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No momento em que partidos do Centrão vão abandonando -como é de sua índole oportunista e ordinária- Flavio Bolsonaro, a união em torno do foco comum é mais do que necessária: é fundamental. PP e União Brasil acabam de se posicionar contra o apoio a FBolsonaro no primeiro turno....

12,327 views • 25 days ago •via X (Twitter)

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Sempre tive certa relutância a respeito de alguns jornalistas e influencers. A respeito da maioria, na verdade. Kim Paim sempre um deles. Dessa vez, entretanto, é preciso admitir que ele acerta na mosca, vai ao cerne da questão. O Brasil vive hoje um estado de excepcionalidade, muito claro, mas que parece não ser visto por muitos. O luxo de estar num estado democrático e livre diante de eleições normais é algo que não pertence mais, no momento, aos brasileiros. O Brasil vive um estado emergencial. Não se trata da idealização de um milagroso sistema limpinho, impecável, que colocará imediatamente o país nos trilhos. Se trata de um estado emergencial. Muitos dos que promovem, por ingenuidade ou má fé, essa busca impossível de virtuosismo em candidato fazem certamente o jogo do inimigo. No lodo de corrupção em que este país está afundado até pescoço, não haverá virtuosismo. Haverá sim, construção de narrativas, perseguição política incessante e criação de factoides contra quem ousar disputar o poder com lula. Hoje, o caso do financiamento de Dark Horse, amanhã a 'relação suspeita' de Flavio Bolsonaro com um miliciano qualquer preso no Rio. Ou qualquer coisa. As narrativas se sucederão, incessantes, até outubro, e além de desconstruir a imagem do candidato servem como barulho para abafar a incomoda situação do desgoverno lula, cercado por todos os lados de acusações de corrupção como o Master ou INSS. Exigir que Flavio Bolsonaro seja Jair Bolsonaro é, além de uma injustiça, uma estupidez. Flavio Bolsonaro é Flavio Bolsonaro, e como tal terá que imprimir sua força e sua vontade, longe da sombra do pai. Mas, sem dúvida, ele possui tudo o que é necessário, o que é mais precioso: o legado de Jair Bolsonaro, mais vivo e pulsante do que nunca, apesar dos esforços do lulismo e do sistema em destruí-lo. Kim Paim tem razão: Se Flavio Bolsonaro vai ser o presidente deste país, é hora de botar, definitivamente, o pau na mesa.

Marco Angeli

40,626 views • 2 months ago

Sempre tive certa relutância em aceitar o apelido 'mito' que cravaram no Bolsonaro. Sempre me pareceu pomposo demais, irreal demais para qualquer governante. Hoje, assombrado com a força desse homem perseguido, preso e doente, que ainda assim consegue mobilizar e mudar os rumos políticos do país com uma autoridade inquestionável, estou reconsiderando. Bolsonaro é mesmo um mito, trouxe em seu bolso e em sua caneta bic algo esquecido pelos brasileiros: Os valores morais, a crença de que os corruptos podem ser banidos da vida pública. Quando, desafiando a chantagem do centrão, indicou Flavio Bolsonaro como seu candidato à presidência, o gesto parecia ter tudo pra dar errado. Indicação do próprio filho, mais divisão na direita já fragmentada, e a colocação de lado de figuras com mais empatia a nível nacional, como Michelle Bolsonaro ou Eduardo, e até mesmo Tarcísio, aposta certa do centrão e do sistema -esses eram apenas alguns pontos observados. Entretanto, em algumas horas, a situação adquiriu uma configuração espantosa: Flavio Bolsonaro adquiriu uma posição fortíssima dentro do cenário político e o apoio tácito de quase toda a direita brasileira. A previsão de mais rachaduras no conservadorismo foi pro espaço. O apoio mais importante -por força da palavra de Bolsonaro- foi o do próprio Tarcísio de Freitas, que com dignidade e coerência reafirmou sua lealdade a Bolsonaro -dita e repetida por ele em todos esses anos- renunciando à própria candidatura e se comprometendo a apoiar a de Flavio. O caminho será árduo e o resultado improvável: o sistema podre não pode nem ouvir o sobrenome Bolsonaro, e vai movimentar sua máquina corrupta para perseguir, prender, impedir campanhas como sempre, destruir reputações e no final, se nada funcionar, fraudar as urnas. Mas não importa. A luta continua e a resistência fica mais forte. E, ao contrário do que se podia imaginar, mais unida. Hoje, Bolsonaro está preso. Mas a hora da queda desse sistema e dessa ditadura chegará, como chegou agora a hora do chavismo na Venezuela, depois de mais de duas décadas. E quando chegar, só o que restará de pé será a palavra de um homem, palavra que guiará este país: A palavra de Jair Messias Bolsonaro, o mito.

Marco Angeli

69,959 views • 8 months ago

A CONCILIAÇÃO ENTRE NIKOLAS E EDUARDO ÉNO CAMINHO PRA UNIÃO DO BRASIL CONTRA A DITADURA. De um lado, Eduardo Bolsonaro acusa Nicolas Ferreira de não fazer campanha suficiente para Flávio Bolsonaro. Do outro, Nikolas diz que prioriza Minas, que Eduardo não está bem, mas nunca se negou a apoiar Flávio Bolsonaro este ano. Em síntese, Flávio Bolsonaro irá à manifestação do primeiro de março contra a ditadura brasileira. Todos devem se unir. As questiúnculas, as rusgas pelo poder devem ser superadas em nome da reconstrução do país . Poder é poder fazer algo pelo semelhante, e as maiores lideranças do país, assim como Nikolas Ferreira, assim como Eduardo Bolsonaro, assim como Flávio Bolsonaro, devem aparar as arestas e caminharem juntos, porque o inimigo comum é conluio entre o Supremo Tribunal Federal, o poder legislativo omisso, o poder judiciário ditatorial, o poder executivo colocado lá pela ditadura do STF. Eduardo contribuiu imensamente para o país denunciando a ditadura para o Departamento de Estado dos Estados Unidos. Nikolas contribuiu imensamente para o país dando a caminhada para o eixo de uma ressurreição cristã contra a ditadura que tolhe a liberdade, e toda liberdade tolhida é o amor ao próximo tolhido. A ação de um se soma à esperança jovem do outro. Ambos, tenho certeza, se reconciliarão em nome da reconstrução do país pela presidência de Flávio Bolsonaro, o filho de um homem que está sendo torturado ao vivo diante dos olhos de todos em nome do Brasil. Essa reconciliação é urgente.

Adrilles Jorge

29,630 views • 5 months ago

Hoje, em frente ao Capitólio, em Washington DC, o deputado americano Chris Smith, presidente do Comitê Global de Direitos Humanos na Câmara dos EUA se reuniu com parlamentares e figuras públicas brasileiras que denunciam ao mundo a ditadura no país. A difusão da verdadeira genética do desgoverno brasileiro atual corre o mundo. O Brasil não tem e nunca teve a vocação para ser uma republiqueta ditatorial perdida nos confins do mundo e governada por um semi analfabeto e sua máquina de poder. Não fossem por outras razões, como a índole de seu povo, que tem aversão ao comunismo, aversão já vista em 1964, seria pela sua dimensão geográfica e sua enorme importância na América Latina. A denúncia é de fundamental importância para o país, neste momento, já que trará inevitavelmente desdobramentos políticos e econômicos, pressionando o atual desgoverno. O fracasso das falas da 'diplomacia brasileira' em todo o mundo corrobora e muito a imagem que vai se formando sobre o verdadeiro objetivo do desgoverno ditatorial de Lula da Silva. O Brasil tem um compromisso com o mundo civilizado que não pode ser destruído por Lula, sua máquina e sua seita. E não será. A chamada 'democracia' de Lula não passa, na verdade, de uma dinheirocracia desavergonhada e atrasada, herança do coronelismo de décadas anteriores. Presentes no evento em Washington Eduardo Bolsonaro, Bia Kicis, Ludmila Lins Grilo, Gustavo Gayer, Marcel Van Hatten e outros brasileiros que entendem que a tal dinheirocracia é imediatista, favorece apenas momentaneamente o bolso dos corruptos e traz um enorme atraso -e decadência-ao país a médio e longo prazos. O Brasil não merece o destino que Lula quer impor. Outra realidade é possível, a de crescimento. Essa consciência foi trazida pelas mãos de Jair Bolsonaro, que é hoje a maior força politica do país, perseguida ou não.

Marco Angeli

89,584 views • 2 years ago