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O cheiro nauseabundo que acompanha a putrefação e a derrocada da esquerda em todo o mundo se espalha. Cheiro de corrupção, de ideologia fracassada que nunca deu certo em país algum, de mentiras históricas repetidas à exaustão, da criação de uma legião de zumbis woke, das promessas nunca cumpridas,...

60,769 次观看 • 26 天前 •via X (Twitter)

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Quando o vídeo desse cara viralizou, eu não postei nada sobre, mesmo sabendo que estava perdendo o assunto do "hype", porque estou tempo suficiente na internet pra saber que a internet tem por costume, promover pessoas por um único vídeo, sem se importar com o todo -- e isso é normal. Mas também é normal, após o sujeito viralizar, todo mundo ir buscar o passado dessa pessoa. Nesse caso, encontraram ele debochando e chamando de idiotas, pessoas que brincaram com o boicote feito a marca havaianas e parece que ele não gostou muito da exposição e das críticas -- é o típico caso do sujeito que implora pra viralizar e depois reclama do ônus da exposição que ele próprio buscou e conquistou. A parte em que ele fala das havaianas, em nada me incomoda. As pessoas que postaram o vídeo com a brincadeira também queriam exposição, conseguiram e tem de lidar com o ônus. Vale para os dois. Mas o que quero comentar, é sobre a pessoa do vídeo, que viralizou reclamando do preço das coisas e a falta de dinheiro, colocando a culpa no governo. Óbvio que ele não têm o mínimo de culpa na situação dele próprio, é sempre o estado. Adivinha qual é o lado político dele? É o centro, o isentismo cultural. Aquele tipo de pessoa que é independente, mas sempre cai pra esquerda. O cidadão se orgulha de não votar, compara os governos Lula e Bolsonaro, e chega a conclusão de que é a mesma coisa. Sei que o Brasil está insustentável pra se viver. Os preços explodiram, o crime tomou conta do país e o governo Lula odeia os pobres. Mas vezes a pessoa está na lama, passando por aperto, mas é só uma vítima das suas próprias escolhas e terceiriza 100% da culpa para o estado. É uma ótima desculpa para justificar seu fracasso. Pela forma de falar, pela aparência de ex-presidiário e a postura "independente" na hora de votar, justifica muita coisa do vídeo que viralizou.

Vamos Direita

20,019 次观看 • 16 天前

O maior problema da teoria de Adorno são os adornianos da opinião pública. Esses intelectuais usam Adorno simplificada (as vzs inconscientemente) para deslegitimar e problematizar gêneros musicais ou até dizer, como o Safatle já disse, que "É o fim da música". O Adorno que eu leio não é tão “fim dos tempos’ assim. No Fetichismo da Música e Regressão da Escuta, Adorno já começa dizendo algo mais ou menos assim: "falar em decadência musical é coisa mais velha que andar pra frente". Pois é, certos intelectuais atrapalham o entendimento do que Adorno trouxe e "indústria cultural" não é um adjetivo usado para inferiorizar gêneros musicais, é uma análise de como TODA A ARTE é vendida e consumida no capitalismo. E isso vale até pra música clássica! Adorno, assim como o doido do Thiagson, também era bem crítico da música clássica de seu tempo. Enxergamos como contraditório o que ainda não conseguimos estabelecer alguma conexão. Adorno não é um inimigo do Funk ou do Sertanejo, ele tem umas ideias que podem nos ajudar. E vamo continuar ouvindo! Pq funk e gostoso demais! Ninguém lê o mesmo livro, ninguém vê o mundo da mesma forma, afinal, o aprendizado é um processo autoral. Não se vê o mundo como ele é, mas vemos o mundo como somo. O Adorno que leio não é igual ao que muita gente de esquerda fala dele. Não se trata de defender Adorno, até porque o capitalismo mudou e as formas de se comercializar arte mudaram que contrariam muito a teoria do Adorno, teoria que nunca foi testada na pratica, como mostrou a Tia DeNora. Mas, se trata de conectar mundos e pensamentos. Aliás, outra coisa que ninguém diz sobre Adorno é que ele "é um obstáculo pra análise Marxista da música", como escreveu Adam Krims… Adorno acreditava no poder da música. É como se a música pudesse transformar a sociedade, ao contrário do que uma análise materialista diria: "é a organização social é quem define a música" Chega de surpresas por hoje! Vamos às referências. Dialética do Esclarecimento de Adorno e Horkheimer Fetichismo na Música e Regresão da Escuta de Adorno After Adorno de Tia DeNora Marxist music analysis without Adorno: popular music and urban de Adam Krims

Thiago B. A. de Souza (Thiagson)

25,827 次观看 • 1 年前

Hoje, em frente ao Capitólio, em Washington DC, o deputado americano Chris Smith, presidente do Comitê Global de Direitos Humanos na Câmara dos EUA se reuniu com parlamentares e figuras públicas brasileiras que denunciam ao mundo a ditadura no país. A difusão da verdadeira genética do desgoverno brasileiro atual corre o mundo. O Brasil não tem e nunca teve a vocação para ser uma republiqueta ditatorial perdida nos confins do mundo e governada por um semi analfabeto e sua máquina de poder. Não fossem por outras razões, como a índole de seu povo, que tem aversão ao comunismo, aversão já vista em 1964, seria pela sua dimensão geográfica e sua enorme importância na América Latina. A denúncia é de fundamental importância para o país, neste momento, já que trará inevitavelmente desdobramentos políticos e econômicos, pressionando o atual desgoverno. O fracasso das falas da 'diplomacia brasileira' em todo o mundo corrobora e muito a imagem que vai se formando sobre o verdadeiro objetivo do desgoverno ditatorial de Lula da Silva. O Brasil tem um compromisso com o mundo civilizado que não pode ser destruído por Lula, sua máquina e sua seita. E não será. A chamada 'democracia' de Lula não passa, na verdade, de uma dinheirocracia desavergonhada e atrasada, herança do coronelismo de décadas anteriores. Presentes no evento em Washington Eduardo Bolsonaro, Bia Kicis, Ludmila Lins Grilo, Gustavo Gayer, Marcel Van Hatten e outros brasileiros que entendem que a tal dinheirocracia é imediatista, favorece apenas momentaneamente o bolso dos corruptos e traz um enorme atraso -e decadência-ao país a médio e longo prazos. O Brasil não merece o destino que Lula quer impor. Outra realidade é possível, a de crescimento. Essa consciência foi trazida pelas mãos de Jair Bolsonaro, que é hoje a maior força politica do país, perseguida ou não.

Marco Angeli

89,584 次观看 • 2 年前

Ignorância pura de alguém que ironicamente construiu sua carreira sob a imagem do ser culto. E totalmente normal, não é? Ele torce para o Fluminense. Já foi até objeto de uma (ridícula) bandeira. Um clube que nasceu elitista, abraçou isso e se orgulha até hoje. E deve incomodar muito ver que o coirmão (e que ele juram que deve lhes algo- mais uma ignorância histórica), que tinha tudo pra ser igual a eles, decidiu seguir um caminho bem diferente. A origem não define ninguém. Você pode aceitar ela ou não. O Flamengo rejeitou ser mais um clube "fidalgo". O Flamengo desde o começo de aproximou do povo. Criou sua sede em um terreno que à época era nada mais que um mangue. Terreno esse que foi aterrado pelo povo. Povo que formou inclusive uma favela anexa à Gávea, de onde literalmente pularam o muro craques como Adilio. Favela essa que décadas depois foi retirada de lá por decisão governamental. Não do Flamengo. Desde as décadas de 20 o Flamengo passou a viajar pelo Brasil, estar em contato com o povo. Enquanto o time da colônia investe em marketing pra transformar em inclusão estratégias adotadas pelos portugueses para, em uma época que o amadorismo ainda prevalecia, obter vantagem esportiva, o Flamengo não precisa disso. A favela é Flamengo. O povo é Flamengo. E não é alguém que raramente deve pisar em uma e que torce para um time que se orgulha de ser de elite que vai mudar isso. A primeira Copa do Mundo que o Brasil acompanhou pra valer tinha dois grandes craques pretos: Domingos da Guia e Leônidas da Silva. Ambos do Flamengo. O último inclusive foi o melhor jogador e virou ídolo do Brasil. Para além do discurso, Flamengo esteve sempre presente. Populismo é você ser um time de colônia cuja torcida canta "silêncio na Favela" contra o Flamengo e fazer campanha para ser o "legítimo time do povo". Populismo é você endividar e acabar com seu clube pra passar a imagem de um clube olímpico, como aconteceu em Sydney, enquanto o Flamengo desenvolve há décadas um trabalho verdadeiramente olímpico junto à população. Flamengo não precisa de campanhas de marketing, frases estampadas em muros e de falas de quem mal sabe o que é uma favela para ser o que é. Flamengo é o time do povo. E não é o time do povo de UMA comunidade, de um bairro, de uma cidade ou estado. Flamengo é o time do povo do Brasil. Embora um torcedor do time da "fidalguia" e "garbo da mocidade" não aceite... O povo não é do Flamengo por populismo. Flamengo é que é do povo. Mas, sinceramente, alguém se surpreende de alguém com esse estereótipo querer ditar o que é certo ou errado em relação aos outros? Ainda quando esses outros literalmente são "outros" para ele? Não, né? Só existe um clube que incomoda tanto a ponto disso. O Flamengo... Aquele mesmo do asfalto, do morro, de Deus e do povo. #MundoBolaFlamengo por CT Paiva CT Paiva - UrubuClube 𓅐 #CRF #fluminense #vasco #pedrobial #corinthians #jucakfouri

Jornal do Fla - Notícias do Mundo Rubro-Negro

16,889 次观看 • 4 个月前