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A cena faz parte do documentário Encontros no Fim do Mundo, dirigido por Werner Herzog em 2007. Quase duas décadas depois, esse trecho reapareceu como viral na internet — e encontrou um mundo muito diferente daquele em que foi filmado. Em 2007, a caminhada solitária do pinguim era vista apenas como uma curiosidade da natureza, um comportamento atípico e, em certa medida, trágico da espécie. Hoje, porém, essa mesma imagem parece tocar um nervo exposto da vida em 2026. Ela ressoa com uma sociedade obcecada por desempenho contínuo, pertencimento condicional e acolhimento apenas quando se é útil. O viral emerge como um efeito histórico do pós-pandemia, das crises econômicas, das guerras transmitidas em tempo real, das rotinas que misturam trabalho, exposição e vigilância - e da sensação difusa de que as coisas não estão melhorando. O comportamento do pinguim não é um gesto existencial, por mais que tentemos humanizá-lo. A nossa percepção, sim, é existencial. O pinguim torna-se a imagem de um sentimento difuso do presente. Ele encarna aquilo que muitos gostariam de fazer: sair da linha, não precisar explicar nada, não performar para ser reconhecido. Apenas mudar a rota e caminhar em silêncio, sem medo, sem discurso, sem justificativa. O chamado “pinguim niilista” encontrou uma sociedade mais frágil, mas também mais sensível aos sinais de esgotamento. O animal não está ensinando nada; está apenas revelando algo que já estava sufocado. Para uns, esse sufoco vem da rotina; para outros, da política, das relações, das finanças, do trabalho - ou de tudo isso ao mesmo tempo. Esse é o poder da arte cinematográfica: uma imagem aparentemente banal atravessa o tempo e, de repente, passa a dizer muito mais sobre nós do que sobre aquilo que está na tela.

JAMES WEBB

37,865 次观看 • 6 个月前

A fala do Herber Passos Neto Herbert Passos Neto expõe uma verdade desconfortável que muita gente da chamada “direita intelectual” odeia admitir: boa parte deles nunca suportou Bolsonaro de verdade. Suportavam a utilidade eleitoral dele. Porque Bolsonaro desmonta completamente a lógica tecnocrática da elite política tradicional. Um sujeito sem verniz acadêmico sofisticado, sem fala ensaiada de think tank, sem pose aristocrática de comentarista de estúdio… e ainda assim capaz de mobilizar multidões, criar identificação popular orgânica e sobreviver politicamente a ataques que destruiriam qualquer outro político. Isso gera ressentimento. Principalmente em setores que se enxergam como “mais preparados”, “mais inteligentes”, “mais qualificados” intelectualmente. Herber toca num ponto central: tem gente que queria que Bolsonaro apenas trouxesse os votos… mas obedecesse a eles. Queriam controlar o fenômeno sem aceitar o dono do fenômeno. E aí nasce o conflito. Porque Bolsonaro não surgiu de laboratório político. Não nasceu de instituto liberal. Não foi criado por editorial de jornal. Não foi fabricado em escritório de marketing. Bolsonaro nasceu da conexão emocional com o povo. E isso enlouquece muita gente que passou a vida inteira acreditando que política se controla apenas com currículo, técnica, articulação e análise racional. A fala também desmonta a hipocrisia da tal “união da direita”. Bastou surgir um áudio sobre pedido de patrocínio privado para um filme e parte dessa turma já avançou no pescoço do Flávio como se tivesse encontrado ouro político. Sem esperar explicação. Sem contexto. Sem crime apontado. Porque no fundo existe uma disputa silenciosa por sucessão. Tem gente esperando Bolsonaro sair de cena há anos para finalmente tentar ocupar o espaço emocional e eleitoral que nunca conseguiu construir sozinho. E talvez a frase mais importante da fala seja esta, ainda que implícita: “satélites confundiram proximidade com brilho próprio.” Muitos cresceram colados em Bolsonaro. Ganharam voto com Bolsonaro. Ganharam projeção com Bolsonaro. Ganharam mandato com Bolsonaro. Mas passaram a acreditar que o brilho refletido era luz própria. E agora vivem a ansiedade de tentar provar que conseguem existir sem ele — ou pior, substituí-lo. Só que carisma popular não se transfere por decreto intelectual. Não nasce em podcast. Não nasce em coluna. Não nasce em selo de “direita limpinha”. Nasce de identificação popular genuína. E é exatamente isso que ainda incomoda profundamente muita gente.

・ Ice ・  Ⅹ ・

10,779 次观看 • 2 个月前

Assisti o filme do He-Man e achei uma bosta. Hollywood não aprende caras, como pode um negócio desses? Os efeitos são bons, todos os personagens principais estão lá maaaaas tem umas frescuragens que são intankáveis! 🛑ALERTA DE SPOILER 🛑 Ariete e Fisto se ofendem com os próprios nomes, no filme são apelidos inventados pelo Adam quando criança. O Príncipe Adam tem testosterona zero, mesmo sendo grande e forte, além de ser um completo paspalho. Como sempre hollywood não sabe a diferença entre ser legal e ser retardado. Tá bom, no desenho ele é covarde, mas no filme ficou demasiadamente lerdão. Mentor não é um gênio da ciência e é alcoólatra. O He-man se transforma na frente de todo mundo, não existe segredo. O He-man só se transforma se falar a frase inteira. No desenho ele ergue a espada e quando fala "pelos poderes de Greyskull..." o raio já sai da espada de um jeito avassalador. Deu agonia isso pq quebra a expectativa. Não sei se é pq não tem a música tema sincronizada com a transformação, mas não é emocionante como no desenho. Quando ele fala "eu tenho a força" é a mesma voz normal do Adam. Mesmo transformado, o He-man continua um paspalho sem testo. No desenho a personalidade e habilidade mudam, a voz engrossa tbm. O He-man não quebra nenhuma parede no soco. O He-man não ergue uma montanha no braço. O He-man fica trocando soquinho com os vilões sendo que com apenas um soco ele poderia desintegrar os ossos da face de qualquer pessoa. O He-man sente dor na mão ao dar um soco no Mandíbula, caraio essa foi demais, ele sacudindo a mão de dor chega a ser ofensivo com quem conhece o desenho. O Pacato cria coragem e luta sem precisar se transformar no Gato Guerreiro. O Castelo de Grayskull parece que fica na frente do palácio real. O Esqueleto chega no lugar lá no castelo pra pegar a espada sem passar por nenhum problema. (No desenho o Castelo de Greyskull é cheio de horrores e armadilhas). E tem um momento no climax final da luta que o He-man para tudo pra tentar resolver a treta na conversa com o Esqueleto, um diálogo muito vergonhoso. "Ainn mas vc deve ter sofrido pra ficar assim pipipi popopo". E por último, o pior momento do filme: Tem uma fala que o esqueleto elogia o tamanho do pau do He-Man.

Raphael Memes

12,534 次观看 • 1 个月前

ALERTA: HIPOCRISIA Os filhotes de Elon Musk da Alemanha decidiram se tornar quem eles mais criticam e lançaram um concurso em parceria com a IA do Google para que os fãs criem suas próprias capas para o novo single, "Changes". Mas olha que engraçado: Nossos MCs Protejo as Baleias esquecem que os data centers que sustentam essa tecnologia têm impactos significativos no Meio Ambiente que eles tanto dizem querer proteger. "A infraestrutura conjunta das centrais de computadores e das redes de transferência de dados é responsável por 2% a 4% das emissões globais de CO2 em todo o mundo [número próximo ao do setor da aviação]. Não é apenas a IA, mas ela é uma grande parte do problema", diz Anne Mollen, pesquisadora da organização não governamental Algorithmwatch, com sede em Berlim. (FONTE: Além disso, existe o impacto de consumo de água e de produção de lixo eletrônico. Mas ambientalistas que viajam sem se preocupar com suas emissões de carbono em seus jatinhos particulares caros não se importam com isso, né? Sem contar, é claro, todas as questões morais e éticas relacionadas ao roubo de ideias de artistas REAIS que as IAs tem feito, e a desvalorização dos artistas tão talentosos que temos no nosso fandom e que poderiam tranquilamente fazer capas lindas sem precisar se utilizar desse recurso. Mas é isso, né? Pra quem é tão crítico de Elon Musk, já podem sentar na mesma mesa para jantar. Pra quem quiser ver o post deles, pode ir lá, mas a gente não vai apoiar essa palhaçada. Até porque, de novo, é só pros fãs alemães. Beijos, THBR

Tokio Hotel Brasil 🇧🇷

140,929 次观看 • 8 个月前

Como pontuar e ter cartão de crédito com limite alto? Pra você conseguir mais pontos e um limite de cartão de crédito nas alturas, se liga nessas dicas: 1. Mantenha uma boa pontuação de crédito: Isso é fundamental! Sua pontuação é o que realmente faz seu crédito subir. 2. Cadastre seu cartão no programa de pontos Livelo: A Livelo é demais! Comprando qualquer coisa por lá, você pontua muito. E o melhor: você não precisa pagar cursos caros pra aprender a pontuar, a Livelo te dá o essencial pra isso. 3. Se busca limite alto, priorize bancos físicos: Enquanto os bancos digitais podem até abrir exceções para alguns, se você quer de verdade um cartão com limite alto e ainda pontuar bem com ele, a dica é ir aos bancos tradicionais. Eles tendem a aumentar sua pontuação e, assim, você consegue um cartão com um limite bem maior, sem precisar ficar com vários cartões com limites baixos. Esse é o grande segredo para ter limite alto e pontuar! 4. Simplicidade é a chave: É só fazer o básico: compre o que precisa online usando o link da Livelo. Isso já ajuda bastante a pontuar direitinho e a ver seu limite de crédito crescer. 5. Cuidado para não gastar todo o limite: Não estoure o limite do seu cartão! Parece que você não tem controle se usa tudo. Gaste apenas uma porcentagem dele, sem exageros. Se parecer que você está sempre no limite, seu cartão dificilmente vai aumentar. Assine a Nath Play para mais dicas! 💖

Nath Finanças 💰

57,866 次观看 • 1 年前

A recente declaração do ministro Alexandre de Moraes, afirmando que “deixamos de ser colônia em 7 de setembro de 1822 e, com coragem, estamos construindo uma República independente e cada vez melhor”, não apenas escancara a contradição entre discurso e realidade, mas revela o cinismo de quem, sob a máscara da bravata institucional, subjuga liberdades enquanto proclama independência. É fácil exaltar a soberania quando se tem o controle sobre o debate público, suprimindo vozes dissidentes e rotulando qualquer questionamento como ameaça à “democracia”. Em meio a uma crise diplomática sem precedentes, a fala de Moraes soa como um grito de independência hipócrita, um teatro de “soberania” para agradar a militância domesticada. A contradição salta aos olhos: enquanto se apresenta como guardião da democracia, sua postura autoritária tem sido alvo de críticas internacionais, a ponto de o Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA buscar barrar sua entrada no país, classificando-o como um pária do mundo livre. Seria essa a “República independente e cada vez melhor” que ele defende? Ou apenas um Estado em que a independência é discursiva e a submissão se expressa nos atos? Se o Brasil fosse, de fato, uma nação independente, figuras como Moraes não precisariam se justificar diante de potências estrangeiras através de uma carta do Itamaraty, relatando seus “pecados”. A necessidade de se defender fora do país é, por si só, a confissão de que nossa soberania ainda é uma peça de ficção. E mais: que tipo de “coragem” é essa que se traduz não na garantia de uma democracia plural e livre, mas no controle crescente e absoluto sobre a sociedade? A batalha entre Moraes e o Congresso norte-americano não apenas expõe a fragilidade e hipocrisia da soberania brasileira, mas deixa claro que a independência que ele proclama existe apenas nos discursos convenientes. O Brasil continua vulnerável a interesses externos, enquanto internamente, vê suas instituições moldadas por vontades políticas ideológicas que atropelam princípios básicos do Estado de Direito. Se Moraes realmente deseja provar que o Brasil é uma República independente e em progresso, deveria começar garantindo que a liberdade de expressão e a separação de poderes não fiquem reféns de conveniências ideológicas. Do contrário, sua declaração não passa de mais um retórica vazia e mal-intencionada, um “grito de independência” que não convence a população civil diante de tanta tirania.

Karina Michelin

41,723 次观看 • 1 年前

Quando um ministro precisa lembrar o próprio Supremo do que o próprio Supremo já decidiu, o problema não é jurídico. É memória seletiva. Fux não trouxe tese nova, não reinventou nada. Apenas resgatou o óbvio. O mesmo tribunal que agora fala em limites, em excesso, em perigo institucional, já reconheceu que a minoria tem direito de investigar e, mais do que isso, de continuar investigando. No caso das fake news, a história era outra. Diziam que a CPI estava indo longe demais, avançando no tempo, ampliando o escopo. Ainda assim, o Supremo garantiu a continuidade. Chamou isso pelo nome correto, direito subjetivo da minoria. Proteção democrática. Equilíbrio de forças. Agora, o discurso muda. O que antes era garantia vira risco. O que antes era proteção vira abuso. O que antes era necessário para o funcionamento do sistema passa a ser tratado como ameaça ao próprio sistema. E não é porque a regra mudou. É porque o alvo mudou. Fux expôs isso sem precisar dizer diretamente. Ao lembrar o precedente, ele desmonta a narrativa de que o Supremo nunca enfrentou o tema. Enfrentou sim. E decidiu de forma oposta. O resto é ajuste de contexto. Porque no Brasil, a Constituição não é reinterpretada por necessidade jurídica. Ela é recalibrada conforme o risco político. E quando até o precedente precisa ser esquecido para sustentar a decisão do presente, o que está em jogo não é coerência. É conveniência.

・ Ice ・  Ⅹ ・

15,262 次观看 • 4 个月前

Resgatando o passado para reconstruir o futuro com base na verdade. Março de 2017. Escola Sem Partido: denúncias ao Ministério Público. O deputado estadual (RJ) Flávio Bolsonaro e o vereador carioca Carlos Bolsonaro realizam uma LIVE no facebook e mostram mais ações do que fazem contra a doutrinação esquerdista nas instituições de ensino. Não é o futuro que começa amanhã. É o passado que começa a ser reescrito hoje. Toda transformação real de poder segue um padrão silencioso. Primeiro, enfraquece-se a memória coletiva. O que antes era fato vira narrativa, o que era consenso vira dúvida, e o que era verdade passa a depender de quem conta. Quando o passado perde sua forma, o presente deixa de ter referência. E é nesse ponto que a desconstrução entra como ferramenta. Não apenas questionar ideias, o que sempre foi saudável, mas dissolver estruturas inteiras até que nada mais pareça sólido. Valores, identidade, cultura, história. Tudo passa a ser provisório, reinterpretável, substituível. O resultado não é liberdade imediata. É desorientação. Uma sociedade sem passado claro não consegue julgar o presente com precisão. E uma sociedade que não consegue julgar o presente se torna incapaz de decidir o próprio futuro. Nesse vácuo, alguém decide por ela. Não é sobre evolução natural. É sobre controle de direção. Porque no fim, quem redefine o que foi passa a determinar o que será. E quando ninguém mais consegue distinguir memória de narrativa, o poder deixa de precisar convencer. Basta recontar. Projeto 2026 Presidência: Flávio Bolsonaro Senado por Santa Catarina: Carlos Bolsonaro

・ Ice ・  Ⅹ ・

17,617 次观看 • 3 个月前

ESSE É UM CHAMADO À BASE BOLSONARISTA! Esse corte do Paulo Figueiredo (8) de hoje resgatou muitos sentimentos e um ponto central para 2026: a direita precisa voltar a dominar a cultura digital como fez em 2018. 00:00 | Voltar às origens Paulo Figueiredo começa defendendo que a direita precisa olhar para dentro de casa e revisitar o caso que conhece melhor: Bolsonaro em 2018, a campanha mais barata da história recente, sem tempo de TV e, ao mesmo tempo, culturalmente dominante. 00:01:09 | A nostalgia dos memes Ele relembra as montagens com “Turn Down For What”, óculos escuros, vídeos de aeroporto e o “mito” como símbolos de uma internet espontânea, criativa e impossível de controlar. 00:02:17 | A cultura remixada pela base O corte mostra como memes de campanhas anteriores foram reaproveitados e transformados pela militância bolsonarista. Nada era engessado. Tudo virava piada, remix, corte, bordão e compartilhamento. 00:03:06 | O Bolsonaro sem filtro A fala entra no ponto central: Bolsonaro viralizava porque dizia coisas que o sistema político, a imprensa e o ambiente de Brasília não queriam ouvir. O “candidato que estava se lixando” era justamente o oposto do político treinado por marqueteiro. 00:04:47 | O politicamente incorreto como identidade Paulo relembra falas duras de Bolsonaro sobre crime, prisão e segurança pública. A força não estava apenas na frase, mas no choque: ele falava de um jeito que o eleitor comum entendia, enquanto a elite política fingia escândalo. 00:06:23 | Humor, constrangimento e coragem Os cortes antigos de programas como Pânico e CQC mostram um Bolsonaro que entrava em terreno hostil e saía com bordões. Mesmo quando era alvo de chacota, transformava o ambiente contra ele em munição para a própria base. 00:08:06 | Sozinho contra o establishment Paulo destaca uma imagem central: Bolsonaro sozinho. Sem Globo, sem Fiesp, sem Faria Lima, sem dondoca dizendo que ele estava bonito. Mas, quando saía na rua, encontrava povo. A força vinha de baixo para cima. 00:08:53 | Ninguém pagou por isso O ponto mais importante: aqueles memes não eram produto de agência. Eram feitos pela base, por militantes e até por gente que nem se via como militância. Era comunicação orgânica, emocional e popular. 00:09:30 | O coração do antissistema Paulo resume a genialidade de Bolsonaro: ele falava o que muita gente pensava, mas ninguém tinha coragem de dizer. A imprensa não dava voz. Brasília não dava voz. Então o povo encontrou nele uma válvula de escape. 00:10:40 | Polêmica como combustível Quando vinha o escândalo, Bolsonaro não recuava como político tradicional. A posição dele era inabalável porque a base sentia que, por trás da forma bruta, havia uma verdade popular sendo dita. Não basta provar que estamos certos. É preciso fazer as pessoas rirem, lembrarem, compartilharem e sentirem que fazem parte de algo maior. A direita não pode entrar em 2026 tentando vencer apenas com nota oficial, card institucional e discurso engessado. 2018 mostrou que política também é cultura. É humor. É identificação. É meme. É coragem de falar com o povo sem pedir licença para a elite. Miliares de Corações conquistados! E é assim que 2026 pode reacender a chama: menos burocracia, menos medo, mais meme, mais povo, mais rua digital e mais Brasil real.

Pâm 🌸

66,253 次观看 • 5 天前

Sob Mao, o camponês não tinha direito nem ao próprio fogão. O Estado decidia até quando ele podia ferver água. Era obrigado a comer no refeitório coletivo, controlado pela comuna, onde cada colher dependia dos tais “pontos de trabalho”. Quem não agradava ao Partido, passava fome. Quem discordava, sumia. Hoje, a China moderna faz o mesmo truque com maquiagem digital. Os “pontos de trabalho” viram “pontos de crédito social”. O fogão virou smartphone. O refeitório virou QR Code. E o castigo, antes entregue por um comissário de Mao, agora chega por um sistema automatizado que corta tua conta bancária, bloqueia teu transporte, te impede de trabalhar e te transforma num fantasma econômico. Trocaram o uniforme, mas não trocaram a lógica. Controle total. Vigilância total. Punição total. E o mais irônico é ver gente no Ocidente tratando isso como “avanço”, “progresso”, “tecnologia social”, quando é apenas totalitarismo 2.0. O velho comunismo descobriu o Wi-Fi e percebeu que não precisava mais bater na porta de madrugada. Agora basta desligar o teu dinheiro, tua mobilidade e teu CPF digital que você vira “inexistente” sem precisar de um único soldado. Nada mudou. Trocaram o porrete por um aplicativo. O autoritarismo continua o mesmo. E quem acha que isso é exagero… só está confirmando que não aprendeu nada com a história. Porque controle, quando você aceita no começo, ele nunca para onde começou. Ele sempre avança até onde você deixar.

・ Ice ・

23,867 次观看 • 7 个月前

O movimento perpétuo é realmente um mito? Sim. E a física explica por quê. A ideia parece simples: uma máquina capaz de se mover para sempre e gerar energia infinita sem precisar de combustível. Mas é justamente aí que as leis fundamentais do Universo entram em ação, tornando essa possibilidade não apenas improvável, mas IMPOSSÍVEL. Na mecânica clássica, um objeto em movimento tende a continuar indefinidamente se nenhuma força atuar sobre ele - princípio descrito pela Primeira Lei de Newton. Um planeta no espaço quase vazio pode viajar por milhões de anos com pouquíssima perda de velocidade. Isso, porém, não significa geração de energia infinita: o verdadeiro problema aparece quando se tenta transformar esse movimento em trabalho útil. É aí que entra a Termodinâmica. A Primeira Lei afirma que energia não surge do nada, nenhuma máquina pode produzir mais do que recebe. A Segunda Lei é ainda mais decisiva: toda transformação energética aumenta a entropia do sistema, tornando parte da energia sempre menos aproveitável. Nenhum processo real é 100% eficiente. Há sempre perdas por atrito, resistência elétrica, dissipação térmica e interação com o ambiente. Os físicos classificam estas máquinas hipotéticas em duas categorias: as de primeira espécie criariam energia do nada, violando a Primeira Lei; as de segunda espécie converteriam calor integralmente em trabalho sem perdas, violando a Segunda. Nenhuma foi jamais demonstrada experimentalmente. Mesmo vídeos modernos de “máquinas infinitas” com ímãs ou engrenagens especiais dependem de energia externa escondida ou armazenamento prévio, isso quando não é IA. Ainda assim, ao longo da história, inventores criaram rodas desequilibradas e projetos engenhosos tentando desafiar essas leis; e esse esforço coletivo teve seu valor. O movimento perpétuo tornou-se importante justamente por ser impossível: impulsionou cientistas a compreender melhor como energia, calor e entropia governam praticamente todos os processos do Universo. Créditos do vídeo: IG / engenharia.mecanica360

JAMES WEBB

22,386 次观看 • 2 个月前