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Novo mapa de exportações - O tarifaço mudou o mapa do comércio. Enquanto as exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 13% no primeiro semestre de 2026, na comparação com o mesmo período de 2025, as vendas para a China bateram recorde: cresceram 21,9%. E, para a Europa, o...

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Lei de reciprocidade - O governo brasileiro afirmou que o tarifaço de Donald Trump atinge 18% das exportações brasileiras para os Estados Unidos. Disse também que vai anunciar um programa de apoio às empresas afetadas e declarou que pode adotar a lei da reciprocidade. A primeira manifestação do governo brasileiro foi uma nota, ainda na madrugada, logo depois do anúncio dos Estados Unidos. O documento também foi publicado pelo presidente Lula em uma rede social e começa dizendo que esse dia passará para a história das relações entre Brasil e Estados Unidos como um marco lastimável; que o Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio e atuou ininterruptamente junto aos Estados Unidos, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio; que seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros e que continuará diversificando parcerias comerciais e abrindo novos mercados para nossos produtos; e vai iniciar imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional. Além das questões econômicas, a resposta do governo brasileiro atribuiu a imposição das novas tarifas a um enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. Chamou de "falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros"; e concluiu dizendo que "proteger a nossa soberania é uma obrigação que está acima de todos os partidos e todas as tendências". Saiba mais no #g1. #tarifaço #donaldtrump #leidareciprocidade #notícias #JN

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🇨🇳 Milenar e tecnológica - Às vezes até parece São Paulo. Olhando de outro ângulo, talvez o Rio de Janeiro? Às vezes parece Nova York. Mas na maior parte do tempo não parece nada disso. Porque não dá para olhar para China com a cabeça formada do outro lado do mundo, que por milênios tenta entender esse país tão distante. E dá nomes, como China. Nem é o nome desse país. É Zhōngguó. Não tem nada a ver. O significado está desenhado no ideograma: Reino do Meio. O conceito parte da ideia de que a civilização mais evoluída está nessa terra. No mapa-múndi que eles usam, eles estão no centro do mundo. Historicamente, consideram os que estão em volta como povos bárbaros. Para evitar invasões, construíram até uma grande muralha. Não foi suficiente. Mas os chineses sempre souberam que, no fim das contas, os bárbaros adotariam a cultura chinesa. Sua língua, sua escrita, sua filosofia. A cultura chinesa é a mais antiga civilização contínua do planeta - tem pelo menos 5 mil anos - e se espalhou. A gente sempre pensa que um tipo de jardim é japonês, mas na verdade ele nasceu na China. Ou que uma determinada arquitetura é do interior da Coreia, mas é chinesa. Tanto Coreia quanto Japão adotaram a forma de escrever chinesa. ▶️​ Xangai virou a cidade mais cosmopolita da China. Depois de se reerguer do que chama de século da humilhação, acabou com as concessões estrangeiras e hoje é a vitrine da China moderna. A maior megacidade do país, com trens que levitam, skyline futurista, carros elétricos e robôs. É o centro financeiro da segunda maior economia do mundo; e maior porto. Uma das cidades com mais conexões de avião do planeta. É o melhor lugar para ver o país com seus próprios olhos. Saiba mais no #g1. #china #xangai #jornalnacional

g1

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Pix é uma ameaça? - Em pouco menos de cinco anos, o PIX deixou de ser uma novidade para se tornar uma das principais formas de pagamento dos brasileiros. Para milhões de pequenos negócios, ele passou a significar recebimento imediato, redução de custos e mais facilidade para administrar o fluxo de caixa. Mas a tecnologia que conquistou comerciantes e consumidores agora está no centro de uma disputa comercial entre Brasil e Estados Unidos. O governo do presidente Donald Trump incluiu o PIX entre os argumentos usados para justificar a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros exportados para os EUA. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (15). Segundo documentos do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), o sistema brasileiro prejudicaria empresas americanas do setor de pagamentos ao criar uma concorrência considerada desigual. 🔎 Na avaliação dos americanos, o problema não está no uso do PIX pelos brasileiros, mas no fato de o sistema ter sido criado e ser operado pelo Banco Central. Para os EUA, essa estrutura dá ao sistema vantagens que empresas privadas não possuem. No Brasil, porém, a lógica é outra. O sistema ganhou espaço justamente pelos fatores questionados pelos americanos: reduziu custos, eliminou intermediários e permitiu que empreendedores recebessem o dinheiro das vendas praticamente em tempo real. Antes do PIX, muitos comerciantes dependiam de dinheiro em espécie ou de cartões, que envolvem taxas e prazos maiores para o repasse dos valores. Com o sistema, o dinheiro entra na conta no mesmo momento, facilitando a compra de mercadorias, o pagamento de fornecedores e a organização das contas. Entenda mais sobre o assunto no #g1. #pix #pagamento #g1empreendedorismo #economia #estadosunidos

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