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🚨O deboche com que parte da imprensa tratou o acidente de Jair Bolsonaro é inaceitável. A pergunta “quem caiu da cama?” não informa, não esclarece e não contribui em nada para o debate. Apenas expõe uma postura cruel e desumana diante da saúde de um ex-presidente da República. Rir...

159,147 Aufrufe • vor 8 Monaten •via X (Twitter)

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O ministro Alexandre de Moraes, negou neste 1º de janeiro o pedido de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, mesmo diante do grave agravamento de seu estado de saúde. Bolsonaro está preso em uma cela da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, e foi sentenciado a uma pena de 27 anos de prisão, em um processo farsesco que a defesa sustenta se referir a um crime que ele não cometeu. A situação clínica do ex-presidente é consequência direta do atentado a faca sofrido em 2018. Desde então, Bolsonaro passou por múltiplas cirurgias abdominais, desenvolveu aderências intestinais e enfrentou sucessivas internações. Nos últimos meses, o quadro se agravou com crises persistentes de soluços, provocadas por irritação do nervo frênico, responsável pelo controle do diafragma e da respiração. Diante da gravidade, médicos realizaram bloqueios no nervo frênico, procedimento invasivo e raro, indicado apenas em casos extremos. Foram três intervenções recentes, e Bolsonaro permanece internado, com dores, dificuldade para se alimentar, perda de sono e desgaste físico e emocional evidente. Ainda assim, Moraes entendeu que não estariam presentes os requisitos para a concessão da prisão domiciliar, alegando ausência de risco imediato à vida. A decisão ignora não apenas o conjunto do quadro clínico, mas também o caráter humanitário da medida, prevista em lei para pessoas em condições médicas graves. Trata-se de um homem de mais de 70 anos, ex-presidente da República, com a saúde profundamente comprometida por um atentado, submetido a sucessivas cirurgias e mantido sob custódia do Estado. Independentemente de posições políticas, o tratamento dispensado é inadmissível. O que está em curso não é Justiça, é justicialismo. Não se busca a aplicação equilibrada da lei, mas a exposição pública de um corpo adoecido como instrumento de poder - nada mais cruel.

Karina Michelin

19,890 Aufrufe • vor 8 Monaten

Moraes ignora laudo, segura decisão e mantém Bolsonaro sob pressão mesmo internado O caso expõe mais do que um processo. Expõe método. O ministro Alexandre de Moraes decide que o laudo médico não basta e exige uma nova perícia para avaliar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, mesmo com o ex-presidente internado há dias e sem previsão de alta. A pergunta é inevitável. Se há equipe médica, hospital, acompanhamento clínico contínuo, o que exatamente está sendo colocado em dúvida. A saúde do paciente ou a conveniência da decisão. Não é a primeira negativa. Já são sucessivos pedidos recusados. Mesmo cenário, mesma resposta, mesma resistência. Agora surge a perícia independente como novo filtro. Na prática, mais tempo. Mais controle. Mais adiamento. O histórico pesa. Bolsonaro saiu da domiciliar após alegação de descumprimento de medidas, foi levado à Polícia Federal e depois transferido para a Papuda. Desde então, a regra parece clara. Qualquer flexibilização vira exceção quase impossível. A exigência de nova perícia pode ser vendida como cautela jurídica. Mas também revela um padrão. Moraes não decide no limite da dúvida. Decide no limite do controle. Nos bastidores, cresce a leitura de que a decisão já existe, apenas ainda não foi formalizada. O processo segue, o tempo passa, e o custo político aumenta. Enquanto isso, a realidade é simples. Um ex-presidente internado. Um pedido de domiciliar. Um laudo médico já apresentado. E um Supremo que continua dizendo que ainda não é suficiente. No fim, não é só sobre saúde. É sobre quem define o ritmo do jogo. E hoje, esse ritmo tem dono. Um Ditador sem escrúpulos no poder. LIBERTEM BOLSONARO

・ Ice ・  Ⅹ ・

43,945 Aufrufe • vor 6 Monaten