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Ana Sayfaya Dön

O conceito de “propriedade pública”, para a esquerda, nunca foi de todos. Na prática, significa propriedade deles e de quem pensa exatamente como eles. Praças, escolas, universidades, recursos do Estado: tudo vira espaço reservado para militantes, onde discordar é invasão e ser contra a narrativa dominante vira crime de...

23,716 görüntüleme • 3 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Hoje, todos os partidos da direita votaram contra a Iniciativa Legislativa de Cidadãos para reforçar o combate à discriminação e aos crimes de ódio. Todos da esquerda votaram a favor. A iniciativa foi chumbada. Hoje confirmamos, mais uma vez, que dar maiorias parlamentares à direita significa abrir caminho ao retrocesso. Uma Assembleia menos comprometida com a igualdade, menos disponível para proteger as vítimas e mais pronta a transformar reservas técnicas em recusa política. Usaram argumentos jurídicos para votar contra uma iniciativa que podia, e devia, baixar à especialidade para ser melhorada. Porque é precisamente para isso que serve a especialidade: corrigir, aperfeiçoar, garantir proporcionalidade, clareza e segurança jurídica. Mas a direita preferiu chumbar porque não se importa. Porque como se percebeu nos discursos quer as vítimas caladas e sem proteção. A radicalização do Partido Social Democrata já não é apenas uma deriva retórica. É uma escolha política. A luta contra a discriminação não é uma causa de uma bancada. É uma causa da democracia. E quando um partido que se diz social-democrata vira as costas a esta luta, não está apenas a votar contra uma iniciativa. Está a dizer ao país de que lado escolhe estar. Nós continuaremos do lado das vítimas, da igualdade, da dignidade humana e de uma democracia que não deixa ninguém para trás. Mas cabeça erguida, a luta continua! #democracia #discrimination #portugal #igualdade #direitoshumanos

Eva Cruzeiro

12,865 görüntüleme • 3 ay önce

Diante de jovens conservadores na França, Flávio Bolsonaro (Flávio Bolsonaro ) não falou apenas do Brasil. Falou de um fenômeno global: a normalização da perseguição política travestida de defesa da democracia. O ponto central do discurso não é o pai, nem a sucessão, nem a eleição. É algo mais profundo e mais perigoso: quando instituições deixam de ser árbitro e passam a ser parte interessada, a democracia deixa de ser regra e vira retórica. A perseguição, então, não precisa mais de tanques. Basta toga, carimbo e narrativa. Ao relatar o caso brasileiro, Flávio expõe uma inversão clássica do nosso tempo: quem questiona processos é tratado como inimigo do sistema; quem controla o sistema passa a se dizer guardião da democracia. A crítica vira crime. A dúvida vira golpe. E a sentença vem antes do julgamento. Mas o discurso não fica preso ao passado. Ele avança para o presente social. Um país com recursos abundantes, produção de alimentos para o mundo e potencial energético estratégico, mas que mantém milhões dependentes do Estado para sobreviver. Não como transição. Como política permanente. A miséria deixa de ser tragédia a ser resolvida e passa a ser ativo eleitoral a ser administrado. A fala toca num nervo sensível: quando o governo comemora o aumento do número de dependentes, algo essencial se perdeu. O Estado deixa de ser ponte e vira muleta. E a política abandona a emancipação para abraçar o controle. No plano internacional, o recado é claro. O Brasil poderia ser solução energética para a Europa, segurança alimentar para o mundo e parceiro estratégico nas cadeias tecnológicas do futuro. Mas, para isso, precisaria de pragmatismo, previsibilidade institucional e alinhamento com democracias reais — não com regimes autoritários romantizados por ideologia. Ao citar Venezuela, crime organizado, fronteiras dominadas e violência cotidiana, o discurso ganha contorno humano. Não é estatística. É gente. Mulheres, famílias, crianças fugindo de ditaduras, atravessando fronteiras, pagando o preço de escolhas políticas erradas feitas longe delas. No fim, o recado aos jovens franceses não é partidário. É civilizacional. Política não é algo que se ignora sem custo. Quando os bons se afastam, o espaço não fica vazio. Ele é ocupado. E as decisões tomadas ali passam a governar a vida de todos. O discurso termina onde começou: no chamado à responsabilidade. Não à idolatria, mas à participação. Não à dependência, mas à autonomia. Não à submissão ao discurso dominante, mas à coragem de enfrentar o consenso imposto. Não é um discurso confortável. Mas é exatamente por isso que ecoa além do Brasil.

・ Ice ・  Ⅹ ・

18,637 görüntüleme • 7 ay önce

Isso não é ruído. É alarme institucional. Uma bomba-relógio foi acionada em Brasília e o contador regressivo aponta direto para o Supremo Tribunal Federal. O celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi aberto. E o que começou a sair dali tem potencial para romper o teto de vidro da República, como descrito nas notas de Lauro Jardim. Quando se conectam os pontos, o desenho assusta. Empresas de parentes de ministro, contratos de “consultoria” nebulosos, pagamentos mensais que ninguém explica, e uma cadeia de escritórios de advocacia no meio do caminho. A empresa Maridit, ligada a irmãos do ministro Dias Toffoli, aparece no radar. A pergunta é simples e devastadora: a título de quê? Quem paga, quem recebe, e para onde o dinheiro vai depois. A coisa piora quando surgem mensagens no celular apreendido. Cobranças insistentes por liberação de pagamentos, feitas por uma “autoridade da República” com intimidade suficiente para pressionar. Se isso se confirmar, deixa de ser pauta política e vira urgência institucional. Não é sobre lado. É sobre limite. E limite, quando cai, leva tudo junto. O sinal final é o pânico. Ministros alertados de que as investigações vão respingar. Três notas no mesmo dia não são coincidência. São vazamento de pressão antes da represa romper. Presunção de inocência existe e deve existir. Mas não pode virar escudo para travar apuração. Se houver crime no topo do poder, ele precisa ser exposto. Porque quando a Corte que deveria ser o último pilar entra no centro do escândalo, não há narrativa que segure. Isso não é fofoca. É teste de sobrevivência institucional. E o Brasil precisa da verdade — inteira, doa a quem doer.

・ Ice ・  Ⅹ ・

24,243 görüntüleme • 8 ay önce