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O combate em ambiente urbano é um dos mais complexos que existe. Quando há ruínas nas ruas, o inimigo pode surgir de literalmente qualquer lado, e dentro de casas e edifícios qualquer escadaria ou porta fechada pode esconder uma armadilha. Aqui vemos soldados israelenses lutando contra terroristas palestinos em...

317,371 Aufrufe • vor 1 Jahr •via X (Twitter)

11 Kommentare

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cardosovor 1 Jahr

Por isso é muito mais seguro identificar o esconderijo e mandar ma Mark 84 fazer o serviço.

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Hold Fast Apparelvor 2 Jahren

💪 Fearless Faith: No foe can stand in your way when God is by your side.

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Mattewsvor 1 Jahr

Eu pago muito p** pros caras, na moral! A progressão tática deles e o preparo é UM ABSURDO, irmão! Até hoje, a melhor instrução que eu tive no meu tempo como militar foi com um instrutor israelense a convite da unidade que eu servi. Os caras são muito BONS, de verdade!👌🏻

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izumi Curtisᶜʳᶠvor 1 Jahr

Uma pessoa só

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Leonardo Hildebrandt 🇧🇷🥊vor 1 Jahr

CS da vida real é bem diferente do jogo. 😬

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Guilherme Nunesᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠᅠvor 1 Jahr

Teve um fogo amigo forte aí ou é só impressão minha?

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LáEstáElevor 1 Jahr

Aparenta por quê…por ter uma casa em pé…?

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pedreiro azulejista Dinei Oliveiravor 1 Jahr

Muita adrenalina e complexidade as vezes um simples civil é um terrorista

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Lvor 1 Jahr

CQB é sinistro demais.

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Correiavor 1 Jahr

Os cara caindo kkkkk se jogando na escada estilo cod, muito realista

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Art Vandelayvor 1 Jahr

o cara recebeu uma granada na cara enquanto tava caido no chao e ainda saiu rastejando e depois andando? estranho

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Vi hoje, por aqui, a imagem deplorável de um cantor brasileiro* -hoje decadente e inexpressivo- feliz, num palco, exibindo orgulhoso a bandeira palestina. Nestes dias, isso significa um apoio explícito ao grupo terrorista Hamas. O caso não é isolado, como sabemos. Acontece aqui e ali, em todo o mundo, e uma realidade que parecia impossível de se conceber, há dez anos, vai sendo disseminada pelo mundo, invertendo valores estabelecidos há centenas de anos. O alvo desse mecanismo hoje poderoso é especialmente o cristianismo e seus valores, praticamente a base da civilização ocidental. Lenta e estrategicamente, esse mecanismo perverso vai tentando normatizar e reescrever temas fundamentais, como aborto, direito à vida, justiça, religião, liberdade, individualidade, e direitos básicos dos cidadãos. Isso é visto claramente nos ataques a Israel e na tentativa de se reavaliar o significado do nazismo na história da humanidade. A veiculação em massa desses temas, pela grande mídia, vai normatizando e anestesiando pessoas em todo o mundo e as conduzindo para discussões que, há tempos, eram impensáveis. Quem, há pouco, ousaria discutir o Holocausto em sua essência, o de assassinato de 6 milhões de pessoas? Muitos ainda não perceberam que não só o Brasil, mas o mundo, enfrenta uma guerra que é fundamentalmente espiritual. E que transcende em muito fatores de poder, política, ou econômicos. E é travada em cada indivíduo, em cada cidadão do mundo. Uma luta que, de forma objetiva e simples, pode ser definida como uma guerra entre o bem e o mal. Felizmente, para cada ação de artista decadente que defende assassinos há uma reação do mundo conservador e civilizado, que batalha pela manutenção da vida, da liberdade e dos valores cristãos. Esse é o conteúdo do videozinho que coloco aqui, necessário e vivo, num mundo cada vez mais frio e politicamente correto.

Marco Angeli

22,601 Aufrufe • vor 2 Jahren

Nos últimos dias, uma fala do jornalista João Vitor Xavier ganhou eco entre torcedores do Atlético: há gente trabalhando contra a diretoria do clube. Não é crítica comum, não é cobrança normal, segundo ele, existe má-vontade organizada. E, olhando para o clima nas redes, fica difícil discordar. O debate sobre o Atlético saiu do campo e virou palco de algoritmo. Não é mais sobre discordar de decisões, mas sobre torcer para dar errado para gerar engajamento. A crítica deixou de ser ferramenta e virou produto. Quanto pior o ambiente, mais curtidas, mais comentários, mais “eu avisei”. E é curioso: alguns não querem solução, querem narrativa. Existe cobrança justa? Sempre. Atlético é clube grande e precisa ser questionado. Mas há uma diferença clara entre cobrar e sabotar o ambiente diariamente, transformando qualquer notícia em crise e qualquer silêncio em caos. A diretoria erra, acerta, negocia, segura informação, faz parte do jogo. O que não faz parte é a torcida ser empurrada para um clima de permanente incêndio. E assim se cria um cenário artificial: se contrata, reclamam do nome; se não contrata, reclamam da demora; se fala, criticam o discurso; se não fala, criticam o silêncio. Não há ponto de equilíbrio, porque o objetivo nunca foi o equilíbrio, foi o engajamento. O Atlético vive um momento de reformulação, decisões difíceis e mercado complexo. Não é hora de tapar o sol com a mão, nem de romantizar diretoria. Mas também não é hora de torcida comprar narrativa de caos fabricado. Crítica constrói. Má-vontade organizada destrói. No fim, o algoritmo não entra em campo. Quem joga é o time, quem decide é o clube. E talvez o maior gesto de apoio, agora, seja um pouco de lucidez: parar de transformar qualquer movimento em tempestade e entender que rede social não pode ser diretora de futebol. Porque, se a discussão vira só barulho, quem comemora é o engajamento, não o Atlético. Portal @ultimajogada.blog.galo Canal @thdearaujogalo 🗞️ @joaovitorxavierbh Por Raquel.produtorajornalista

THI🅰️GO DE 🅰️R🅰️ÚJO

71,722 Aufrufe • vor 5 Monaten

O Legado do Orelha: a Crueldade Rompeu a Bolha Essa tragédia nos esfregou na cara algo que ninguém esperava. E não, não falo da maldade humana — essa já é uma velha conhecida. A pergunta é incômoda, mas urgente: pode existir algo de positivo em uma crueldade desse tamanho? Para além da revolta e da sensação sufocante de injustiça, essa violência que beira a psicopatia expôs algo que não víamos há muito tempo: um limite comum. Um ponto de encontro na indignação O caso do cão Orelha rompeu bolhas. Ele unificou vozes que, em dias normais, discordam de absolutamente tudo. Direita, esquerda, opostos que não se suportam... todos convergiram em uma única certeza: isso não pode ser normalizado. Isso diz muito mais sobre nós do que sobre o crime isolado. O que realmente fere não é apenas o ato em si, mas a tentativa de blindagem. É ver adultos tentando proteger erros graves sob a velha lógica de que consequências são negociáveis para quem tem poder. Quando pais não impõem limites, ensinam que há um "jeitinho" pra tudo. Agora o principal: a Justiça não tem que ter ideologia Orelha acabou fazendo o que discursos, partidos e campanhas falharam em fazer: ele nos lembrou que a justiça não pode se apegar a ideologias. Cobrar punição não é uma questão de posicionamento político; é um exercício básico de cidadania. Se há abuso, corrupção, tem que haver denúncia. Se há impunidade, tem que haver exposição. Independentemente do espectro político, o certo não pode ter meio-termo. Que o legado do Orelha não seja apenas a memória da dor. Que seja o lembrete de que, diante da barbárie, não deveria existir "lado". Existe apenas a justiça. Justiça por Orelha. E por todos os animais que sofrem, cujos agressores ainda se escondem atrás do silêncio ou do privilégio.

Paula Zanelli

11,565 Aufrufe • vor 5 Monaten