano não aceite recuar. Spoiler: o governo Trump não vai recuar, as sanções aos ministros vão piorar muito e mesmo isso não os fará parar, o Brasil todo pagará o preço e eles nos levarão rumo ao destino da Venezuela, ou seja, um rompimento completo com o mundo democrático que pode durar muitos e muitos anos. No futuro, essas pessoas estarão sendo caçadas como acontece agora com Maduro, sendo alvo de altas recompensas oferecidas por suas cabeças. O Brasil já terá virado uma sombra do que um dia poderia ter sido. Milhões irão embora e ficarão por aqui somente os que não possuem condições de sair e aqueles que vivem do Estado. Uma casta cada vez menor estará vivendo de forma nababesca enquanto 80% da população vive abaixo da linha da pobreza. Esse é o nosso futuro caso a elite empresarial e política do Brasil continue bancando esse projeto de poder.

John W. Peters

195,906 görüntüleme • 11 ay önce

> 🚨 PRECISO DE AJUDA COM URGÊNCIA PARA OS MEUS GATOS 🐱❤️ Em 11 anos resgatando e cuidando de gatos, talvez este seja o momento mais difícil que já enfrentei. Hoje tenho 19 gatos sob minha responsabilidade e, nas últimas semanas, vários problemas de saúde aconteceram praticamente ao mesmo tempo. Primeiro enfrentávamos um surto de Lynxacarus (ácaro), que já deixou alguns deles com uma grande perda de pelos e precisa ser tratado com Revolution Plus. Antes que eu conseguisse controlar esse problema, surgiu um surto de rinotraqueíte, que se espalhou rapidamente entre os gatos. Espirros, secreção, tosse e engasgos passaram a fazer parte da rotina de praticamente todos eles. Dos casos respiratórios, Shay e Marrom já fizeram 5 aplicações cada de antibiótico, anti-inflamatório e antialérgico. Agora preciso iniciar o mesmo protocolo em pelo menos mais dois gatos, provavelmente Theo e Cinzinha, que estão entre os que mais me preocupam neste momento. Paralelamente, existe o caso do Júnior, resgatado há quase 3 meses com uma das patas gravemente ferida e diagnosticado com esporotricose. Depois de muita luta, a ferida estava quase fechada, mas voltou a abrir e sangrar, como mostro no segundo vídeo e na foto. A orientação veterinária é retomar o itraconazol para conseguirmos finalmente cicatrizar a pata e avançar para as próximas etapas do tratamento. Por isso, neste momento estou tentando levantar R$ 1.220, exclusivamente para essas necessidades mais urgentes: • R$ 357,00 — despesas já realizadas com os primeiros tratamentos da rinotraqueíte, incluindo as aplicações em Shay e Marrom, vitamina C e glutamina • R$ 250,00 — tratamento de mais 2 gatos (5 aplicações para cada) • R$ 416,32 — 2 caixas de Revolution Plus, totalizando 6 pipetas para combater o surto de ácaro • R$ 140,00 — 60 cápsulas de itraconazol para o Júnior • R$ 56,00 — nova glutamina para dar continuidade ao tratamento coletivo Total: R$ 1.219,32 — meta arredondada para R$ 1.220,00. 📎 Nos anexos da postagem: 1º vídeo: alguns dos gatos apresentando os sintomas da rinotraqueíte; 2º vídeo: a pata do Júnior, que voltou a abrir e sangrar, e gatos afetados pelo surto de ácaro; 3ª imagem: a ferida reaberta na pata do Júnior; 4ª imagem: os orçamentos e a composição da meta de R$ 1.220. Eu resgato gatos desde 2015. Durante todos esses anos, sempre assumi pessoalmente a maior parte das despesas. Hoje gasto, em média, R$ 1.000 a R$ 1.500 por mês com ração, areia, sachês e outros cuidados básicos. O que me obriga a pedir ajuda são principalmente as emergências veterinárias — e, desta vez, infelizmente, vieram várias de uma vez. Muitos dos gatos que resgatei anos atrás envelheceram comigo. Alguns já estão com 10, 11 anos, e naturalmente os problemas de saúde começaram a aparecer com mais frequência. Há outras situações que ainda precisam ser investigadas e tratadas, mas nem sequer estou incluindo tudo nesta arrecadação, justamente para não criar uma meta impossível. Estou tentando resolver primeiro aquilo que não pode mais esperar. 🙏 Se 122 pessoas contribuírem com R$ 10, conseguimos alcançar a meta. E qualquer valor ajuda: R$ 5, R$ 10, R$ 20... somando um pouco de cada pessoa, consigo continuar. 💚 PIX: [email protected] Bruno Côrtes — Banco C6 📢 Se você não puder contribuir, um RT também ajuda muito. Foi compartilhando que conseguimos superar outras situações difíceis ao longo desses anos. Eu vou, como sempre, prestar contas de tudo que for arrecadado e gasto. A prestação de contas da arrecadação anterior já foi publicada e o link está no primeiro comentário desta postagem, para quem quiser conferir. Muito obrigado a quem acompanha, compartilha e ajuda esses gatos. ❤️🐱

Bruno

14,561 görüntüleme • 16 gün önce

O Escândalo do TORS: A IA do STF que Transforma Críticas em Prisões Políticas No Brasil de 2025, onde a democracia deveria ser o pilar de tudo, surge um dos maiores absurdos da era digital: o programa TORS, ou Tecnologia de Otimização de Redes Sociais, uma ferramenta de inteligência artificial montada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para farejar qualquer postagem que desagrade aos poderosos. Não é teoria da conspiração – é fato exposto em vazamentos como a Vaza Toga 2, que revelam como essa máquina de vigilância classifica opiniões em "positivas", "negativas" ou "neutras", servindo de base para decisões de prisão. E o alvo? Principalmente opositores de direita, bolsonaristas e qualquer um que critique o governo Lula ou os ministros do STF. Uma postagem de 2018, criticando o PT, já foi suficiente para manter um cidadão atrás das grades por "periculosidade". Isso não é justiça; é caça às bruxas high-tech. Imagine o esquema: palavras-chave como "censura", "fake news" ou até menções ao Bolsonaro disparam alertas no sistema. A IA varre redes sociais 24 horas por dia, gerando relatórios em PDF cheios de prints, links e análises que viram "provas" irrefutáveis. Contratado de uma empresa exclusiva chamada Fasius, o TORS não é pra combater desinformação de verdade – é pra mapear e punir quem ousa pensar diferente. A equipe de Kusahara, braço-direito do ministro Alexandre de Moraes, usa exatamente esses rótulos pra decidir: "positivo" significa algemas; "negativo", talvez uma chance de liberdade condicional. Pessoas idosas, sem histórico de violência, presas só por um tweet antigo? É o que os arquivos do 8 de Janeiro mostram, com uma força-tarefa secreta no WhatsApp fabricando dossiês ilegais baseados em biometria e scans de perfis. E o mais revoltante: o STF se coloca como árbitro supremo da "verdade". Eles definem o que é fato ou mentira, ignorando a Constituição Brasileira que garante liberdade de expressão no artigo 5º. Decisões recentes ampliam a responsabilidade das plataformas como X, Facebook e Instagram, forçando remoções sem notificação prévia pra "discursos de ódio" ou "prejudiciais" – mas quem julga o que é prejudicial? Os mesmos que criaram o TORS. Passam por cima de direitos fundamentais, transformando o Judiciário em censor-mor. Recentemente, o STF firmou acordos com big techs pra "combater desinformação", mas na prática, isso vira munição pra calar vozes dissidentes. Onde fica o equilíbrio de poderes? Sumiu, trocado por algoritmos que julgam almas. Essas revelações são provas irrefutáveis de uma ditadura do Judiciário em formação. O STF pegou a máquina do Estado – financiada pelos impostos suados dos brasileiros – e a virou contra o próprio povo. Nós pagamos pra desenvolver essa IA, e ela nos espiona, nos rotula e nos ameaça. É perseguição política disfarçada de tecnologia de ponta, ecoando abusos que lembram regimes autoritários, mas com likes e retweets como delatores. O Brasil não pode aceitar isso calado. É hora de cobrar transparência total, investigações independentes e o fim desse monstro digital. Novamente, A MINHA PARTE EU FAÇO, que é ir atrás de informações sobre como o sistema persegue pessoas utilizando as redes sociais. Porém, SOZINHO, eu não tenho poder de fazer isso chegar pra quem deveria investigar. ⚠️Compartilhe, debata, pressione: a liberdade não cai sozinha. 🇧🇷 Embaixada EUA Brasil Secretary Marco Rubio Donald J. Trump Department of State U.S. Immigration and Customs Enforcement Christopher Landau USA em Português Jason Miller María Elvira Salazar 🇺🇸

O Sóciotário 🇧🇷

64,059 görüntüleme • 11 ay önce

O PALHAÇO SOU EU! CARTA ABERTA AO Méqui Sou Pedro Pallotta e estive no restaurante do McDonalds da Paes de Barros por volta das 23 horas do dia 30/09/2026, pois fiz o meu pedido pelo aplicativo do Mc e depois de DUAS HORAS e meia de espera eu peguei o meu carro e fui saber o que tinha acontecido. A gerente nem sabia do meu pedido, e fui bastante enérgico na minha abordagem, pois já tive tantos problemas com esta unidade do McDonalds que a minha paciência simplesmente acabou. Foi a quarta vez, sim, a QUARTA VEZ, que eu paguei o meu pedido, paguei o frete para entregar e tive que ir buscar pessoalmente, porque simplesmente não foi feito, ou foi deixado de lado pela incompetente equipe que opera no local, independente de turno ou horário. Eu já tive dezenas de pedidos enviados errado, com muitos itens faltando, e inclusive recebendo pedidos de outras pessoas por diversas vezes, que coitadas, também ficaram seu os seus. As plataformas como iFood e Rappi já nem me reembolsam mais, pois parece até tentativa de fraude devido a quantidade, mas eu só queria poder comer o meu lanche e batatas como qualquer pessoa normal, mas o McDonalds da Avenida Paes de Barros não é capaz de montar pão, carne e queijo, colocar em uma bendita sacola e enviar para a minha casa de forma correta. Eu já abri diversas reclamações no SAC, inclusive porque recebi um Big Mac SEM PÃO!!! E tive que fazer uma campanha enorme em rede social para conseguir receber meu pedido corretamente, o que demorou semanas! Nos últimos dias, eu passei no Drive Thru na madrugada, e não tinha absolutamente ninguém na fila, e pensei que seria rápido, então parei no primeiro totem e ninguém me atendeu, continuei esperando e nada. Então segui para a janela do caixa, e nada... bati na janela, e silêncio total. Cheguei até a buzinar o carro, mas sem sucesso. Fui até a janela da retirada, e fiz a mesma coisa, bati na janela várias vezes e nada. Então, tive que estacionar o carro, entrar no restaurante e chamar alguém para me atender, e nisso foi quase meia hora até eu conseguir retirar o meu pedido... MEIA HORA EM UM DRIVE THRU COMPLETAMENTE VAZIO!!! E os problemas não param por aí, pois o salão é um nojo de sujo, os banheiros ficam em péssimo estado, e o andar superior é igualmente horroroso, mesmo esta unidade tendo sido reformada recentemente, pois moro no bairro há muitos anos e acompanhei quando houve a mudança. Para piorar, um senhor que é segurança do local, muitas vezes age como um gerente não remunerado, que muitas vezes põe ordem naquela filial do inferno e nem é o trabalho dele. Inclusive ele quem me ajudou no dia que fiquei largado no Drive Thru, pois se não fosse ele naquele dia, teria ficado esperando ainda mais! Inclusive, foi essa boa alma que ajudou a solucionar a minha questão neste pedido do dia 30/09, pois a gerente estava completamente perdida, pois não conseguia achar o pedido, e ainda me falou que já tinha saído para entrega, sendo que não tinha rastreio, nem código de recebimento, muito menos um entregador atrelado. É um completo absurdo eu pagar o pedido mais caro, usando o aplicativo de vocês, pagar a entrega e ainda ter que pegar o meu carro para ter que pedir pelo amor de deus para receber a minha comida. Sei que os funcionários são mal remunerados e têm condições de trabalho extenuantes e muita pressão, porém não dá para ficar passando pano depois de tantos anos de incompetência, e por isso estou entrando em contato com a gerência deste restaurante em específico. Não é uma questão de receber o dinheiro de volta, ou outro pedido, pois é um total desrespeito com o cliente que paga por gostar de comer ali, ou pedir no delivery. O nervoso que eu já passei com este McDonalds não foi pouco, além de ter outras pessoas que já vi fazerem o mesmo, de terem que ir buscar o pedido pessoalmente, por não receberem. Vocês se livraram do Ronald McDonald no marketing, mas passaram o papel de palhaço para nós, e especialmente para mim. McDonalds APB Endereço: Av. Paes de Barros, 2880 - Parque da Mooca, São Paulo - SP, 03149-000

Pedro Pallotta - Space Orbit

666,304 görüntüleme • 10 ay önce

O cessar-fogo entre EUA e Irã: o que está realmente em jogo Trump deu um ultimato. O Irã recuou. E o mundo finge que não entendeu o que aconteceu. Antes que o prazo do ultimato americano expirasse, o regime iraniano aceitou um cessar-fogo de duas semanas e a abertura do Estreito de Ormuz. Ambos os lados, como de costume, apresentaram o resultado como uma vitória. Mas os fatos contam uma história bem diferente da que está sendo vendida — tanto pela propaganda do regime quanto pela militância de redação ocidental. Ainda há questões em aberto sobre os termos exatos desse acordo: o nível de controle sobre o Estreito, se haverá cobrança de passagem para navios, os limites da abertura. Mas o fato central é inegável: o regime que há semanas desafiava os Estados Unidos cedeu diante da ameaça concreta de destruição da sua infraestrutura energética. O que chama atenção, antes de qualquer análise estratégica, é o fenômeno das REALIDADES PARALELAS que esse conflito escancarou como poucos. A gente já convive há anos com narrativas opostas sobre os mesmos fatos, seja nas redes sociais, seja na imprensa tradicional. Mas no caso do conflito com o Irã, essa construção de realidades alternativas chegou a um nível sem precedentes. E o dado mais perturbador é o seguinte: dentro do chamado mundo ocidental — no Brasil, na Europa, nos Estados Unidos —, houve um apoio significativo, senão MAJORITÁRIO, ao regime iraniano. Estamos falando de um regime brutal, terrorista, que pouco antes do início desse conflito assassinou a sangue frio dezenas de milhares de manifestantes. Seus próprios cidadãos. Homens, mulheres e jovens que ousaram protestar contra a teocracia que os governa. Vejam a assimetria moral: a mesma esquerda que se indigna com os mortos na guerra em Gaza — uma resposta israelense ao maior atentado terrorista da história do país, fomentado e financiado pelo Irã — é a mesma que aceita com passividade o democídio promovido pelo regime contra seu próprio povo. Mulheres surradas até a morte por não usar véu. Crianças usadas para limpar campos minados na guerra contra o Iraque. Opositores assassinados sumariamente. E essa gente recebe solidariedade da esquerda global. Na prática, essa é a inversão moral que define o nosso tempo. O contexto: Guerra Fria 2.0 Esse conflito não pode ser analisado isoladamente. Ele faz parte de um cenário mais amplo que podemos chamar de Guerra Fria 2.0: o eixo China-Rússia-Irã buscando suplantar a liderança americana no planeta. Nesse arranjo, o Irã opera como ponta de lança. É o mais agressivo dos três, e sua posição estratégica no Golfo Pérsico lhe dá a capacidade de provocar uma recessão global ao impedir o trânsito de petróleo e derivados — que foi exatamente o que tentou fazer ao ser atacado. Mas por que esse conflito foi iniciado? Marco Rubio, o secretário de Estado americano, explicou de forma direta: o Irã estava a POUCAS SEMANAS de ter capacidade de construir uma bomba nuclear. E estava acelerando a produção de mísseis balísticos e drones a um ritmo que tornaria impossível, mesmo com uma intervenção americana, impedir a finalização do programa. Ou seja, a janela de ação estava se fechando. Esperar mais significava aceitar um Irã nuclear — um regime apocalíptico com a bomba na mão. O que foi alcançado — e o que ainda falta O ataque israelense-americano atingiu mais de 16.000 alvos. Os objetivos principais eram dois: desmantelar a capacidade nuclear e balística do Irã, e enfraquecer a cadeia de comando do regime. No primeiro ponto, o resultado parece ter sido pelo menos parcialmente atingido — embora a capacidade remanescente do regime de causar dano à infraestrutura petrolífera da região e de usar táticas de guerra assimétrica no Estreito de Ormuz tenha ficado evidente. No segundo ponto, o sucesso foi mais claro. Dos 20 a 30 principais nomes da cadeia de comando do regime, estima-se que 70% a 80% foram eliminados, começando pelo próprio líder supremo. Seu filho, que assumiu a posição, aparentemente está gravemente ferido, possivelmente incapacitado. O que ainda NÃO foi alcançado é talvez o ponto mais crítico: a retirada dos 500 a 600 kg de urânio altamente enriquecido que o Irã possui. Esse material pode servir como base para a continuidade do programa nuclear tão logo as hostilidades cessem. E esse será o centro das discussões diplomáticas nas próximas duas semanas — se o cessar-fogo durar tanto. A fragilidade da democracia — e sua força Enquanto isso, o Irã joga com o único ponto de pressão que lhe resta: a capacidade de impedir o trânsito de petróleo e de atacar instalações de produção na região. E conta, acima de tudo, com a maior fragilidade — e paradoxalmente a maior força — dos Estados Unidos: a democracia. Num país democrático, qualquer impacto econômico é sentido pela população e pode resultar em mudança de governo pelo voto. Com as eleições de meio de mandato se aproximando, a pressão sobre Trump aumenta. A democracia tem a capacidade de corrigir rumos errados. Mas tem a fragilidade de não conseguir sustentar períodos difíceis, mesmo quando eles são necessários. E essa fragilidade é amplificada pelo movimento interno — nos Estados Unidos, na Europa, no mundo ocidental — de simpatia ao eixo totalitário. A velha lógica soviética, herdada agora pela China, e a esquerda globalista europeia, que hoje é a força principal por trás do Partido Democrata, operam juntas contra a ideia de uma América forte. É a coalizão anti-Trump travestida de pacifismo. Vale lembrar: quando Trump foi duro na comunicação — falando em "fim de uma civilização" — foi imediatamente acusado de ameaçar crimes contra a humanidade. Enquanto o regime iraniano promove terrorismo mundial, crimes de guerra em série, ataque à infraestrutura de petróleo, bombardeio de áreas civis, fechamento de águas internacionais — tudo contra a lei internacional —, ninguém fala nada. Na verdade, Trump errou na comunicação. Não deveria ter falado no fim de uma civilização. Deveria ter falado no fim de um regime terrorista brutal. Seria mais efetivo e mais preciso. Se alguém perguntasse à maioria do povo iraniano se estaria disposta a suportar dificuldades em troca da possibilidade de derrubar essa teocracia assassina, a resposta seria óbvia. Mas essa voz não interessa à militância de redação global. O plano de 10 pontos e o que vem pela frente Surgiram na internet duas ou três versões de um suposto plano de 10 pontos para as negociações. Alguns desses pontos — como a retirada de bases americanas da região ou a permissão para o regime continuar enriquecendo urânio — são simplesmente INACEITÁVEIS. E é difícil imaginar que Trump ceda nesses pontos. A questão é: o que os iranianos farão quando essas exigências forem rejeitadas? Por enquanto, os mercados parecem acreditar no cessar-fogo. O preço do petróleo nos mercados futuros caiu entre 15% e 20%, dependendo do vencimento. Há incentivos dos dois lados para que um acordo aconteça. Mas a situação ainda é fluida e bastante incerta. A retomada do conflito é uma possibilidade real. O novo mapa geopolítico Independentemente do desfecho imediato, o que esse conflito evidencia é uma fragmentação global que veio para ficar. Não voltaremos ao globalismo econômico que tentou se transformar num globalismo político de alcance total. Há uma reversão desse modelo para as próximas décadas, com áreas de influência definidas pelas principais potências. Nesse cenário, a autossuficiência se torna o ativo estratégico mais valioso. Os Estados Unidos, paradoxalmente, são os mais beneficiados mesmo num mundo em que sua hegemonia diminui — porque são mais autossuficientes. Países grandes como a China também têm vantagens, apesar da dependência brutal do petróleo importado. Países distantes dos conflitos e com boa base de recursos naturais — como o Brasil e a Argentina — poderiam se beneficiar enormemente. O Brasil estaria numa posição PRIVILEGIADA se tivesse um governo minimamente pró-mercado e pró-crescimento. Mas não é o que temos. Temos em Brasília uma cabeça não só autoritária como antimercado, que impede o crescimento brasileiro. E, pior, um alinhamento ativo com o eixo chinês — que é exatamente o que o Descondenado vem fazendo nos últimos anos, contra a posição americana. A Europa talvez esteja na pior posição de todas. Esse conflito demonstrou que a Europa não é um aliado confiável para os Estados Unidos — algo que já estava claro há algum tempo. A desconfiança dos dois lados do Atlântico aumentou, o que deve enfraquecer a OTAN, mesmo que seu fim formal dependa de votação no Congresso americano. O X da questão: a lógica apocalíptica do regime E aqui está o ponto que muita gente não compreende — inclusive pessoas inteligentes e bem-intencionadas que são céticas em relação a essa intervenção americana. A lógica do regime iraniano é DIFERENTE da lógica de um regime como o norte-coreano. A Coreia do Norte quer sobreviver. Quer ficar ali, sem ser incomodada, escravizando seu povo até o fim dos tempos. É uma lógica perversa, mas previsível. O regime iraniano não opera assim. A teocracia dos aiatolás tem uma lógica apocalíptica. Eles acreditam que devem provocar o fim dos tempos. Não querem uma bomba nuclear apenas para proteger o regime. Querem, de fato, destruir o que chamam de "pequeno Satã" — Israel — e o "grande Satã" — os Estados Unidos e o mundo ocidental. É por isso que toda intervenção precisa ser calculada levando em conta que estamos lidando com um regime que QUER colocar fogo no mundo. Isso muda completamente o cálculo estratégico de potências como os Estados Unidos. Quem ignora essa variável — por ingenuidade, por antiamericanismo ou por alinhamento ideológico — está contribuindo para que um regime terrorista e apocalíptico se aproxime cada vez mais da capacidade de cumprir suas promessas. O cessar-fogo é um capítulo. A história está longe de terminar.

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

11,324 görüntüleme • 4 ay önce

VÍDEO E TEXTO LONGO, detalhado e meticuloso, sobre a ação extrajudicial de Rui Costa, diretor executivo de futebol do São Paulo, contra mim. Sobre a ação em si, eu só tenho um gesto a fazer, sem ironia: OBRIGADO RUI COSTA. Vocês vão entender do porque do agradecimento. Vamos aos fatos: Na notificação datada do dia 07 de maio de 2026, recebida ontem pelos meus pais em sua residência, na cidade de Indaiatuba, interior de São Paulo, Rui Costa e seus advogados se utilizam de duas partes de textos escritos por mim, em post realizado no meu perfil e em um comentário que realizei no perfil do jornalista Luis Augusto Símon (BLOGDOMENON 🇧🇷🇵🇸🇨🇺 ), ambos no X, entre os dias 11 e 12 de Abril de 2026. Eis os trechos: "(...) volto a reforçar para a grande mídia: INVESTIGUEM a carreira de Rui Costa desde a época do Grêmio, quando nem era executivo de futebol. Seu passado é podre, tem envolvimentos suspeitos e ligações questionáveis, no mínimo. Um verdadeiro encantador de serpentes. Safo e tinhoso". "(...) já reuni documentos, testemunhas e fontes em Porto Alegre, Chapecó, Belo Horizonte e Curitiba sobre o passado de Rui. E garanto ao amigo e colocando minha carreira de jornalista a prêmio: Não é bom". Além disso, Rui insere na notificação a informação que trouxe a respeito dele ser "concunhado" do empresário de Ruan Tressoldi e dele ter sido sócio do ex-empresário de Jandrei em uma empresa na cidade de Chapecó, Santa Catarina. Além disso, ele cita também termos usados em textos escritos por mim como "amigo de Rui Costa", "muito amigo de Rui Costa", "ressuscitou nomes de "bons empresários", "observem o movimento de Rui Costa". Sobre o primeiro trecho: Eu sempre aprendi na minha vida profissional e pessoal que a melhor forma de você mostrar honestidade e honradez é sendo TRANSPARENTE com seus pares e próximos. Quando tu és uma figura pública, isso é ainda mais importante, pois você será criticado e elogiado. Ônus e Bônus da função. Quando instigo a grande mídia investigar Rui Costa, é justamente para saber, perante FONTES (guardem essa palavra) se Rui tem um passado podre ou não. Se ele, realmente, tem algum movimento ou ligação ilegal no meio que trabalha (percebam que, na mesma frase, faço uso das palavras SUSPEITOS e QUESTIONÁVEIS, ou seja, sem nenhuma acusação direta e indireta). Sobre o termo ENCANTADOR DE SERPENTES: Além de ser uma profissão na Índia, esse termo é uma metáfora dizendo do quão uma pessoa é ardilosa, sedutora. E isso não é desabonar, e sim um envaidecimento, pois para ser um grande líder você precisa seduzir (sem nenhum aspecto sexual) muita gente. Ser Diretor de Futebol é uma arte de sedução, tanto para empresários, jogadores e outros clubes. Que mal tem nisso? Sobre o termo SAFO: Na gíria militar, muito usada na Marinha do Brasil, ser safo significa ser inteligente, ágil. Peguemos como exemplo Rui como você foi ágil na demissão do Crespo e chegada do Roger. Ou inteligente para se manter no cargo, mesmo sabendo que Massis não tinha muito apreço pelo seu trabalho quando chegou. Isso é um ELOGIO. Que mal tem nisso? Sobre o termo TINHOSO: Um dos significados desse termo é TEIMOSIA. Você não foi teimoso ao contratar Roger, mesmo com a torcida não o querendo? Você não foi teimoso em manter Roger, mesmo a torcida, em sua enorme maioria - inclusive dentro do clube - não o querendo? Isso é um exemplo PÚBLICO de uma característica sua, da qual não maldamos e nem desabonamos. É o seu estilo, que cada um faz seu julgamento se é benéfico ou maléfico. Que mal tem nisso? Continua nos comentários…

Ramoni Artico

28,209 görüntüleme • 3 ay önce

Por que a briga interna na direita enfraquece a oposição e ajuda a normalizar censura e perseguição política Quando se observa a direita brasileira hoje, a impressão é a de um movimento cada vez mais absorvido por disputas internas, rivalidades menores e brigas por espaço, enquanto a questão central do país segue em segundo plano. E isso é particularmente grave porque o problema fundamental do Brasil não é uma mera divergência entre grupos ou lideranças. O problema central é a existência de um regime de censura, perseguição política e exceção institucional que opera de maneira cada vez mais escancarada, enquanto boa parte dos que deveriam enfrentá-lo parece mais preocupada em administrar posições dentro da estrutura vigente. Esse é o ponto decisivo. Em 2014, numa entrevista que já soma quase 2 milhões de visualizações, o professor Olavo de Carvalho fez um diagnóstico preciso de por que o PT havia perdido o apoio popular. Aconteceu exatamente quando o partido deixou de ser percebido como uma força de refundação do Brasil e passou a ser visto como mais uma engrenagem da velha máquina de poder, absorvido pelo estamento burocrático, na expressão de Raymundo Faoro. Não que a alternativa proposta pelo PT fosse boa, basicamente eles queriam transformar o Brasil numa grande Cuba, como fez Chávez na Venezuela. Mas, uma parte significativa da população acreditava no caminho socialista, e deixou de apoiar o partido quando ele deu sinais de ser apenas mais um grupo que foi absorvido pelo establishment. Há sinais claros de que o mesmo processo está ocorrendo agora dentro do chamado bolsonarismo. A questão não é apenas moral. Ela é estratégica. Não faz sentido concentrar esforço numa eleição enquanto o principal líder da direita está em prisão domiciliar, quase morreu na cadeia, centenas de pessoas seguem presas, censuradas e perseguidas, e o regime de exceção continua operando sem qualquer constrangimento. Falar de eleição como se estivéssemos num ambiente democrático regular é aceitar como NORMAL aquilo que deveria ser tratado como escândalo político permanente. Sem enfrentar isso, a conversa eleitoral vira distração. Até porque numa canetada o candidato da direita pode ser tirado da disputa, ou até ser preso... E quando essa normalização convive com disputas mesquinhas dentro da própria direita, o quadro se torna ainda mais revelador. Porque então fica evidente que, para muitos, o objetivo já não é mudar o país. Na prática, o objetivo passa a ser manter posição, preservar influência, controlar verbas partidárias e impedir o surgimento de lideranças que ainda operem com verdadeira intenção de ruptura. Não há problema algum em que uma liderança tenha estrutura, receita ou base de apoio para sustentar sua atuação. Tem muita gente gerando receita com influência na internet, e isso em si não é errado. O problema começa quando os meios deixam de servir a uma finalidade maior e passam a ser o próprio fim. Nesse ponto, a degeneração é inevitável. Basta ver o que acontece quando o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, vai a um programa de TV e diz que "esse negócio de eleger senadores para fazer impeachment de ministro já não é mais o objetivo." Na prática, o que ele quer é uma base grande, centenas de milhões de reais em verbas partidárias que ele possa controlar, sem criar nenhum tipo de risco para si. Porque se falar mal de ministro, pode perder o cargo ou sofrer algo pior. Ou seja, você vê exatamente esse trabalho de domesticação da direita. O partido deixa de ser plataforma de transformação e se converte em aparelho de contenção. A liderança deixa de operar para alterar o regime e passa a operar para SOBREVIVER dentro dele, sem tensionar, sem afrontar aquilo que de fato precisa ser enfrentado. É assim que um movimento é domesticado. Boa parte dessas brigas aponta justamente nessa direção: não para a construção de uma alternativa real ao sistema, mas para o isolamento de lideranças mais combativas e para a recondução do debate à velha e pequena política partidária. Em vez de concentrar a atenção popular na censura, nos presos políticos, na perseguição institucionalizada, desloca-se tudo para conflitos internos, vaidades e acomodações. No fundo, trata-se de um processo de absorção pelo establishment, pelo próprio estamento burocrático. A velha estrutura brasileira tem uma enorme capacidade de neutralizar ameaças reais não apenas pela repressão direta, mas pela cooptação. Ela assimila, domestica, redistribui incentivos e transforma impulsos de mudança em mecanismos de autoconservação. O que está em jogo é saber se ainda existe, dentro desse campo, uma disposição real de enfrentar o regime de exceção, desmontar os mecanismos de censura e perseguição e recolocar o país numa trilha minimamente normal de liberdade política. Sem isso, tudo o mais é secundário. Uma direita que abandona esse objetivo e passa a disputar apenas o controle interno do próprio movimento se transforma exatamente naquilo que dizia combater: mais um núcleo de poder adaptado à lógica da velha política, interessado em conservar vantagens, não em refundar o país. E quando isso acontece, o sistema não precisa nem vencer. Basta esperar.

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

46,743 görüntüleme • 4 ay önce

Após assistir ao vídeo com trechos da entrevista de Zema à GloboNews, resolvi escrever este Pequeno Manual do Direitista Entrevistado por Jornalista Esquerdista. Ilustrarei as quatro regras com exemplos da entrevista. Vejamos: 1ª Regra: Antes de começar, assuma que o entrevistador é seu inimigo e está ali para te destruir. Para isso, ele fará "gotcha questions", mentirá descaradamente, recorrerá a todo tipo de argumento falacioso possível e editará a entrevista da pior forma para o entrevistado. Exemplo: No vídeo que viralizou, a entrevista foi cortada exatamente após Zema dizer "Tá certo então" em resposta a um comentário falacioso do entrevistador. Na entrevista completa, Zema continua após essa frase com uma boa defesa do seu ponto. 2ª Regra: Antes da entrevista, estude todos os aspectos dos temas que serão discutidos e dos temas mais relevantes para a opinião pública naquele momento, mesmo que a entrevista não seja sobre eles. Exemplo: Sobre o 8 de janeiro, Zema deveria estar ciente dos fatos relacionados à manifestação, ao julgamento e à legislação aplicável. 3ª Regra: Nunca permita interrupções. Acuse o jornalista de não permitir a finalização do raciocínio. Se ele insistir, continue falando de forma cada vez mais assertiva até que ele ceda ou a entrevista termine. Exemplo: Zema não havia concluído seu ponto quando foi interrompido pelos jornalistas, que tentaram contradizê-lo citando a lei 14.197. 4ª Regra: Jamais aceite as premissas do jornalista como verdadeiras. Discuta cada premissa como se fosse absolutamente falsa e sempre confronte os jornalistas. Exemplo 1: Sobre o argumento de Zema de que as penas são excessivas para as ações cometidas, a jornalista o interrompe: "Existe uma lei aprovada por Bolsonaro e desenhada pelo Congresso Nacional que estabelece essas penas. Então, se essas penas não existem em nenhum lugar do mundo, talvez seja porque a lei dos outros países não é como a nossa, que foi feita pelo Congresso e sancionada pelo ex-presidente." Nesse momento, Zema deveria ter contestado todas as premissas: "Não, a lei aprovada pelo Congresso e sancionada por Bolsonaro não trata de manifestações populares com destruição de patrimônio público, que foi o que ocorreu no 8 de janeiro. As penas para isso são leves: apenas multa e detenção por até três anos. No 8 de janeiro, essas pessoas receberam penas de quase vinte anos de prisão. O que aconteceu? O STF, com o apoio de vocês da mídia, está usando a lei 14.197, que trata de crimes gravíssimos como golpe de Estado, espionagem e defesa da soberania nacional, para encarcerar inocentes por anos com o objetivo de fazer terrorismo contra a direita. Estão usando essa lei para incutir medo nos cidadãos, impedindo que exerçam o direito constitucional de manifestação e expressão. Por isso, vocês deveriam ter vergonha de defender uma pena de 14 anos para uma mãe de família que escreveu com batom em uma estátua ou 17 anos para um trabalhador que se sentou em uma cadeira. Não percebem que nenhum cidadão decente concorda com isso? É por isso que a audiência e a credibilidade de vocês estão próximas de zero junto ao povo brasileiro. É por isso que esses mesmos ministros do STF foram sancionados pela mais robusta democracia do mundo como violadores de direitos humanos." Exemplo 2: O jornalista complementa o colega: "E o crime não é sentar na cadeira nem pichar com batom, mas tentativa de golpe de Estado." Mais uma vez, Zema deveria ter contestado a premissa: "Não, o crime foi depredação de patrimônio público. Golpe de Estado é o crime pelo qual esses inocentes estão sendo enquadrados por ministros sancionados por violação de direitos humanos, com o apoio de vocês da mídia. Que golpe de Estado? Para haver golpe, é preciso controlar a força das armas, ter liderança e planejamento. Não havia nada disso. Essas 700 pessoas condenadas por golpe de Estado estavam sob a liderança de quem? Quem coordenou suas ações? Que armas tinham para enfrentar os 11 mil policiais armados do Distrito Federal ou os 212 mil soldados do Exército brasileiro? Do que estão falando? Sei bem que a narrativa dos ministros sancionados para justificar esse terrorismo contra inocentes é: 'Não, veja bem, essas pessoas queriam criar uma comoção nacional para que o Exército tomasse o poder. Por isso, quebraram tudo em Brasília, para que o Exército observasse e tomasse o poder para manter a ordem.' Ora, pra começar, os chefes das Forças Armadas jamais concordaram nem mesmo em usar instrumentos constitucionais, como o estado de defesa, quando questionados. Mesmo sendo algo previsto na Constituição e dependente da aprovação do Congresso, os chefes das Forças Armadas não apoiaram seu uso, por exemplo, quando questionados por Dilma em 2016. Também não apoiaram quando questionados por Bolsonaro em dezembro de 2022. Que golpe, se no dia 30 de dezembro Bolsonaro nomeou o indicado por Lula, o general Julio Arruda, como comandante do Exército? Então, que golpe, se no 8 de janeiro Lula já tinha pleno comando do Exército? Vocês querem mesmo que o povo acredite que nossos generais veriam algumas pessoas quebrando janelas na Praça dos Três Poderes e diriam: 'É, não temos escolha. Dona Débora escreveu "Perdeu, mané!" numa estátua. Precisamos tomar o poder do presidente recém-eleito com mais de 60 milhões de votos. Estamos numa sinuca de bico. É colocar tanques nas ruas ou deixar um gari limpar a estátua com água no dia seguinte. O que faremos?' É isso que vocês defendem? Não percebem como são ridículos? Como estão afundando a credibilidade da mídia na lama com essa ladainha?" Exemplo 3: Jornalistas alegam que houve tentativa de depor com violência o Estado Democrático de Direito porque policiais ficaram feridos no 8 de janeiro e havia um plano para matar autoridades. Zema deveria ter contestado a premissa: "Fico feliz pela preocupação de vocês, jornalistas, com a segurança dos policiais. Da última vez que ouvi um jornalista da Globo falar de policiais, foi para dizer que não era justo que tão poucos policiais morressem em conflitos com bandidos. Agora, o que tem a ver um policial de tropa de choque atingido por manifestantes em ação violenta com a abolição violenta do Estado Democrático de Direito? A palavra 'violenta'? Esse é o nível infantil do argumento de vocês? Ora, a polícia foi avisada da manifestação. Policiais feridos indicam que o efetivo adequado não foi mobilizado, e não um atentado violento contra o Estado Democrático de Direito. A lei que vocês citam fala de usar violência ou grave ameaça para impedir ou restringir o exercício dos poderes constitucionais. A manifestação ocorreu num domingo, com a Esplanada vazia. Em sete horas, tudo acabou. Os poderes funcionaram normalmente no dia seguinte, até porque aprenderam a trabalhar remotamente durante o lockdown defendido por vocês. Sobre esse plano para matar autoridades, você disse bem: plano. Planejar não é crime no Brasil. Nem mesmo atos preparatórios são crimes em si. Não sabia mesmo? Pareciam peritos em legislação no início desta entrevista. Além disso, não havia qualquer ligação entre esses manifestantes e um suposto plano para matar quem quer que seja. Cada brasileiro tem direito a julgamento individualizado. Quer dizer, vocês, jornalistas, estão defendendo que uma mãe fique 14 anos na cadeia porque escreveu com batom em uma estátua enquanto um soldado escrevia que queria matar alguém? É esse o nível de loucura de vocês? Querem afundar ainda mais o jornalismo brasileiro na lama?"

Marcelo Pessoa

80,658 görüntüleme • 1 yıl önce