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Nessas horas a ADPF 635 perde a validade. Infelizmente a demagogia e a verdadeira ditadura colocam em risco não só a população, mas nossos valorosos funcionários públicos de segurança, que enfrentam cada vez mais dificuldades no desemprenho de sua função. As pessoas que não moram no Rio de Janeiro...

135,670 просмотров • 1 год назад •via X (Twitter)

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O ano de 2023 não foi fácil. O Brasil entrou em uma decadência moral, econômica e social, com graves crises na segurança, na educação e na saúde. Um verdadeiro caos! No Congresso Nacional, tenho lutado para impedir o desmonte do legado do governo Bolsonaro e para impedir retrocessos em temas importantes, grandes conquistas para o Brasil. Essa luta contra o sistema e contra a esquerda corrupta é pesada e desgastante, mas meus valores vêm de berço, ensinados pelo melhor pai e professor do mundo, Jair Messias Bolsonaro. E uma das coisas que ele ensinou desde cedo lá em casa foram os ideais de patriotismo, os valores familiares e a perseverança. Se o motivo é justo, a gente não desiste. O Brasil tem jeito e Bolsonaro já mostrou como se faz. Meu trabalho, como parlamentar, é honrar cada um dos cariocas e fluminenses que confiaram em mim seu voto para trabalhar muito pelo meu Rio de Janeiro. Por isso, tenho destinado todos os anos milhões de reais à saúde, segurança e educação, além de projetos e parcerias com o Estado fazendo do Rio não só um lugar seguro como também para que a frase “cidade maravilhosa” possa fazer cada vez mais sentido a quem vem conhecê-la. Também tenho lutado por uma reestruturação da segurança pública, com penas mais duras e pela redução da maioridade penal. Também estamos na briga para democratizar e simplificar o acesso à proteção pessoal, com porte e posse de armas para o cidadão de bem. Além de buscar mais recursos para áreas que são essenciais para os brasileiros. A gente quer mais segurança, mais saúde, mais educação, mas quer também mais emprego e renda para as pessoas. Esse é meu Norte e eu estou aqui no Senado para isso, jogando na linha de frente por um Brasil mais próspero, seguro e justo. Que 2024 seja melhor para todos nós. Será um ano de reorganização da direita no Brasil. As eleições municipais são uma oportunidade para darmos um recado com a força das urnas. Porque o Brasil não começa em Brasília, ele começa no seu bairro, na sua prefeitura e no seu Estado. É a força de cada um que faz o nosso país ser o que é. Que Deus abençoe a todos! Um Feliz Ano Novo!

Flávio Bolsonaro

76,610 просмотров • 2 лет назад

Ontem eu disse que não acreditava em coincidências. Hoje veio a confirmação: em vez de aceitar meu desafio e fazer um dossiê sobre Moraes e Gilmar Mendes, Kim D. Paim preferiu continuar me atacando com mentiras e chegou ao ponto de tentar transformar a injustiça contra Filipe Martins em piada. É aqui que a máscara dele cai: quando alguém pega um dos casos de abusos mais graves cometidos por Alexandre de Moraes para fazer piada já não resta mais dúvida de quem ele está tentando ajudar. O Filipe ficou preso durante meses, foi jogado em uma solitária sem iluminação e foi torturado para delatar Bolsonaro. Não cedeu. Hoje ele segue silenciado, preso em casa, proibido até de acessar redes sociais e de ser filmado ou fotografado por terceiros. Tudo por causa de uma fraude no sistema migratório americano. É inaceitável que alguém que se diz aliado do Bolsonaro tente reduzir tudo isso a uma tiradinha canalha no Youtube. Kim Paim tenta zombar de um inocente ao mesmo tempo que faz de tudo para blindar Moraes e Gilmar. Isso não é lealdade. Isso é serviço prestado ao sistema. Isso é colaboração com quem quer colocar Bolsonaro atrás das grades. Peço que vocês coloquem a mão na consciência e respondam com toda sinceridade quem está sendo beneficiado com essa atitude lamentável do Kim Paim. Quem se beneficia com os ataques gratuitos aos advogados do Filipe Martins? Quem se beneficia com essa tentativa de fazer chacota do caso que mais expõe os métodos autoritários de Moraes? Quem se beneficia quando se tenta descredibilizar um caso que foi citado mais de 20 vezes pela própria defesa do Presidente Jair Bolsonaro em suas alegações finais? Com certeza não é Bolsonaro, não é a direita e não é o Brasil. O único que ganha com isso tem nome e sobremome: Alexandre de Moraes. É isso que todos precisam entender: cada vez que Kim ataca aliados, Moraes respira aliviado. Cada vez que ele afasta apoiadores por causa de picuinhas, a censura se fortalece. Cada vez que ele desvia o foco de Moraes para problemas secundários, a ditadura se fortalece. Cada vez que ele tenta desmoralizar juristas que trabalham para desmontar tecnicamente essa caça às bruxas, ele colabora com quem quer a prisão de Bolsonaro. Me mostrem apenas um único momento em que Kim Paim tenha enfrentado Moraes com a mesma intensidade com que ele ataca aliados. Não existe. Pra encerrar, repito meu desafio ao Kim Paim: já que você ironiza a entrada falsificada do Filipe nos EUA, por que você não coloca esse "questionamento" no dossiê sobre Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes? Por que você não confronta os agentes do sistema? Eu não sou delegado, nem juiz, nem perito. Quem tem a obrigação de explicar a fraude é a justiça. Todas as informações que eu apresentei sobre o caso recebi da investigação do FBI e da Justiça Americana. Mas se você topar meu desafio, eu respondo o que você quiser. Agora, a pergunta que fica é: por que você está mais interessado em atacar o advogado do Filipe do que em pressionar os algozes dele? Por que você está tentando ajudar Alexandre de Moraes e prejudicar Bolsonaro e seus aliados? Prove que estou errado. Aceite meu desafio. Se a sua desculpa pra continuar correndo do desafio for a de blindar o seu canal monetizado, coloco todos os meus canais à sua disposição para você postar esses dossiês. Seguirei no aguardo! Espero que você não corra mais uma vez.

Jeffrey Chiquini

257,656 просмотров • 11 месяцев назад

- Discurso de Ódio Que Pode: Quando o Sistema Escolhe Seus Alvos - Recentemente, o governador da Bahia afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores deveriam “ir para a vala”. Um discurso carregado de ódio, que em qualquer cenário civilizado deveria gerar repúdio imediato e ações institucionais firmes. Mas nada aconteceu. - Não houve abertura de inquérito, nem busca e apreensão, tampouco convocação da Polícia Federal para apurar incitação à violência. Nenhuma nota de determinado do STF, nenhuma indignação de determinado ministro que se diz fervoroso interessado no assunto, nenhuma capa de jornal tratando o caso como “ameaça à democracia”. Ao contrário: silêncio, cumplicidade ou até aplausos discretos dos mesmos que se dizem guardiões do Estado de Direito. - Agora imagine se um apoiador de Bolsonaro dissesse algo remotamente parecido, ou usasse a palavra “vala” em qualquer contexto. Seria manchete, seria prisão, seria processo por “discurso golpista” e “incitação ao ódio”. O padrão é claro: só há crime quando convém ao sistema, só há repressão quando o alvo é a oposição. - Esse tipo de discurso, vindo de uma autoridade de Estado, não apenas normaliza o ódio como incentiva o pior: a violência política, o assassinato moral e até físico de quem pensa diferente. É a institucionalização da barbárie com o verniz de “liberdade de expressão progressista”. - Quando se permite que se deseje a morte de opositores impunemente, o que mais pode ser permitido? O que mais pode vir à tona com a conivência de quem deveria conter o extremismo, e não alimentá-lo? - A verdadeira ameaça à democracia não está em frases de WhatsApp ou em manifestações populares. Está no alto da cadeia de poder, onde os que gritam por “tolerância” e “combate às fake news” são os mesmos que, na prática, incitam o ódio, mentem descaradamente e permanecem blindados por um sistema que escolheu lado.

Jair M. Bolsonaro

837,317 просмотров • 1 год назад

NOVAMENTE... O Chiquini está pedindo boicote ao canal Iron Talks porque o Sestaro não chamou o Lula de corrupto abertamente. PORQUE isso seria crime. Precisamos ter honestidade nessa conversa. Se o SESTARO falasse isso em canal aberto, no tom direto e sem filtro, ele estaria exposto de forma muito diferente. Incomodaria a esquerda, daria munição para denúncias e, sim, poderia virar processo. Antes de tudo, o Sestaro teve que pensar nisso. Não é estar do lado do Lula. É cálculo de sobrevivência. O próprio Chiquini deu um exemplo recente: uma colega procurou a opinião e a ajuda dele justamente por causa de opiniões publicadas aqui no X, que teriam motivado ameaças e etc. Quantas pessoas por aí não estão sendo processadas por causa do que postaram? E quem paga a conta? Advogado, custas, tempo, desgaste. Ninguém. Eu gosto do Chiquini. Não vou jogar pedra nele aqui. Mas a situação com o Sestaro não precisava ter chegado nesse ponto, e até agora não entendi por que chegou. Pedir o cancelamento de um canal que é também fonte de renda de alguém é loucura e passa dos limites. Não digo isso por amizade com o Sestaro, afinal, eu nem sei o perfil dele aqui no X, só entrei na página do Iron Talks ontem. Digo porque a gente tem que prestar atenção para não atrapalhar a vida de quem vive do que produz só porque discordamos de uma postura. O bom senso precisa reinar, sempre! Eu penso que... Chiquini chamar o Lula de ladrão (ou qualquer outra pessoa) é uma coisa. O Sestaro fazer o mesmo é outra. Chiquini é advogado, tem respaldo no meio jurídico, conhece o direito de verdade e tem networking que permite ir mais longe. Outros não têm. Existe uma diferença real entre quem pode falar quase qualquer coisa e quem precisa calibrar o que diz, porque quando o processo chegar nenhum político vai pagar a conta. Perguntem ao Jeffrey Chiquini quanto custa uma defesa DELE desse tipo. A maioria das pessoas no X não tem condições de bancar um custo assim. O Sestaro está sendo mais cauteloso com o Lula justamente porque sabe o momento delicado que estamos vivendo e porque estaria falando diretamente do Lula. Isso não é ser de ESQUERDA. É responsabilidade com o próprio canal e com quem depende dele. Espero que as coisas se acalmem, que o Chiquini e o Sestaro se entendam e que a gente pare de transformar divergência de estilo em pedido de boicote contra PESSOAS. Não é assim que se constrói nada de bom. Abraço aos dois! 🤝🏻🇧🇷 Vamos ARRUMAR O BRASIL!

Ualifi Araújo

44,059 просмотров • 11 дней назад

Essa fala de Lula da Silva, durante a abertura da feira Brasil na Mesa, na Embrapa Cerrados, nesta quinta-feira, 23 de abril, é um retrato de seu cinismo político em estado puro. A frase “esse país não comporta mentiroso”, dita por alguém cuja trajetória foi atravessada por mentiras e por escândalos de corrupção, como o Mensalão e o Petrolão, é quase uma confissão involuntária. Quando Lula afirma que o Brasil “poderia ser a sexta economia do mundo”, tenta vender a ideia de que foi sabotado por terceiros. Mas omite que foi sob sua própria era política que o país mergulhou em distorções profundas - fiscais, institucionais e morais. Mas tudo isso não foi um acidente de percurso, foi método. Mas aqui vem o ápice da sua fala: “Tem gente que quer administrar esse país e não tem a menor noção do que administrar.” Aqui, Lula fala como se tivesse chegado ontem ao poder - quando, na verdade, está no controle há 20 anos, além de ser um dos políticos mais longevos e influentes da história recente do Brasil. Ele critica o país como se não tivesse participado diretamente da construção do cenário caótico que agora condena. O problema não é só a incoerência; é o grau de descolamento total da realidade - como se ele contasse deliberadamente com a desinformação, com a memória curta da população, com a ignorância e com a capacidade de manipular a opinião pública para sustentar a própria narrativa falaciosa e se manter no poder - afinal, é nisso que aposta para a próxima eleição. Resta saber quem, após 20 anos de Lula no poder, ainda acredita nesse discurso obsoleto que o condena.

Karina Michelin

21,403 просмотров • 3 месяцев назад

DON'T LOOK UP! Eduardo Paes, parabéns pela prioridade. 👏🏻👏🏻👏🏻 Só que não. 🤨 Que bom que durante um extremo térmico que está sendo amplificado no Rio por causa das emissões de gases na indústria petroquímica. O prefeito está preocupado com a sujeira na praia. 🥳 Válida preocupação, mas insignificantes quando vemos milhares de pessoas indo parar no hospital pelo calor, não pelo lixo. Agora ele poderia falar de outro lixo, o que a indústria petroquímica está emitindo em cima da cidade do Rio, e com isso está amplificando a bolha de calor que está levando pessoas aos hospitais com sintomas de HIPERTERMIA. Esse é o progresso que o petróleo da para a cidade maravilhosa. Detalhe, nem é a cidade do Rio que está emitindo essa poluição quente, é Campos dos Goytacazes. E o prefeito deveria defender os munícipes da cidade do Rio. Não é só manter praia para que consigam se refrescar, o prefeito tem o DEVER de exigir que outra cidade pare de emitir poluição que está causando danos ao moradores do Rio de Janeiro. Inclusive pode ir até à justiça. Mas como parece que só se importam com a elite, com os donos do petróleo que estão nos seus apartamentos no Leblon com ar condicionado negando a influência do petróleo no clima. Finge que não vê. Ele está olhando para o chão enquando deveria estar olhando para o céu, mais especificamente do céu para a Terra com nossos satélites que detectam gases. 🌎🛰️ 🏭🔥🥵 Eu posso provar o que eu falo, já o prefeito não quer nem falar sobre o assunto, quem pode contra o poderoso demônio do betume? Tem coragem Eduardo Paes de entrar nessa briga em nome dos cariocas?

Bruno Brezenski

153,122 просмотров • 7 месяцев назад

A música “Everybody Wants to Rule the World”, do Tears for Fears, soa leve, quase inocente. Mas carrega uma verdade incômoda: o poder seduz, corrompe e, quase sempre, transforma homens em reféns de si mesmos. É um retrato atemporal, e, olhando para o Brasil de hoje, parece mais atual do que nunca. Vivemos um tempo em que muitos querem governar, poucos querem servir e raríssimos resistem à tentação de se apaixonar pelo próprio poder. A política virou palco, vaidade, cálculo frio. E nesse cenário, a frase “todo mundo quer governar o mundo” deixa de ser apenas uma constatação e passa a ser um aviso. O que vemos hoje é mais do que disputa política. É uma tentativa clara de reescrever a memória. Apagar, desconstruir e substituir. Não apenas ideias, mas símbolos. Porque ideias podem ser debatidas, mas símbolos mobilizam, despertam e permanecem. E é justamente por isso que a figura de Jair Bolsonaro incomoda tanto. Não porque foi perfeito, nenhum homem é, mas porque representou algo raro: alguém que, ao chegar ao topo, não se moldou completamente ao sistema que deveria dominar. Em um ambiente onde o poder costuma domesticar, ele tensionou. Onde muitos se adaptam, ele confrontou. Onde tantos se encantam com os privilégios, ele manteve, aos olhos de seus apoiadores, uma relação mais direta com o povo e com a ideia de país. E isso, em política, é imperdoável. A música fala que nada dura para sempre. E é verdade. Mas há algo que resiste ao tempo: a memória coletiva. Por isso, o esforço não é apenas derrotar politicamente, é fazer esquecer. É diluir, relativizar, reduzir a uma nota de rodapé aquilo que, para muitos, foi um ponto de ruptura. Como na canção, há um jogo silencioso acontecendo. Não é só sobre governar o mundo, é sobre controlar a narrativa, definir quem foi herói e quem deve ser esquecido. Mas a história não pertence aos que gritam mais alto no presente. Pertence aos que deixam marcas reais. E talvez a grande lição, tanto da música quanto do momento que vivemos, seja essa: o poder passa, a vaidade se dissolve, mas aquilo que é percebido como verdade pelo povo permanece, mesmo quando tentam apagar.

MarioFrias

11,856 просмотров • 5 месяцев назад