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O puto do Jonas Silva | 100% BAREBACK sendo versátil e trocando leitada dentro sem capa ao mesmo tempo com dois desconhecidos em uma suruba bareback! #SóCurtoSemCapa #NoPelo #SemCapa #Bareback #SemCamisinha #Bare 🍆🍩 Jonas Silva | 100% BAREBACK 🍩 (desconhecido) 🍆 (desconhecido)

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Durante um evento sobre combate à violência contra a mulher realizado ao lado de Lula, nesta quarta-feira, 20 de maio, Janja da Silva resolveu entrar - mais uma vez - diretamente em uma polêmica envolvendo o ator Juliano Cazarré e um programa do Grupo Globo. Sem citar seu nome, Janja criticou a entrevista em que o ator comentou dados sobre violência doméstica e afirmou ser “inaceitável” que aquilo tivesse sido exibido “ao vivo em rede nacional” sem contestação da emissora ou da jornalista que conduzia o programa. Não é apenas uma primeira-dama opinando sobre televisão, é uma agente do governo sinalizando publicamente indignação pelo fato de determinada fala ter sido permitida em cadeia nacional. A fala de Janja acontece justamente no mesmo momento em que Lula assina dois decretos que ampliam significativamente o poder do Estado sobre plataformas digitais e redes sociais como Google, Meta, TikTok e outras big techs, sob a narrativa de regulamentação das redes sociais, combate à “desinformação”, aos “discursos de ódio” e maior controle das plataformas digitais. Nos últimos anos, criou-se no Brasil uma lógica extremamente perigosa onde opiniões divergentes passaram a deixar de ser combatidas com argumentos para começarem a ser tratadas como ameaças que precisam ser removidas, silenciadas ou criminalizadas institucionalmente. Tudo entra no mesmo pacote - “ódio”, “fake news”, “desinformação”, “extremismo”. Conceitos amplos, subjetivos e maleáveis, que vão sendo utilizados para justificar pressão sobre plataformas, remoção de conteúdos e censura de perfis “incômodos”. O mais preocupante é perceber como isso já começa a ser tratado com naturalidade. Uma primeira-dama da República criticando publicamente o fato de uma opinião ter ido ao ar na televisão nacional no mesmo momento em que o governo amplia mecanismos de controle digital não é apenas coincidência política. No fundo, o que está em jogo não é apenas uma fala de Juliano Cazarré. É quem terá o poder de decidir o que milhões de brasileiros poderão ou não dizer daqui para frente.

Karina Michelin

31,688 次观看 • 4 个月前

Chuvas e ventania - No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram e três estão desaparecidas depois do temporal que provocou estragos em mais de 100 cidades. Uma família que estava em um carro foi surpreendida pela enxurrada em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha. Eliane Nunes da Silva, de 43 anos, dirigia o carro arrastado pela água. Ela e o filho de 4 anos estão desaparecidos. O corpo da filha mais velha, Joseane da Silva Rodrigues, de 13 anos, foi encontrado na tarde desta segunda-feira (21). O servente de obras Ricardo Leodoro estava no banco do carona. Ele é namorado de Eliane e conseguiu se salvar. Em Caxias do Sul, choveu desde a madrugada 176 mm, mais do que o esperado para o mês inteiro. Edson Luiz da Silva, de 49 anos, está desaparecido na cidade. Segundo testemunhas, ele foi sugado pela tubulação enquanto tentava limpar um bueiro. As tempestades chegaram de madrugada ao Rio Grande do Sul. Ventos de até 115 km/h derrubaram postes. Em Pelotas, o motociclista Jerson Dias Pereira, de 70 anos, morreu ao se enroscar em fios que caíram após o temporal. A fachada de um prédio desocupado também desabou com a ventania, e uma torre de transmissão caiu sobre uma casa. Ninguém se feriu. Em Nova Santa Rita, na Região Metropolitana de Porto Alegre, a ventania fez três carretas de 20 toneladas tombarem. Uma casa desabou enquanto uma família dormia. A dona de casa Dionara Viegas de Aguiar resgatou a filha grávida e dois netos: “Quando eu olhei, estava a casa todinha em cima deles. E a minha filha chamando: 'Mãe, mãe, mãe'. Se tu me perguntar como que eu tirei eles, eu não sei. Mas deu certo, gente. É isso que importa”. Saiba mais no #g1. #chuvas #desabamento #ventania #riograndedosul #notícias #JN

g1

27,849 次观看 • 13 天前

🚨 | A história não contada sobre a saída de Thiago Silva do Fluminense O Fluminense se despediu, nesta semana, de seu principal líder dentro de campo. Em comum acordo com a diretoria tricolor, o zagueiro Thiago Silva rescindiu o contrato seis meses antes do fim do vínculo, sem custos para o clube. A justificativa oficial foi a saudade da esposa e dos filhos, que residem na Europa. No entanto, embora legítima, essa razão não explica sozinha a antecipação da decisão. Outros fatores, ligados diretamente ao projeto esportivo e às escolhas institucionais do clube, pesaram de forma decisiva. Quando o projeto foi apresentado a Thiago Silva, em 2024, a promessa era clara: a montagem de um elenco competitivo, com jogadores vencedores e protagonistas — ao menos um em cada setor do campo. A realidade, porém, foi bem diferente logo na chegada. O zagueiro desembarcou em um ambiente de instabilidade, com a equipe lutando contra o rebaixamento, e precisou assumir imediatamente um papel de liderança extrema, dentro e fora de campo. Foi peça central na permanência do clube na Série A e, a partir dali, passou a defender a necessidade de qualificação do elenco, sobretudo com a inclusão de atletas mais jovens e capazes de sustentar um projeto de médio prazo. Mais um ponto a destacar é que, em sua chegada, Thiago Silva também aceitou uma redução salarial significativa, baseada nas informações recebidas sobre a real condição financeira do Fluminense. O gesto não foi apenas contratual, mas simbólico: uma aposta no projeto. Contudo, ao longo da temporada seguinte, essa percepção começou a mudar. A sinalização de um pagamento mensal em torno de R$ 2 milhões para Rony - mais do que o dobro do que recebia o próprio Thiago - alterou completamente o cenário. Não se tratava de disputa salarial ou vaidade pessoal, mas de uma leitura objetiva sobre prioridades. O clube demonstrava capacidade de investimento elevada, inclusive com cifras próximas de R$ 50 milhões em negociações de atletas como o atacante do Atlético-MG, mas sem que isso se traduzisse, necessariamente, em protagonismo esportivo ou em um elenco equilibrado. Essa lógica se repetiu em outras movimentações de mercado. Após o encerramento da Copa do Mundo de Clubes, na qual o Fluminense terminou em quarto lugar, havia a expectativa interna de que, finalmente, seria formado um grupo mais forte e consistente. O que ocorreu, no entanto, foi o oposto. A saída de Árias fragilizou ainda mais o time, enquanto as chegadas de Soteldo e Santi Moreno, que custaram mais de R$ 55 milhões aos cofres do clube, tiveram impacto esportivo mínimo, com pouquíssima utilização em campo. A soma desses fatores unido ao desgaste emocional provocado pela distância da família, a frustração com a condução do departamento de futebol e a sensação de sobrecarga por assumir sozinho o papel de cobrança interna, funcionou como estopim. Amparado por uma brecha contratual prevista desde o início do vínculo, Thiago Silva optou por antecipar sua saída. O comportamento interpretado por muitos como “ranzinza” era, segundo pessoas próximas ao jogador, apenas reflexo de exigências por mais organização, planejamento e um elenco verdadeiramente homogêneo. A própria esposa do jogador, Belle Silva, seu pistas nas redes sociais (ver anexo) que não se tratava de uma ruptura de contrato somente pelas saudades. No Porto, clube que o anunciou neste sábado, o zagueiro encontrará um cenário distinto. O salário será quase três vezes superior ao que recebia no Fluminense, além de benefícios como moradia e outras garantias contratuais. O acordo inicial é de seis meses, com possibilidade de renovação por mais um ano mediante o cumprimento de metas esportivas. Embora a família do atleta resida na Inglaterra e ele tenha optado por Portugal, a escolha também passou pela logística. A distância entre Porto e Londres é pouco superior a 2 mil quilômetros, o que representa cerca de duas horas e meia de voo comercial, permitindo visitas frequentes, inclusive em fins de semana ou até em deslocamentos rápidos. Seus filhos, Isago e Iago, atuam nas categorias de base do Chelsea (ING). Torcedor declarado do Fluminense, Thiago Silva seguirá acompanhando o clube à distância e torcendo pelo bicampeonato da Libertadores. O atleta confessou a pessoas próximas que conquistas desse porte se tornam mais difíceis quando as políticas de contratação não caminham com clareza e quando a responsabilidade por cobrar excelência recai quase exclusivamente sobre um único líder no vestiário - que, muitas vezes, acaba sendo responsabilizado justamente por exigir o melhor do clube que escolheu defender. 📽️ | Reprodução Instagram 📸 | Reprodução Instagram 📸 | Reprodução Instagram

Paulo Brito

311,218 次观看 • 9 个月前

Em julho de 23, eu gravei uma análise do Gilmarpalooza em Lisboa. Analisei os discursos dos "juristas" presentes, mas o que mais me intrigou foi a presença, como convidado, do Tarcísio, naquilo que era, então, a apoteose da oligarquia brasileira. O vídeo, infelizmente, saiu do ar com o fim do Brasil Sem Medo, mas vou regata-lo de alguma hd e colocar aqui, para vocês começarem a entender que o "plano Tarcísio" não é um improviso de ontem. Ele começou logo depois da eleição de 22 e tem sido seguido a risca até agora. Em 24, quando Bolsonaro se colocou como principal cabo-eleitoral do candidato da trinca Tarcísio, Kassab e Temer, ou seja, o prefeito Ricardo Nunes, não só tive certeza do plano como entendi que ele ganhava uma nova dimensão: seria implantado com apoio deliberado de Bolsonaro. A receita usada na eleição municipal de São Paulo em 24 era um teste para a eleição presidencial de 26. Kassab escolheria o candidato que seria eleito com os votos do Bolsonarismo. Jair entra no acordo porque, no final, esse grupo é o mesmo do qual faz parte a ala do STF que detem em suas mãos o destino do ex-presidente. E Tarcísio seria o sujeito que "pacificaria" o país, o nome de consenso entre a "extrema direita" e o centrão oligárquica. O perfil ideal: moderado, pragmático, amigo do sistema, simpático à direita, liberalizante, mas sem afetar o interesses da oligarquia, respaldo dos militares e fazendo concessões à esquerda. Trump e a Magnitsky atrapalham um pouco esse acordo que vinha andando bem. Mas, ao que tudo indica, agora até ajudam a dar ainda mais legitimidade ao governador. De qualquer modo, é uma análise que se mantém consistente ao longo de dois anos, com os pequenos ajustes necessários com o desenrolar dos fatos, e um cenário que eu ainda vejo como sendo o quadro geral em que a política brasileira se desenvolve atualmente e que determinará o rumo das coisas por muito tempo.

Silvio Grimaldo

26,663 次观看 • 1 年前

São Paulo - O influenciador Alexsander José Rodrigues da Silva, conhecido como Moskitão, virou recentemente réu na Justiça de São Paulo por importunação sexual e discriminação em razão de deficiência contra o também influencer Guilherme Ribeiro dos Santos, o Tokinho, que tem nanismo, durante uma live em 2025. O acusado responde aos crimes em liberdade. A denúncia do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) acusa Moskitão de tentar beijar Tokinho sem o consentimento dele e fazer comentários de cunho sexual e discriminatório numa transmissão ao vivo na plataforma Twitch. O episódio de capacitismo ocorreu em 30 de agosto do ano passado, num evento de música na Arena Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo. 🔎 Capacitismo é a palavra usada para definir discriminação e preconceito contra pessoas com deficiência, associando-as a seres humanos inferiores ou menos capazes. Moskitão tem mais de 600 mil inscritos no YouTube. No Instagram, há páginas que fazem menção a ele e têm, juntas, cerca de 100 mil seguidores. O influencer define seu conteúdo como sendo de humor e costuma entrevistar pessoas aleatórias ou famosas em eventos. Em algumas ocasiões, Moskitão pede para beijá-las ou faz "trolagem" com elas. Em dois casos anteriores, por exemplo, que envolveram mulheres abordadas para um suposto desafio que acabou sendo uma pegadinha, a Justiça considerou os vídeos vexatórios e determinou indenização por danos morais de R$ 15 mil para as vítimas. Veja mais no #g1. #influenciador #moskitão #tokinho #nanismo #sãopaulo

g1

1,140,267 次观看 • 1 个月前

O Boi é o Bicho do Brasil A cultura do boi-bumbá está mais viva e forte do que nunca — e, enfim, espalha seus galopes e acordes por todo o Brasil com a força de uma avalanche cultural da floresta. O que antes era visto como um espetáculo exótico e regional começa a ocupar o lugar que sempre mereceu: o centro da identidade cultural brasileira. Neste sábado, Manaus deu uma prova incontestável desse novo tempo. Em dois eventos da cidade, simultaneamente, nossa cultura explodiu. No Sambódromo, o Garantido ensaiava como se já estivesse no Bumbódromo de Parintins, arrastando uma multidão de torcedores apaixonados. Ao lado, na Arena da Amazônia, a cunhã-poranga Isabelle Nogueira transformava seu festival em um verdadeiro acontecimento nacional — com público lotando o espaço e convidados de todo o Brasil celebrando a força feminina e a beleza da nossa festa. Ver dois eventos distintos, em locais diferentes, tomarem a cidade de maneira tão vibrante é um sinal claro: Manaus redescobriu o orgulho de ser vitrine principal do boi-bumbá de Parintins. E isso já vinha ficando claro nas disputadas festas da vitória do Caprichoso nos últimos anos. Nós mesmos e o restante do Brasil, aos poucos, redescobrimos nossa alma amazônica Lembro bem de 2005 e os anos que se sucederam naquela década. Caminhava pelas ruas de Parintins e via uma ilha quase vazia, sem turistas, sem alarde, sem o devido reconhecimento. Um silêncio triste e estranho contrastava com a grandiosidade do que o povo daquela terra preparava. O festival estava sendo reduzido apenas aos poucos fãs, quase um nicho bovino. Era preocupante. Hoje, essa realidade mudou. As toadas ecoam em playlists do Spotify, aparecem em programas de televisão, ganham o coração de quem nunca pôs os pés na floresta e viram pauta cotidiana na internet. Até mesmo aqueles nossos amigos que outrora pouco falavam de boi, agora vibram com toadas e stories nas redes sociais. O Brasil está, finalmente, prestando atenção. E se maravilhando com o espetáculo que por algum tempo viveu à margem. Mario de Andrade, gênio da nossa cultura, já havia percebido isso há quase um século. Em sua missão de registrar a alma brasileira, concluiu com a sabedoria que só os visionários têm: o boi é o bicho do Brasil. Hoje, mais do que nunca, ele está certo. *️⃣

Mário Adolfo Filho

53,305 次观看 • 1 年前

Saúde - Imagine duas pessoas que descobrem, no mesmo dia, que têm o mesmo tipo de câncer de pulmão. Os exames mostram que o tumor das duas tem uma característica rara, mas tratável: uma alteração no gene ALK, um tipo de defeito genético encontrado em cerca de 5 a cada 100 casos desse câncer no Brasil, mais comum em pessoas jovens e que nunca fumaram. Para esse tipo específico de tumor, existe um remédio em comprimido, tomado em casa, que ataca diretamente o que faz aquela célula doente crescer —diferentemente da quimioterapia, que circula pelo corpo inteiro e afeta também células saudáveis. Pacientes que tomam esse remédio costumam viver mais e passar mais tempo sem o câncer voltar a crescer. Só que uma dessas duas pessoas é atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A outra, por um plano de saúde particular. E é aí que a história de cada uma começa a mudar. Essa diferença, hoje, não é uma suposição: ela foi medida. Dois estudos conduzidos por médicos do Grupo Brasileiro de Oncologia Torácica (GBOT) acompanharam, com rigor científico, o que de fato acontece com pacientes brasileiros nessa situação: um ouviu mais de 150 oncologistas do país inteiro sobre o que eles conseguem oferecer aos pacientes; o outro foi direto aos prontuários de mais de 100 pessoas tratadas em 12 hospitais brasileiros. Os dois foram publicados neste ano na revista científica JCO Global Oncology, ligada à Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO). Veja mais em #g1. #SUS #saúde #g1saúde #câncer

g1

61,075 次观看 • 3 个月前

✨Motivo para celebrar - Após dois anos do diagnóstico de leucemia, uma família de Jundiaí, no interior de São Paulo, celebrou a última sessão de quimioterapia da filha de cinco anos. A pequena Ísis Modenezi tinha três anos quando começou a apresentar os primeiros sintomas. Ao #g1, a médica e mãe da menina, Bruna Müller Modenezi relembrou o processo desde o diagnóstico, tratamento e a recuperação. “Nosso mundo desmoronou naquele momento, ficamos sem chão e com a maior sensação de impotência que já havíamos sentimos em toda a vida.” Os sintomas de Ísis começaram a se manifestar em dezembro de 2023, após um quadro de escarlatina, que segundo a mãe e médica, é uma doença infecciosa comum em crianças, causada por bactéria e que provoca febre alta, dor de garganta, língua avermelhada e pequenas manchas vermelhas na pele, ásperas ao toque, semelhantes a lixa. “Realizamos um hemograma que veio com um pouco de anemia e plaquetas mais baixas que o normal. Ela iniciou com antibiótico, porém com 13 dias de tratamento, ela voltou a apresentar febre muito alta, muita dor de cabeça e decaimento do estado geral, foi onde já deslocamos com ela para a emergência”, relembrou Bruna. No dia 31 de dezembro do mesmo ano, a família recebeu o diagnóstico de leucemia e Ísis iniciou o tratamento de quimioterapia, dividido em quatro fases, com intensidade ajustada conforme o risco do paciente. O tratamento durou dois anos e foi realizado em um hospital em São Paulo (SP). A última sessão ocorreu no dia 31 de dezembro de 2025 e, para celebrar o momento, a família publicou um vídeo nas redes sociais, que já soma quase 100 mil visualizações. Pra saber mais sobre essa história, clique em 'leia o artigo'. #quimioterapia #leucemia #g1 #sãopaulo

g1

61,229 次观看 • 8 个月前