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Melhor texto: JUTTA, BELEZA FORÇA E DETERMINAÇÃO. O gelo não mente. ❄️🥇 Tentaram reduzi-la a uma "modelo" e uma "diva", mas não se conquista um recorde olímpico de 1:12.31 apenas com influência. Enquanto os críticos se ocupavam em contar seus voos em jatos particulares e julgar seu noivo, Jutta...

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Liderança não se impõe. Um verdadeiro líder não quer tudo para si, tem a humildade como marca e eleva seus comandados a patamares maiores do que a própria imagem. Por isso, Jair Bolsonaro é único e insuperável. Ele não deseja o poder pelo poder, não ambiciona ser o maior nem se autoaplaude em busca de aceitação ou popularidade. Muito pelo contrário: se sacrifica, se arrisca e fala — como falou tantas vezes — o que muitos não queriam ouvir. Mas sempre falou movido por um compromisso profundo com seus princípios, que jamais lhe permitiram se calar diante daquilo em que acreditava, mesmo correndo o risco de perder apoio e popularidade para proteger o seu povo. Defendeu os mais pobres, lutou para que o brasileiro sangrasse menos com impostos e tivesse mais respeito e dignidade em sua vida. Defendeu que as pessoas andassem com as próprias pernas, em vez de depender de projetos que, a longo prazo, apenas ampliariam o poder de quem governa. Não se enganem: Bolsonaro levantou todos os que fizeram parte de seu governo. Criou uma base política em um tempo curtíssimo, cujos frutos durarão por muitos anos. Graças a ele, temos palanque, voz e oportunidade de continuar um projeto de Brasil que, por mais iluminados que nos sintamos, jamais seria possível sem ele. Ainda que alguns de nós tenhamos consciência de quem ele é, o Brasil — e o mundo — levarão décadas para compreender plenamente quem é Jair Bolsonaro e o que ele fez por seu povo e por sua pátria. Tive o privilégio de trabalhar ao seu lado. Tive a honra de fazer parte de seu círculo de confiança. E jamais abandonarei a trincheira em que ele me permitiu estar para defender meus valores e princípios. Ao contrário do que tentam usar contra ele, Bolsonaro nunca errou por vaidade, nunca buscou aplausos. Fez muito mais do que qualquer um de nós seria capaz de fazer. Lutou sozinho por décadas, venceu uma eleição sem apoio partidário e sem recursos públicos, recusou atalhos que poderiam tê-lo transformado em uma marionete, como tantas outras da política brasileira. Exercitar seus exemplos não é simples, mas é necessário. Comparar-se a ele é ingenuidade; é falta de estrada, muito para-brisa e pouco retrovisor. Que Deus nos abençoe e nos perdoe pelas coisas que fazemos uns aos outros. Que Deus honre esse homem que deu a própria vida ao seu povo, usando sua experiência e humildade para nos dar a chance de estarmos aqui hoje. Abandoná-lo não é apenas um erro: é demonstração de fraqueza moral e ausência de caráter. Bolsonaro nunca pediu aplausos, nem ajuda. Enfrentou tudo sozinho: levou uma facada sozinho, venceu sozinho. Mas, quando venceu, dividiu com todos os méritos de suas conquistas. Não pensem que Deus fala com nossas carcaças ínfimas e sem brilho. Deus usa os que sangram como exemplo, para que não nos percamos em vaidades e palavras bonitas moldadas sempre em benefício próprio. E não se enganem: esse Deus tudo vê. O Filho de Deus escolheu nascer em uma manjedoura, não em um palácio. Poderia ter evitado a dor e a maldade com um trovão, poderia ter se imposto e destruído seus algozes com um sopro. Mas escolheu o caminho mais difícil: morreu por nós, foi crucificado para nos salvar, sem se vangloriar, sem se autoaplaudir, para que nós, meros mortais, pudéssemos construir um futuro. Não há aqui qualquer comparação entre o Filho de Deus e Jair Bolsonaro. Há apenas um exemplo vivo do que devemos honrar. Preocupe-se e tenha muito cuidado quando começar a se achar importante demais, imprescindível, quase sagrado. A fama, o sucesso repentino e os aplausos costumam nos enganar. Deus não sussurra vaidades ao ouvido nem concede missões gloriosas em benefício próprio. Essa voz que exalta o ego costuma ser outra: rasa, traiçoeira, que diz que você é belo, eloquente e muito, muito importante. Esse caminho é perigoso e geralmente leva a um buraco profundo.

MarioFrias

23,299 次观看 • 5 个月前

Agora que o Super El Niño ganhou as manchetes e já está assustando as previsões extremistas para o Brasil nos próximos meses. A gente precisa pelo amor de Deus entender o motivo disso estar acontecendo. Dublei com gosto essa fala do Fidel Castro porque é simplesmente IMPECÁVEL. Tem culpa o que está acontecendo e precisa ser apontado porque o responsável continua influenciando e mentindo para continuar com seu modelo insustentável que já está causando danos imensuráveis em todo planeta Terra. O capitalismo sempre foi insustentável, era um lucro rápido de gente gananciosa vendendo o futuro para curtir uma vida boa hoje, rifando a vida dos seus próprios filhos e netos. Transcrição Completa: 🇨🇺🗣️ "Porque o que o capitalismo resolveu? Não resolveu problema nenhum. Saqueou o mundo, deixou toda essa pobreza, criou estilos de vida e modelos de consumo que são incompatíveis com as realidades. Envenenaram as águas, os mares, quero dizer, os rios, os lagos, os mares, a atmosfera, a terra. Criaram o desperdício mais incrível. E eu sempre cito um exemplo: Imagine se cada chinês tivesse um automóvel, ou quisesse ter um automóvel, cada um dos um bilhão e cem milhões de chineses. Ou que cada um dos indianos, que são cerca de 800 milhões, quisesse ter um automóvel. E esse método, esse estilo de vida, e que a África fizesse o mesmo, e que quase 450 milhões de latino-americanos fizessem o mesmo. Quanto duraria o petróleo? Quanto duraria o gás? Quanto durariam os recursos naturais? O que restaria da camada de ozônio e o que restaria do oxigênio sobre a Terra? O que aconteceria com o dióxido de carbono e todos esses fenômenos que estão mudando a ecologia do mundo, estão mudando a Terra, estão fazendo com que, além disso, seja cada vez mais difícil a vida em nosso planeta? Será que o capitalismo, por acaso, deu ao mundo um modelo de vida, um modelo de sociedade? Não deveríamos pensar, por acaso, em coisas mais racionais? Como seria a educação de toda a população, a alimentação, a saúde, uma moradia digna, uma cultura elevada? Será que, por algum acaso, o capitalismo realmente nos ofereceu, com suas leis cegas e seu egoísmo como princípio, nos deu um modelo ou nos ensinou um caminho? O caminho da humanidade vai ser o caminho traçado pelo capitalismo até agora? Pode-se falar de crise do socialismo, mas há uma crise maior do capitalismo, que não tem saída e que não tem soluções para os grandes problemas da humanidade em todos os sentidos: tanto os problemas humanos, quanto os problemas sociais, quanto os problemas ecológicos. E não se pode continuar vivendo em virtude de leis cegas." Fidel Castro - 1991

Bruno Brezenski

14,452 次观看 • 2 个月前

Faz hoje sete anos que o Estádio do Dragão se encheu para celebrar a conquista do campeonato nacional, o célebre pentaxau. De todos os campeonatos nacionais que vi o FC Porto ganhar (e já são 25) este foi o mais saboroso, por o ter vivido de perto e por ter sido tão difícil, com obstáculos tão grandes e poderosos – vivíamos o apogeu do benfiquistão. Devemos isso aquele grupo de jogadores em quem nem os próprios adeptos acreditavam quando a época começou, mas devemos essencialmente a dois homens com uma vontade indómita de vencer e que a todos contagiaram, falo, é claro, de Jorge Nuno Pinto da Costa e de Sérgio Conceição, os reais feiticeiros do título. Pinto da Costa soube, uma vez mais, reinventar-se e no momento mais débil das nossas finanças não hesitou em manter a ambição de ganhar. Contra a maioria das opiniões, em conjunto com Luís Gonçalves, apostou em Sérgio Conceição. Como certamente todos recordam, não houve contratações (exceto o guarda-redes suplente Vanã, por um milhão de euros), porque não havia dinheiro. O plano de recuperação era de todos os anos melhorar um bocadinho, mantendo a aposta desportiva, porque só através do sucesso desportivo se podia recuperar economicamente. E assim foi, nesse ano não se compraram jogadores, mas só se vendeu um, André Silva. Mantiveram-se jogadores como Corona, Brahimi, Danilo, Felipe, Otávio, cujas vendas teriam de imediato permitido contas mais simpáticas, mas sacrificariam a competitividade da equipa. Sérgio Conceição trouxe uma ambição e uma ética no trabalho insuperáveis. Duro, direto, exigente, mas justo com os jogadores. Porque não sou dos que acertam no totobola depois dos jogos, devo dizer que Sérgio não seria a minha escolha. Eu, como a maioria dos portistas de então, queria Marco Silva, mas mais uma vez Pinto da Costa tinha razão e a escolha foi perfeita – ainda nos primeiros meses dessa época disse isso mesmo ao Sérgio, porque já nessa altura ele merecia que todos fossemos frontais, como ele era com todos nós, para o bem ou para o mal. Ganhámos esse campeonato porque fomos muito melhores do que os nossos adversários, porque jogávamos muito melhor, mas não faltaram as armadilhas, que a equipa soube tornear, sempre empurrada por presidente e treinador – e que ninguém pense que não havia casos de indisciplina, que não havia todos os problemas em que são férteis os planteis de futebol, mas sempre houve acima quem soube resolver as coisas dentro de casa, unicamente com dois objetivos em mente, clube e equipa em primeiro lugar – talvez um dia se faça justiça ao trabalho de Luís Gonçalves, uma espécie de escudeiro de Pinto da Costa e de amortecedor de Sérgio Conceição. Neste dia, há sete anos, enchemos o Dragão e celebramos muito. O ambiente no estádio estava espetacular, como todo o ano tinha sido, em casa ou fora e atesta o pequeno vídeo. O título tinha chegado no dia anterior, com o empate num jogo entre Benfica e Sporting e é dessa noite esta foto em que estou com o presidente, já campeões, com JNPC a passear a flute de espumante, porque ele não bebia álcool, só brindava. A foto do Sérgio com a taça é já em fim de festa, na sala de aquecimento do estádio, junto ao balneário, e é quase o descanso do guerreiro depois do trabalho mais desafiante de toda a vida – pegar num clube sem ganhar há quatro anos, atolado em problemas financeiros e transformá-lo em campeão. Ele tinha dito que não vinha para aprender, mas para ensinar e cumpriu exemplarmente.

Francisco J. Marques

31,365 次观看 • 1 年前

O relator do PL da Anistia, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), se reuniu com Aécio Neves e Michel Temer para discutir os rumos do projeto. A mensagem é clara: querem limitar o debate à dosimetria das penas, vendendo a narrativa de que o objetivo é “pacificar o país” e de que “o Brasil precisa pensar no futuro”. A dosimetria das penas não é favor político, mas obrigação jurídica. Após o voto do ministro Luís Fux, ficou estabelecido que os advogados têm não apenas o direito, mas o dever de exigir a individualização do processo e condutas dos réus e a correta dosimetria da pena - mesmo sem qualquer anistia em discussão. Esse pacto com Fausto não protege a democracia, mas sim o regime e seus abusadores. O problema é que, na prática, a verdadeira caneta que escreverá esse pacto não está nas mãos de Paulinho, Aécio ou Temer - mas sim nas de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, que já se posicionam como os verdadeiros “árbitros”do jogo. É um escândalo sem precedentes. Essa promessa de anistia seletiva não tem nada a ver com pacificação nacional - é apenas a perpetuação de um sistema apodrecido, que usa a toga e a caneta para salvar os seus e esmagar os outros. Chamam de “justiça”, mas não passa de mais uma fraude. O Brasil, mais uma vez, é condenado a assistir a um teatro: mudam-se os enredos, mas os atores e o roteiro são quase sempre os mesmos - um país sequestrado para que tudo continue exatamente como está.

Karina Michelin

47,303 次观看 • 10 个月前

GOOGLE MAPS SALVOU UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM PEDIU PARA CONTAR... E QUEBROU O NOSSO CORAÇÃO 💔 Não era uma grande cidade. Nem uma história famosa. Apenas uma rua tranquila e duas cadeiras no banco. Lá, sem pesquisar, o Google capturou mais do que coordenadas: capturou uma história de amor que foi desaparecendo ao longo dos anos... como as folhas de outono que ninguém pega. Em 2015, um casal de idosos aparece sentado em frente a sua casa. Eles não precisavam de muito: só estarem juntos. Ela com seu vestido, ele olhando para a frente. Havia algo eterno nesse cotidiano tão simples. 2016 trouxe a mesma cena. Duas vidas cruzadas por décadas, acompanhadas em silêncio. Essas imagens não diziam muito... até que pararam de se repetir. Em 2017, algo se quebrou: ele não estava mais. Ela sim. E embora continuasse sentada no mesmo banco, sua solidão era impossível de ignorar. Ficou lá... como se esperasse que o tempo voltasse atrás. Em 2018, a porta parecia mais aberta do que nunca... E ainda assim ninguém saía dela. Ela não olhava mais para a frente, mas para o vazio. O tipo de vazio que só conhece quem perdeu quem era seu tudo. Em 2020, a câmera captou mais uma vez. Mais magra. Mais frágil. Mas ainda lá está. Como se todos os anos esperasse que ele voltasse com a próxima tomada. 2021 foi diferente. Ela parecia mais pequena, quase derretida com a cadeira. O amor pode nos sustentar por muitos anos, mas o corpo mais cedo ou mais tarde desiste. Em 2022, ninguém estava lá. Apenas a porta fechada. Talvez finalmente se tenham reencontrado. Talvez a espera tenha acabado. 2023 mostrou sinais de esquecimento. As cadeiras empilhadas. A pintura deslavada. Como se a casa também estivesse de luto. E em 2025... já não há casa. Só o terreno. E uma história que nunca foi contada em voz alta, mas que o Google guardou por acidente. Ou por destino. Porque, às vezes, o mais real, o mais profundo, não é publicado nem viralizado. Só vive na memória de quem olha com o coração. ❤️ 🕊️ Via Instagram | valeriaferroborges

Katharina Gurgel

96,734 次观看 • 1 年前