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Muita gente me pergunta se eu tenho medo de comprar as brigas que eu compro. Eu cresci na Vila Missionária, periferia do extremo sul de São Paulo. Eu sei o que é viver com pouco, estudar em escola pública e enxergar de perto as dificuldades que tanta gente enfrenta...

22,892 views • 4 days ago •via X (Twitter)

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Sonya falando sobre a primeira experiência dela quando percebeu que gostava de uma garota 🥹 🐰: Sinceramente… quando eu gostei de uma garota pela primeira vez. Foi quando eu percebi que não tem nada a ver com gênero, é só… você gosta da pessoa. Ela era na verdade minha amiga, uma garota de outra sala. Eu estava na sala 6, ela estava na sala 1. Ela tinha cabelo comprido, mais comprido que o meu, sempre de trança. A gente conversava todos os dias, tipo sem parar, aí um dia ela me chamou pra ir comer juntas, e eu fiquei tipo… espera, por que eu estou corando?? Foi aí que eu comecei a pensar… ok, talvez isso não seja mais só amizade. Mas naquela época eu ainda não entendia muito bem. Naquele tempo não era muito aceito ou aberto como hoje e eu ainda era muito nova, tipo começo do ensino médio. Então eu comecei a sentir tipo… isso é estranho? Todas as minhas amigas tinham namorado, e ficavam me zoando por ser próxima dela. Tipo “ei, você gosta de garotas ou algo assim?” E eu ficava tipo “nãooo, eu não…” Eu não tinha coragem de admitir nada. Então eu simplesmente… desapareci. Parei completamente de falar com ela porque fiquei com vergonha. Mesmo quando a gente se cruzava na escola, parecia que nem nos conhecíamos. 🎤: Você teve alguma chance de esclarecer as coisas com ela? 🐰: Eu sinto que ela provavelmente está assistindo isso agora, pra ser sincera. Mas agora a gente pode ser amiga de novo. A gente nunca teve uma conversa de verdade sobre por que eu desapareci naquela época. Eu acho que… o tempo simplesmente curou tudo. Talvez ela tenha se sentido machucada antes, mas agora provavelmente não mais. E eu aprendi que não é nada estranho. Quando a gente se encontrou de novo, ela até disse que me viu atuando em uma série. Ela falou tipo “você está indo muito bem, eu vou continuar te apoiando” A gente ainda pode ser amigas agora. E sim, eu também já gostei de pessoas diferentes Tomboy, homens, só… pessoas. Foi aí que eu percebi, não importa o gênero, o sentimento é exatamente o mesmo. Não tem nada a ver com gênero, tem a ver com a pessoa que você conhece. Se você sente algo, então você sente… é isso. © Flutado #LMSY #ลูกหมีซอนญ่า #SonyaSaranphat

talita hometown era

102,863 views • 4 months ago

🚨Wagner Moura: "Eu queria me relacionar com a direita, mas não dá", 🗣️"Eu quero, mas eu não encontro, vou ser honesto, eu não encontro assim... Interlocutor. Eu vejo esses caras aí dizendo assim, toma o visto dele, eu fico assim, como é que pode uma coisa dessa? Porque tem um nível de desinter... ou há duas possibilidades, ou é um nível de ignorância muito brutal, com o qual realmente eu não consigo, realmente não vou conseguir conversar, ou um nível de desonestidade intelectual, que aí é pior, sabe? Que eu acho que é o caso. Muito sério. Agora, eu acho que a esquerda e a direita existem e a dinâmica entre elas existe para que se formulem propostas, ideias que possam fazer com que o mundo seja... Melhor, eu entendo, por exemplo, eu já disse isso, eu entendo quando a direita diz assim, ok, vocês são de esquerda, vocês querem seguridade social, vocês querem saúde e educação gratuita, vocês querem um estado de bem-estar social. A pergunta que a direita faz e que eu paro para escutar é, quem vai pagar isso aí que você quer? Como é que a gente vai fazer? Vamos tributar quem? Como é que a gente vai aumentar os impostos? Como é que o governo pode ser mais... Eles falam muito em enxugar o governo. Como é que o governo pode ser mais ágil? Eu me engajaria nessa discussão. Mas a discussão são expulsa ele do Brasil, ele cheira cocaína, ele é ladrão da Lei Rouanet, ele não sei o que lá. Eu não consigo, não tem diálogo".

Pesquisas Eleições

453,412 views • 7 months ago

Dez anos. 10 finais de CBLOL. 7 títulos, sendo 4 consecutivos. Diversos prêmios individuais e um Rift Rivals. Quando eu olho pra esses números, eu não vejo só conquistas. Eu vejo tudo que eu vivi. Tudo que eu abdiquei. Toda a cobrança. Todos os momentos bons e, principalmente, os difíceis que me trouxeram até aqui. O CBLOL segue sendo uma parte muito importante da minha vida. E é justamente por isso que esse momento não é fácil. Chegou a hora de me afastar por um período indeterminado. Esse ano foi um dos mais difíceis da minha carreira. Eu realmente acreditava muito no projeto, no que a gente poderia construir junto. Mas, com o tempo e os acontecimentos, tudo foi tomando um rumo diferente do que eu esperava e do que eu acredito. No meio disso tudo, eu comecei a me sentir cada vez mais deslocado dentro da equipe, principalmente em relação à comissão técnica. Vieram as divergências, os conflitos… e, por mais que eu tentasse insistir, eu já não me sentia mais parte daquilo. Pra quem sempre se cobrou tanto, que sempre viveu isso intensamente, é muito difícil aceitar quando você não acredita mais no caminho que está sendo seguido. Isso desgasta. Isso pesa. E, no fim, algumas relações também acabam sendo afetadas. Por tudo isso, a decisão foi me afastar da equipe por um tempo indeterminado. Pode ser pouco tempo… pode ser mais. Eu realmente ainda não sei. E, sendo muito sincero com vocês: eu também não sei o que vem pela frente. Ainda não tive tempo de parar e entender tudo isso. Ainda estou processando. Mas uma coisa é importante deixar claro: isso não é uma despedida. Eu sigo competindo. Sigo com fome de vitória. E sigo trabalhando pra voltar ainda melhor. O que eu sei é que, até o último momento, eu vou continuar fazendo o que sempre fiz: dar o meu máximo. Neste sábado, eu ainda entro em jogo para representar vocês na última rodada do Primeiro Split do CBLOL 2026 e podem ter certeza de que vou dar tudo de mim. Vocês ainda vão me ver. Seja em live, seja criando conteúdo, seja evoluindo e me preparando para o que vem pela frente. Meu vínculo com a paiN continua, e eu só tenho a agradecer. A quem torceu, a quem acreditou… e até a quem torceu contra: vocês fazem parte dessa história. Nada disso existiria sem vocês. De verdade, obrigado por estarem comigo, principalmente agora. Espero poder contar com vocês mais uma vez. Sábado, às 13h. Mais um jogo, e não o último.

Robo

588,821 views • 3 months ago

Estou fascinado em como esse discurso do nosso presidente começou em “Inglaterra e França exploram petróleo na América do Sul” passou para “vou comer ovo de jabuti” e terminou com “vou abrir o ovo de ema, colocar açaí dentro e ver que gosto tem”. Íntegra: “É a Inglaterra que está aqui na Guiana, é a França que está aqui no Suriname. Então só nós que vamos comer pão com água? Não! A gente também gosta de pão com mortadela, a gente gosta de coisa boa. Gente, hoje comi um cuscuz com dois ovos fritos. Quem é que não quer? Eu tô comendo agora ovo de pata. Ovo de pata, que diz que tem mais sustância, e como eu sou um jovem de 79 anos, eu tenho que comer muito ovo de pata, ovo de galinha fica pra vocês que são jovens. Eu tô comendo agora sabe o quê? Ovo de ema. O ovo de ema é desse tamanho 🫸🏻 🫷🏻Um ovo de ema equivale a 12 ovos de galinha. Eu fui pesquisar se eu podia comer e eu posso comer. Eu tenho 70 emas lá no Palácio da Alvorada. Setenta emas e elas botam um ovo do tamanho da cabeça de vocês. E eu agora tô comendo ovo de Ema. E agora tô criando jabuti. Tenho 11 jabutis. Tinha sete machos— cinco machos e duas fêmeas. Eu achei que era muito sofrimento pras duas fêmeas, aí arrumei mais 5 fêmeas. Os jabutis estão numa felicidade só com as “jabutias”. E eles botam ovos também. Qualquer dia eu vou comer ovo de jabuti também porque tudo que é ovo é igual, gente. Tudo que é ovo é igual. Já que eu não tenho o tucunaré assado que eu comia na casa do Waldez - o melhor tucunaré que eu já comi na vida foi na casa do Waldez quando ele gostava de mim e me levava um tucunaré. Agora ele só leva tucunaré pro Randolfe. É só pro Randolfe e pro Alcolumbre. É só pros dois, só pros dois. Então eu comi o tucunaré assado mais fantástico. Já que eu não tenho tucunaré eu vou nos meus ovos de pata, de tartaruga e de— não, ainda não comi ovo de tartaruga. Não comi ovo de tartaruga, não, mas diz que é igual. Açaí pode comer com ovo? Não sabia! Eu vou abrir o ovo de ema, vou colocar açaí dentro e vou ver que gosto tem!”

Sam Pancher

614,083 views • 1 year ago

🗣️ dgzin explicou que perdoou keznit para se livrar de sentimento ruim mas descarta amizade: “Isso [treta com keznit] já morreu há muito tempo. Eu acho que a parada que eu mais senti mesmo foi na época da FURIA, quando realmente foi o ano em que aconteceu tudo entre mim e ele. Depois, no início do Kickoff da LOUD, eu ainda pensava muito, olhava e falava: ‘Caramba, eu preciso ganhar desse cara, esse cara é isso, aquilo, eu tenho que ganhar dele’. Só que, porra, mano, eu falei, papo reto mesmo: ‘Desiste desse sentimento’. É um bagulho que não é saudável pra mim. Eu sempre usei o ódio como combustível para conseguir coisas na minha vida, não de uma forma negativa, mas pra me dar mais ambição. Sempre lembrando da parada dele: ‘Eu preciso fazer isso, eu preciso fazer isso’. Então, por muito tempo, eu deixei essa parada na minha mente, mas hoje em dia não é algo que me afeta. Depois que a gente conversou, eu até fiquei pensando: ‘Mano, será que eu respondo? Qual vai ser a minha reação?’. Mas aí eu respondi. Também estou fazendo terapia, estou fazendo vários bagulhos, e, mano, eu já tive sentimentos piores na minha vida que eu tive que perdoar. Não pela pessoa porque, mano, uma pessoa ser racista, uma pessoa ser isso ou aquilo, é o que ela é. Aquele sentimento fica dentro de você quando é com você, e foi comigo, tá ligado, a parada.Isso ficou muito tempo, só que eu pensei: ‘Mano, eu preciso perdoar esse cara pra esse sentimento sair’. Não tem amizade. Deixei claro que nunca vai ter amizade, tá ligado? Mano, é um bagulho totalmente diferente. Isso fere quem eu sou, fere as coisas em que eu acredito e fere de onde eu sou, tá ligado? Não vai ter minha amizade, não vai ter nada meu. O perdão existiu, tá ligado? Então não há mais esse tipo de sentimento. Que ele vença, que faça as paradas dele, seja feliz, e é isso”.

THESPIKE.GG BR

40,296 views • 7 months ago

Deixa eu te falar uma coisa, cafecomferri, eu sou pai de um menino de 13 anos. Eu sou um cara de classe média. Não tenho uma casa no meu nome, não tenho carro, não sou herdeiro e nunca paguei uma conta de restaurante que chegasse a mil reais. Mas eu estou fazendo do meu modo e, na minha insignificância política aqui nas redes, faz bastante tempo. Eu apostaria a vida do meu filho, sim, no Flávio Bolsonaro. E sabe o porquê? Porque eu não tenho alternativa. Eu não sou como você, que poderia parar hoje, ir para a Suíça e viver bem de renda para o resto da vida. A situação do meu país, para mim, é de vida ou morte, literalmente. Eu vi, nesses nove anos, gente sendo presa por falar na internet, gente sendo torturada na cadeia, gente tendo a vida destruída, tudo por causa de pessoas que não aprenderam a apertar o botão do block. Você está pensando em quanto suas ações vão subir com o Tarcísio presidente, em quantos cursos você vai vender. Eu quero que meu guri tenha um Brasil melhor do que o que meus pais me entregaram. É por isso que eu sempre fui bolsonarista e de direita. Todo o sofrimento que eu e tantos outros passamos aqui, perseguições e violências, fizeram a gente sofrer, mas deram total clareza do que a gente quer. E, realmente, eu não sou nenhum especialista, sou apenas um cidadão comum. O Tarcísio é a fantasia que o sistema está vestindo para enganar a gente, para fazer o que fizeram com o petismo em 2022, para ter um presidente fantoche e continuar com os bancos master, os inquéritos infinitos, os juros lá em cima, para dar muito dinheiro a banqueiros e especuladores da Faria Lima. Esse não é o Brasil que eu quero. E eu tenho todo o direito de não querer, todo. Portanto, eu, e acho que falo por alguns bolsonaristas, só voto no Flávio Bolsonaro. Vocês jamais vão fazer a gente engolir o Tarcísio, não importa quantas matérias de jornais apareçam dizendo que ele é um grande articulador e que ministros e o sistema atendem aos pedidos dele. Eu participei de uma revolução com o Bolsonaro e é nela que eu ainda estou. Os dados são importantes, sim, mas a política e a vida não são feitas apenas de dados. Se dependesse dos dados, a Faria Lima defenderia que os miseráveis do Brasil desaparecessem, só para equilibrar as contas. E eu não sou dessa galera. Espero que você e o pessoal aí dos restaurantes chiques e dos clubes de golfe entendam que nós, ou a maioria de nós bolsonaristas, estamos 100% fechados com Eduardo, Flávio, Carlos e Jair Bolsonaro, e ninguém mais. Quanto antes entenderem que vocês não nos manipulam nem mandam na gente, melhor. E, em 2027, quando o Flávio estiver subindo a rampa junto com o Jair, eu vou ter absoluta certeza de que fiz o certo, porque, no fim, o importante é fazer o correto.

Mafinha

328,085 views • 7 months ago

🗣️ aspas abre o jogo sobre bom momento individual pelo MIBR e explica que agora está mais leve, sem maiores preocupações e com uma mentalidade mais positiva — assim como tinha entre 2022 e 2024: “A coisa que eu tô fazendo diferente é que agora eu tô fazendo mais lives, eu não fiz muita live esse ano, não tava fazendo muita live, mas mesmo assim eu ainda tava jogando bastante o jogo, então eu acho que uma das diferenças é o fato que eu tô fazendo mais lives. E outra é que eu não tô me importando mais com coisas que estão fora do meu controle, as coisas que estão fora do meu círculo de controle, eu simplesmente não tô me importando com elas, não tô me estressando com elas, não é algo que eu tô deixando me afetar, que era algo que eu tava fazendo bastante no começo do ano, tava sendo um dos meus grandes problemas, e eu consegui controlar muito bem isso. Então não tô mais me deixando afetar pelo que não está no meu controle, tô fazendo mais live, tô jogando o jogo na mesma quantidade, tô me divertindo nas lives também, tá sendo bem da hora, tá sendo algo legal. Comparado com o começo do ano, acho que eu tô mais feliz, eu estava bastante estressado no começo do ano pelo fato de eu estar se preocupando com coisas que estavam fora do meu controle, e essa mudada de chave, essa virada de chave foi algo que também me deixou mais feliz, foi algo que me ajudou bastante, foi muito bom pro meu mental, então acho que dá pra dizer que eu tô mais feliz sim. Infelizmente a gente não conseguiu a classificação direto pros playoffs, mas mesmo assim, após cada partida, tô sempre mantendo a cabeça erguida e olhando em frente sobre o próximo passo que a gente pode dar. No começo do ano, eu acho que do jeito que as coisas estavam, eu estava me preocupando com muita coisa, estava muito estressado. Após as partidas [do começo do ano], a minha mentalidade também tava diferente de como tá agora, isso é uma coisa que eu acho que dá pra dizer que, por exemplo, em 2024, 2023, 2022, quando eu perdi uma partida, estava sempre com total positividade, não tava estressado, desanimado ou desmotivado. E eu acho que, neste ano, no começo do ano, cada derrota eu tava sentindo muito, tava sentindo estresse, tava ficando desmotivado, tava ficando sobrecarregado, e agora cada derrota eu tô novamente levando elas bem, como se fosse nos outros anos, como se a mentalidade tivesse voltado a ser como era antes, mas com upgrades, podemos dizer assim, porque sou uma pessoa totalmente diferente de antes, então, com upgrades”.

THESPIKE.GG BR

19,131 views • 16 days ago

Em entrevista para Alfonso Herrera, Anahí relembrou os graves problemas de saúde que enfrentou durante a Soy Rebelde Tour. Ela contou que perdeu a audição temporariamente, contraiu covid durante a turnê e, posteriormente, influenza. Em São Paulo, começou a sentir fortes dores nas costelas e acreditou que pudesse estar novamente com covid ou até dengue. Após realizar exames, foi diagnosticada com uma grave infecção nos rins e recebeu a orientação médica de ser internada imediatamente. "Eu disse: 'Como assim eu não vou ao show no Brasil? Como você acha que eu não vou? Estou esperando há 10 anos para voltar, como você acha que eu não vou ao show?' Fui para o show com uma dor que as mulheres que já foram mães vão me entender. Isso doeu mais do que dar à luz meus dois filhos. Foi a pior dor que já senti na vida. Durante o show eu começava a sentir cada vez mais dor. Eu via os fãs preocupados comigo, pedindo para eu ir embora. A ambulância estava lá desde a primeira música e o médico dizendo: 'Vamos embora'. Meu marido estava lá e o médico disse a ele: 'Ou eu a levo agora, ou hoje não posso me responsabilizar se acontecer alguma coisa'. E eu respondia: 'Não, não, não'. Quando faltavam apenas três músicas para terminar o show, eu simplesmente não aguentei mais. Me colocaram na ambulância e fomos para o hospital. No dia seguinte foi o único show que eu não consegui fazer e eu me senti horrível. Eu estava lá, internada, tomando soro, assistindo a tudo. Eu disse: 'Não sei como vocês vão dar um jeito nisso, mas eu vou fazer o último show'. Me deram morfina porque eu não aguentava a dor. Me aplicaram morfina e eu consegui fazer o último show no Brasil. A verdade é que, entre a morfina e a dor, não dá para dizer que eu me lembro de tudo com clareza, porque é um medicamento muito forte. Eu me sentia como se estivesse flutuando em uma nuvem, mas consegui fazer o show. Meus dois filhos foram e cantaram 'Rebelde'. Eu saí de mãos dadas com os meus dois filhos e foi assim que me despedi do Brasil."

Todo RBDmaníaco

56,417 views • 2 months ago