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O que houve? Eis o milagre e eis o santo. Quem não sabe o poder do Brasil tá sem rumo no momento. Na minha primeira manifestação sobre o caso, há 3 meses, eu descrevi exatamente esse desfecho.

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⏯️ O ministro Alexandre de Moraes (STF) se manifestou sobre as diferenças de prazos entre o processo que julga Jair Bolsonaro por golpe de Estado e as apurações sobre fraudes bilionárias no INSS. Segundo Moraes, há desinformação sobre sua atuação no caso do INSS. “Primeiro, não tenho nada a ver com o processo do INSS. Eu não sou o relator [do caso]. Teve uma fake news… ‘ele não faz nada’. Eu não sou o relator de tudo no mundo. Gostaria de ser, mas não sou.” A declaração foi dada durante o evento “Leis e likes”, realizado no STF, após ser questionado pelo humorista paraibano Mizael Silva sobre a celeridade das duas investigações. O magistrado também argumentou que a tramitação segue fluxos distintos em cada investigação. “Quem investiga é a Polícia Federal, não sou eu. Quem denuncia é o procurador-geral da República. Quem recebeu a denúncia, foi a Primeira Turma [do STF]. Não fui eu quem iniciou o processo.” Moraes acrescentou que o processo contra Bolsonaro já dura quase dois anos, enquanto o caso do INSS chegou recentemente ao Supremo. “Entre investigação, denúncia e o processo, vamos completar quase dois anos. A questão do INSS não tem seis meses. E as pessoas colocam, na desinformação, que é o mesmo prazo. Uma coisa tem quase dois anos, 1 ano e 8 meses, e outra chegou no Supremo em abril.” Por fim, o ministro sustentou que cada caso tem particularidades. “Às vezes, algo demora mais ou menos por questões processuais, tem que preparar, estudar o processo, não há nenhuma predileção para um lado ou para o outro. Depende do procedimento, do relator, das provas… Comparar coisas diversas é muito complicado. Não é que um está mais rápido que o outro. É que uma coisa é completamente diferente da outra.” ➡️ Leia a reportagem completa na coluna Paulo Cappelli , no 📹 Reprodução

Metrópoles

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