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Nilo Peçanha. Um nome tão simples de lembrar porém a esquerda mimizenta e lacradora não sabe que ele foi o primeiro e único presidente negro do Brasil... Isso em 1909. Claro que ainda não havia esse viés político de esquerda X direita mas o cara era um, digamos, direitista....

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Tenho uma explicação mais simples e direta ao ponto: a "democracia" brasileira não estava em risco no dia 08 de janeiro porque ela simplesmente não existia mais. Eduardo Oinegue, da Band: "As pessoas tinham que ser punidas, não pode fazer o que fizeram. Agora, dizer que ali o que estava acontecendo era um golpe de Estado? Não é? Pera! O Lula não tava lá e tomou as medidas necessárias. O presidente da Câmara não tava lá, era o Arthur Lira, e tomou as medidas necessárias. Presidente do Senado tomou as medidas necessárias. O Supremo Tribunal Federal não tinha ninguém lá, também nenhum dos ministros. Os prédios... Aliás, o Brasil confunde, porque a gente tem algumas instituições que não passam de prédios, porque não exercem o seu poder como deveriam exercer. Mas não dá pra dizer que houve um risco e que, de repente, no dia 9, no dia seguinte, a gente podia amanhecer com sujeito vestido de Napoleão mandando no Brasil. Não houve esse risco! Não houve! No dia 8 não aconteceu isso. Agora, ficar faturando isso é uso eleitoral. O presidente da República quer fazer uso eleitoral? Faz. Agora, o Supremo Tribunal Federal ficar fazendo exploração política do 8 de janeiro? Vai ter manifestação, vai ter ato, vai ter discursinho de ministro do Supremo sobre o 8 de janeiro? Isso é absurdo. Parabéns ao Davi Alcolumbre e ao Hugo Motta. Não tem nada que ficar... Esquece esse negócio. A gente não precisa de mais data. A gente tem a Proclamação da República, tem o Dia da Independência, Dia da Consciência Negra. Tem um monte de data que faz sentido. Agora, o 8 de janeiro vai entrar pro calendário como dia da libertação? O dia em que nós vencemos a ditadura? O dia em que... Que é 8 de janeiro? O 8 de janeiro vencemos o quê? Foi o dia em que a segurança pública do Distrito Federal e do Governo Federal fracassaram — como outras vezes não fracassaram — pra conter uma turba que não poderia ter se aproximado dos prédios públicos."

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

51,172 Aufrufe • vor 6 Monaten

Há momentos na política em que um simples gesto, uma declaração direta e sem rodeios, vale mais do que mil análises. Foi exatamente isso que aconteceu quando Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, verbalizou algo que boa parte da classe política insiste em fingir que não entende: lealdade não é moeda de troca, é fundamento. E no bolsonarismo, mais do que em qualquer outro movimento político contemporâneo, o voto não pertence ao político, pertence ao Bolsonaro. Quando Castro diz que “foi eleito no partido de Jair Bolsonaro” e que por “palavra, fidelidade e honra” não pode seguir outro projeto que não seja o do ex-presidente, ele não está apenas demonstrando alinhamento. Ele está afirmando uma verdade que muitos tentam esconder para fabricar uma autonomia política que nunca existiu. E isso vale para governadores, senadores, deputados e vereadores: quase todos estão onde estão porque Bolsonaro apontou o dedo. Não é exagero. É a realidade factual. Tarcísio, Zema, Jorginho, Cláudio Castro, todos se elegeram surfando a mesma onda: a onda de confiança construída por Jair Bolsonaro ao longo de anos de enfrentamento ao sistema. A lealdade, portanto, não é uma exigência moral abstrata, é reconhecimento histórico. Cada voto recebido por essa classe política foi um voto concedido pela transferência direta de capital político do bolsonarismo. E aqui entra o segundo ponto: A política tradicional tenta vender a narrativa de que “quem tem mandato tem poder”. No bolsonarismo, o eixo é o oposto: quem tem a confiança do povo é Bolsonaro onde aos mandatários são depositários temporários dessa confiança. A declaração de Castro expõe esse nervo: Ele sabe que não existe projeto pessoal sem Bolsonaro. Ele sabe que não existe carreira sólida para quem tenta “voar sozinho”, ignorando a origem do próprio mandato. Ele sabe que a quebra da lealdade é um suicídio político mascarado de “autonomia estratégica”. Enquanto isso, parte da classe política, especialmente a que circula entre Brasília e os bastidores, age como se Bolsonaro fosse apenas “um cabo eleitoral forte” e ignoram toda a perseguição política e a opressão judicial que o Presidente sente na pele cada dia mais. É mentira. Bolsonaro é o dono do voto. O eleitor que elegeu essa geração de políticos não votou em “gestores”, “técnicos”, “moderados” ou “articuladores”. Votou no projeto de país encarnado por Jair Bolsonaro. E essa verdade incomoda. Incomoda porque limita carreirismo. Incomoda porque impede traições disfarçadas de pragmatismo. Incomoda porque exige coragem, algo que nem todos têm. Por isso a fala de Castro é algo a se comentar: Ele lembrou, em voz alta, aquilo que muitos tentam fingir que não escutaram. E Allan dos Santos, ao comentar o vídeo, reforçou o ponto central: há um preso político no Brasil, Jair Bolsonaro, chegando a 100 dias de prisão domiciliar, sem crime, sem foro, sem devido processo legal. É Allan quem coloca o dedo na ferida e diz o óbvio que muitos evitam dizer: não deveria haver outro assunto prioritário que não seja “libertem Jair Messias Bolsonaro”. Mais do que isso: Allan ressalta a falta de percepção de parte da política, que parece anestesiada sobre o tamanho da aberração jurídica que está em curso. E no fim, o ponto permanece: lealdade não é servilismo, é integridade. As milhões de pessoas que votaram nesses quadros políticos não buscaram carreiras individuais. Buscaram um projeto de país. E esse projeto tem nome. E esse nome tem dono. O voto bolsonarista é de Bolsonaro. Quem tenta negar isso não está apenas cometendo um erro político. Está cuspindo no prato que o elegeu e subestimando o povo que o colocou lá.

Pâm 🌸

36,028 Aufrufe • vor 8 Monaten