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Nefarious, o filme de terror que você TEM que assistir mesmo que odeie o gênero. Pela primeira vez surge uma produção onde o demônio explica como dominou o mundo atual, falando claramente para os cristãos e também para quem não acredita em nada disso. Esse é um dos melhores...

1,026,276 просмотров • 3 лет назад •via X (Twitter)

Комментарии: 10

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Paulo3 лет назад

DEMAIS, melhor atuação dos ultimos anos. Merece muito um Oscar que nunca virá.

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Odair 🇧🇷3 лет назад

Essa sequência aqui diz muito sobre a batalha espiritual em que vivemos. E quem se cala é cúmplice!

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Paulo3 лет назад

Exatamente

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Paulo Henrique Araujo 📰 🌎3 лет назад

Assisti esse filme e durante a exibição eu só pensava: tomara que falte muito para acabar. Um dos melhores filmes que assisti nos últimos 10 anos com absoluta certeza.

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Paulo3 лет назад

Sim, concordo, filme excelente

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Paulo3 лет назад

Cara, sinceramente, acho que nao temos mais tempo pra sutileza... a esquerda tá pregando abertamente ódio a tudo que é certo, tem até pedófilo em filme infantil Não dá mais tempo

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Paulo3 лет назад

Pois é...

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Paulo3 лет назад

Censurado nao, nos EUA saiu normalmente, mas sim, o filme tá sendo classificado como "extrema direita"

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Paulo3 лет назад

Pois é... e esse filme é católico inclusive, mas fica a crítica aos padres/pastores moderninhos que acham que diabo não existe, que a Biblia é ficção etc

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Paulo3 лет назад

Mas eu nao to falando pra nao ler a Biblia... eu faço isso todo dia, literalmente O negócio é que é importante reforçar as mensagens por outros meios tambem, como filmes

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Neste sábado, 21 de março,Jair Bolsonaro não vive um aniversário comum. Não há celebração pelos seus 71 anos, não há encontro com apoiadores, não há sequer a liberdade de estar com a própria família. O que existe é um leito de hospital, um corpo fragilizado por mais de dez comorbidades e uma rotina marcada por dor, limitações e incertezas. Muitas dessas sequelas têm origem direta no atentado de 2018 - que na prática, nunca terminou. Aquela facada não ficou no passado; ela se prolongou no tempo. Está nas cirurgias sucessivas, nas complicações, nas noites difíceis, nas traições políticas - e tudo isso está marcado em um corpo que já não responde como antes. Mas o verdadeiro calvário não é apenas físico. É existir sob julgamento permanente, ser reduzido a versões falaciosas; é ver a própria história ser disputada, reinterpretada, fragmentada e distorcida - sem que seja permitido que a verdade prevaleça. Bolsonaro deixou de ser apenas um homem há muito tempo; tornou-se um símbolo. E símbolos não têm descanso - são exaltados ou destruídos, mas raramente compreendidos. O isolamento que hoje o cerca não é apenas de paredes. É o silêncio dos que se afastaram, é a superficialidade dos que o condenam - é o peso de existir em um país onde a verdade já não é consenso, mas território de guerra. Neste aniversário, Jair Bolsonaro, não apaga velas, ele enfrenta o tempo. Tempo para lembrar que todo poder é transitório. Que toda ascensão carrega, em si, a possibilidade da queda.E que, no fim, o que resta de um homem não é o cargo que ocupou - mas aquilo que foi capaz de suportar. Há algo profundamente humano em sua condição atual. Porque, despido do poder, da voz e da multidão, resta apenas o essencial: um homem à frente de seu tempo, que lutou pelo que acreditava ser verdade e justiça e que, diante de todas as cruzes que carregou, permaneceu de cabeça erguida ancorado na verdade em sua própria travessia. E talvez seja justamente esse o ato “revolucionário” que desconcerta uma República falida.

Karina Michelin

12,452 просмотров • 5 месяцев назад

Quinze anos depois do assassinato de Eliza Samudio, o goleiro Bruno reaparece em um podcast dizendo que “segurou o B.O.” e que não sabe o que aconteceu com os restos mortais. A fala chama atenção não apenas pelo conteúdo, mas pelo tom, mais uma vez, ele se coloca como alguém que teria sido forçado a carregar uma culpa, quase como vítima das circunstâncias. É justamente aí que mora o problema. Não se trata de “dois lados da história”. Não se trata de uma versão contra outra. A Justiça brasileira condenou Bruno pelo assassinato de Eliza Samudio, um crime brutal que deixou uma mulher morta e uma família marcada para sempre. O centro dessa história não é a trajetória dele, nem sua tentativa de reconstrução de imagem. O centro é um feminicídio. Quando alguém condenado por um crime dessa gravidade ganha espaço para “explicar o seu lado”, o debate público corre o risco de deslocar o foco da vítima para o agressor. Eliza não está aqui para dar entrevista. Não pode contar sua versão. Não pode se defender. Não pode reconstruir a própria narrativa. É legítimo que a sociedade discuta justiça, ressocialização e cumprimento de pena. Mas é perigoso normalizar discursos que relativizam responsabilidades ou sugerem que o condenado foi apenas alguém que “segurou” algo maior do que ele. Feminicídio não é mal-entendido, não é excesso emocional, não é azar. É violência extrema contra uma mulher. E nesse caso, só há um lado incontornável, o de uma vida interrompida. Bruno é um feminicida, não uma celebridade.

Beta Bastos

179,049 просмотров • 6 месяцев назад

🚨OCTAVIO GUEDES: Juiz tem que ganhar bem, mas é um absurdo receber fora do teto e receber regalias 🗣️"Esse discurso da magistrada não é em defesa da boa remuneração. Ela está defendendo privilégios e mostrando uma tremenda insensibilidade social. Quando ela diz que os juízes enfrentam insegurança jurídica, ela está falando isso num país onde existe insegurança alimentar. Não é que as pessoas vão saber se vão ganhar acima ou dentro do teto. As pessoas não sabem se vão ter comida para o seu filho no final daquele dia. Quando a juíza reclama que o juiz de primeiro grau arca com despesas do combustível, sim, aquele entregador que leva a pizza para a casa do magistrado, ele também paga o seu veículo paga o seu combustível e não tem nem de perto ali a condição de um juiz. Quando ela diz que não tem plano de saúde, sim, o SUS é a realidade para a maioria dos trabalhadores desse país. O meu senão é... Não é um discurso demagógico que o país é pobre e o juiz tem que ser mal renumerado. Eu acho que o juiz tem que ser bem remunerado pela responsabilidade que ele tem. É uma carreira que não permite, por exemplo, você ter dupla função como um procurador que advoga e trabalha. Eu só estou com cuidado de que o meu comentário não fique parecendo demagógico. De que se há um trabalhador pobre, o juiz tem que ser pobre também. O que ele não pode ser é uma casta".

Pesquisas Eleições

10,717 просмотров • 6 месяцев назад

NÃO AO IMPERIALISMO TRUMPISTA Essa ação militarista e imperialista do Trump, de invadir um país e sequestrar o presidente Maduro, não se justifica em nenhum aspecto. Aliás, está claro que a questão nem era a democracia, era o petróleo da Venezuela. Agora ele afirmou claramente, na cara dura, que os Estados Unidos vão ter uma forte participação no petróleo venezuelano. Veja, não é defender as ações do Maduro. Aquilo é uma ditadura. A eleição foi fraudada, o Brasil não reconheceu, mas é o Trump que tem que resolver isso? Não. É o povo venezuelano. E mais: ele usou o pretexto da democracia para querer se apropriar da maior reserva de petróleo do mundo. Se desnudou de qualquer pudor para dizer: não, é o petróleo, é o dinheiro. Para isso, invade um país e sequestra um presidente. Olha, não há justificativa nenhuma para isso. O Brasil tem que ser muito firme, porque depois é a Colômbia, depois é o Brasil. Temos que nos unir contra essa agressão. Isso não significa apoiar o que o Maduro fez: subjugou a Justiça, prendeu opositores, mas não é dessa forma. Daqui a pouco, qualquer país vai discordar do procedimento de outro e se ver no direito de invadir esse outro para resolver do seu jeito e, ainda por cima, se apossar de suas riquezas. Isso contraria todos os tratados internacionais. É deplorável, e o Brasil deve se unir a outros países da América Latina e repudiar fortemente essa agressão.

Carlos Minc

11,696 просмотров • 8 месяцев назад

🎙️ Durante a semana, muitas manchetes saíram sobre os planos de Zubeldia para os jovens da base. Ontem, perguntei diretamente ao técnico sobre seu planejamento. A resposta é longa, mas muito interessante: “Eu sinto que sempre temos que planejar essa situação de transição dos juniores para cá: quando vêm de Cotia para cá e quando voltam para Cotia. Isso tem que estar planejado. O mais importante para mim é que o jovem não esteja preso em um lugar, que não esteja acomodado em um lugar. Porque, se ele estiver acomodado em um lugar, não vai crescer. Falei um pouco com o Moreira, um cara que tive uma conversa muito bacana e com o William. E eles precisam buscar minutos. No fim das contas, você precisa procurar minutos e seguir crescendo. Ele pode fazer aqui… bem, se ele não tiver a chance tão clara aqui, bem, ele sai. E tudo bem. Há dois caminhos: ficar aqui ou procurar minutos lá fora. E os dois são bons. O que seja melhor para o jogador. O que você quer é que o jogador não fique estagnado. O futebol profissional é muito complexo. É difícil, muito difícil, porque o que hoje é elogio… se você perde um gol ou comete um pênalti, o torcedor não distingue se você tem dezenove, vinte, 21, trinta ou 32 anos. O torcedor quer ganhar. Ele atura você por um jogo, dois jogos, três jogos e, depois…O mais importante é que existe um bom investimento em Cotia. O mais importante é que estamos tendo uma sincronização da transição, mas com calma, porque isso é muito longo. Faltam acontecer vários testes”

Gabriel Sá

63,042 просмотров • 1 год назад

A sensação, nos últimos tempos, é de que o mundo entrou em um ciclo de tensão constante, como se estivéssemos sempre à beira do fim - e isso vai desgastando, silenciosamente, até os mais fortes. Para quem vive de acompanhar, interpretar, analisar e expor o que acontece no mundo, isso pesa ainda mais, porque não é possível simplesmente desligar. A gente absorve, carrega e, muitas vezes, também sente. Mas hoje é sábado, e eu escolhi interromper esse fluxo. Escolhi não alimentar a mesma engrenagem que nos mantém presos em um estado de alerta permanente. Porque existe algo que precisa ser preservado a qualquer custo - a nossa capacidade de sentir paz, de encontrar beleza, de manter a alma de pé, mesmo quando tudo ao redor parece desabar. Essa música, essa voz, esse momento… não são apenas um respiro estético. São um lembrete profundo de que existe algo dentro de nós que não pode ser corrompido pela dureza do mundo. Existe uma dimensão da vida que não é atingida pela política, pelas crises ou pelas narrativas de medo. É ali que moram a fé, a esperança e a força silenciosa que sustenta quem não se deixa quebrar. A verdade é que o mal não começa nas grandes coisas - ele começa quando a gente cede por dentro, quando a gente perde a capacidade de acreditar, quando a gente se acostuma com o peso e esquece que também pode existir leveza. Por isso, mais do que nunca, escolher momentos como esse é quase um ato de resistência. É dizer, de forma firme, que nem tudo será tomado, que nem tudo será escurecido, que existe algo que permanece intacto. Que esse vídeo seja um ponto de reconexão. Um instante em que você lembra quem você é, no que você acredita e por que ainda vale a pena seguir em frente. Porque, no meio de tudo isso, no meio de tanta distorção e caos, ainda existe algo muito simples e muito poderoso - a decisão de não deixar a sua luz e a sua fé se apagarem.

Karina Michelin

17,350 просмотров • 4 месяцев назад

Excelente análise da Aline Midlej. Todo o país ficou chocado com isso. Então, um policial tem preguiça de descer para pegar o seu lanche, mas não tem preguiça de perseguir um pobre entregador, um jovem, preto, e ameaçá-lo? E mesmo filmado, ainda mete uma bala nele… E o menino na UTI, e ele vai para a delegacia dizer que foi em legítima defesa. E o delegado aceita isso e devolve a arma para ele! Então, a gente está no país da impunidade. Você combina uma arrogância, prepotência, uma brutalidade extrema. Que formação dão para esses policiais? Devia ser um caso exemplar, tratado com máximo rigor, para isso nunca mais acontecer. O policial devia de saber qual era a regra da empresa de entrega. O entregador pode entregar na porta da casa ou do apartamento, na portaria da casa ou para o porteiro de um edifício. O menino cumpriu a regra. E o PM se revoltou porque era um menino pobre, preto, e não atendeu ao seu desejo de ter o lanche na porta de casa, um comodismo. Isso daí tem de ser expulso da polícia, e preso por tentativa de homicídio. Esse nosso país está doente realmente. E agora o Superior Tribunal Militar está querendo aliviar aqueles militares que deram mais de 200 tiros numa família que estava dentro de um carro, que não estava armada, que não atirou em ninguém – dizendo que os militares supunham que seriam atacados. E eles tinham sido condenados em primeira instância. Por que o STM tem que julgar agora um crime dessa natureza? Devia julgar questões ligadas ao que acontece dentro de um quartel do Exército, da Marinha. Não um assassinato em plena via pública. Isso tem que ser julgado pela Justiça comum. Isso tem que mudar rapidamente no nosso país, a gente não pode ser o país da impunidade.

Carlos Minc

40,255 просмотров • 2 лет назад

Ignorância pura de alguém que ironicamente construiu sua carreira sob a imagem do ser culto. E totalmente normal, não é? Ele torce para o Fluminense. Já foi até objeto de uma (ridícula) bandeira. Um clube que nasceu elitista, abraçou isso e se orgulha até hoje. E deve incomodar muito ver que o coirmão (e que ele juram que deve lhes algo- mais uma ignorância histórica), que tinha tudo pra ser igual a eles, decidiu seguir um caminho bem diferente. A origem não define ninguém. Você pode aceitar ela ou não. O Flamengo rejeitou ser mais um clube "fidalgo". O Flamengo desde o começo de aproximou do povo. Criou sua sede em um terreno que à época era nada mais que um mangue. Terreno esse que foi aterrado pelo povo. Povo que formou inclusive uma favela anexa à Gávea, de onde literalmente pularam o muro craques como Adilio. Favela essa que décadas depois foi retirada de lá por decisão governamental. Não do Flamengo. Desde as décadas de 20 o Flamengo passou a viajar pelo Brasil, estar em contato com o povo. Enquanto o time da colônia investe em marketing pra transformar em inclusão estratégias adotadas pelos portugueses para, em uma época que o amadorismo ainda prevalecia, obter vantagem esportiva, o Flamengo não precisa disso. A favela é Flamengo. O povo é Flamengo. E não é alguém que raramente deve pisar em uma e que torce para um time que se orgulha de ser de elite que vai mudar isso. A primeira Copa do Mundo que o Brasil acompanhou pra valer tinha dois grandes craques pretos: Domingos da Guia e Leônidas da Silva. Ambos do Flamengo. O último inclusive foi o melhor jogador e virou ídolo do Brasil. Para além do discurso, Flamengo esteve sempre presente. Populismo é você ser um time de colônia cuja torcida canta "silêncio na Favela" contra o Flamengo e fazer campanha para ser o "legítimo time do povo". Populismo é você endividar e acabar com seu clube pra passar a imagem de um clube olímpico, como aconteceu em Sydney, enquanto o Flamengo desenvolve há décadas um trabalho verdadeiramente olímpico junto à população. Flamengo não precisa de campanhas de marketing, frases estampadas em muros e de falas de quem mal sabe o que é uma favela para ser o que é. Flamengo é o time do povo. E não é o time do povo de UMA comunidade, de um bairro, de uma cidade ou estado. Flamengo é o time do povo do Brasil. Embora um torcedor do time da "fidalguia" e "garbo da mocidade" não aceite... O povo não é do Flamengo por populismo. Flamengo é que é do povo. Mas, sinceramente, alguém se surpreende de alguém com esse estereótipo querer ditar o que é certo ou errado em relação aos outros? Ainda quando esses outros literalmente são "outros" para ele? Não, né? Só existe um clube que incomoda tanto a ponto disso. O Flamengo... Aquele mesmo do asfalto, do morro, de Deus e do povo. #MundoBolaFlamengo por CT Paiva CT Paiva - UrubuClube 𓅐 #CRF #fluminense #vasco #pedrobial #corinthians #jucakfouri

Jornal do Fla - Notícias do Mundo Rubro-Negro

16,889 просмотров • 6 месяцев назад

Um cidadão em Presidente Prudente foi abordado por agentes da Polícia Federal e obrigado a tirar de casa uma faixa com a palavra “LADRÃO”. Uma palavra. Sem nome. Tratada como crime contra o presidente! É excesso de “democracia”. O prédio ficava perto de um evento do qual Lula participaria. No vídeo que viralizou, a PF diz que a palavra seria ofensiva por supostamente se referir a Lula... Quando todo mundo vê “ladrão” e associa com o presidente, a culpa é das pessoas ou é do Lula? Fui condenado pelo powerpoint porque havia setas (e provas) demais apontando para Lula, mesmo ele tendo sido condenado por haver amplas provas de que roubou. O STF anulou. Aqui, é só uma faixa. Uma palavra, sem nome, sem setinha, nada. O que foi feito em Presidente Prudente foi uma agressão. Não a Lula e sim a um cidadão. A um direito. À liberdade de expressão e à democracia. Por isso, decidi colocar aqui no meu prédio a mesma faixa que esse brasileiro foi obrigado a tirar. Eu sonho com um país em que você não tenha medo de fazer o mesmo. De falar o que pensa. De manifestar sua opinião sobre fatos e provas de interesse público, sobre quem quiser. E vou lutar para construirmos, juntos, esse país. Se você fez ou fizer o mesmo, manda pra mim o seu vídeo, a sua foto, para eu registrar e mostrarmos que existem muitos brasileiros que jamais vão se calar e não desistiram de lutar pelo Brasil.

Deltan Dallagnol

19,458 просмотров • 4 месяцев назад