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Ana Sayfaya Dön

Mensaleiros à solta e debochando! Com a bênção do STF, Dirceu e seus companheiros estão livres para esfregar na cara dos brasileiros que jamais deixaram o poder. Somos obrigados a engolir essa cena porque o STF anulou os processos criminais e as condenações de Dirceu. Agora, Dirceu está tão...

49,649 görüntüleme • 1 yıl önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Essa fala de Lula da Silva, durante a abertura da feira Brasil na Mesa, na Embrapa Cerrados, nesta quinta-feira, 23 de abril, é um retrato de seu cinismo político em estado puro. A frase “esse país não comporta mentiroso”, dita por alguém cuja trajetória foi atravessada por mentiras e por escândalos de corrupção, como o Mensalão e o Petrolão, é quase uma confissão involuntária. Quando Lula afirma que o Brasil “poderia ser a sexta economia do mundo”, tenta vender a ideia de que foi sabotado por terceiros. Mas omite que foi sob sua própria era política que o país mergulhou em distorções profundas - fiscais, institucionais e morais. Mas tudo isso não foi um acidente de percurso, foi método. Mas aqui vem o ápice da sua fala: “Tem gente que quer administrar esse país e não tem a menor noção do que administrar.” Aqui, Lula fala como se tivesse chegado ontem ao poder - quando, na verdade, está no controle há 20 anos, além de ser um dos políticos mais longevos e influentes da história recente do Brasil. Ele critica o país como se não tivesse participado diretamente da construção do cenário caótico que agora condena. O problema não é só a incoerência; é o grau de descolamento total da realidade - como se ele contasse deliberadamente com a desinformação, com a memória curta da população, com a ignorância e com a capacidade de manipular a opinião pública para sustentar a própria narrativa falaciosa e se manter no poder - afinal, é nisso que aposta para a próxima eleição. Resta saber quem, após 20 anos de Lula no poder, ainda acredita nesse discurso obsoleto que o condena.

Karina Michelin

21,403 görüntüleme • 3 ay önce

💥 A transmissão ao vivo da TV Globo foi palco de um momento impagável. Um pernambucano, em uma reportagem sobre o Dia dos Pais, revelou seu “presente” para o Lula: um par de algemas. O repórter reagiu com surpresa, mas o recado foi dado com clareza. O vídeo, que já viralizou, mostra o humor ácido do povo brasileiro. 🔻 O Presente de Dia dos Pais e a Voz do Povo Pernambucano A cena, que já se tornou um meme viral, é a prova de que a política está presente em todos os lugares, mesmo em uma reportagem sobre o Dia dos Pais. Um pernambucano, abordado pela equipe do NE1, da TV Globo, aproveitou o espaço para expressar sua opinião sobre o presidente Lula. Ele afirmou que havia comprado um presente para o "super pai", mas, em vez de um mimo comum, retirou um par de algemas, afirmando que seriam para o presidente. A atitude do repórter, que reagiu com uma risada, mas logo em seguida garantiu que todas as opiniões eram bem-vindas, mostra a tensão entre a liberdade de expressão e a necessidade de manter a imparcialidade na TV. O episódio, que viralizou nas redes sociais, é um retrato do humor ácido do povo pernambucano e da insatisfação política que permeia a sociedade. 🔻 A Ironia do Poder e o Humor como Protesto O pernambucano que presenteou Lula com algemas não estava apenas fazendo uma piada. Ele estava expressando o sentimento de uma parte da população que se sente traída, enganada e indignada. Ele transformou um momento leve, como o Dia dos Pais, em um ato de protesto. O que ele fez, em sua simplicidade e irreverência, tem o poder de um míssil. A reação do repórter da Globo, que riu, mas logo se recompôs, mostra o dilema da grande mídia: como lidar com a voz da rua quando ela não se encaixa na narrativa? A atitude do pernambucano é o retrato de um povo que usa o humor como uma arma potente. Ele, sem gastar um centavo, deu a Lula o presente que a maioria gostaria de dar: o presente do desprezo. O resultado, neste caso, é que a mensagem chegou ao destino.

Thomas | Analista Político · Copywriter · IA

15,112 görüntüleme • 11 ay önce

- Discurso de Ódio Que Pode: Quando o Sistema Escolhe Seus Alvos - Recentemente, o governador da Bahia afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores deveriam “ir para a vala”. Um discurso carregado de ódio, que em qualquer cenário civilizado deveria gerar repúdio imediato e ações institucionais firmes. Mas nada aconteceu. - Não houve abertura de inquérito, nem busca e apreensão, tampouco convocação da Polícia Federal para apurar incitação à violência. Nenhuma nota de determinado do STF, nenhuma indignação de determinado ministro que se diz fervoroso interessado no assunto, nenhuma capa de jornal tratando o caso como “ameaça à democracia”. Ao contrário: silêncio, cumplicidade ou até aplausos discretos dos mesmos que se dizem guardiões do Estado de Direito. - Agora imagine se um apoiador de Bolsonaro dissesse algo remotamente parecido, ou usasse a palavra “vala” em qualquer contexto. Seria manchete, seria prisão, seria processo por “discurso golpista” e “incitação ao ódio”. O padrão é claro: só há crime quando convém ao sistema, só há repressão quando o alvo é a oposição. - Esse tipo de discurso, vindo de uma autoridade de Estado, não apenas normaliza o ódio como incentiva o pior: a violência política, o assassinato moral e até físico de quem pensa diferente. É a institucionalização da barbárie com o verniz de “liberdade de expressão progressista”. - Quando se permite que se deseje a morte de opositores impunemente, o que mais pode ser permitido? O que mais pode vir à tona com a conivência de quem deveria conter o extremismo, e não alimentá-lo? - A verdadeira ameaça à democracia não está em frases de WhatsApp ou em manifestações populares. Está no alto da cadeia de poder, onde os que gritam por “tolerância” e “combate às fake news” são os mesmos que, na prática, incitam o ódio, mentem descaradamente e permanecem blindados por um sistema que escolheu lado.

Jair M. Bolsonaro

837,214 görüntüleme • 1 yıl önce