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Não basta alterar a lei da nacionalidade, é preciso definir critérios e orçamento para que as pessoas regressem aos países de origem. Caso contrário, estamos apenas a colocar um penso rápido numa ferida profunda.

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👉🏻 O Presidente da República promulgou a nova Lei da Nacionalidade. Está certo ✅ ❌ O que não está certo é a justificação que deu. 👉🏻Disse que gostaria de ter visto “mais consenso”. ⁉️Mais consenso como? 👉🏻A lei foi aprovada por mais de dois terços dos deputados presentes. ‼️Dois terços. Numa democracia parlamentar, isto chama-se legitimidade política. ⁉️Ou será que, para António José Seguro, consenso só existe quando o PS também concorda? 👉🏻 Confunde consenso com unanimismo⁉️ 👉🏻 Confunde política com manada⁉️. Todos a votar da mesma maneira não é consenso. É obediência. Ditadura. 📣 Outra coisa 👇🏻 A nova Lei da Nacionalidade é moderada. Devia ir mais longe. E, em muitos aspetos, até tímida. Basta olhar para outros países europeus. 👉🏻 Na Áustria, a dupla nacionalidade é fortemente limitada. 👉🏻 Na Dinamarca, até as multas são impeditivas. 👉🏻 Na Suíça, conta a ligação à comunidade e a avaliação local. Portugal deu um passo. Mas ficou curto. A nacionalidade portuguesa devia exigir, por ex: Mais filtros criminais e fiscais Auto-suficiência económica Não deve bastar nascer em Portugal para ser português. A nacionalidade deve depender de vínculo real, não de automatismos burocráticos. 📣 A nacionalidade não é expediente administrativo. É pertença. É lealdade. É compromisso. Esta lei não é extrema. Extremo é tratar a nacionalidade portuguesa como se fosse apenas papel carimbado. 🇵🇹 viva Portugal 🇵🇹 #joanaamaraldias #nacionalidade #Portugal #democracia #AssembleiaDaRepública

JOANA AMARAL DIAS

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