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O amigo de lule, parceiro de foro de São Paulo, narco-terrorrista e presidente da Colômbia, Petro, admite o que o próprio descondenado já declarou: pobres quando deixam de ser miseráveis vão para a direita do espectro político. Manter a pobreza e a dependência de migalhas estatais é projeto de...

74,385 次观看 • 11 个月前 •via X (Twitter)

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O discurso inflamado de Lula em Nova York escancara a verdade que durante décadas foi negada e até ridicularizada como “teoria da conspiração” - o Foro de São Paulo. Criado em 1990 por Lula e Fidel Castro, o Foro passou 16 anos oculto da opinião pública, operando nos bastidores como uma aliança comunista-socialista com um objetivo claro; unificar América Latina e Caribe sob um modelo de poder centralizado à imagem da antiga União Soviética. Partidos de esquerda, movimentos sociais e organizações de fachada atuam como correias de transmissão, enquanto regimes aliados - em especial o PT no Brasil - colocam recursos estatais a serviço da causa revolucionária global. Como denunciou Olavo de Carvalho há anos, no 15º aniversário do Foro, as FARC enviaram carta agradecendo ao PT por ter “salvado o movimento comunista na América Latina”. Hoje, o Foro chega aos 33 anos mais vivo do que nunca. Não se trata de um simpósio acadêmico, é a concentração de ditadores, guerrilheiros e líderes socialistas que veem no crime organizado e no terrorismo ferramentas estratégicas para manter e expandir seu poder. A cartilha é a mesma que vemos avançar pela Rússia e pela China - usar Estados, partidos e organizações paralelas como peças de um tabuleiro global. Por anos, a imprensa e a intelligentsia progressista trataram o Foro como invenção paranoica da direita. Mas a confissão pública de Lula, em pleno palco internacional na ONU, mostra que o que era “conspiração” hoje se institucionalizou na Presidência da República. O Foro de São Paulo não é uma reunião inofensiva, é um projeto de hegemonia ideológica continental, financiado por governos cúmplices e sustentado pelo enfraquecimento das democracias locais. Ao admitir sua paternidade sobre o Foro, Lula deixou claro que o Brasil não apenas participa - ele lidera o movimento revolucionário. O discurso inflamado de Lula na ONU, gritando com seus aliados e questionando onde “eles erraram” para permitir o avanço da chamada “extrema-direita” no mundo, é a prova viva de que o projeto segue ativo - e mais perigoso do que nunca.

Karina Michelin

163,609 次观看 • 11 个月前

América Latina em perigo: Gustavo Petro, ex-integrante do grupo guerrilheiro M-19 e atual presidente da Colômbia, deixou todos em alerta durante uma entrevista ao programa El Reporte Coronell, da Univisión Noticias nesta segunda-feira, 20 de outubro. Em tom de ameaça, Petro declarou que “a primeira saída para a humanidade é mudar Trump de várias maneiras - inclusive retirá-lo”. Uma afirmação que soa como uma ameaça à derrubada de um presidente norte-americano. Donald Trump chamou Petro de “narco-presidente” e “fantoche de Maduro”, acusando-o de proteger cartéis e desestabilizar a região. No mesmo dia, anunciou a suspensão da ajuda internacional à Colômbia e à Venezuela, novas tarifas econômicas e a revisão completa dos acordos firmados durante o governo Biden. Petro, partiu para a retórica do caos: disse estar disposto a sacrificar a Colômbia para “derrubar Trump” e impedir o avanço do “trumpismo global”. Dias antes o líder do MST, João Pedro Stédile, declarou que brigadas de militantes latino-americanos estão sendo organizadas para “defender a Venezuela” em caso de confronto com os Estados Unidos. A mesma retórica de Petro e Maduro. Com o Foro de São Paulo em processo de desmantelamento, Maduro, Petro e Stédile tentam reerguer o projeto bolivariano sob uma nova roupagem: um movimento continental de “resistência anti-imperialista” que, na prática, representa a última cartada de um projeto revolucionário de poder. Se o eixo Caracas–Bogotá–Brasília realmente se consolidar, o continente poderá assistir à maior escalada de conflito político, militar e ideológico das últimas décadas - uma guerra não apenas de fronteiras, mas de narrativas, poder e sobrevivência. A América Latina está sentada sobre um barril de pólvora. E Petro parece disposto a riscar o fósforo.

Karina Michelin

43,431 次观看 • 10 个月前

O crime organizado brasileiro deixou de ser um problema interno: passou a ser visto, em Washington, como um risco geopolítico direto à segurança continental. Para os EUA, Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) já não são meras facções criminosas - são estruturas de narcoterrorismo com ramificações na Venezuela, Colômbia, Paraguai e África Ocidental. E é por isso que a Casa Branca vem pressionando o governo Lula a reconhecer oficialmente essas organizações como grupos terroristas. Mas o Planalto resiste. Reconhecer o CV e o PCC como terroristas seria abrir a caixa-preta do próprio Estado, que há anos mantém linhas de financiamento, proteção e conivência política com o crime organizado. Seria admitir que o Brasil abriga um narcoestado institucionalizado, onde parte das instituições serve como escudo legal e financeiro para redes de tráfico, contrabando e lavagem. Nos bastidores da diplomacia americana, o recado é claro: se o Brasil não agir, os EUA agirão. O Departamento de Estado já discute sanções graduais, começando por autoridades envolvidas na leniência com o narcotráfico. A pressão de Marco Rubio e Pete Hegseth, ambos próximos do presidente Trump, é crescente. Eles enxergam o Brasil como o elo sul-americano da rede de narcocomunismo continental, que liga o Foro de São Paulo à estrutura de Maduro e Petro. Quem controla o tráfico controla o Estado - e é isso que Washington, finalmente, começa a entender.

Karina Michelin

75,385 次观看 • 10 个月前