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Ana Sayfaya Dön

O iFood fez 300 deploys em 4 semanas. PM, designer e dev todos commitando ao mesmo tempo. A Isabella Piratininga, diretora do iFood, contou isso no episódio novo do Product Guru's quase de passagem, como se fosse normal. E talvez já seja, pelo menos para o iFood. O que...

364,630 görüntüleme • 1 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Eu assisto essa fala inteira e a primeira coisa que me atravessa é a sensação de que o Brasil acabou e só esqueceram de avisar oficialmente. O que o Allan descreve ali não é análise política. É autópsia. É laudo técnico de um país que foi colocado na UTI e continua sendo tratado como se estivesse com dor de cabeça. E o mais assustador é que está tudo na nossa cara, explícito, escancarado, sem pudor, e mesmo assim tem gente fingindo que dá para esperar 2026 como se estivéssemos disputando eleição escolar. O que Gilmar fez não é uma decisão. É confissão. A maior confissão de culpa institucional que eu já vi na vida. O ministro simplesmente arrancou do Senado o poder constitucional de abrir impeachment contra ministros do STF e jogou tudo na mão da PGR. Tudo. Só a PGR pode. E quem escolhe o PGR é o presidente da República. E quem controla o ambiente que decide quem será presidente já deixou a pistola carregada em cima da mesa. Isso não é interpretação. Isso está dito ali, nas entrelinhas, na lógica, no movimento. Eu olho para essa decisão e entendo exatamente o que ela significa. Gilmar não teme que o Senado tenha maioria de direita em 2027. Por isso arrancou o poder do Senado. Ele teme que essa maioria exista, mas não teme que um presidente de direita seja eleito. E por que ele não teme. Porque eles já sabem que não haverá presidente de direita. Não acreditam, não especulam, não projetam. Eles sabem. Eles contam com isso como quem conta o nascer do sol. E o mais grave é que ele demonstra isso na escolha de quem segura a chave do impeachment: a PGR. Só que para colocar alguém na PGR, você precisa ser presidente. E se ele não tem medo de perder a PGR, é porque já decidiu que você não vai escolher o próximo presidente. É aí que cai a máscara. É aí que a coisa vira horror puro. Eles estão lidando com 2027 como se o resultado já estivesse impresso em PDF. Eles não escondem. Eles não disfarçam. Eles não têm medo de parecer autoritários porque já passaram da fase de parecer. Agora é oficial. Agora é assumido. Agora é institucionalizado. O ministro do Supremo está dizendo ao país que não importa quem o povo queira, quem o povo vote, quem o povo apoie. O sistema já sabe quem vai ganhar. E não é você. E não é a direita. E não é a oposição. Eles têm certeza absoluta de que não vão deixar o poder. E não para aí. O Allan mostra como até a grande mídia já tinha vazado a preocupação interna do STF com a possibilidade da direita assumir o Senado em 2027. Era esse o medo. Não era golpe, não era democracia, não era estabilidade institucional. Era medo de perder blindagem. Medo de perder o escudo. Medo de perder o para-raios que protege abusos há anos. E quando o medo vira racional, a caneta vira arma. E aí vem o movimento final: jogar tudo no colo da PGR. O último cadeado. A trava de segurança. A garantia de que nada e ninguém tocará nos donos do poder. E para completar a coreografia da tragédia, vem o silêncio ensurdecedor. Davi Alcolumbre fazendo cara de paisagem. Meia dúzia de senadores resmungando como quem reclamou do trânsito. E acabou. A ordem está dada. A Constituição está anulada na prática. A separação de poderes virou peça de museu. E o mais chocante é ver o contraste entre a força do crime e a fraqueza das instituições. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio preso por vazar operação para narcotráfico. O menino que fez chacina em escola infantil solto, reeducado, devolvido ao mundo como se tivesse furtado um chocolate. E ao mesmo tempo patriotas sendo extraditados da Argentina como terroristas. O pedido de impeachment de Alexandre de Moraes com oitocentas páginas e sessenta e oito mil assinaturas virando pó em menos de doze horas por uma decisão monocrática. Parece ficção, mas é o Brasil. É o Brasil de verdade. É o Brasil dos sequestrados. Eu não tenho mais paciência para lidar com quem ainda está discutindo estratégia eleitoral. O Allan está certo quando diz que não é burrice, é negação. É medo de olhar o abismo. É vontade infantil de acreditar que em 2026 tudo se resolve com urna, adesivo, santinho e carreata. Não resolve. Não vai resolver. Não existe eleição com oposição encarcerada. Não existe democracia quando o juiz escolhe quem pode julgá-lo. Não existe disputa quando o resultado já está declarado por quem deveria garantir neutralidade. Eu digo isso com toda a clareza possível. Agora não é hora de discutir candidato, partido, nome, projeto. Agora é hora de gritar. É hora de expor ao mundo o sequestro institucional que está acontecendo aqui. É hora de colocar no centro do debate a liberdade de Bolsonaro. A liberdade dos presos políticos. A denúncia do abuso, da tortura, da perseguição. É hora de admitir que o Brasil está sob captura. Que o país virou vitrine do foro de São Paulo. Que narcotráfico, STF e governo caminham como uma tríade intocável. E quando eu vejo alguém ainda falando de 2026 como se fosse um campeonato normal, eu entendo exatamente por que eles fazem tudo isso com tanta tranquilidade. Eles sabem que o povo ainda não acordou. Eles sabem que grande parte da direita ainda vive de esperança, não de realidade. Eles sabem que enquanto isso durar, enquanto essa ilusão persistir, eles podem rasgar a lei todos os dias sem pagar nenhum preço. Eu termino isso dizendo o que deveria ser óbvio para qualquer pessoa com senso mínimo de honestidade intelectual. O foco é um só. Liberdade de Bolsonaro. Liberdade de todos os presos do dia oito. Denúncia internacional. Exposição total do que está acontecendo aqui. Porque enquanto a oposição estiver acorrentada e o povo estiver anestesiado, não existe eleição, não existe Senado, não existe Constituição. Existe regime. E está na hora de admitir isso. Antes que a conta chegue de vez.

・ Ice ・

13,667 görüntüleme • 7 ay önce

Essa frase não é inocente. É baixa. E é baixa porque se esconde atrás de um tom supostamente analítico para fazer um rebaixamento simbólico calculado. "O Lula mesmo, há oito anos, estava preso [...] hoje é presidente da república. Então, ASSIM COMO, também Bolsonaro, agora está preso e quem sabe: pode também virar o presidente da república, né?! Pelo visto brasileiro gosta de um ex-presidiário". Quando se diz que Lula esteve preso e hoje é presidente e em seguida se acrescenta “assim como Bolsonaro”, o que se faz não é uma constatação histórica neutra. É um enquadramento. Não se comparam crimes, dizem. Mas se igualam trajetórias. Não se misturam contextos, dizem. Mas se coloca tudo no mesmo pacote narrativo. O efeito é imediato e proposital. Bolsonaro deixa de ser vítima de perseguição e passa a ser tratado como mais um personagem do folclore nacional do ex presidiário reciclável. Isso não é leitura fria do cenário. É normalização da injustiça. Bolsonaro não está preso porque o sistema falhou. Está preso porque enfrentou o sistema. Lula voltou apesar do sistema. Bolsonaro está sendo esmagado por ele. Tratar essas duas realidades como equivalentes é desonestidade intelectual travestida de pragmatismo político. E quando se arremata com a frase de que o brasileiro gosta de ex presidiário, o desprezo fica completo. O problema deixa de ser o Judiciário, a perseguição seletiva, o jogo de poder e passa a ser o povo. Como se tudo fosse fruto de uma tara cultural, não de engenharia política, narrativa judicial e manipulação contínua. É a terceirização da culpa em sua forma mais confortável. Essa fala não fortalece Bolsonaro. Ela o dilui. Não denuncia o sistema. Ensina a conviver com ele. Não aponta a injustiça. A transforma em precedente. É o tipo de discurso que não se queima com ninguém. Agradável ao establishment, palatável ao centro, seguro para quem quer parecer maduro, institucional e viável. Enquanto isso, o símbolo é amortecido. O perseguido é normalizado. A exceção vira estatística. Isso não é defesa. É acomodação. Não é coragem. É conveniência. Colocar Bolsonaro nessa moldura não é protegê-lo. É torná-lo administrável. É dizer, em outras palavras, que tudo está dentro do jogo, que basta esperar o tempo passar, que a injustiça pode ser digerida como estratégia. E quando a injustiça vira estratégia, quem ganha não é o perseguido. Ganha quem espera a vez sem precisar enfrentar nada.

・ Ice ・  Ⅹ ・

35,940 görüntüleme • 7 ay önce

Quando um ministro precisa lembrar o próprio Supremo do que o próprio Supremo já decidiu, o problema não é jurídico. É memória seletiva. Fux não trouxe tese nova, não reinventou nada. Apenas resgatou o óbvio. O mesmo tribunal que agora fala em limites, em excesso, em perigo institucional, já reconheceu que a minoria tem direito de investigar e, mais do que isso, de continuar investigando. No caso das fake news, a história era outra. Diziam que a CPI estava indo longe demais, avançando no tempo, ampliando o escopo. Ainda assim, o Supremo garantiu a continuidade. Chamou isso pelo nome correto, direito subjetivo da minoria. Proteção democrática. Equilíbrio de forças. Agora, o discurso muda. O que antes era garantia vira risco. O que antes era proteção vira abuso. O que antes era necessário para o funcionamento do sistema passa a ser tratado como ameaça ao próprio sistema. E não é porque a regra mudou. É porque o alvo mudou. Fux expôs isso sem precisar dizer diretamente. Ao lembrar o precedente, ele desmonta a narrativa de que o Supremo nunca enfrentou o tema. Enfrentou sim. E decidiu de forma oposta. O resto é ajuste de contexto. Porque no Brasil, a Constituição não é reinterpretada por necessidade jurídica. Ela é recalibrada conforme o risco político. E quando até o precedente precisa ser esquecido para sustentar a decisão do presente, o que está em jogo não é coerência. É conveniência.

・ Ice ・  Ⅹ ・

15,262 görüntüleme • 4 ay önce

Vi hoje, por aqui, a imagem deplorável de um cantor brasileiro* -hoje decadente e inexpressivo- feliz, num palco, exibindo orgulhoso a bandeira palestina. Nestes dias, isso significa um apoio explícito ao grupo terrorista Hamas. O caso não é isolado, como sabemos. Acontece aqui e ali, em todo o mundo, e uma realidade que parecia impossível de se conceber, há dez anos, vai sendo disseminada pelo mundo, invertendo valores estabelecidos há centenas de anos. O alvo desse mecanismo hoje poderoso é especialmente o cristianismo e seus valores, praticamente a base da civilização ocidental. Lenta e estrategicamente, esse mecanismo perverso vai tentando normatizar e reescrever temas fundamentais, como aborto, direito à vida, justiça, religião, liberdade, individualidade, e direitos básicos dos cidadãos. Isso é visto claramente nos ataques a Israel e na tentativa de se reavaliar o significado do nazismo na história da humanidade. A veiculação em massa desses temas, pela grande mídia, vai normatizando e anestesiando pessoas em todo o mundo e as conduzindo para discussões que, há tempos, eram impensáveis. Quem, há pouco, ousaria discutir o Holocausto em sua essência, o de assassinato de 6 milhões de pessoas? Muitos ainda não perceberam que não só o Brasil, mas o mundo, enfrenta uma guerra que é fundamentalmente espiritual. E que transcende em muito fatores de poder, política, ou econômicos. E é travada em cada indivíduo, em cada cidadão do mundo. Uma luta que, de forma objetiva e simples, pode ser definida como uma guerra entre o bem e o mal. Felizmente, para cada ação de artista decadente que defende assassinos há uma reação do mundo conservador e civilizado, que batalha pela manutenção da vida, da liberdade e dos valores cristãos. Esse é o conteúdo do videozinho que coloco aqui, necessário e vivo, num mundo cada vez mais frio e politicamente correto.

Marco Angeli

22,601 görüntüleme • 2 yıl önce

Ignorância pura de alguém que ironicamente construiu sua carreira sob a imagem do ser culto. E totalmente normal, não é? Ele torce para o Fluminense. Já foi até objeto de uma (ridícula) bandeira. Um clube que nasceu elitista, abraçou isso e se orgulha até hoje. E deve incomodar muito ver que o coirmão (e que ele juram que deve lhes algo- mais uma ignorância histórica), que tinha tudo pra ser igual a eles, decidiu seguir um caminho bem diferente. A origem não define ninguém. Você pode aceitar ela ou não. O Flamengo rejeitou ser mais um clube "fidalgo". O Flamengo desde o começo de aproximou do povo. Criou sua sede em um terreno que à época era nada mais que um mangue. Terreno esse que foi aterrado pelo povo. Povo que formou inclusive uma favela anexa à Gávea, de onde literalmente pularam o muro craques como Adilio. Favela essa que décadas depois foi retirada de lá por decisão governamental. Não do Flamengo. Desde as décadas de 20 o Flamengo passou a viajar pelo Brasil, estar em contato com o povo. Enquanto o time da colônia investe em marketing pra transformar em inclusão estratégias adotadas pelos portugueses para, em uma época que o amadorismo ainda prevalecia, obter vantagem esportiva, o Flamengo não precisa disso. A favela é Flamengo. O povo é Flamengo. E não é alguém que raramente deve pisar em uma e que torce para um time que se orgulha de ser de elite que vai mudar isso. A primeira Copa do Mundo que o Brasil acompanhou pra valer tinha dois grandes craques pretos: Domingos da Guia e Leônidas da Silva. Ambos do Flamengo. O último inclusive foi o melhor jogador e virou ídolo do Brasil. Para além do discurso, Flamengo esteve sempre presente. Populismo é você ser um time de colônia cuja torcida canta "silêncio na Favela" contra o Flamengo e fazer campanha para ser o "legítimo time do povo". Populismo é você endividar e acabar com seu clube pra passar a imagem de um clube olímpico, como aconteceu em Sydney, enquanto o Flamengo desenvolve há décadas um trabalho verdadeiramente olímpico junto à população. Flamengo não precisa de campanhas de marketing, frases estampadas em muros e de falas de quem mal sabe o que é uma favela para ser o que é. Flamengo é o time do povo. E não é o time do povo de UMA comunidade, de um bairro, de uma cidade ou estado. Flamengo é o time do povo do Brasil. Embora um torcedor do time da "fidalguia" e "garbo da mocidade" não aceite... O povo não é do Flamengo por populismo. Flamengo é que é do povo. Mas, sinceramente, alguém se surpreende de alguém com esse estereótipo querer ditar o que é certo ou errado em relação aos outros? Ainda quando esses outros literalmente são "outros" para ele? Não, né? Só existe um clube que incomoda tanto a ponto disso. O Flamengo... Aquele mesmo do asfalto, do morro, de Deus e do povo. #MundoBolaFlamengo por CT Paiva CT Paiva - UrubuClube 𓅐 #CRF #fluminense #vasco #pedrobial #corinthians #jucakfouri

Jornal do Fla - Notícias do Mundo Rubro-Negro

16,889 görüntüleme • 5 ay önce

Agora, eu queria te fazer uma pergunta específica, Eduardo. Eu ouvi na imprensa, no dia de ontem, que o Trump não tinha ciência da importância dessa classificação, não sabia que o Brasil estava nessa situação de insegurança pública como um todo, que o Flávio apresentou isso a ele e ele ficou surpreso. Isso realmente aconteceu? Como é que foi essa conversa com relação às facções criminosas apresentadas pelo Flávio ao Trump? Não é que ele não tenha noção, Flávio, mas é que você veja só, nós fomos recebidos ali em meio a uma possibilidade de acordo histórico com o Irã, um país que ameaça o mundo com uma guerra nuclear. A gente estava ali no meio de um momento em que os Estados Unidos estão debatendo o que eles vão fazer com relação a Cuba. No meio disso tudo, a roda está girando e eles estão tendo que gerenciar não só o petróleo, mas todo o país da Venezuela. E ainda estão discutindo questões com relação à guerra da Ucrânia e Rússia. Então, você veja só que, no meio desse turbilhão todo, é complicado para o presidente ter com profundidade conhecimento de tudo. E o que eu acredito, Flávio? Eu acredito que o Itamaraty do Lula tenha vendido um país de maravilha aos Estados Unidos, um país que não existe na realidade, o país Brasil. Então, o PT, que é mestre em maquiar números, que fala que a economia está muito bem, mas quando você vai no mercado comprar a carne, comprar o café, você sente que o dinheiro no seu bolso já não vale tanto, eles fazem a mesma coisa com relação à criminalidade. Então, devem ter vendido os números excelentes lá para o entorno do governo Trump, falado com seus assessores coisas incríveis. E quando eles entregam, o Trump, o Lula fala, entreguei aqui um calhamaço de documento para o Trump. O Trump não vai ler nada daquilo dali, gente. Para quem conhece o Trump sabe, ele lê no máximo uma folha. Se você vai fazer uma reunião com o Trump, você pode até levar vários documentos, mas saiba que aquilo ali vai ser digerido pela assessoria. Então, você tem que ter o mínimo de perspicácia para entender como é que funciona o mundo Trump para chegar numa reunião dessa. É por isso que eu te digo, ainda mais falando em inglês, que eu utilizo há muito tempo, 40, uma hora de reunião com o presidente Trump, entre Flávio e Trump, vale muito mais do que duas, três, quatro horas do Lula com o Trump. Porque vai precisar do quê? Vai precisar, além da tradução, que gasta muito tempo, você ainda vai precisar convencer o presidente americano de algo que, certamente, ele não é simpático. Porque o Trump é faca na caveira. Ele está tirando um monte de vagabundo dos Estados Unidos, ele está fazendo uma linha para estar controlando a fronteira, ele está reduzindo o número de criminalidade. Então a pegada do Trump é a pegada, falava o Bolsonaro, é uma pegada muito mais bukele. Enquanto que o Lula não, o Lula faz justamente o contrário, que é a tática que não deu certo em lugar nenhum no mundo, que é dar uma segunda, terceira, quarta, quinta chance ao bandido que botou uma bala na tua cabeça para roubar o teu celular parcelado. E a partir daí, eles iniciaram as tratativas para essa reunião. Então, graças a Deus, nós conseguimos firmar a... Essa data para essa reunião, tem mais histórias que não convém aqui falar, e nós conseguimos, então, ter sucesso nesse pedido do Flávio Bolsonaro com relação ao CBE e PCC. Resta saber, finalizando, Flávio, o que o Lula vai fazer agora? Será que o chanceler Mauro Viveira vai ligar para o Marco Rubio pedir para voltar atrás? Será que o Lula vai ligar para o Joesley Batista para abrir as portas da Casa Branca, para ele tentar voltar lá e fazer mais lobby a favor do CBE e do PCC? Ou será que o Lula vai mentir, e como eles muito bem podem fazer, porque eles são cara de pau, do nada passar a apoiar a medida, vendo que ela é irremediável, que não há como voltar atrás? Estou aguardando o ocupante da cadeira presidencial se pronunciar sobre isso. Eduardo Bolsonaro🇧🇷 Rede Comunica Brasil

Andre Pereira 🇯🇵🇧🇷🇮🇱

23,171 görüntüleme • 2 ay önce

ALISSON BECKER: O GOLEIRO IDEAL PARA A COPA DO MUNDO DE 2026 Essa discussão já existe há muito tempo. Desde a Copa do Mundo de 2018, o Alisson Becker é contestado pelos motivos errados. E vou falar uma coisa que muita gente não gosta de ouvir: Se o Alisson tivesse surgido em um clube do eixo Rio-São Paulo, o tratamento seria completamente diferente. Existe um preconceito enorme com o Alisson desde os tempos de Inter. Parece que ele precisa provar o tempo todo que é um dos melhores goleiros do mundo, enquanto outros goleiros recebem elogios por muito menos. Desde que apareceu no profissional do Internacional, o Alisson sempre mostrou que era diferente. Foi dominante no futebol brasileiro, chegou na Roma e rapidamente se tornou um dos melhores goleiros da Europa. Depois foi para o Liverpool e alcançou um patamar que poucos jogadores brasileiros conseguiram alcançar. Por muitos anos foi considerado o melhor goleiro do mundo. Na Seleção Brasileira não é diferente. O Alisson é o diferencial. É o goleiro que se posiciona melhor, que entende o jogo, que passa segurança para a defesa inteira. Ele não faz aquelas defesas espalhafatosas que rendem milhões de visualizações na internet. E é justamente por isso que muita gente não percebe o tamanho do goleiro que ele é. Vejo muita gente pedindo Ederson. Vejo muita gente defendendo Weverton. Mas na minha opinião, o Alisson é superior aos dois. Ederson tem qualidade com os pés, mas nunca me passou a mesma segurança debaixo das traves. Weverton teve uma carreira brilhante, mas já não é mais o mesmo goleiro de alguns anos atrás. "Ah, mas o Alisson não pega pênalti." Mas desde quando Ederson e Weverton viraram especialistas em pênaltis? Nenhum deles construiu a carreira sendo referência nesse fundamento. Então usar isso para diminuir o Alisson simplesmente não faz sentido. Por isso, olhando para hoje, para amanhã e principalmente para a Copa do Mundo de 2026, eu não tenho dúvidas. E não é uma simples falha contra o Panamá que vai mudar isso.

Diogo Bohun

61,426 görüntüleme • 2 ay önce