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O corrupto João Lourenço, manifestou "algum incómodo" com a nova lei da nacionalidade alertando para os riscos que a medida pode representar para as relações bilaterais e para o futuro CPLP. “O mínimo que exigimos é que Portugal não trate os imigrantes pior do que os portugueses foram tratados...

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🇵🇹📈 O PAÍS DOS QUE TRABALHAM Inspirador discurso do Presidente da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, a descrever o país que a Iniciativa Liberal quer. Menos dependência. Menos conformismo. Menos mediocridade. Menos mentiras e políticas inconsequentes. Mais competência. Mais coragem. Mais determinação. Mais ambição. Mais recompensa para quem se esforça. "Sr. primeiro-ministro, tem de haver país para os portugueses com ambição, para os portugueses que trabalham, um país em que o risco e o mérito não são desincentivados, nem criticados. Um país em que o sucesso é celebrado. Sem favores, sem cunhas, sem cartão partidário. Esse é o país que o Senhor nunca será capaz de promover. Porque esse país não é socialista. Esse país é liberal. Esse é o país dos portugueses que trabalham." A Iniciativa Liberal representa os portugueses com ambição. António Costa não. Portugal tem de ser um país para os que trabalham, os que já trabalharam e os que querem vir a trabalhar no seu país sem serem obrigados a emigrar. -- Saúdo os profissionais liberais e os trabalhadores independentes. Os que se endividam para irem atrás do seu sonho que pedem ao banco ou aos familiares para comprar o computador, para comprar o mobiliário, para remodelar o escritório, para comprar a cadeira de dentista, para comprar o plano de faturação, para pagar a formação que lhes permite estarem sempre atualizados. Saúdo os pequenos comerciantes e empresários que abrem uma porta ao público e que esperam pelos primeiros clientes. E que, depois, porque os clientes nem sempre aparecem, vão à luta para os conquistar. Saúdo as pequenas empresas que querem crescer. Que querem abrir um novo estabelecimento. E depois outro. E mais outro. E mais outro ainda. Saúdo as médias empresas que querem explorar novos mercados e querem ser grandes. Saúdo as grandes empresas que querem ser ainda maiores. Saúdo os trabalhadores dessas empresas, que todos os dias, com o seu esforço e o seu mérito, contribuem para que essas empresas possam continuar a crescer. Saúdo os estagiários que agora começam o seu percurso profissional. Saúdo os trabalhadores que fazem horas extra para levar um pouco mais de rendimento ao fim do mês para casa. Saúdo os trabalhadores que foram promovidos devido ao seu notável desempenho. Saúdo todos os que têm dois empregos porque um só não chega para pagar as contas. Saúdo os funcionários públicos que não desistem e que anseiam pelo dia em que o seu desempenho será justamente avaliado e em que o seu trabalho será recompensado tendo em conta a sua produtividade e o seu contributo para o país. Saúdo os 71 mil portugueses que emigraram em 2022. 46,7% dos quais tinham o ensino superior e todos aqueles que se viram obrigados a emigrar já em 2023. Saúdo os milhares que foram obrigados a emigrar já em 2023 Saúdo os que estudam noite dentro para fazerem mais uma cadeira, para darem mais um passo em relação ao futuro. Saúdo os que estudam a tempo inteiro. Saúdo os que fazem part-times enquanto estudam. Saúdo os que se levantam cedo e os que se deitam tarde para dar um futuro melhor aos filhos. Saúdo os que nunca sabem a que horas chegam a casa depois do trabalho porque os transportes não funcionam. Saúdo o Portugal que quer subir na vida pelo trabalho. Saúdo aqueles que não desistem, que arriscam, que procuram o sucesso, que continuam a lutar apesar do seu Governo. Saúdo aqueles que não se sentem representados por um Primeiro-ministro que sobrepõe a mediocridade à excelência, que privilegia o conformismo em detrimento da ambição, que prefere a propaganda à ação, que escolhe o assistencialismo em vez da responsabilidade, que gere o curto prazo enquanto adia ao futuro. Saúdo aqueles que não se deixam enganar por um Primeiro-Ministro e por um ministro das Finanças que sistematicamente lhes mentem. A Iniciativa Liberal vai pôr Portugal a crescer. #PortugalMaisLiberal

Iniciativa Liberal

60,799 Aufrufe • vor 2 Jahren

🔴 DENÚNCIA PÚBLICA — CONTRASTE ENTRE AS DECLARAÇÕES DA POLÍCIA NACIONAL E A REALIDADE NAS RUAS 🔴 Entre os dias 28 a 30, de julho de 2025, durante a paralisação nacional convocada pela ANATA, foram captados em vídeo um agentes da Polícia Nacional fardados e à paisana a disparar deliberadamente contra civis a distância, em plena luz do dia. Estes agentes não apontoaram para o chão, nem para as pernas, nem para o ar — apontoaram para o peito e para a cabeça. E os mais de 30 mortos confirmam que os disparos foram feitos para matar. Ainda assim, o Subcomissário da Polícia Nacional, Mateus Rodrigues, veio a público afirmar: “Não houve uma intenção da polícia de ir pra rua matar pessoas… Não há, não houve uma ordem para os efectivos da polícia matarem (…) Os polícias não são impunes, nem de dentro pra dentro nem de dentro pra fora… Devem ser denunciados sempre que inobservarem os princípios da actuação.” Ora, a brutalidade captada em vídeo contradiz diretamente esta narrativa. O que vimos não foi contenção, nem tentativa de proteger cidadãos, nem tão-pouco cumprimento da lei. O que vimos foi execução sumária em plena via pública. Não há como disfarçar, nem justificar. A pergunta que se impõe é: onde estão os resultados do inquérito prometido? Quem foi responsabilizado? Até agora, apenas silêncio e cinismo. 📢 Exigimos: 1.A identificação e julgamento destes agentes que dispararam a queima-roupa, conforme consta neste e outros vídeos. 2.A divulgação pública dos resultados do inquérito interno prometido pela Polícia Nacional. 3.Que todos os agentes envolvidos em execuções sumárias durante os protestos sejam levados a tribunal e responsabilizados nos termos da Constituição e das leis da República de Angola. 4.Que se respeite o devido processo legal: mesmo cidadãos que tenham cometido crimes não podem ser mortos na rua. Angola não prevê a pena de morte. A impunidade institucional mata mais do que qualquer arma. 📍Os cidadãos foram para as ruas exercer um direito constitucional — o da manifestação. A resposta das autoridades não pode ser a execução. O Estado de Direito não pode coexistir com a banalização da morte. Justiça para os mortos. Respeito pela Constituição. Fim à impunidade. #JustiçaJá #Angola #DireitosHumanos #ParemAsExecuções

🆂🅰🅻🆄𝕏cogitatoris

18,762 Aufrufe • vor 1 Jahr