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🚨 O QUE ESTÃO ESCONDENDO? André Mendonça, peça a lista de visitas à cela de Daniel Vorcaro na Polícia Federal. Se foi colocada sob sigilo de 100 anos, a pergunta é inevitável: o que há nessa lista que precisa ser escondido da sociedade? Transparência não pode ser seletiva. 📢...

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Essa fala de Lula da Silva, durante a abertura da feira Brasil na Mesa, na Embrapa Cerrados, nesta quinta-feira, 23 de abril, é um retrato de seu cinismo político em estado puro. A frase “esse país não comporta mentiroso”, dita por alguém cuja trajetória foi atravessada por mentiras e por escândalos de corrupção, como o Mensalão e o Petrolão, é quase uma confissão involuntária. Quando Lula afirma que o Brasil “poderia ser a sexta economia do mundo”, tenta vender a ideia de que foi sabotado por terceiros. Mas omite que foi sob sua própria era política que o país mergulhou em distorções profundas - fiscais, institucionais e morais. Mas tudo isso não foi um acidente de percurso, foi método. Mas aqui vem o ápice da sua fala: “Tem gente que quer administrar esse país e não tem a menor noção do que administrar.” Aqui, Lula fala como se tivesse chegado ontem ao poder - quando, na verdade, está no controle há 20 anos, além de ser um dos políticos mais longevos e influentes da história recente do Brasil. Ele critica o país como se não tivesse participado diretamente da construção do cenário caótico que agora condena. O problema não é só a incoerência; é o grau de descolamento total da realidade - como se ele contasse deliberadamente com a desinformação, com a memória curta da população, com a ignorância e com a capacidade de manipular a opinião pública para sustentar a própria narrativa falaciosa e se manter no poder - afinal, é nisso que aposta para a próxima eleição. Resta saber quem, após 20 anos de Lula no poder, ainda acredita nesse discurso obsoleto que o condena.

Karina Michelin

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- Discurso de Ódio Que Pode: Quando o Sistema Escolhe Seus Alvos - Recentemente, o governador da Bahia afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores deveriam “ir para a vala”. Um discurso carregado de ódio, que em qualquer cenário civilizado deveria gerar repúdio imediato e ações institucionais firmes. Mas nada aconteceu. - Não houve abertura de inquérito, nem busca e apreensão, tampouco convocação da Polícia Federal para apurar incitação à violência. Nenhuma nota de determinado do STF, nenhuma indignação de determinado ministro que se diz fervoroso interessado no assunto, nenhuma capa de jornal tratando o caso como “ameaça à democracia”. Ao contrário: silêncio, cumplicidade ou até aplausos discretos dos mesmos que se dizem guardiões do Estado de Direito. - Agora imagine se um apoiador de Bolsonaro dissesse algo remotamente parecido, ou usasse a palavra “vala” em qualquer contexto. Seria manchete, seria prisão, seria processo por “discurso golpista” e “incitação ao ódio”. O padrão é claro: só há crime quando convém ao sistema, só há repressão quando o alvo é a oposição. - Esse tipo de discurso, vindo de uma autoridade de Estado, não apenas normaliza o ódio como incentiva o pior: a violência política, o assassinato moral e até físico de quem pensa diferente. É a institucionalização da barbárie com o verniz de “liberdade de expressão progressista”. - Quando se permite que se deseje a morte de opositores impunemente, o que mais pode ser permitido? O que mais pode vir à tona com a conivência de quem deveria conter o extremismo, e não alimentá-lo? - A verdadeira ameaça à democracia não está em frases de WhatsApp ou em manifestações populares. Está no alto da cadeia de poder, onde os que gritam por “tolerância” e “combate às fake news” são os mesmos que, na prática, incitam o ódio, mentem descaradamente e permanecem blindados por um sistema que escolheu lado.

Jair M. Bolsonaro

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