Загрузка видео...

Не удалось загрузить видео

На главную

Marcelo vive em uma cidade do interior do Rio Grande do Norte, com pouco mais de 40 mil habitantes. Um lugar lindo, calmo e acolhedor, formado majoritariamente por pessoas receptivas e de coração generoso. Mas, como em qualquer lugar do mundo, existem exceções. E desde a última festa, passaram...

51,991 просмотров • 6 месяцев назад •via X (Twitter)

Комментарии: 0

Нет доступных комментариев

Здесь появятся комментарии из оригинального поста

Похожие видео

Vou assistir reality como ele é e não como querem que eu assista. No fim, é pra isso que ele existe: pra gente julgar, analisar e tirar conclusões sobre os participantes. Esses foram os principais destaques de ontem no #BBB26 . E, de quebra, deixo um edit pra mostrar como eu li tudo isso. Milena é uma mulher negra, chamada por brancos de “leva e traz”, que não engole calada. Ela se defende com as próprias armas do jogo e não aceita ser enquadrada como se não tivesse direito de reação. Leandro é um homem preto que usa as ferramentas do reality pra puxar os adversários de volta pro óbvio: aqui é BBB, é conflito, é escolha. Ele força a casa a encarar que neutralidade também é movimento e que, sim, em algum momento você precisa tomar partido. Ana Paula é uma participante branca atacada de forma sistemática não pelo que faz dentro do jogo, mas pelo que representa fora dele. Ideias políticas e pautas externas viraram munição constante. E aqui é importante não romantizar nem inverter a lógica: ela é branca, então não é sobre ela “precisar suportar tudo” é sobre como o debate externo atravessa o jogo e vira perseguição, mesmo quando a régua pesa diferente pra pessoas diferentes. Sol é uma mulher preta ferida por uma sociedade racista e adoecida, e a dor dela vira instrumento na mão das pessoas erradas, inclusive pra atingir outra mulher. E isso é inflamado por um homem sem limite, que usa a ferida como estratégia, empurra o caos e se alimenta do estrago, como é o caso do Matheus.

Rafa 🎙️

101,447 просмотров • 6 месяцев назад

🗣️ALERTA À SOCIEDADE Essa fala de Jorge Messias é gravíssima e precisa ser ouvida com muita atenção por todo brasileiro que ainda se preocupa com liberdade, equilíbrio institucional e limites do poder do Estado. Na própria fala, Messias diz com todas as letras que a AGU foi a primeira instituição a pedir a punição dos envolvidos no 8 de janeiro e que o pedido de prisão em flagrante e preventiva foi feito por ele ao ministro Alexandre de Moraes. Ou seja: ele não fala como alguém distante dos fatos. Ele fala como agente direto dessa engrenagem. Mais do que isso, ele trata qualquer discussão sobre anistia como uma “agressão à população brasileira”, afirma que ela seria inconstitucional e insiste que a única pauta possível é punição, punição e mais punição. Não há, em sua fala, qualquer sinal de ponderação, proporcionalidade ou preocupação com excessos, individualização de condutas e garantias fundamentais. Isso deveria acender um alerta em toda a sociedade. Porque quando uma autoridade com pretensão de chegar ao STF assume publicamente esse nível de envolvimento, defende com convicção máxima a linha punitivista do 8 de janeiro e rejeita até mesmo o debate político e jurídico sobre anistia, o que está em jogo não é apenas a opinião pessoal dele. O que está em jogo é a visão de poder que ele carrega. Uma visão em que o Estado acusa, prende, bloqueia bens, cobra reparação e ainda tenta interditar moralmente qualquer voz que questione esse processo. Se esse é o espírito com que Jorge Messias enxerga os acontecimentos de 8 de janeiro, o Brasil precisa se perguntar com muita seriedade: é esse o perfil de ministro que deve ocupar uma cadeira no Supremo? Porque quem vê apenas “golpistas” e só fala em punição, sem qualquer preocupação visível com abusos, dosimetria e limites constitucionais, não transmite senso de Justiça. Transmite compromisso com uma única narrativa.

The Incorrupt

56,624 просмотров • 3 месяцев назад

Estamos em pleno 2025 e é lamentável assistir a um espetáculo de machismo e misoginia escancarados dentro de um reality show. Duda, com apenas 19 anos, vem sendo julgada desde o início com ofensas por atitudes que não ferem ninguém, não prejudicam ninguém e não têm nada a ver com falta de caráter. Pelo contrário, Duda sempre foi sincera, madura, coerente e muito bem posicionada em tudo o que faz e fala dentro do jogo. Fabiano não tem moral para dizer que Duda não é exemplo para jovens, adolescentes ou para quem assiste, quando a própria filha dele, também muito nova na época, passou por uma fase de grande exposição que tomou conta da mídia. Isso não é sobre atacar a filha dele. É sobre a incoerência de um pai julgar outra jovem como se tivesse autoridade moral para isso. Isso é hipocrisia. Saory, que participou de um reality de exposição máxima, tenta julgar Duda por ter se envolvido com duas pessoas em três meses de programa. Isso é hipocrisia escancarada. Carol, que desde o início ataca, persegue e provoca os participantes, agora tenta jogar em Duda a culpa por situações que ela mesma ajudou a criar, chegando ao ponto de associar Duda até a uma condição de saúde. Isso é cruel, baixo e inaceitável. Nada disso é sobre jogo. É sobre machismo, misoginia, perseguição e julgamento. Duda não precisa ser perfeita para ser respeitada.Ela precisa ser respeitada como mulher, como pessoa e como participante. Duda merece respeito. E isso é o mínimo. #TeamDuda #AFazenda17

Duda Wendling 🪽

283,717 просмотров • 8 месяцев назад

Observem esse vídeo. Em um trem um rapaz ameaça um senhor de idade apenas pelo prazer da cultura edgy que se estabeleceu entre os jovens hoje, em que o objetivo é ser o mais desagradável e ofensivo possível. Até que um homem ao ver isso decide colocar o rapaz em seu devido lugar, dando uma lição poderosa sobre a necessidade de respeitar os mais velhos, e lhe dando uma ordem para sair do trem. Esse é o papel dos homens: colocar ordem social e repreender os dissidentes. Incrível como o rapaz compreendeu que errou depois de ter sido repreendido de forma enfática e ficou de cabeça baixa depois disso. Como digo, a vi0lência gera compreensão. O que nos falta hoje é uma cultura de respeito onde os malfeitores tenham medo de errar. Veja como esse rapaz se sentiu confortável em agredir verbalmente e intimidar um senhor de idade, pois pensou que nada iria acontecer. Devemos revinstruir uma cultura de honra e integridade, onde o respeito pauta as relações. E essa é a função dos homens. A questão principal aqui é: precisamos respeitar os mais velhos. Quando estamos diante de alguém mais velho, naturalmente o colocamos em uma posição hierárquica superior a nós e o tratamos com o devido respeito e honra, ainda que até então não existisse laços ou convívio. Temos um imperativo biológico que nos leva a desejar reverenciar os mais velhos e nos colocarmos como nossos mentores. Isso é um reflexo da posição arquetípica do avô como mentor na juventude do neto. Pois o avô tem um papel fundamental no desenvolvimento da masculinidade dos netos. Talvez a primeira cosia que precisamos entender é que para o aprendizado do filho, o pai não basta. O filho está há muito pouco tempo vivendo, então tentar compreender suas existência e quem ele é baseado unicamente na sua própria história é impossível, pois esse pouco tempo não é suficiente para compreender quem você é. Por isso durante a vida os homens coletam sugestões de outros homens sobre os elementos básicos dos relacionamentos masculinos, sobre como homens agem uns com os outros e como lidam com a vida. Um menino necessita e obtém mensagens de outras partes a respeito dos mistérios da masculinidade: e, embora cada novo homem em sua vida possa acrescentar mais profundidade e amplitude à compreensão de si mesmo, lições poderosas são aprendidas no seio familiar. Quando o menino olha a sua volta à procura de modelos masculinos, ele encontra no avô um modelo significativo para seu desenvolvimento e o grande atrativo no avô vem do fato de não estarem envolvidos no emaranhado emocional e na competição que existe entre ele e seu pai. Se a fonte do poder masculino nos foi transmitida pelo pai, presumimos que o homem acima dele, o pai dele, deve possuir poderes múltiplos. Somos atraídos para nossos avôs por uma ligação com nossa linhagem masculina, e uma chave para para compreender nossos pais e a nos mesmos. Queremos garantir e sentir assegurado a continuidade de seus nomes e sabedoria. O avô talvez seja o único homem com quem estamos livres de lutas de poder, competição e ego. Pois a diferença de gerações responde por uma relativa falta de suposições e expectativas com referência àquilo que constitui o sucesso no mundo, justamente os fatores que estabelecem o conflito entre pai e filho. E isso confere a neutralidade emocional entre avô e neto. Enquanto o pai luta para estabelecer e definir seu poder e posição no trabalho, o avô tende a encontrar-se numa fase estável da vida em que ele não precisa mais provar nada, pois sua geração já "está no comando", com seu papel na hierarquia familiar já assegurado, deixando a competição fora de questão. Ou então pelo avô ser visto como dependente e fisicamente fraco, o menino não sente a ameaça de ser subjugado e por isso se sente livre para abrir o coração e expor medos e esperanças ao avô. (CONTINUA ⬇️)

Fúria e Tradição

220,519 просмотров • 2 лет назад

CARTA ABERTA PARA JORDANA, ALBERTO E SOLANGE: Vocês são uma vergonha não só no #BBB26, mas no Brasil, são um exemplo forte do pior lado da humanidade. Jordana e Solange, hoje vocês mostraram mais uma vez que são uma vergonha para todas as mulheres desse país que lutam para sobreviver, que são agredidas ouvindo que são prostitutas, como vocês fizeram com a Ana Paula; como Solange fez ao diminuir e debochar de vítimas de estupro, que têm suas vidas destruídas, impulsionadas pelo discurso misógino de homens como o parceiro delas e o próprio discurso das duas. Jordana, você é uma vergonha para o Brasil, um país construído pelo povo preto e indígena, que tiveram suas vidas ceifadas de inúmeras maneiras pelo povo branco europeu. Você roubou a vaga em universidade dessa população por ser uma fracassada que não consegue passar na ampla concorrência, você é um ser humano que me causa nojo, e eu tenho pena da sua família por ter alguém como você compartilhando sangue com eles — isso se não forem iguais. Você tenta cavar expulsão e recorrer ao antijogo porque sabe como é falida no jogo e na vida, persegue uma mulher preta e se segura para não “passar do ponto” em diversos momentos porque te resta 1% de noção de que tem câmera gravando tudo. Alberto, você é um fracasso em tudo que se propõe a fazer, foi humilhado uma vez e voltou para ser humilhado novamente, porque nem com os erros cometidos na primeira vez você se tornou um ser humano melhor. Você só ataca mulher porque sabe como é inferior a mulheres fortes como Ana Paula e tem medo que as pessoas percebam isso, então precisa recorrer à perseguição, frases de misoginia velada e tortura psicológica. Solange, você é uma pessoa extremamente amarga que não merece absolutamente nada de bom — e isso é raro. Você é uma mulher de setenta anos de idade e, mesmo sendo tão antiga, não aprendeu a arte da empatia e do respeito. Você é ruim, sua essência é cruel. Você precisa babar ovo de qualquer homem que respira ao seu lado para suprir a sua síndrome de inferioridade sendo que discursos misóginos, lamber bota de homem e debochar de vítimas de estupro não te fazem alguém superior, e sim um lixo de pessoa. Espero sinceramente que vocês encontrem algo, seja fé, consciência ou reflexão, que os faça evoluir, nem que seja um pouco porque é difícil ver tanta maldade exibida em rede nacional e perceber que ainda há tantas pessoas reproduzindo esse mesmo comportamento em um país que precisa tanto de empatia e humanidade.

Fluminense da Opressão

217,370 просмотров • 4 месяцев назад