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O iFood fez 300 deploys em 4 semanas. PM, designer e dev todos commitando ao mesmo tempo. A Isabella Piratininga, diretora do iFood, contou isso no episódio novo do Product Guru's quase de passagem, como se fosse normal. E talvez já seja, pelo menos para o iFood. O que...

365,314 次观看 • 3 个月前 •via X (Twitter)

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Essa frase não é inocente. É baixa. E é baixa porque se esconde atrás de um tom supostamente analítico para fazer um rebaixamento simbólico calculado. "O Lula mesmo, há oito anos, estava preso [...] hoje é presidente da república. Então, ASSIM COMO, também Bolsonaro, agora está preso e quem sabe: pode também virar o presidente da república, né?! Pelo visto brasileiro gosta de um ex-presidiário". Quando se diz que Lula esteve preso e hoje é presidente e em seguida se acrescenta “assim como Bolsonaro”, o que se faz não é uma constatação histórica neutra. É um enquadramento. Não se comparam crimes, dizem. Mas se igualam trajetórias. Não se misturam contextos, dizem. Mas se coloca tudo no mesmo pacote narrativo. O efeito é imediato e proposital. Bolsonaro deixa de ser vítima de perseguição e passa a ser tratado como mais um personagem do folclore nacional do ex presidiário reciclável. Isso não é leitura fria do cenário. É normalização da injustiça. Bolsonaro não está preso porque o sistema falhou. Está preso porque enfrentou o sistema. Lula voltou apesar do sistema. Bolsonaro está sendo esmagado por ele. Tratar essas duas realidades como equivalentes é desonestidade intelectual travestida de pragmatismo político. E quando se arremata com a frase de que o brasileiro gosta de ex presidiário, o desprezo fica completo. O problema deixa de ser o Judiciário, a perseguição seletiva, o jogo de poder e passa a ser o povo. Como se tudo fosse fruto de uma tara cultural, não de engenharia política, narrativa judicial e manipulação contínua. É a terceirização da culpa em sua forma mais confortável. Essa fala não fortalece Bolsonaro. Ela o dilui. Não denuncia o sistema. Ensina a conviver com ele. Não aponta a injustiça. A transforma em precedente. É o tipo de discurso que não se queima com ninguém. Agradável ao establishment, palatável ao centro, seguro para quem quer parecer maduro, institucional e viável. Enquanto isso, o símbolo é amortecido. O perseguido é normalizado. A exceção vira estatística. Isso não é defesa. É acomodação. Não é coragem. É conveniência. Colocar Bolsonaro nessa moldura não é protegê-lo. É torná-lo administrável. É dizer, em outras palavras, que tudo está dentro do jogo, que basta esperar o tempo passar, que a injustiça pode ser digerida como estratégia. E quando a injustiça vira estratégia, quem ganha não é o perseguido. Ganha quem espera a vez sem precisar enfrentar nada.

・ Ice ・  Ⅹ ・

35,940 次观看 • 9 个月前

Quando um ministro precisa lembrar o próprio Supremo do que o próprio Supremo já decidiu, o problema não é jurídico. É memória seletiva. Fux não trouxe tese nova, não reinventou nada. Apenas resgatou o óbvio. O mesmo tribunal que agora fala em limites, em excesso, em perigo institucional, já reconheceu que a minoria tem direito de investigar e, mais do que isso, de continuar investigando. No caso das fake news, a história era outra. Diziam que a CPI estava indo longe demais, avançando no tempo, ampliando o escopo. Ainda assim, o Supremo garantiu a continuidade. Chamou isso pelo nome correto, direito subjetivo da minoria. Proteção democrática. Equilíbrio de forças. Agora, o discurso muda. O que antes era garantia vira risco. O que antes era proteção vira abuso. O que antes era necessário para o funcionamento do sistema passa a ser tratado como ameaça ao próprio sistema. E não é porque a regra mudou. É porque o alvo mudou. Fux expôs isso sem precisar dizer diretamente. Ao lembrar o precedente, ele desmonta a narrativa de que o Supremo nunca enfrentou o tema. Enfrentou sim. E decidiu de forma oposta. O resto é ajuste de contexto. Porque no Brasil, a Constituição não é reinterpretada por necessidade jurídica. Ela é recalibrada conforme o risco político. E quando até o precedente precisa ser esquecido para sustentar a decisão do presente, o que está em jogo não é coerência. É conveniência.

・ Ice ・  Ⅹ ・

15,262 次观看 • 5 个月前

Ignorância pura de alguém que ironicamente construiu sua carreira sob a imagem do ser culto. E totalmente normal, não é? Ele torce para o Fluminense. Já foi até objeto de uma (ridícula) bandeira. Um clube que nasceu elitista, abraçou isso e se orgulha até hoje. E deve incomodar muito ver que o coirmão (e que ele juram que deve lhes algo- mais uma ignorância histórica), que tinha tudo pra ser igual a eles, decidiu seguir um caminho bem diferente. A origem não define ninguém. Você pode aceitar ela ou não. O Flamengo rejeitou ser mais um clube "fidalgo". O Flamengo desde o começo de aproximou do povo. Criou sua sede em um terreno que à época era nada mais que um mangue. Terreno esse que foi aterrado pelo povo. Povo que formou inclusive uma favela anexa à Gávea, de onde literalmente pularam o muro craques como Adilio. Favela essa que décadas depois foi retirada de lá por decisão governamental. Não do Flamengo. Desde as décadas de 20 o Flamengo passou a viajar pelo Brasil, estar em contato com o povo. Enquanto o time da colônia investe em marketing pra transformar em inclusão estratégias adotadas pelos portugueses para, em uma época que o amadorismo ainda prevalecia, obter vantagem esportiva, o Flamengo não precisa disso. A favela é Flamengo. O povo é Flamengo. E não é alguém que raramente deve pisar em uma e que torce para um time que se orgulha de ser de elite que vai mudar isso. A primeira Copa do Mundo que o Brasil acompanhou pra valer tinha dois grandes craques pretos: Domingos da Guia e Leônidas da Silva. Ambos do Flamengo. O último inclusive foi o melhor jogador e virou ídolo do Brasil. Para além do discurso, Flamengo esteve sempre presente. Populismo é você ser um time de colônia cuja torcida canta "silêncio na Favela" contra o Flamengo e fazer campanha para ser o "legítimo time do povo". Populismo é você endividar e acabar com seu clube pra passar a imagem de um clube olímpico, como aconteceu em Sydney, enquanto o Flamengo desenvolve há décadas um trabalho verdadeiramente olímpico junto à população. Flamengo não precisa de campanhas de marketing, frases estampadas em muros e de falas de quem mal sabe o que é uma favela para ser o que é. Flamengo é o time do povo. E não é o time do povo de UMA comunidade, de um bairro, de uma cidade ou estado. Flamengo é o time do povo do Brasil. Embora um torcedor do time da "fidalguia" e "garbo da mocidade" não aceite... O povo não é do Flamengo por populismo. Flamengo é que é do povo. Mas, sinceramente, alguém se surpreende de alguém com esse estereótipo querer ditar o que é certo ou errado em relação aos outros? Ainda quando esses outros literalmente são "outros" para ele? Não, né? Só existe um clube que incomoda tanto a ponto disso. O Flamengo... Aquele mesmo do asfalto, do morro, de Deus e do povo. #MundoBolaFlamengo por CT Paiva CT Paiva - UrubuClube 𓅐 #CRF #fluminense #vasco #pedrobial #corinthians #jucakfouri

Jornal do Fla - Notícias do Mundo Rubro-Negro

16,889 次观看 • 7 个月前

Agora, eu queria te fazer uma pergunta específica, Eduardo. Eu ouvi na imprensa, no dia de ontem, que o Trump não tinha ciência da importância dessa classificação, não sabia que o Brasil estava nessa situação de insegurança pública como um todo, que o Flávio apresentou isso a ele e ele ficou surpreso. Isso realmente aconteceu? Como é que foi essa conversa com relação às facções criminosas apresentadas pelo Flávio ao Trump? Não é que ele não tenha noção, Flávio, mas é que você veja só, nós fomos recebidos ali em meio a uma possibilidade de acordo histórico com o Irã, um país que ameaça o mundo com uma guerra nuclear. A gente estava ali no meio de um momento em que os Estados Unidos estão debatendo o que eles vão fazer com relação a Cuba. No meio disso tudo, a roda está girando e eles estão tendo que gerenciar não só o petróleo, mas todo o país da Venezuela. E ainda estão discutindo questões com relação à guerra da Ucrânia e Rússia. Então, você veja só que, no meio desse turbilhão todo, é complicado para o presidente ter com profundidade conhecimento de tudo. E o que eu acredito, Flávio? Eu acredito que o Itamaraty do Lula tenha vendido um país de maravilha aos Estados Unidos, um país que não existe na realidade, o país Brasil. Então, o PT, que é mestre em maquiar números, que fala que a economia está muito bem, mas quando você vai no mercado comprar a carne, comprar o café, você sente que o dinheiro no seu bolso já não vale tanto, eles fazem a mesma coisa com relação à criminalidade. Então, devem ter vendido os números excelentes lá para o entorno do governo Trump, falado com seus assessores coisas incríveis. E quando eles entregam, o Trump, o Lula fala, entreguei aqui um calhamaço de documento para o Trump. O Trump não vai ler nada daquilo dali, gente. Para quem conhece o Trump sabe, ele lê no máximo uma folha. Se você vai fazer uma reunião com o Trump, você pode até levar vários documentos, mas saiba que aquilo ali vai ser digerido pela assessoria. Então, você tem que ter o mínimo de perspicácia para entender como é que funciona o mundo Trump para chegar numa reunião dessa. É por isso que eu te digo, ainda mais falando em inglês, que eu utilizo há muito tempo, 40, uma hora de reunião com o presidente Trump, entre Flávio e Trump, vale muito mais do que duas, três, quatro horas do Lula com o Trump. Porque vai precisar do quê? Vai precisar, além da tradução, que gasta muito tempo, você ainda vai precisar convencer o presidente americano de algo que, certamente, ele não é simpático. Porque o Trump é faca na caveira. Ele está tirando um monte de vagabundo dos Estados Unidos, ele está fazendo uma linha para estar controlando a fronteira, ele está reduzindo o número de criminalidade. Então a pegada do Trump é a pegada, falava o Bolsonaro, é uma pegada muito mais bukele. Enquanto que o Lula não, o Lula faz justamente o contrário, que é a tática que não deu certo em lugar nenhum no mundo, que é dar uma segunda, terceira, quarta, quinta chance ao bandido que botou uma bala na tua cabeça para roubar o teu celular parcelado. E a partir daí, eles iniciaram as tratativas para essa reunião. Então, graças a Deus, nós conseguimos firmar a... Essa data para essa reunião, tem mais histórias que não convém aqui falar, e nós conseguimos, então, ter sucesso nesse pedido do Flávio Bolsonaro com relação ao CBE e PCC. Resta saber, finalizando, Flávio, o que o Lula vai fazer agora? Será que o chanceler Mauro Viveira vai ligar para o Marco Rubio pedir para voltar atrás? Será que o Lula vai ligar para o Joesley Batista para abrir as portas da Casa Branca, para ele tentar voltar lá e fazer mais lobby a favor do CBE e do PCC? Ou será que o Lula vai mentir, e como eles muito bem podem fazer, porque eles são cara de pau, do nada passar a apoiar a medida, vendo que ela é irremediável, que não há como voltar atrás? Estou aguardando o ocupante da cadeira presidencial se pronunciar sobre isso. Eduardo Bolsonaro🇧🇷 Rede Comunica Brasil

Andre Pereira 🇯🇵🇧🇷🇮🇱

23,171 次观看 • 3 个月前

ALISSON BECKER: O GOLEIRO IDEAL PARA A COPA DO MUNDO DE 2026 Essa discussão já existe há muito tempo. Desde a Copa do Mundo de 2018, o Alisson Becker é contestado pelos motivos errados. E vou falar uma coisa que muita gente não gosta de ouvir: Se o Alisson tivesse surgido em um clube do eixo Rio-São Paulo, o tratamento seria completamente diferente. Existe um preconceito enorme com o Alisson desde os tempos de Inter. Parece que ele precisa provar o tempo todo que é um dos melhores goleiros do mundo, enquanto outros goleiros recebem elogios por muito menos. Desde que apareceu no profissional do Internacional, o Alisson sempre mostrou que era diferente. Foi dominante no futebol brasileiro, chegou na Roma e rapidamente se tornou um dos melhores goleiros da Europa. Depois foi para o Liverpool e alcançou um patamar que poucos jogadores brasileiros conseguiram alcançar. Por muitos anos foi considerado o melhor goleiro do mundo. Na Seleção Brasileira não é diferente. O Alisson é o diferencial. É o goleiro que se posiciona melhor, que entende o jogo, que passa segurança para a defesa inteira. Ele não faz aquelas defesas espalhafatosas que rendem milhões de visualizações na internet. E é justamente por isso que muita gente não percebe o tamanho do goleiro que ele é. Vejo muita gente pedindo Ederson. Vejo muita gente defendendo Weverton. Mas na minha opinião, o Alisson é superior aos dois. Ederson tem qualidade com os pés, mas nunca me passou a mesma segurança debaixo das traves. Weverton teve uma carreira brilhante, mas já não é mais o mesmo goleiro de alguns anos atrás. "Ah, mas o Alisson não pega pênalti." Mas desde quando Ederson e Weverton viraram especialistas em pênaltis? Nenhum deles construiu a carreira sendo referência nesse fundamento. Então usar isso para diminuir o Alisson simplesmente não faz sentido. Por isso, olhando para hoje, para amanhã e principalmente para a Copa do Mundo de 2026, eu não tenho dúvidas. E não é uma simples falha contra o Panamá que vai mudar isso.

Diogo Bohun

61,426 次观看 • 3 个月前