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Ana Sayfaya Dön

🐦🇧🇷/ O uirapuru é uma das aves mais enigmáticas da Amazônia. Discreto, difícil de ser visto e ainda mais raro de ser ouvido, pois ele guarda uma característica única: canta apenas entre 12 e 15 dias por ano. No folclore amazônico, a ave é conhecida por ter sido um...

14,276 görüntüleme • 3 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Na floresta Amazônica, na Venezuela, escondida entre montanhas e nuvens, está uma das paisagens mais impressionantes do planeta: o Salto Ángel, ou Angel Falls, considerada a maior cachoeira do mundo. Com quase um quilômetro de altura — são 979 metros de pura queda livre — o espetáculo da natureza parece desafiar a gravidade e hipnotiza todos que têm o privilégio de vê-lo de perto. Localizada no Parque Nacional Canaima, no estado de Bolívar, a cachoeira despenca do topo do monte Auyán-tepui, uma formação rochosa monumental cercada por uma vegetação densa e rios de águas avermelhadas. O parque é reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO, não apenas por sua biodiversidade única, mas também pela sua importância cultural para os povos indígenas da região. Chegar ao Salto Ángel é uma aventura à parte. O acesso só é possível por avião até Canaima e, de lá, por barco ou helicóptero. Durante o trajeto, o visitante é presenteado com um cenário cinematográfico — rios sinuosos, florestas tropicais e paredões rochosos que parecem tocar o céu. Ao se aproximar da queda d’água, a sensação é indescritível. A névoa que se forma ao redor cria um arco-íris constante, e o som do impacto da água ecoa por quilômetros, como se a floresta inteira celebrasse sua presença. Além da imponência visual, o Salto Ángel carrega uma aura mística. Os povos originários acreditam que ali habitam espíritos protetores da natureza. E não é difícil entender o motivo: diante de tamanha grandiosidade, o visitante sente-se pequeno, mas profundamente conectado à força natural que molda o planeta. O Salto Ángel não é apenas um destino turístico — é uma experiência transcendental. Um lembrete poderoso de que ainda existem lugares no mundo onde o tempo parece parar, e a natureza mostra sua beleza em estado puro. Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. Via: jornalcinforme #natureza #paisagem #Venezuela #video #3os

Ricardo Amorim

282,629 görüntüleme • 9 ay önce

Faltam 17 dias para o verão, e essa data marca o momento em que o sol estará mais ao sul do hemisfério sul, quando ele fica a pino na linha do trópico de Capricórnio, na altura do estado de São Paulo. Isso significa que a radiação ultravioleta que o sol emite e chega até a Terra, vai atingir picos maiores do que já estamos registrando agora. Ontem 03/12 as 15:00 o pico chegou em 14uv, acima de 8uv já perigoso permanecer por muito tempo debaixo de sol, nos 14uv não se recomenda nem 30 minutos. Essa radiação no hemisfério sul é mais potente do que no norte, vários fatores explicam, e a espessura da camada de ozônio no hemisfério sul por ser mais fina é o que mais contribui para esse índice que no pico do verão pode atingir até 18uv, o que pode causar queimaduras tanto em humanos quanto em plantas em poucos minutos. O ultravioleta é uma energia muito importante para as plantas, elas usam essa energia para fazer a fotossíntese, só que tem limites para elas também, isso porque essa energia quando muito alta, acaba entrando dentro da célula das plantas e de qualquer ser vivo, destruindo o código genético. Por isso ela é causa de câncer, a célula fica com seu DNA danificado, e isso pode fazê-la ter um comportamento anômalo, ao ponto de poder virar uma célula cancerígena. Se for ficar mais de 30 minutos nesse sol esterelizante, use filtro solar, roupas com cores escuras tendem a bloquear mais essa radiação, porém, absorvem o outro extremo da radiação solar, o infravermelho, e ele é conhecido como a "radiação do calor". 🥵 É melhor sentir calor com roupa preta do que ser esterelizado por ultravioleta, e é melhor gastar nesses filtros caros, do que em tratamento para câncer. Fica a dica, use filtro solar. Vou dar uma explicação técnica sobre como eles funcionam nessa questão do UV e obviamente vou me indignar com o preço exorbitante por um produto essencial para a saúde.

Bruno Brezenski

76,961 görüntüleme • 8 ay önce

A música “Everybody Wants to Rule the World”, do Tears for Fears, soa leve, quase inocente. Mas carrega uma verdade incômoda: o poder seduz, corrompe e, quase sempre, transforma homens em reféns de si mesmos. É um retrato atemporal, e, olhando para o Brasil de hoje, parece mais atual do que nunca. Vivemos um tempo em que muitos querem governar, poucos querem servir e raríssimos resistem à tentação de se apaixonar pelo próprio poder. A política virou palco, vaidade, cálculo frio. E nesse cenário, a frase “todo mundo quer governar o mundo” deixa de ser apenas uma constatação e passa a ser um aviso. O que vemos hoje é mais do que disputa política. É uma tentativa clara de reescrever a memória. Apagar, desconstruir e substituir. Não apenas ideias, mas símbolos. Porque ideias podem ser debatidas, mas símbolos mobilizam, despertam e permanecem. E é justamente por isso que a figura de Jair Bolsonaro incomoda tanto. Não porque foi perfeito, nenhum homem é, mas porque representou algo raro: alguém que, ao chegar ao topo, não se moldou completamente ao sistema que deveria dominar. Em um ambiente onde o poder costuma domesticar, ele tensionou. Onde muitos se adaptam, ele confrontou. Onde tantos se encantam com os privilégios, ele manteve, aos olhos de seus apoiadores, uma relação mais direta com o povo e com a ideia de país. E isso, em política, é imperdoável. A música fala que nada dura para sempre. E é verdade. Mas há algo que resiste ao tempo: a memória coletiva. Por isso, o esforço não é apenas derrotar politicamente, é fazer esquecer. É diluir, relativizar, reduzir a uma nota de rodapé aquilo que, para muitos, foi um ponto de ruptura. Como na canção, há um jogo silencioso acontecendo. Não é só sobre governar o mundo, é sobre controlar a narrativa, definir quem foi herói e quem deve ser esquecido. Mas a história não pertence aos que gritam mais alto no presente. Pertence aos que deixam marcas reais. E talvez a grande lição, tanto da música quanto do momento que vivemos, seja essa: o poder passa, a vaidade se dissolve, mas aquilo que é percebido como verdade pelo povo permanece, mesmo quando tentam apagar.

MarioFrias

11,856 görüntüleme • 4 ay önce

O ano de 2023 não foi fácil. O Brasil entrou em uma decadência moral, econômica e social, com graves crises na segurança, na educação e na saúde. Um verdadeiro caos! No Congresso Nacional, tenho lutado para impedir o desmonte do legado do governo Bolsonaro e para impedir retrocessos em temas importantes, grandes conquistas para o Brasil. Essa luta contra o sistema e contra a esquerda corrupta é pesada e desgastante, mas meus valores vêm de berço, ensinados pelo melhor pai e professor do mundo, Jair Messias Bolsonaro. E uma das coisas que ele ensinou desde cedo lá em casa foram os ideais de patriotismo, os valores familiares e a perseverança. Se o motivo é justo, a gente não desiste. O Brasil tem jeito e Bolsonaro já mostrou como se faz. Meu trabalho, como parlamentar, é honrar cada um dos cariocas e fluminenses que confiaram em mim seu voto para trabalhar muito pelo meu Rio de Janeiro. Por isso, tenho destinado todos os anos milhões de reais à saúde, segurança e educação, além de projetos e parcerias com o Estado fazendo do Rio não só um lugar seguro como também para que a frase “cidade maravilhosa” possa fazer cada vez mais sentido a quem vem conhecê-la. Também tenho lutado por uma reestruturação da segurança pública, com penas mais duras e pela redução da maioridade penal. Também estamos na briga para democratizar e simplificar o acesso à proteção pessoal, com porte e posse de armas para o cidadão de bem. Além de buscar mais recursos para áreas que são essenciais para os brasileiros. A gente quer mais segurança, mais saúde, mais educação, mas quer também mais emprego e renda para as pessoas. Esse é meu Norte e eu estou aqui no Senado para isso, jogando na linha de frente por um Brasil mais próspero, seguro e justo. Que 2024 seja melhor para todos nós. Será um ano de reorganização da direita no Brasil. As eleições municipais são uma oportunidade para darmos um recado com a força das urnas. Porque o Brasil não começa em Brasília, ele começa no seu bairro, na sua prefeitura e no seu Estado. É a força de cada um que faz o nosso país ser o que é. Que Deus abençoe a todos! Um Feliz Ano Novo!

Flávio Bolsonaro

76,610 görüntüleme • 2 yıl önce

O terrorista mais cruel, Yahya Sinwar, que adota crianças e as usam como escudos humanos, é o novo líder do Hamas. Uma semana após o assassinato de Ismail Haniyeh, Hamas escolheu o novo chefe de seu “escritório político”: é Yahya Sinwar, que até agora tem sido o líder do movimento em Gaza, operando dentro da Faixa. Considerando a mente por trás do ataque de 7 de outubro de 2023, o que deu início à guerra no Oriente Médio, é também o procurado número um por Israel. É por isso que não aparece em público há meses, vive nos túneis subterrâneos em Gaza como um rato. Apelidado de Abu Ibrahim, ele disse no passado que o Hamas vai derrubar a fronteira com Israel: “vamos tirar o coração dos seus corpos”. A facção palestina declarou que a escolha de torná-lo líder político é “uma mensagem forte de que o Hamas continua no caminho da resistência”. Em julho de 2023, alguns funcionários da inteligência dos EUA disseram que havia vazado que Sinwar poderia estar escondido no labirinto de túneis que correm sob a Faixa, na área de Khan Younis. Em novembro de 2023, em um vídeo publicado no perfil X do Idf, dois supostos membros do Hamas durante um interrogatório disseram que Sinwar estava nos túneis sob o hospital al-Shifa, alvo de muitos bombardeios israelenses. Sinwar não é estranho às prisões israelenses. Ele ficou preso por um total de 22 anos, cumprindo várias sentenças de prisão perpétua pelo assassinato de três soldados da IDF e 12 palestinos suspeitos de cooperar com o Estado judeu. Sinwar é descrito como uma personalidade tão cruel quanto carismática. Assim lembram os agentes do Shin Bet, o serviço de segurança interna israelense, que o interrogaram nos anos 80: “Com osterdor, ele assumiu a responsabilidade pela punição infligida a um suspeito de informante. Ele convocou o irmão do homem, um membro do Hamas, e o forçou a enterrá-lo vivo, jogando terra sobre ele até que fosse sufocado. Este é Yahya Sinwar, este é o Hamas….

Karina Michelin

134,616 görüntüleme • 2 yıl önce