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No dia 8 de agosto de 2023, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa Libertadores, o Inter eliminava o River Plate após vitória nos pênaltis por 9 a 8. No tempo normal, vitória por 2 a 1, com gols de Mercado e Alan Patrick. Nos pênaltis:...

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Morte filmada - O Tribunal do Júri absolveu os dois policiais militares Renato Torquatto da Cruz e Robson Noguchi de Lima acusados de executar Igor Oliveira de Moraes Santos no dia 10 de julho de 2025 durante uma operação em Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo. 🔍Os soldados Hugo Leal de Oliveira Reis e Victor Henrique de Jesus também são réus pelo mesmo crime, mas na condição de colaboradores dos executores. No caso deles, o processo foi desmembrado e ainda não há data para o júri. O julgamento dos PMs começou na terça-feira (28) no Plenário 13 do Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste da capital. A decisão ficou a cargo de sete jurados, sendo cinco homens e duas mulheres. "Realizado o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e a autoria delitiva quanto a amabos os réus e, em seguida, respondeu afirmativamente ao quesito absolutório, do que resultou a absolvição de ambos", diz a sentença. Com a absolvição, foi expedido o alvará de soltura que será encaminhado para o cumprimento no Presídio Militar Romão Gomes. Em nota, os advogados da família de Igor, Gabriela Amoras, Jonatha Carvalho Matos e Wilson Zaska, informaram que já entraram com recurso contra a sentença "por entenderem que a decisão é manifestamente contrária às provas produzidas nos autos" e que a defesa "confia que o Tribunal restabelecerá a correta aplicação da Justiça, determinando a realização de um novo julgamento pelo Tribunal do Júri". Saiba mais no #g1. #júri #policiamilitar #morte #JN #notícias

g1

178,519 views • 25 days ago

Quais foram as diferenças dos jogos Boston River 0 x 1 São Paulo e Vitória 2 x 0 São Paulo? Eu aponto somente duas: O vento e a expulsão BURRA de Lucas Ramon. De resto, tudo igual. Tudo a mesma ruindade de um time que já é extremamente limitado e que PIOROU com a chegada do amigo de Rui Costa. Alias, volto a reforçar para a grande mídia: INVESTIGUEM a carreira de Rui Costa desde a época do Grêmio quando nem era executivo de futebol. Seu passado é podre, tem envolvimentos suspeitos e ligações questionáveis, no mínimo. Um verdadeiro encantador de serpentes. Safo e tinhoso. E para aqueles que acham que eu o persigo por alguma questão pessoal - na qual não tem nenhuma - trago alguns argumentos: Quem está ressuscitando Cedric e escanteando Maik por motivos técnicos? Cedric ganha perto de R$ 800 mil reais por mês e teve seu contrato renovado por RUI COSTA até o final de 2028. Quem insiste com Ferreirinha? Fez três gols contra o Cruzeiro, mas todo mundo sabia que era um ponto fora da curva. Estranho que ele é jogador agenciado por Junior Pedroso, que criticou Crespo e, segundo consta, é muito amigo de RUI COSTA. O que dizer do baixo aproveitamento de jogadores da base, as vendas a toque de caixa, e, ao mesmo tempo, a saída de Allan Barcellos e as manutenções de Vizzoli e Mário Ramalho na base? Observem o movimento de RUI COSTA nesses cenários. Aliás, Moretto ainda não saiu da base... E o que falar de Roger Machado? O time evoluiu com ele? Observei alguns colegas jornalistas tendo "ejaculação precoce" ao falar dele, dizendo até que o meio-campo está mais preenchido. Onde? O time PIOROU. Roger MATOU o futebol de Danielzinho e Marcos Antônio, diminuiu o impacto em campo de Enzo Diaz e Lucas Ramon. Ressuscitou nomes de "bons empresários" como Pablo Maia, Cedric, Toloi, Dória, e alguns meninos como Pedro Ferreira, Maik, Lucca foram perdendo espaço. Teoria da conspiração? Não, REALIDADE. E o Vitória ganhou do SPFC com um só esquema: Marcar Artur. Até porque, como disse no 4 a 1 contra o Cruzeiro, se desenhava um Artur + 10. Dito e feito. Enquanto isso o SPFC lança a segunda camisa durante o jogo, graças ao JÊNIO Eduardo Toni. Você não vai acordar não Massis? Ou vão precisar acorda-lo?

Ramoni Artico

36,224 views • 4 months ago

Certeza de que atingimos milhares de pessoas através do Canal Ser Flamengo, mas, somando ao Flamengo | Coluna do Fla, foram milhões que buscaram se informar sobre a política e a eleição do #Flamengo. No entanto, não quero falar de números; eles são frios e podem ser usados de várias formas. Quero falar de qualidade! Esta eleição, sem dúvida, foi a de melhor cobertura da qual participei desde 2012. E isso se deve a um público qualificado e engajado, a dezenas de pessoas que se propuseram a conversar e debater o Flamengo no mais alto nível, e a toda equipe do Coluna, composta por Anderson Cavalcante, Leandro Martins e Paulo Barcelos na produção; Higor Neves na redação; yuri sobral nas redes sociais; e o incansável e gigante Leo José, um monstro na cobertura da votação. Meus amigos de blog, Gilson Lima e Gabriel Figueiredo, e o nosso camisa 10 e amigo, Simon Lédo, também foram essenciais. Agradeço à assessoria do Maurício Gomes de Mattos pela relação nos últimos meses, especialmente ao Maurício e ao Wellington Silva, que conduziram uma campanha limpa e extremamente propositiva, contribuindo muito para o debate qualificado da eleição. Saem maiores deste pleito! Agradeço também à assessoria do Luiz Eduardo Baptista, especialmente ao Bap e ao Willeman, que enriqueceram o debate sobre profissionalismo, governança e gestão do futebol. Agora, vocês têm uma responsabilidade gigante nas mãos. Torço para que tomem as melhores decisões para o clube e acabem com as perseguições internas, algo recorrente desde 2019. Estarei atento nos próximos três anos. Parabéns pela vitória! Agradeço ainda aos pré-candidatos Delair Dumbrosck, @WallimFla e Pedro Paulo. Muito obrigado por se disporem a debater o melhor para o Flamengo conosco! Agradeço à minha família! Amo vocês! Haja paciência comigo! Sem vocês, nada seria possível. Dedico esta cobertura à minha eterna amiga, Vivi Mariano, minha parceira política no Flamengo desde 2012, que inspirou o início e a execução desse trabalho ao longo de cinco eleições. Você faz muita falta aqui! Enfim, "a democracia começa pelo Flamengo!"

Tulio Rodrigues

16,929 views • 1 year ago

Já que muitos se recusam, vou dizer aqui o óbvio: 1. O sistema nunca acreditou na vitória de Bolsonaro em 2018. Tentaram matá-lo e ele saiu fortalecido. 2. Nessa mesma eleição, Alckmin foi totalmente desmoralizado, amargando míseros 4,76% dos votos, o que o radicalizou e terminou de enterrar o PSDB. 3. Apesar de ter sido indicação de Temer, o verdadeiro padrinho político de Moraes foi Alckmin, que o nomeou secretário de segurança pública de São Paulo no final de 2014. 4. Vendo o fim do tucanato, pessoas como Gilmar Mendes deram uma guinada de 180 graus em sua opinião sobre a Lava-jato, que até então contava com seu apoio por ter destruído corretamente Lula e o PT. 5. Em 2020, surge a pandemia e o sistema decide que essa será a oportunidade de destruir Bolsonaro, amarrando suas mãos e dando início ao processo que retiraria Lula da cadeira para voltar ao poder em 2023. 6. Com Lula solto, o TSE coloca o dedo na balança e influencia as eleições para que o projeto não falhe. Eles não teriam tido todo o desgaste de soltar Lula com o absurdo argumento do CEP para deixar que Bolsonaro vencesse novamente em 2022. 7. Essa interferência foi tão escancarada, com um lado sendo claramente censurado enquanto o outro atuava livremente, que um sentimento legítimo de que a eleição havia sido roubada começou a tomar conta do imaginário popular, levando milhares de pessoas a passar meses em frente a quartéis e culminando no fatíco 8 de janeiro de 2023. 8. Como parte do plano de devolver o poder a Lula para futura reabilitação do teatro das tesouras, tornou-se imperativo criminalizar qualquer um que ousasse dizer o óbvio e contestar a condução e o resultado das eleições. 9. Como de nada adiantaria fazer tudo isso só pra ver Bolsonaro voltando em 2026, o ato final consiste em aniquilar sua carreira política e sua viabilidade como futuro concorrente, o que na prática significa trancafiá-lo para o resto de sua vida mesmo sem nada que justifique essas medidas (Fux é a prova). 10. No meio disso tudo, o sistema não contava com o estrondoso sucesso de Paulo Figueiredo (8) e Eduardo Bolsonaro🇧🇷 em conseguir apoio da administração Trump. Aquilo que no começo parecia papo de terraplanista, passando depois a motivo de chacota no alto escalão, foi se materializando a cada dia, culminando então com a impensável inclusão de Moras na lista da OFAC, uma tarifa de 50% causada por ele, e com o cancelamento de vistos de vários de seus pares e colaboradores. 11. Encurralado, restou a esse sistema jogar fora o pouco que restava de seu manto de legalidade e passar a agir como máfia, ameaçando jogar o ex-presidente sequestrado em um cativeiro muito pior caso o governo norte-americano não aceite recuar. Spoiler: o governo Trump não vai recuar, as sanções aos ministros vão piorar muito e mesmo isso não os fará parar, o Brasil todo pagará o preço e eles nos levarão rumo ao destino da Venezuela, ou seja, um rompimento completo com o mundo democrático que pode durar muitos e muitos anos. No futuro, essas pessoas estarão sendo caçadas como acontece agora com Maduro, sendo alvo de altas recompensas oferecidas por suas cabeças. O Brasil já terá virado uma sombra do que um dia poderia ter sido. Milhões irão embora e ficarão por aqui somente os que não possuem condições de sair e aqueles que vivem do Estado. Uma casta cada vez menor estará vivendo de forma nababesca enquanto 80% da população vive abaixo da linha da pobreza. Esse é o nosso futuro caso a elite empresarial e política do Brasil continue bancando esse projeto de poder.

John W. Peters

195,906 views • 11 months ago

Para Pablo Vegetti, com muita gratidão. Você chegou em agosto de 2023, no último dia da janela de transferência, na parte final de um ano que parecia um pesadelo. A nau vascaína navegava à deriva no Brasileirão, com apenas 9 pontos em quase um turno inteiro. O fantasma do rebaixamento estava na nossa frente... E então, você veio, junto com outros jogadores, mas todos liberados por você em campo. Não apenas com a técnica, um cabeceador nato, mas com a coragem de quem aceita o desafio de carregar nos ombros a esperança de milhões. Cada gol seu naquela reta final foi mais do que um dígito no placar; foi um suspiro de alívio, um passo longe do precipício, um ato de salvação. Você nos livrou. Essa verdade nunca será esquecida. Nos quase dois anos e meio que você carregou a Cruz de Malta, você se entregou por completo: 141 jogos, 60 gols e 6 assistências. Números de um artilheiro, de um guerreiro, de um cara que se tornou um torcedor dentro de campo. Mas sua marca vai além das estatísticas. Você foi um exemplo dentro e fora de campo, a serenidade nos momentos de pressão e o grande respeito pela torcida, foram marcas dessa passagem de sucesso. Você entendeu o que significa jogar no Vasco, do que é ser Vasco. Agora, parte para uma nova jornada. Leve com você, Pirata, o nosso carinho e gratidão. Que a felicidade que você nos proporcionou multiplique-se em sua vida, ao lado da Joselina, do Vittorio e do Bastian. Que sua família seja sempre seu porto seguro e sua maior vitória. Você está eternizado na nossa história, o segundo maior artilheiro estrangeiro da história do Club de Regatas Vasco da Gama. Não se esqueça da gente, porque pode ter certeza que nunca esqueceremos de você. Muito obrigado por tudo, Pablo. Você sempre terá um lugar especial no coração de cada vascaíno. Que Deus te abençoe e te guarde. Boa sorte! 🥺💢🏴‍☠️

Plantão Vascaíno

20,057 views • 7 months ago

🔥 ▪️Porquê Não Respeito Eduardo Bolsonaro 🗣DEPOIS DE LER E ASSISTIR ESTE POST, NUNCA MAIS ALGUÉM PODERÁ TE ACUSAR DE NÃO SER DE DIREITA APENAS POR NÃO APOIAR A LIDERANÇA DE EDUARDO BOLSONARO! Fatos e opiniões: Em Março/2023 Jair Bolsonaro volta ao Brasil, neste período ele deixa bem claro que retornou porque NÃO HAVIAM LIDERES para coordenar a direita brasileira. Alguem que quer ser líder, teria dito a Jair Bolsonaro para continuar nos EUA, que ele mesmo iria liderar a oposição a partir de fevereiro de 2023. O que ele fez? Resumo: Não foi Líder! No período pós eleições 2022, precisávamos de uma liderança enquanto o presidente estava em silencio. Pergunto se Eduardo LIDEROU o povo para evitar o desespero e a histeria coletiva? Resumo: Não foi lider! Em 2018 quando Bolsonaro ainda batalhava sem dinheiro, apoio e tempo de televisão para ser eleito presidente da república. A grande contribuição de Eduardo foi iniciar uma briga com o STF, fazendo o seguinte comentário: "Bastaria um "cabo e um soldado" se alguém "quiser fechar o STF". "Mas se o STF quiser arguir qualquer coisa, sei lá – recebeu uma doação ilegal de cem reais do José da Silva… pô, impugna a ação dele… a candidatura dele. Eu não acho isso improvável, não. Mas aí vai ter que pagar para ver. Será que eles vão ter essa força mesmo? O pessoal até brinca lá, cara: 'se quiser fechar o STF, você sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo'. Resumo: Não foi líder! Após Jair ser eleito em 2019, Eduardo encheu o saco do pai, que ainda sem força política e apoio no congresso, passou a vergonha de tentar indicar Eduardo para Embaixador do Brasil nos EUA, situação que não se confirmou por total falta de apoio no Senado. Situação interessante pois já desmonstrava que Eduardo gostaria de morar nos EUA. Resumo: Não foi lider! Em Outubro de 2019, novamente Eduardo precisa der repreendido publicamente por Jair Bolsonaro ao dizer que "Um novo Ai-5 seria uma possibilidade em caso de radicalização da esquerda no Brasil". Essa declaração caiu como uma bomba nos 3 poderes da República, e mais uma vez o poder judiciário aumentou sua antipatia com o governo Bolsonaro. Resumo: Não foi lider! Um fato que considero importantíssimo para demonstrar a falta de liderança de Eduardo, foi durante a tragédia do Rio Grande do Sul, que se iniciou em 27 de Abril de 2024, com milhares de pessoas morrendo afogadas, com fome e desamparadas. Incrivelmente o deputado Eduardo apenas foi dar um passeio de Jet-ski em 16 de Maio de 2024 (quase 20 dias depois) praticamente quando todos os heróis socorristas ja haviam controlado a situacao. Resumo: Não foi líder! A cereja do bolo, foi quando Eduardo participa do podcast Inteligência Ltda, confessando que sabia das taxações de Trump ao Brasil, e que opinou FAVORÁVELMENTE. Essa total falta de estratégia alavancou a popularidade de Lula, que até Julho de 2025 batia recordes de rejeição. Os Governadores RatinhoJr, Tarcísio e Caiado tentaram mudar a narrativa colocando a culpa no BRICS e no ataque a moeda americana promovido por Lula. No dia seguinte Eduardo desmente os Governadores em sua redesocial e em entrevistas publicas, novamente dando a entender que era a favor de "queimar toda a floresta", ou seja, a favor do tarifaço. Nas mensagens vazadas pela PF, Jair Bolsonaro tenta avisar seu filho "imaturo" que ele nao venceria Lula em 2026, mais uma vez Eduardo ignora as orientações do pai (assim como fez quando abandonou seu mandato para ir aos EUA) e ainda dispara xingamentos totalmente desrespeitosos ao próprio pai. No final, todas as ações de Eduardo brigando com aliados, falando demais e tentando impor uma liderança apenas pelo SOBRENOME, hoje coloca Luiz Inácio Lula da Silva liderando TODAS as pesquisas para reeleição presidencial em 2026. Resumo: Não foi lider. A lideranca é vocação e não imposição! 🫡🇧🇷

ⱼₐₗᵢₙ

15,139 views • 8 months ago

🧵 THREAD: O FORO DE SÃO PAULO Nessa threads vou compartilhar com vocês algumas informações que reuni sobre o Foro de São Paulo, vídeos de reuniões da organização, páginas das ATAS, alguns artigos e mais algumas evidências. E lembrem-se, o Lula, fundador da organização junto com Fidel Castro em 1990, é o pai da mentira e da enganação. Quando ele fala em democracia nas reuniões do Foro vocês entendem agora muito bem do que se trata, é a tal da Democracia Relativa. Trecho de "O perigo sou eu" de Olavo de Carvalho no Diário do Comércio, 24 de setembro de 2007 Peço ao leitor a gentileza de examinar brevemente esta seqüência de fatos: . Abril de 2001: o traficante Fernandinho-Beira Mar confessa que compra e injeta no mercado brasileiro, anualmente, duzentas toneladas de cocaína das Farc em troca de armas contrabandeadas do Líbano. . 7 de dezembro de 2001: O Foro de São Paulo, coordenação do movimento comunista latino-americano, sob a presidência do sr. Luís Inácio Lula da Silva, lança um manifesto de apoio incondicional às Farc, no qual classifica como “terrorismo de Estado” as ações militares do governo colombiano contra essa organização. . 17 de outubro de 2002: O PT, através do assessor para assuntos internacionais da campanha eleitoral de Lula, Giancarlo Summa, afirma em nota oficial que o partido nada tem a ver com as Farc e que o Foro de São Paulo é apenas “um foro de debates, e não uma estrutura de coordenação política internacional”. . 1 de março de 2003: O governo petista estende oficialmente seu manto de proteção sobre as Farc, recusando-se a classificá-las como organização terrorista conforme solicitava o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe. . 24 de agosto de 2003: O comandante das Farc, Raul Reyes, informa que o principal contato da narcoguerrilha no Brasil é o PT e, dentro dele, Lula, Frei Betto e Emir Sader. . 15 de março de 2005: Estoura o escândalo dos cinco milhões de dólares das Farc que um agente dessa organização, o falso padre Olivério Medina, afirma ter trazido para a campanha eleitoral do sr. Luís Inácio Lula da Silva. O assunto é investigado superficialmente e logo desaparece do noticiário. . 2 de julho de 2005: Discursando no 15º. Aniversário do Foro de São Paulo, o sr. Luís Inácio Lula da Silva entra em contradição com a nota de 17 de outubro de 2002, confessando que o Foro é uma entidade secreta, “construída para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política”, que essa entidade interferiu ativamente no plebiscito venezuelano e que ali, em segredo, ele próprio tomou decisões de governo junto com Chávez, Fidel Castro e outros líderes esquerdistas, sem dar ciência disto ao Parlamento ou à opinião pública. . 9 de abril de 2006: o chefe da Delegacia de Entorpecentes da PF do Rio, Vítor Santos, informa ao jornal O Dia que “dezoito traficantes da facção criminosa Comando Vermelho — entre eles pelo menos um da Favela do Jacarezinho e outro do Morro da Mangueira — vão periodicamente à fronteira do Brasil com a Colômbia para comprar cocaína diretamente com guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Os bandidos são alvo de investigação da Polícia Federal. Eles ocuparam o espaço que já foi exclusivo de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar”. . 12 de maio de 2006: o PCC em São Paulo lança ataques que espalham o terror entre a população. Em 27 de dezembro é a vez do Comando Vermelho fazer o mesmo no Rio de Janeiro. . 18 de julho de 2006: o Supremo Tribunal Federal, sob a pressão de um vasto movimento político orquestrado pelo PT, concede asilo político ao falso padre Olivério Medina, agente das Farc. . 16 de maio de 2007: o juiz Odilon de Oliveira, de Ponta-Porã, divulga provas de que as Farc atuam no território nacional treinando bandidos do PCC e do Comando Vermelho em técnicas de guerrilha urbana." Completo em: Primeira Reunião do FSP de 1990:

Posso Questionar ?

285,587 views • 2 years ago

⚠️ ATENÇÃO - O Prefeito do Rio Eduardo Paes vai apresentar na Câmara hoje a PL que cria a Força Municipal de Segurança, para ajudar na segurança pública do Rio. A previsão é de 4,2 mil agentes contratados até 2028, com foco na prevenção a roubos e furtos. A desarmada Guarda Municipal, por sua vez, passaria a ficar mais concentrada em outras funções, como ordem pública e grandes eventos. O salário previsto para os agentes da futura Força Municipal de Segurança Pública será de R$ 13,3 mil, o dobro da média dos guardas. Antes de enviar os profissionais às ruas haverá cursos de formação, com duração de seis meses — durante os quais eles receberão auxílio mensal de R$ 2 mil. O recrutamento será por contrato administrativo temporário, renovado ano a ano e com prazo máximo de seis anos, sem vínculo celetista ou estatutário. Espera-se captar militares do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR), por exemplo. Diariamente, os agentes buscarão as armas em uma base, antes do início do expediente, e a devolverão após a jornada. Não vão ter, portanto, o porte que lhes permitiria levar o equipamento para casa. ⚠️ Vice na dianteira: A formulação do projeto de lei foi liderada pelo vice Eduardo Cavaliere (PSD), sucessor de Paes, caso o prefeito dispute o governo do estado no ano que vem. Com o comandante do município prestes a assumir a presidência da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), a iniciativa vira uma vitrine para o que Paes quer propor a nível federal: a discussão do papel das cidades na segurança pública. Ao mesmo tempo, dá a Cavaliere uma marca para chamar de sua. Além dos agentes temporários, a estrutura inclui 35 “gestores de segurança pública municipal”, a fim de “manter um núcleo estratégico e técnico qualificado, responsável pela coordenação das operações e pelo cumprimento das diretrizes de segurança”, segundo o documento que esmiúça o projeto. No caso deles, o salário é de R$ 19,4 mil. A contratação dos agentes temporários se dará aos poucos, com 600 por curso a cada semestre. Assim, o impacto este ano ainda é pequeno, mas o plano prevê chegar aos 4,2 mil até 2028, ano do fim do mandato da dupla Paes-Cavaliere. Do ponto de vista financeiro, os custos chegam a R$ 462,8 milhões no acumulado de 2027, último ano analisado na previsão orçamentária que consta no projeto de lei. — O fato de que o agente armado não vai ser estatutário faz com que ele represente um custo menor para o Orçamento municipal. Logo, posso pagar uma remuneração melhor — diz o prefeito. Segundo os dados da prefeitura, 1,3% do território da cidade concentra 25% dos roubos e furtos de rua, e 5,3% do território concentram 50%. Centro/Lapa (9,3%) e orla de Copacabana (5,6%) têm os maiores percentuais. No total do município, houve aumento de 40% nos roubos de celulares no ano passado, em comparação com 2023, e 38,9% no roubo de veículos. Com o projeto, Paes explica por que não vai armar parte da Guarda, como chegou a cogitar durante a campanha: — A Guarda tem uma formação diferente, e pode cumprir diferentes funções: BRT Seguro, patrulhamento de praças e equipamentos públicos, ordenamento do trânsito. E não precisa estar armada para isso. Vamos refundá-la para ações objetivas e diminuir essa dissipação de energia que tem hoje. 🗒REPORTAGEM: JORNAL OGLOBO

王嘉兒dAx

85,785 views • 1 year ago

O ano de 2014 foi bem esquisito para o Flamengo. Jayme caiu. Ney Franco mal esquentou o banco. Luxemburgo voltou mais uma vez. A diretoria parecia andar em círculos enquanto o time sobrevivia como podia. No Brasileirão, levou mais gol do que fez, ganhou o mesmo tanto que perdeu... E, pra dizer a verdade, terminar em décimo naquele tempo já era lucro. Na Copa do Brasil, quem não lembra da semifinal contra o Atlético, mais especialmente do jogo da volta no Mineirão? Luxa conseguiu a proeza de perder a vaga para a final com um 2-0 a favor. E sim, o time não era essas coisas, mas a culpa tem sim que recair nele. Bem, esse jogo por si só merece outra postagem. No entanto, daquele bisonho 2014 podemos pinçar um jogo que pode nos ensinar muito sobre sobrevivência. Foi no começo de setembro daquele ano. Exatamente contra o Coritiba, pelas oitavas daquela Copa do Brasil. O Flamengo fez um jogo horroroso no Couto. Vou deixar o vídeo com os gols para vocês lembrarem. Vamos ser sinceros? Poucos acreditavam de verdade, do fundo da alma, que aquele time, bem, um timeco para a nossa tradição, reverteria o resultado no Maracanã. Não era racional. O Zé Love destruiu nossa zaga... o Zé Love! Não dava para esperar muito mesmo. Mas os poucos que acreditaram foram ao Maracanã naquela noite. Teimosos? Fanfarrões? Viciados? Tudo isso. Mas eu prefiro chamá-los de RELIGIOSOS. Fé no Mengo. E o que aconteceu foi histórico. Sim, passamos. Uma noite de glória. Uma noite de manto, de bastilha inexpugnável. Do meu lado, após a última cobrança da disputa por pênaltis, um homem aparentando muitas primaveras me puxou pela camisa. A Norte em festa, só se ouvia o clamor de mil decibéis a ecoar. Aproximei meu ouvido. E ele me disse: "Filho, hoje não precisamos dos jogadores, nem do técnico, nem de nada. Bastou a camisa, aberta no arco". Amanhã é o Flamengo que não precisa de muito. É por isso que estaremos com ele. Seja qual for o time em campo. — CRÔNICAS DO MURAL

Mural da Nação

27,625 views • 2 months ago

35 Fatos sobre o Carioca de 1944 que você precisa saber... Sim, o Cariocão de 44!!! O fato 14 foi a chave da vitória! 1- Foi em cima do Vasco. 2- Eles eram favoritos. 3- Valia o primeiro Tri para o Flamengo. 4- Flavio Costa treinava o Rubro-Negro. 5- Perácio, o Homem do Chute Imortal, estava na Guerra. Grande desfalque. Nenhum reserva jogava a contento. 6- Desde 41, Pirillo supria com louvor a ausência de Leônidas. 7- Domingos da Guia havia sido vendido para o Corinthians. 8- Mestre Ziza, o ídolo de Pelé, era o Maestro do Fla 9- O meio formava uma diagonal da direita para a esquerda com Biguá, Bria e Jaime. 10- Na reta decisiva da competição, Valido, aposentado há duas temporadas, visita a concentração para "levar bons fluídos". 11- Queria também pedir uma data para disputar um amistoso de funcionários da sua gráfica e outra firma no campo da Gávea. Claro, vai ser um bom divertimento para os jogadores, pensa Costa. 12- No dia do jogo, um funcionário da gráfica de Valido faltou. Ele o substituiu. A contragosto, aliás. 13- Volante, o homem que deu nome para a posição, e campeão de 39, também estava em campo pela Rio-Platense. Ele trabalha ao lado de Valido na empresa. 💡14- Flavio viu que Volante perdera a forma. Mas Valido ainda jogava o fino. Surgiu a ideia de ouro: convidar o argentino para os últimos jogos do Carioca. 15- Valido aceitou apenas para mostrar nos treinos não ter condições físicas para atuar. 16- No entanto, o competitivo Valido não treinou de brincadeira. Flavio Costa estava certo. 17- Os tricolores, próximos adversários, zombaram. Diziam que o Flamengo precisou ressuscitar um atacante. 18- Com valido em campo na ponta-direita, o Mais Querido goleou por 6 a 1 o Flu. E cabia mais, diziam os jornais. 19- Voltamos para a finalíssima com o Vasco. O empate neste jogo levaria os dois times para uma melhor de três. Uma derrota em casa colocava o Fluminense na melhor de três com o Vasco. 20- No dia do jogo, o astro Pirillo apresnta grave quadro de orquite, uma inflamação testicular. Uma lombalgia não deixou Modesto Bria sair da cama. E o ex-aposentado Valido estava com uma febre de 39 graus. 21- Faltando minutos para a partida começar, ainda com febre, Valido pede para jogar. 22- O doutor Newton Paes Barreto ministrou uma injeção milagrosa para Pirillo. Era outro a molhar o Manto com o suor da superação. 23- Flavio Costa instrui Valido sobre a necessidade de atacar pelo flanco direito para conter os avanços de Argemiro. Missão dada. 24- O público que chegava à Gávea jamais fora visto antes. Desde muito cedo a Praça Santos Dumont estava lotada de torcedores do Flamengo desfrandando bandeiras, bradando palavras de ordem e entoando os hinos. Bondes lotados, carros buzinando. 25- Não cabia mais ninguém entre aqueles 25.570 homens, mulheres e crianças na Gávea. 26- A torcida do Vasco ficou atrás do gol que dava para o Jockey. Na arquibancada voltada para a Lagoa, a Charanga de Jayme pregou a faixa do lema da campanha: "Avante, Flamengo!". Este era o uníssono grito de guerra que vinha do público de vermelho em preto. 27- O jogo foi truncado, o mormaço daquele início de outubro contribuiu para um embate morno. 28- O Vasco jogava retraído. Querendo o empate. 29- Faltando 4 minutos para o fim, Vevé recolheu um rebote e centrou novamente para a área. Valido, doente, se arrastando em campo, sobe, um último fôlego para sair do chão e ganhar de Argemiro no alto. Gol do Flamengo! 30- Os vascaínos correram para o árbitro reclamando de falta. O juiz diz que Argemiro só foi tocado na queda de Valido, que subiu mais alto no segundo pau. 31- Quando o jogo recomeçou, a torcida do Flamengo jogava lenços brancos para a torcida cruz-maltina. 32- Nos últimos minutos, Barcheta ainda salvou o clube de São Cristóvão de tomar mais ao defender três chutes do Mengón do convalescido Valido. 33- Quando soou o apito final a massa pulou as grades e invadiu o gramado. Um arroubo de êxtase e emoção pura tomou conta da cidade. 34- José Lins do Rêgo escreveu: "O Tri do Flamengo é mais importante para o Brasil do que a batalha de Stalingrado". Seria cancelado hoje em dia. 35- Depois do jogo, Valido teve uma crise nervosa. Teve de passar férias no campo para descansar. E aposentar de vez! Seu feito em suor febril o levou para a galeria dos grandes ídolos da história do Flamengo. Siga, comente e compartilha para ler mais conteúdo como esse.

Diogo Almeidaᴹᴿᴺ

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40 fatos sobre o Campeonato Brasileiro de 1980 que você precisa saber... Sim, Brasileirão de 1980!!! O fato 26 é impossível de ser repetido hoje em dia 👀 1- É um ano desafiador. A melhor geração da história do clube sofre enorme pressão por um título nacional. O Brasileiro de 1980 é obrigação! 2- Além do ótimo time, o grande trunfo é Zico em sua melhor forma física e técnica. O Galo está voando. 3- Sob a batuta de Coutinho, a base do time é Zico, Júnior, Raul, Leandro, Rondinelli, Carpegiani, Júlio César, Andrade, Tita e Adílio. Juntam-se ao grupo o ponta Carlos Henrique, o capita Carlos Alberto e Marinho, vindo do Londrina. 4- O Fla sofre alguns reveses históricos durante a campanha, como a derrota em casa para o fraco Botafogo-PB. (Vídeo 1) 5- Nunes chega no fim da 1ª fase, vindo do Monterrey-MEX. Estreia contra o bom time da Ponte Preta. 6- A 2ª fase é formada por 4 grupos com 4 clubes. Depois de golear o ótimo time do Palmeiras por 6 a 2, a torcida fica mais confiante. (Vídeo 2) 7- O time também sai fortalecido. Começa a ser mais apontado como favorito ao título ao lado de Inter, São Paulo, Atlético-MG e alguns outros de boa campanha. O reflexo no retrovisor surge para quem não fecha com o certo. 8- Na 3ª fase, o vencedor de cada grupo garante vaga na fase semifinal. Dá Flamengo x Coritiba. 10- Engana-se quem acha que seria fácil. O Coritiba não está ali por acaso. Embora o jogo de ida, 2 a 0 Mengo, no Paraná, tenha sido relativamente fácil, o jogo da volta é uma pedreiraça! (Vídeo 3) 11- No Rio, aos 18 minutos da etapa inicial, um mau sinal: Zico sai de campo machucado - sofre uma distensão muscular. 12- Em seguida, Vílson Tadei abre o placar para o Coxa. Aos 31', Aladim realiza o pedido da torcida alviverde e faz o 2 a 0. 13- Ato contínuo ao tento adversário, Uri Geller também sai de campo machucado campo. Tudo parece caminhar para uma jornada deveras complicada... 14- Fé no Mengo! Aos 34', e meio que do nada, João Danado coloca na frente e solta um petardo de fora da área! O Mais Querido desconta e reacende a chama. 15- Três minutos depois, Tita mata no peito e a bola sobra pra Nunes, que logo ficaria conhecido como o Artilheiro das Decisões, empatar. Ufa, ufa... Mas tem mais. 16- Não perca o fôlego. Já aos 39', a virada veio. Carlos Alberto passa por quatro e solta a bomba no ângulo de Moreira. Antológico!!! Na etapa final, Anselmo amplia com outro gol memorável e Luís Freire, do Coritiba, dá números finais ao placar do Maraca após linda jogada de Tadei e Escurinho. 4 a 3 e o Flamengão na final. Delírio para os 87 mil torcedores (na contagem oficial) no Mário Filho. Que venha o Atlético-MG! 17- Zico não joga o primeiro jogo da finalíssima. Júlio César também é desfalque. 18- Em meio ao início da primeira final de Brasileiro, o Flamengo se enrola com o fim do contrato de Zico. O tempo urge. É necessário renovar de qualquer jeito. 19- A torcida rubro-negra viaja em massa para BH, mas a nota triste da "invasão" são os ataques covardes da PM mineira e da torcida atleticana. 20- O Galo encara o jogo como uma rinha também. Palhinha comete um dos ataques documentados mais covardes de um atleta de futebol contra outro. Rondinelli sai desacordado e com o maxilar quebrado direto para a mesa de operação. O Deus da Raça até hoje sofre com as consequências do golpe, como a surdez parcial do ouvido esquerdo. O árbitro Romualdo Arppi Filho deixa a violência do time da casa comer solta até o fim. 21- Sem Rondi, Júnior bobeia na saída de bola e Reinaldo faz o único gol da partida. 22- No vestiário, Raul, último a sair de campo, se surpreende ao ver todos os jogadores celebrando o resultado, como se a derrota não tivesse acabado de ocorrer. 23- O arqueiro indaga a Júnior. "Você acha que a gente vai perder pra eles lá no Maraca, Véio?", responde o Capacete. 24- O assunto durante a semana, claro, é a dúvida se Zico jogará ou não. O contrato tá renovado. A incerteza agora é clínica. 25- E a dúvida só é respondida minutos antes do início do jogo. O doutor libera e Zico joga mesmo não estando 100%. 🤯26- O público naquele domingo é de mais de 154 mil pessoas. Tem noção? É muita gente!! E fora do Maracanã, mais 30 milhões de flamenguistas acompanham a decisão ao vivo pela TV. (Vídeo 4) 27- Começa a decisão. Aos 7', Andrade faz ótima antecipação, toca pra Zico, que lança genialmente Nunes no ponto futuro. O camisa 9 não desperdiça. 1x0 Mengão. 28- Mas Reinaldo, jogando também no sacrifício, empata para o Atlético logo após o reinício do duelo. O atacante atleticano era mortal até "meia-bomba". 29- E qualquer porcentagem de Zico desequilibra ainda mais. Aos 44, bate-rebate de Júnior que tenta duas vezes o chute. A bola para no pé do Camisa 10 da Gávea que aciona seu já conhecido poder de pensar na velocidade da luz. O Galo de Quintino pega meio de virada e... gol!. Nível hard de dificuldade, parceiro! 2 a 1. 30- O CAM tem time para encarar o CRF de igual para igual, diz a fina flor da crônica brasileira. A volta do intervalo mostra a teoria na prática. Os mineiros pressionam os representantes da Nação no seu imenso reduto. Reinaldo, manquitolando, consegue empatar aos 21'. Silêncio ensurdecedor no Maracanã. 31- O empate dá o título aos visitantes. A cera atleticana aparece e começa a dar o tom da partida. O saci Reinaldo passa a cair de forma absurdamente recorrente. 32- A cera de Reinaldo torna o clima insuportável. O atacante se recusa a ser atendido fora do gramado. Em dado momento, José de Assis Aragão, cansado de ser ofendido, expulsa o astro alvinegro. 35- Daí, os mineiros invadem o gramado. Do presidente ao massagista. Os comunicadores atuais chamariam isto de um "grande caô". Será que o tradicional antijogo mineiro levará a melhor sobre o bonito futebol arte carioca? 36- Um sergipano parece ter a resposta. Ela vem após o lançamento de Andrade, aos 37'. Nunes domina pela esquerda, parte para cima de Silvestre e cruza. O zagueiro corta. A bola volta para Nunes, ele finge o centro novamente, mas dá um corte seco pro fundo e acelera. João Leite se agiganta, mas o Danado toca por cima🤌. Tome! Uma choque de mil megatons urra sonoro das arquibancada. Nunes se ajoelha com os braços abertos para o céu, faz o sinal da cruz. Os jogadores logo chegam para abraçá-lo. O maior clube brasileiro finalmente se sagraria campeão brasileiro. 37- Após o apito final, João Batista Nunes de Oliveira, o Nunes, o João Danado, começa a ser chamado de O Artilheiro das Decisões. 38- E na comemoração o centroavante desabafa: "Eles (a imprensa mineira) me chamam até de maconheiro. A resposta é no campo e não na violência. Fizemos três gols e essa é a minha resposta. Futebol se ganha no campo, com humildade, acima de tudo coragem, sangue, raça e muita vibração". 39- E anos depois conta: "O terceiro gol, o da vitória, nunca mais vai sair da minha mente, e enquanto existir o Flamengo vão sempre lembrar dele". 40- Zico dá um depoimento marcante: "Desde a minha contusão contra o Coritiba, eu não durmo direito. Acordo assustado, sonhando com lances, ouço o povo gritando. Eu me vejo correndo para comemorar um gol. É uma semana de angústia. Mas ganhamos. É o título do coração e da coragem. E do amor por essa torcida, que me faz chorar."

Diogo Almeidaᴹᴿᴺ

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⚽ A melancólica despedida de Alex como jogador do Cruzeiro... Três dias após a decepcionante eliminação da Libertadores ainda nas oitavas de final, em casa, para o modesto Deportivo Cali, o Cruzeiro enfrentaria o Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro no Mineirão. Os pouco mais de 6 mil torcedores presentes, ainda muito chateados com a queda na competição da Conmebol, vaiaram e xingaram bastante o craque, principalmente no primeiro tempo. A toricda havia eleito Alex como um dos responsáveis pela eliminação, por ter perdido um pênalti na disputa e por uma suposta falta de dedicação nos jogos dos primeiros meses de temporada. Gritos de "Pipoqueiro" e "Mercenário" ecoavam das arquibancadas a cada toque na bola do camisa 10. O Cruzeiro acabaria vencendo aquela partida por 2x1 com o gol da vitória marcado justamente por Alex, que não esboçou a menor reação em comemorar, nem mesmo com os colegas. Ao fim da partida o meia, visivelmente chateado, desabafou, declarando não aceitar as vaias e principalmente as ofensas à sua pessoa. O que ninguém poderia imaginar é que naquela tarde infeliz o Talento Azul entraria em campo pela última vez como jogador do Cruzeiro. Alex aceitaria no dia seguinte uma proposta do Fenerbache da Turquia, para onde foi e se tornou um Deus para os torcedores, com direito a estátua na frente do estádio. Uma aula dos turcos sobre como se tratar um ídolo! 📆 16/05/2004 🏟 Mineirão 🏆 Campeonato Brasileiro - 6ª rodada 🔵 Cruzeiro 2 x 1 🟢 Palmeiras ⚽ Alex e Leonardo (contra) - CRU ⚽ Leonardo - PAL 🎙️ Cleber Machado #cruzeiro

Nostalgia 5 Estrelas

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⚽ A melancólica despedida de Alex como jogador do Cruzeiro... Três dias após a decepcionante eliminação da Libertadores ainda nas oitavas de final, em casa, para o modesto Deportivo Cali, o Cruzeiro enfrentaria o Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro no Mineirão. Os pouco mais de 6 mil torcedores presentes, ainda muito chateados com a queda na competição da Conmebol, vaiaram e xingaram bastante o craque, principalmente no primeiro tempo. A toricda havia eleito Alex como um dos responsáveis pela eliminação, por ter perdido um pênalti na disputa e por uma suposta falta de dedicação nos jogos dos primeiros meses de temporada. Gritos de "Pipoqueiro" e "Mercenário" ecoavam das arquibancadas a cada toque na bola do camisa 10. O Cruzeiro acabaria vencendo aquela partida por 2x1 com o gol da vitória marcado justamente por Alex, que não esboçou a menor reação em comemorar, nem mesmo com os colegas. Ao fim da partida o meia visivelmente chateado desabafou, declarando não aceitar as vaias e principalmente as ofensas à sua pessoa. O que ninguém poderia imaginar é que naquela tarde infeliz o Talento Azul entraria em campo pela última vez como jogador do Cruzeiro. Alex aceitaria no dia seguinte uma proposta do Fenerbache da Turquia, para onde foi e se tornou um Deus para os torcedores, com direito a estátua na frente do estádio. Uma aula dos turcos sobre como se tratar um ídolo! 📆 16/05/2004 🏟 Mineirão 🏆 Campeonato Brasileiro - 6ª rodada 🔵 Cruzeiro 2 x 1 🟢 Palmeiras ⚽ Alex e Leonardo (contra) - CRU ⚽ Leonardo - PAL 🎙️ Cleber Machado #cruzeiro #mineirão #campeonatobrasileiro #brasileirao #copadobrasil #libertadores #LaBestiaNegra

Nostalgia 5 Estrelas

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ZUMBI ELEITORAL Inércia e teto: o fim de um longo ciclo. Leia com calma, fique mais otimista e compartilhe com aquele amigo que está cansado desse filme de terror. A imagem do zumbi não é etarismo. Funciona apenas como metáfora de um ciclo político que continua andando mesmo depois de ter perdido vitalidade. Em 2026, a discussão tende a deixar de ser apenas sobre disputa eleitoral e passar a ser sobre encerramento de arranjos que entregam menos do que prometem e custam mais caro do que podemos pagar. O que está vindo é estrutural e não é aposta de curto prazo. REELEIÇÃO: o vírus da continuidade Quando a reeleição entrou no sistema, ela mudou o comportamento de todos ao redor. A lógica deixou de ser governar e fazer o bem. Passou a ser governar já disputando a próxima, com o incentivo permanente de manter maioria, manter máquina, manter narrativa, manter amigos, manter regalias. Lula deveria se envergonhar querendo um quarto mandato. Sua política virou um organismo com infecção crônica. Não morre, mas também não melhora. A democracia e cobertor curto Toda democracia administra tensões entre proteção social, liberdade econômica e crescimento. É sempre assim, e não dá para ter tudo ao mesmo tempo. Quando a sociedade percebe excesso de controle e custo alto, pede ar, pede mudança. Quando percebe abandonoou risco social, pede amparo. O pêndulo vai e volta, não por ideologia, mas por exaustão prática. O mundo vive esse filme pós pandemia Nos Estados Unidos, a alternância natural entre partidos sempre ajuda a organizar esse atrito, mesmo quando a polarização aumenta. Na Argentina a ascensão de Javier Milei foi lida por muitos como reação a um Estado considerado caro e ineficiente. Em partes da Europa e da América Latina, cresce esse impulso, cobrança por entrega e ceticismo com promessas que dependem apenas de expansão estatal. O mundo está mudando e todos estão percebendo. O Brasil entra no cemitério do ciclo O Brasil vive isso desde 1994, um ciclo longo em que estabilização, inclusão social e coalizões caras organizaram a política desde então. Esse surgiu e foi ficando pesado, mais pesado, caro e previsível no pior sentido. Como um zumbi lento. Anda, fala, ocupa espaço, mas não responde ao que o eleitor mais cobra hoje: resultado mensurável, moral e confiança. 1994 e a primeira ressurreição A estabilização monetária reorganizou o país e mudou a pauta. A pergunta inevitável que ganhou força naquela época é DESIGUALDADE. A política social se tornou eixo central e passou a ser o território onde coalizões se legitimaram. O Estado virou a ferramenta preferida de construção de consenso através de bondades. Uma mãezona gastadora. 1995 a 2010: o corpo ganha massa Entre 1995 e 2002, Fernando Henrique Cardoso governou com coalizão ampla, estruturando base social e consolidando programas que depois se tornam permanentes. Não foi Lula que inventou os programas sociais que existem até hoje. Entre 2003 e 2010, Luiz Inácio Lula da Silva se aproveita disso, amplia a escala, o orçamento e a visibilidade dessas políticas, e adiciona novas frentes. Inclusão e proteção viram prioridade estável inegociável. O Estado cresce e, junto dele, cresce a carga de sustentar essa máquina pesada. 2014: cheirinho de decomposição no ar Em 2014, o modelo dá sinais claros de esgotamento. Corrupção sistêmica, recessão, confiança em queda e deterioração fiscal começam a corroer o pacto. O eleitor passa a associar parte do arranjo a custo alto, baixa eficiência e pouca previsibilidade. É o momento em que o monstro ficou visível, teve a cabeça cortada. Entre zumbis e vampiros, o Estado andou, mas ainda não convenceu. 2018 e o surto Em 2018, o eleitor procura ruptura. Jair Bolsonaro vence como resposta errada a essa demanda. A guerra cultural domina o ambiente e, em vários momentos, a agenda estrutural perde espaço para um conflito chato, bobo e permanente. O ciclo não é substituído por um novo, por meros detalhes e erros infantis. Além disso, naquela época surgiu outro surto, a covid, e tudo, a partir dali, se complicou. O movimento natural é interrompido por barulho e disputa simbólica. A máquina continua ali, só que agora em convulsão. 2022 e a volta do velho roteiro: a sobrevida do lulismo Em 2022, o país vai para um segundo turno dominado por rejeições. Lula retorna com coalizão ampla. A pacificação não se consolida, por óbvio. Para o eleitor, o governo parece retomar métodos já conhecidos e ultrapassados, com negociação constante e Estado pesado como eixo. O ciclo volta a andar, mas com a mesma expressão vazia. Não é novidade. É persistência chata. Aquele vilão do filme de terror, que aparece lento, insistente e aterrorizante perseguindo as vítimas. 2023 em diante começa o contrapeso De 2023 em diante, o Congresso Nacional se inclina para o centro direita. É nitido. A pauta de responsabilidade fiscal, eficiência administrativa e liberdade para empreender ganha mais espaço, inclusive fora dos círculos especializados. O eleitor do meio passa a discutir custo, moral, previsibilidade e entrega com mais nitidez. Isso muda o ambiente, mesmo sem mudar o governo. 2024 e a capilaridade muda de mãos As eleições municipais reforçam a leitura de avanço de forças de centro e centro direita em parte relevante do território. A esquerda perde presença local em muitos lugares, o que impacta rede, narrativa e capacidade de mobilização. Não define 2026 ainda, mas altera infraestrutura política e desenho de alianças. 2026 e o funeral do arranjo É aqui que a metáfora ganha sentido. 2026 tende a ser lida como fechamento de ciclo. O eleitor não quer apenas trocar o condutor. Quer reduzir o peso do veículo. O tal impulso é por previsibilidade, moral, cultural, Estado mais enxuto e governabilidade menos baseada em improviso e expansão permanente. A crise institucional pode acelerar essa marcha Quando instituições parecem frágeis (como é o caso), o desejo de mudança costuma crescer. Não por virtude do novo, mas por saturação do velho. A crise no Judiciário, a tensão entre poderes e o desgaste do ambiente político funcionam como catalisadores. Em vez de frear, o eleitor tende a apertar o acelerador da troca. Lula vai tentar se desgrudar disso, mas não vai conseguir. Ele e o Supremo são sócios em linha de pensamento e o eleitor sabe disso. STF e instinto de sobrevivência O Supremo Tribunal Federal não opera como bloco ideológico estável de esquerda ou direita, como muitos pensam. Em ano eleitoral, o vetor mais previsível é autopreservação institucional. A Corte tende a preferir um processo com menos risco de contestação, menos tensão pós urna e menos chance de crise existencial também. Isso empurra o sistema para nomes percebidos como moderados, competitivos e menos disruptivos. Imagina bem se o STF iria gostar de ver subindo a rampa um Lula 4? Diante de tudo que está acontecendo, até o supremo sente medo da opinião pública, acredite. Por que Lula pode não ser o centro da disputa A hipótese é objetiva. Lula tende a só entrar para ganhar. Se os números não indicarem competitividade e se o ambiente exigir previsibilidade e redução de risco, a própria coalizão pragmática pode buscar alternativa. Idade pesa como variável real em uma campanha longa. Há também o desgaste acumulado, concorrentes bem mais jovens, o teto imposto pela rejeição e o interesse em preservar legado de 3 mandatos. Em política, coalizão de conveniência dura enquanto a conveniência dura. Não há um aditivo do sistema com o Lula para 2026 e ele sabe disso. O fator externo endurece o jogo Um cenário internacional mais duro, associado à postura de Donald Trump, tende a aumentar cobrança por pragmatismo, alinhamento, interesses e coordenação mútua. Estados Unidos querem o hemisfério para eles, essa é a verdade. Não decide voto brasileiro, mas altera contexto e pressiona por previsibilidade geopolítica na região. A eleição passa a exigir mais do que retórica. A negociação de Terras Raras pelo tarifaço vai parecer jogo de criança, pela pressão que ainda pode vir. Acompanhe isso de perto e terá surpresas. Governadores e reta final Se houver convergência de lideranças estaduais em torno de um bloco contra o incumbente, o segundo turno tende a se organizar por voto útil e rejeição, como em outros momentos. Por tanto, a reta final, nesse desenho, costuma ser menos sobre carisma e mais sobre coalizão contra o mandatário atual. E coalizão novamente, mas neste momento, se faz na geração de políticos mais bem aprovada da história. São os governadores do Sul e do Sudeste. Quase todos ligados à direita e sem nenhum alinhamento com Lula. Março e abril como termômetro Sem depender de urna, há janelas importantes em que o país se revela. Março e abril de 2026, logo após o carnaval, tendem a ser um período em que a agenda se concentra e o humor do eleitor fica mais legível. É quando expectativas econômicas do ano se assentam e quando sinais de viabilidade se tornam mais difíceis de esconder. Fique atento em tudo que acontecer nesse período. É uma prévia das eleições. A ironia disso tudo O ciclo iniciado com a estabilização e consolidado com a lógica da continuidade pode terminar no mesmo ponto sensível que o sustentou: O FIM DA REELEIÇÃO. Guarde isso. O candidato que se comprometer com isso conquistará a opinião pública. Mas não basta prometer, como muitos fizeram. Tem que lançar uma PEC já em 2026, mostrar sua força e aprovar no Parlamento. Se a reeleição foi o vírus que estendeu a vida do arranjo, sua revisão pode virar a moeda de previsibilidade pedida pelo sistema. A metáfora do zumbi é essa. Ninguém precisa de quatro mandatos para mostrar o que é capaz de fazer. Até os mais idiotas sabem disso. Não é sobre um personagem apenas. É sobre um corpo político que continuou se movendo por inércia, mesmo depois de ter perdido a capacidade de convencer. Essa lógica ajuda a entender por que, em 2026, Lula pode deixar de ser funcional para setores que o apoiaram em 2022 por conveniência. A coalizão que sustenta o governo é pragmática. Quando a conveniência muda, o alinhamento muda. Há também um teto claro de crescimento imposto pela rejeição e a dificuldade de ampliar base no eleitor do meio. O desgaste institucional atual empurra na mesma direção. A opinião pública dá sinais de exaustão com a repetição do mesmo enredo e cresce a demanda por responsabilização visível. Em ambiente assim, o sistema tende a procurar um culpado claro, alguém para ser lançado à arena. O resultado provável é uma disputa por repasse de custo político. Cada lado tenta empurrar o ônus para o outro, até que alguém vire o boi de piranha do ciclo. Parlamento, judiciário e executivo não vão passar ilesos. Alguém será sacrificado. Eles já estão se empurrando. Essa conta não fica sem dono por muito tempo. Se essa leitura se confirmar, 2026 dificilmente passa sem mudança estrutural relevante. Esse ciclo vai buscar fechamento, por rearranjo de alianças, por mudança de regra ou por troca do eixo que hoje sustenta a governabilidade.

Roberto Reis

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🚨 | EXCLUSIVO - TUDO PELA SAF: Fluminense e BTG patrocinam pesquisa para entender críticas da torcida à proposta Clube e empresas querem compreender as angústias dos tricolores Dívidas equacionadas e a quase certeza de que aprovar a SAF seria apenas uma questão de tempo no Fluminense. Toda a expectativa, entretanto, morreu na praia quando a proposta da Lazuli Partners e da LZ Sports foi oficialmente divulgada, setembro do ano passado, em reunião do Conselho Deliberativo (CDel) do clube. Além dos conflitos de interesse, como o favoritismo de Mário Bittencourt para ser CEO, os valores envolvidos não foram suficientes para acalmar os ânimos dos torcedores tricolores. Diante disso, Fluminense, BTG Pactual e a própria Lazuli contrataram uma empresa de marketing para entender as razões pelas quais a primeira proposta de compra do clube recebeu tantas críticas de torcedores, especialistas e da mídia. Sendo assim, foi elaborado um questionário com 26 perguntas, entre discursivas e de múltipla escolha, com o objetivo de traçar um perfil mais profundo dos anseios da torcida. A tendência é que os tricolores recebam o questionário via Google Docs, por e-mail ou redes sociais, mas não há previsão para a conclusão do estudo, conforme apuração. Vale lembrar que a empresa propôs adquirir 65% da SAF do Fluminense. Entre os principais números, o aporte inicial seria de R$ 500 milhões nos dois primeiros anos (R$ 250 milhões por temporada - o único dinheiro novo em questão), além da assunção total da dívida, que era de R$ 871 milhões. Também está prevista em contrato a obrigatoriedade de investimento de R$ 6,4 bilhões ao longo de 10 anos. Curiosamente, porém, a dívida do Fluminense saltou para mais de R$ 1 bilhão nesta temporada, quando a promessa era justamente reduzí-la para incentivar um maior aporte da Lazuli. A expectativa é que a nova proposta seja apresentada durante o período da Copa do Mundo, em julho. CONFIRA ALGUMAS PERGUNTAS DA PESQUISA EM PRIMEIRA MÃO (EM ANEXO, AS OPÇÕES DE REPOSTAS E QUESTIONÁRIO COMPLETO): ➡️SEÇÃO 1 de 10 – PERFIL DO TORCEDOR 1. Idade 2. Você é sócio do clube? 3. Com que frequência você assiste aos jogos do Fluminense? 4. Frequência no estádio 5. Antes desta pesquisa, você já tinha conhecimento da primeira proposta apresentada para a SAF? ➡️SEÇÃO 2 de 10 – PERCEPÇÃO GERAL 6. Você achou positivo a entrada das SAF’s no futebol brasileiro? 7. E no Fluminense você acredita que a SAF pode ser boa para o clube e sua torcida? 8. Qual foi o seu sentimento ao ouvir sobre a primeira proposta para a SAF do Fluminense? ➡️SEÇÃO 3 de 10 – ENTENDIMENTO DO PROJETO 9. De forma geral, qual foi sua impressão sobre a primeira proposta? 10. Qual frase melhor representa sua percepção sobre a primeira proposta? 11. O que você acredita que vai acontecer com o clube após a SAF? ➡️SEÇÃO 4 de 10 – PONTOS POSITIVOS 12. O que você viu de positivo na proposta? (A pesquisa também exibe escalas de avaliação para: Profissionalização da gestão, Competitividade no longo prazo, Manutenção de gestores experientes, Redução de dívidas e Melhora na estrutura do clube). ➡️SEÇÃO 5 de 10 – PONTOS DE ATENÇÃO 13. O que você não gostou ou te gerou desconfiança? 14. O que mais te preocupa na SAF? (Escolha até 3 opções) 15. O que faltou na comunicação da primeira proposta? ➡️SEÇÃO 6 de 10 – TRANSPARÊNCIA 16. Em uma escala de 1 a 5, quanto você sentiu que a primeira proposta foi transparente? 17. Você confia nas informações divulgadas até agora? 18. Que tipo de informação você gostaria de ver com mais clareza? ➡️SEÇÃO 7 de 10 – PERTENCIMENTO 19. Você sente que a torcida faz parte do processo? 20. O que faria você se sentir parte da decisão? ➡️SEÇÃO 8 de 10 – GATILHOS DE APROVAÇÃO 22. Você faria alguma mudança relevante na estrutura da proposta inicial da SAF? 📸 | Roberta Agum/FFC 🎥 | Paulo Brito

Paulo Brito

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"Abre a tua boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham desamparados. Abre a tua boca, julga retamente e faze justiça aos pobres e necessitados." Querido pastor André Mendonça É com tristeza que publico esse post, mas seu constrangimento no púlpito e tenativa de justificar sua covardia diante de seus irmãos não nos deixou outro caminho. Usar o Salmo 1 para justificar seu silêncio diante das injustiças está absolutamente fora do contexto bíblico como um todo. A Bíblia não é um manual para omissos ou covardes. 1. O Justo Não É Um Covarde: Ele Age Pela Justiça O Salmo 1 exalta o justo, mas não ensina a omissão. O justo: Rejeita o conselho dos ímpios → Ou seja, não compactua com o mal. (O profeta que silencia, consente). Não se detém no caminho dos pecadores → Isso significa que não se associa ao pecado. (O profeta que silencia, associa). Não se assenta na roda dos escarnecedores → Não faz parte daqueles que zombam da justiça. (O profeta que silencia, se assenta). O texto não diz que o justo deve ser neutro ou se calar, mas sim que ele deve se afastar do pecado. E a omissão diante do mal é um pecado. Como está escrito em Provérbios 31:8-9: "Abre a tua boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham desamparados. Abre a tua boca, julga retamente e faze justiça aos pobres e necessitados." Se o justo se cala diante da injustiça, ele não está sendo justo, mas cúmplice. 2. Deus Ordena a Defesa dos Oprimidos e o Combate aos Homens Maus A Bíblia ensina claramente que o servo de Deus deve combater o mal e proteger as vítimas. Veja alguns exemplos: "Aprendei a fazer o bem; praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão, tratai da causa das viúvas." Isaías 1:17 "E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as." Efésios 5:11 "Defendei o pobre e o órfão; fazei justiça ao aflito e necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios." Salmo 82:3-4 Se o próprio Deus ordena condenar as trevas e proteger os indefesos, como um líder cristão pode justificar sua falta de posicionamento? O silêncio diante da injustiça não tem fundamentação bíblica. 3. O Próprio Cristo Falou Contra a Injustiça Como sabemos, Jesus não foi um líder omisso. Em alta voz, Ele denunciou os fariseus hipócritas, repreendeu os opressores e defendeu os fracos. "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé." Mateus 23: 23 "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me a curar os quebrantados do coração, a PREGAR LIBERDADE AOS CATIVOS, e dar vista aos cegos, a PÔR EM LIBERDADE OS OPRIMIDOS." Lucas 4: 18-19 Se até Cristo denunciou injustiças, por que você, André aguarda um "sinal dos céus" para abandonar o silêncio? Uma característica de um seguidor de Jesus é não ser omitir diante da opressão. Seu uso do Salmo 1 para justificar sua omissão é distorcer a Escritura. É uma heredia. Abraão, José, Jacó, Davi, Daniel, Mateus, Lucas, João, Paulo, Pedro e muitos outros não foram omissos ou covardes. O seu silêncio diante da injustiça nos parece uma traição ao Evangelho. Como disse Tiago: "Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado." (Tiago 4:17) Dentro da tradição protestante, especialmente nas correntes reformadas e evangélicas, a fé nunca foi sinônimo de passividade, de covardia diante da injustiça. Pelo contrário, a Bíblia está repleta de ensinamentos que ordenam defender os oprimidos, denunciar a iniquidade e agir em favor da justiça. Se precisava ouvir a voz de Deus para abrir, não precisa. Ele já disse o que fazer nas próprias Escrituras. Leia e cumpra. Coragem, André. Coragem! ****************** Concorda com esse tipo de conteúdo? Seguir nosso perfil e nos ajude a ter alguma relevância no de bate público. Deus abençoe o Brasil. 🇧🇷🇧🇷🇧🇷

Renato Esteves

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