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Ana Sayfaya Dön

O poder que emana de Alexandre de Moraes tem início nesta cerimônia em que representantes dos povos originários dos Caiapós-Xicrins e Xurucus-Cariris fizeram do corpo do Ministro um invólucro que hoje abriga espíritos poderosos da selva como o do Jacaré-Tibum e o Tamanduá-xexéu.

42,828 görüntüleme • 1 gün önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Na sessão de abertura de hoje do STF, o ministro Alexandre de Moraes foi defendido pelo presidente da corte, ministro Barroso, e pelo decano, Gilmar Mendes. O próprio Moraes se manifestou para dizer que não se preocupa com o escândalo das mensagens vazadas, que ele tinha poder para elaborar os relatórios e que tudo era feito com transparência. O ministro disse ainda que os pedidos de relatórios eram informais porque seria muito esquizofrênico Moraes enviar um ofício para ele mesmo. Contudo, as reportagens da Folha de S.Paulo mostram que essas alegações de defesa em prol do ministro Alexandre de Moraes não são verdadeiras. As matérias revelam que o que houve não foi exercício do poder de polícia do TSE, mas o próprio ministro Alexandre selecionando alvos a dedo e exigindo relatórios a seu gosto pessoal que fundamentassem decisões que ele queria tomar contra alvos bolsonaristas. Há mensagens que comprovam que o ministro Alexandre queria a desmonetização da Revista Oeste e outras "revistas golpistas", e, para isso, o juiz auxiliar pede ao investigador do TSE que "use a criatividade" para encontrar qualquer coisa contra a Oeste, como "comentários ácidos". Em outra mensagem, o juiz auxiliar diz que o "Ministro pediu para verificar" as redes sociais dos deputados bolsonaristas, "ver se estão ofendendo ministros do STF, TSE", divulgando "fake news", para poder multá-los. Em seguida, lista os alvos: Bia Kicis, Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro e tantos outros. A desculpa para a "informalidade" dos relatórios também não é verdadeira: o ministro Alexandre de Moraes já oficiou para si mesmo, sim, do TSE para o STF antes, e há vários documentos que comprovam isso. A falta de transparência e a ocultação dos métodos ilegais eram para que ninguém descobrisse a verdade, já que quem comandava tudo era o próprio ministro. Afinal, ia ficar muito "descarado" e "chato" se descobrissem, como afirmou um dos envolvidos. O que você achou do pronunciamento do ministro Alexandre de Moraes? Me conta nos comentários 👇

Deltan Dallagnol

262,024 görüntüleme • 2 yıl önce

Crise no STF - A crise no STF - Supremo Tribunal Federal escalou nesta quinta-feira (3). Dois dias depois de ser citado como destinatário de dezenas de mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, o ministro Alexandre de Moraes, em um ato de retaliação, pediu a abertura de uma investigação contra o colega André Mendonça. No documento, Moraes afirma que há fortes indícios de abuso de autoridade e crime de responsabilidade na condução dos inquéritos que apuram as fraudes do Banco Master e os descontos ilegais no INSS. O presidente da Corte, ministro Luiz Edson Fachin, se manifestou nesta quinta-feira (3): disse que quer ouvir Moraes e Mendonça em cinco dias úteis. A Transparência Internacional cobrou uma investigação imediata e independente. Já o decano do Supremo, Gilmar Mendes, defendeu que delegados da Polícia Federal sejam impedidos de trabalhar nos gabinetes dos ministros. A proposta foi feita durante uma conversa com o presidente do Supremo, ministro Luiz Edson Fachin. Gilmar Mendes defendeu que delegados da Polícia Federal sejam proibidos de atuar nos gabinetes dos ministros como servidores cedidos. A informação foi divulgada primeiro pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pela TV Globo. Atualmente, dois delegados da PF assessoram o ministro André Mendonça em casos como o do Banco Master e das fraudes no INSS. O ministro Alexandre de Moraes também é assessorado por dois delegados da PF. Segundo interlocutores, André Mendonça resiste à proposta de retirada dos delegados. Esse foi um dos motivos da tensão entre ele e o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que defende a saída dos delegados dos gabinetes. As 52 mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro para Alexandre de Moraes vieram a público na terça-feira (1º), quando o ministro relator André Mendonça retirou o sigilo. Nelas, segundo o relatório da Polícia Federal, Vorcaro pede conselhos e ajuda ao ministro para conter ações da PF e do Ministério Público Federal contra o Banco Master. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a nulidade da investigação. Segundo Gonet, que é citado no relatório em mensagens que mostram proximidade com Vorcaro, Mendonça não poderia ter determinado a produção do documento sem autorização do plenário do Supremo para investigar outro ministro da Corte. No Congresso, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil, já deixou claro que não pretende abrir o processo de impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Veja mais no #g1. #notícias #stf #alexandredemoraes #andrémendonça

g1

106,626 görüntüleme • 1 gün önce