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O professor Pier foi e é um tesouro brasileiro, como sempre pouco valorizado: "Dicas do Prof. Pier para estudar e ficar mais inteligente: Estude pouco, mas todo dia, sempre escrevendo à mão (nada de digitar ou só grifar). "Se ouço, esqueço; se vejo, entendo; se faço, aprendo." Evite TV,...

11,749 views • 7 months ago •via X (Twitter)

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Se você se incomoda com drible e "firula", me desculpa, o problema é seu. E ninguém deveria ser punido porque você é frágil. Esse rapaz da foto é o Kaio, atleta promissor que está jogando a Copinha pela Ponte Preta. Se você cer o vídeo do segundo slide, notará que ele dominou uma bola com classe, fez embaixadinhas/altinhas e deu um passe de efeito. Isso resultou numa entrada forte do adversário. Ambos foram punidos com amarelo: um por conduta violenta e o outro por conduta antidesportiva. Num dia foi Neymar, no outro Leozinho. Hoje, é um adolescente na Copinha. Do profi à base, estão roubando o brasileirismo com punições silenciosas. Afinal, para que serve um drible ou firula? Se pensarmos que só serve se for um recurso objetivo dentro das métricas visíveis, ou seja, para gerar vantagem tática, chance clara de gol, estaremos reduzindo drible a algo que, gostei você ou não, não lhe define. O drible, a firula e a jogada de efeito não servem só para gerar vantagens visíveis. O futebol é um jogo mental, e gerar desvantagem psicológica no adversário é um recurso e SEMPRE foi um recurso do futebol brasileiro. Provocar, tirar a concentração, manipular, enganar... nada disso é errado. Se existe algo que serve para a eficácia do objetivo do jogo (vencer o oponente), a discussão sobre a firula como antidesportiva se torna apenas uma imposição moralisfa. Uma imposição de que tipo de comportamento é certo ou errado. Quando aprendemos a jogar bola no Brasil, o drible e a firula se tornam diversão, expressão cultural e artística. Uma expressão de sobrevivência. Se serve como uma arma no jogo, aquela expressão se torna ainda mais útil. Então por que punir? Porque há uma tentativa de "higienizar" futebol. Tornar sério sob uma perspectiva tecnocrata e eurocêntrica, tirar do Brasileiro aquilo que é Brasil, fingir que nós não somos nós. Isso acontece dentro e fora de campo. É uma falsa ideia de nos polir. É uma maneira, também, de proteger a fragilidade do mundo, que nunca soube lidar emocionalmente com essa arma chamada provocação, que o brasileiro sempre dominou. Essa punição só "protege" o marcador, que fica refém da própria fragilidade e não aprende a lidar com o próprio temperamento. Como vai ser na hora que pegar um argentino catimbeiro? Na prática, sem moralismo, se a firula te afeta, você quem é frágil. O problema deveria ser só seu.

Marcus Arboés

46,727 views • 7 months ago

"O futebol é dinâmico". Quando jogadas ao vento, assim são as palavras também. Só que elas têm poder, Arias. Eu sabia que esse momento ia chegar, só não esperava que fosse ser tão rápido. Eu jamais fui para uma entrevista para mentir ou atacar qualquer entrevistado. Nem mesmo aqueles de quem eu não gosto, o que não era o caso do Arias. Mas eu sempre vou para uma entrevista para tentar arrancar boas respostas e, se for o caso, tirar a pessoa da zona de conforto. Fosse o contrário eu seria assessor de imprensa. Naquele dia a renovação do Arias foi anunciada como uma grande contratação, mas todo mundo sabia que ele esnobou durante muito tempo a proposta altíssima feita pelo clube. Pra quem não sabe, chegou a mudar o comportamento com algumas pessoas no dia a dia porque o Fluminense não cumpriu a promessa de liberá-lo em caso de qualquer migalha da Europa. Isso gerou, sim, desgaste e discussões. Se não ele, do emprersário que PUBLICAMENTE já tinha falado sobre o tema em tom de profundo descontentamento (está nas imagens). Ele estava na coletiva e deu uma risadinha no momento dessa resposta. Todo mundo sabia que aquilo era uma verdade. Mas Arias preferiu, de maneira covarde, tentar me jogar contra a torcida. Essa briga, óbvio, eu não tinha como comprar. Era o ídolo renovando contrato. O torcedor sabia a verdade (a maioria), mas é muito mais fácil falar que o repórter foi mijado...e eu entendo isso, de verdade. Tanto que fiquei na minha...esperei. Faz parte do jogo, de fato, e eu entendo isso. Só que, como dizem, o tempo é o senhor da razão. A verdade pode tardar, mas geralmente aparece. Sempre fiz e sempre vou fazer meu trabalho com seriedade e honestidade. Caráter não é um defeito que eu tenho, graças a Deus. Eu entendo e respeito o jogador querer ir para qualquer lugar. Entendo 100% quando o assunto é um sonho. Não é esse o ponto. Mas apenas seja homem para assumir os próprios atos e as consequências deles (ou de quem te representa). E aí está tudo certo. são escolhas. Só não seja covarde com quem é correto. É muito texto e não tem problema não ler, ele é principalmente pra mim.

Victor Lessa

158,770 views • 6 months ago