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Ana Sayfaya Dön

Os cria não perdoa, é dento sem dó! 🥵 𝙂𝙍𝙐𝙋𝙊 𝙉𝙊 𝙏𝙀𝙇𝙀 𝙋𝙍𝘼 𝙌𝙐𝙀𝙈 𝙍𝙀𝙎𝙄𝙎𝙏𝙀 𝘼 𝘼𝙇𝙏𝙊 𝙏𝙀𝙎𝘼𝙊 ⚡️

24,207 görüntüleme • 8 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

O governador Cláudio Castro publicou nesta quinta-feira, 30 de outubro, um vídeo mostrando a carreata de viaturas que acompanharam os corpos dos policiais mortos na megaoperação desta semana - a mais letal da história do Rio. No post, ele homenageou os agentes que tombaram em serviço: “nenhuma palavra é suficiente diante da perda de quem dedicou a vida a proteger a nossa”. E é exatamente isso: enquanto muitos vivem debatendo nas redes, tem gente que sai de casa sem saber se volta - para defender uma sociedade que muitas vezes os julga mais do que agradece. O Rio está em guerra, e fingir que não está só interessa a um lado: o lado do crime. A população civil precisa ser protegida. Quem paga impostos, quem trabalha, quem cria filhos honestamente não pode viver refém do fuzil apontado na esquina, do toque de recolher imposto por facções, do domínio territorial que mata direitos e esmaga vidas. O Brasil precisa decidir de que lado está: do Estado Democrático de Direito - ou do narco que tenta substituí-lo. Porque quando o crime toma território, impõe regras, cobra “taxa”, executa e silencia - isso não é “problema social”, isso é guerra contra o Estado e contra o cidadão. O reconhecimento aos agentes que arriscam a vida não pode ser negociado. Eles merecem apoio, estrutura, respeito e a certeza de que o país sabe o valor do trabalho que fazem. Extinguir o narcotráfico não é slogan, é uma necessidade nacional. Sem recuperar território, autoridade e soberania, o Brasil não volta a ser governado pelo voto, mas pelo medo. Aos que tombaram, honra e memória. Aos que seguem na linha de frente, respeito. Aos que criticam de longe, do ar-condicionado, apontando o dedo sem nunca ter visto um fuzil levantado contra si, fica o recado - segurança pública não é teoria, é vida real. E vidas estão sendo perdidas - de policiais e de civis - porque o crime decidiu que poderia mandar mais que o Estado. A sociedade precisa escolher. Ou apoia quem protege, ou aceita ser governada por quem mata.

Karina Michelin

17,237 görüntüleme • 9 ay önce

Assisti o filme do He-Man e achei uma bosta. Hollywood não aprende caras, como pode um negócio desses? Os efeitos são bons, todos os personagens principais estão lá maaaaas tem umas frescuragens que são intankáveis! 🛑ALERTA DE SPOILER 🛑 Ariete e Fisto se ofendem com os próprios nomes, no filme são apelidos inventados pelo Adam quando criança. O Príncipe Adam tem testosterona zero, mesmo sendo grande e forte, além de ser um completo paspalho. Como sempre hollywood não sabe a diferença entre ser legal e ser retardado. Tá bom, no desenho ele é covarde, mas no filme ficou demasiadamente lerdão. Mentor não é um gênio da ciência e é alcoólatra. O He-man se transforma na frente de todo mundo, não existe segredo. O He-man só se transforma se falar a frase inteira. No desenho ele ergue a espada e quando fala "pelos poderes de Greyskull..." o raio já sai da espada de um jeito avassalador. Deu agonia isso pq quebra a expectativa. Não sei se é pq não tem a música tema sincronizada com a transformação, mas não é emocionante como no desenho. Quando ele fala "eu tenho a força" é a mesma voz normal do Adam. Mesmo transformado, o He-man continua um paspalho sem testo. No desenho a personalidade e habilidade mudam, a voz engrossa tbm. O He-man não quebra nenhuma parede no soco. O He-man não ergue uma montanha no braço. O He-man fica trocando soquinho com os vilões sendo que com apenas um soco ele poderia desintegrar os ossos da face de qualquer pessoa. O He-man sente dor na mão ao dar um soco no Mandíbula, caraio essa foi demais, ele sacudindo a mão de dor chega a ser ofensivo com quem conhece o desenho. O Pacato cria coragem e luta sem precisar se transformar no Gato Guerreiro. O Castelo de Grayskull parece que fica na frente do palácio real. O Esqueleto chega no lugar lá no castelo pra pegar a espada sem passar por nenhum problema. (No desenho o Castelo de Greyskull é cheio de horrores e armadilhas). E tem um momento no climax final da luta que o He-man para tudo pra tentar resolver a treta na conversa com o Esqueleto, um diálogo muito vergonhoso. "Ainn mas vc deve ter sofrido pra ficar assim pipipi popopo". E por último, o pior momento do filme: Tem uma fala que o esqueleto elogia o tamanho do pau do He-Man.

Raphael Memes

12,534 görüntüleme • 1 ay önce

O nosso atual sistema de votação permite RECONTAGEM DOS VOTOS como afirma o TSE? Não, eu explico o motivo 👇 O Registro Digital do Voto (RDV) do sistema eleitoral brasileiro é um arquivo eletrônico gerado pelas urnas eletrônicas que armazena os votos de forma agregada, sem identificar eleitores, para garantir o sigilo do voto. Contudo, ele não serve para uma recontagem efetiva dos votos por diversos motivos, especialmente considerando a ausência de voto impresso e a impossibilidade de o eleitor verificar diretamente se seu voto foi registrado corretamente. Primeiramente, o RDV é um resumo digital dos votos computados pela urna, mas não contém informações individualizadas que permitam ao eleitor confirmar se seu voto foi corretamente registrado para o candidato escolhido. Como o sistema brasileiro não utiliza voto impresso ou qualquer comprovante físico que o eleitor possa verificar, não há como confrontar o registro eletrônico com uma prova tangível do voto depositado. Isso cria uma dependência total do software da urna, sem um mecanismo independente para validação pelo eleitor. Além disso, o RDV é gerado pelo mesmo sistema que processa os votos, o que significa que qualquer eventual erro, manipulação ou falha no software da urna seria refletido no próprio RDV. Para uma recontagem ser confiável, seria necessário um registro independente do processo eletrônico, como um comprovante físico ou um sistema paralelo de auditoria que não dependesse exclusivamente dos dados gerados pela urna. Sem isso, a recontagem do RDV seria apenas uma revisão dos mesmos dados digitais, sem possibilidade de detectar discrepâncias que poderiam ocorrer no momento da votação. Outro ponto é que o RDV não permite rastrear a intenção original do eleitor, pois os votos são agregados por candidato ou partido, sem manter uma relação direta com cada voto individual. Isso impede uma auditoria que verifique se cada voto foi corretamente atribuído ao candidato escolhido pelo eleitor. A ausência de um comprovante físico, como um voto impresso depositado em urna física, elimina a possibilidade de uma recontagem manual que sirva como contraprova dos resultados eletrônicos. Por fim, a confiança no sistema eleitoral brasileiro depende de auditorias técnicas, como testes de integridade e verificação do código-fonte das urnas, mas essas medidas não substituem a possibilidade de uma recontagem independente. Sem o voto impresso ou um mecanismo que permita ao eleitor confirmar seu voto, o RDV é apenas um reflexo do processamento interno da urna, incapaz de oferecer uma recontagem que elimine dúvidas sobre a fidelidade dos resultados. Assim, a falta de um registro físico e verificável pelo eleitor compromete a capacidade de realizar uma recontagem verdadeiramente independente e confiável.

O Sóciotário

16,968 görüntüleme • 1 yıl önce

O caso de Arroio Grande não é um “conflito de narrativa”. É um retrato cru de como o Estado, quando perde o eixo, vira máquina de moer família. Pelo relato registrado, tudo começa com uma denúncia anônima de cárcere privado que, segundo a própria defesa, não se sustentou na verificação policial. E aí vem a virada que precisa escandalizar qualquer pessoa minimamente lúcida: quando a acusação principal cai, o foco muda. O problema passa a ser a caderneta de vacinação. E não estamos falando de pais “sumidos” ou “negligentes” no sentido clássico do termo. A defesa afirma que foram apresentados múltiplos atestados médicos contraindicando vacinas para as crianças, justamente por reações adversas já ocorridas, e que mesmo assim a insistência continuou. E aqui entra o ponto mais grave do ponto de vista institucional. A defesa descreve uma sequência em que o aparato público não age para recompor vínculo familiar. Ele age para esmagar. Segundo o relato, a retirada foi feita à noite, com oficiais de justiça, policiais militares e conselheiros tutelares, levando duas crianças que estariam dormindo para uma casa de passagem. O Estado não bateu na porta para ajudar. Bateu como operação. Depois, a defesa afirma que houve audiência dentro do acolhimento e que a participação do advogado foi indeferida naquele momento, deixando o casal em condição de fragilidade. Aí vem a cereja amarga: a advogada relata um ambiente de intimidação, com forte presença policial, e descreve procedimentos de revista considerados humilhantes e desnecessários. Isso não é detalhe. Isso é método. Se você desestabiliza psicologicamente, você cria reação. E quando a reação vem, você escreve no relatório que o pai é hostil. O que torna tudo ainda mais corrosivo é o silêncio imposto. A defesa chama de abusiva a decisão que tenta amarrar a boca de advogados e pais, impedindo que se fale do caso, mesmo sem exposição das crianças. Quando o sistema começa a tratar palavra como crime e transparência como ameaça, a pergunta muda. Já não é só “o que está acontecendo com essa família”. É “o que o Estado quer esconder”. A estratégia anunciada pela defesa inclui mandado de segurança e denúncias a órgãos de controle, além de questionamentos formais por prerrogativas profissionais. E tem outro ponto que não pode ser varrido para baixo do tapete: a defesa questiona condições do acolhimento, relata que os pais estariam há mais de 30 dias sem ver os filhos e descreve potencial prejuízo emocional às crianças. No meio disso tudo, existe um componente que exige ser tratado com seriedade, não com histeria de rede social. Vacinação infantil é tema sensível, médico e jurídico. O Estado tem dever de proteger a criança. Pais têm dever de cuidar. E quando há contraindicação médica, o devido processo e a prudência deveriam ser regra, não exceção. O que não pode é transformar o instituto de proteção em instrumento de punição, e a criança em troféu administrativo. Ao final desta publicação, deixarei links de estudos, pesquisas e manifestações técnicas de autoridades com reconhecido conhecimento na área da saúde que relatam possíveis danos e efeitos adversos associados à vacinação em crianças. Não se trata de opinião pessoal nem de histeria de rede social, mas de material documentado, analisado e debatido fora do circuito de slogans. Informação não é crime. Questionamento técnico não é negacionismo. É parte essencial de qualquer sociedade que ainda se pretende racional. Porque se as “únicas justificativas” clássicas para afastamento do lar envolvem maus-tratos, abuso ou abandono, como a defesa afirma, então o ônus de demonstrar necessidade, proporcionalidade e urgência é gigantesco. Se isso não estiver muito bem amarrado, o que sobra é um Estado que perdeu a mão e resolveu compensar no grito. E é aqui que entra o chamado público que precisa ecoar no Rio Grande do Sul. Parlamentar não existe para postar frase bonita e sumir quando o caso é desconfortável. Parlamentar existe para fiscalizar, requisitar informações, cobrar alvarás, questionar procedimentos, acompanhar acolhimento, exigir transparência sem expor menores. Arroio Grande não pode virar laboratório de abuso institucional. Criança não pode virar justificativa para atropelar direito. E justiça não pode ser sinônimo de silêncio imposto. Se esse caso não for revisto com rigor, o recado para qualquer família fica assustador: hoje é “por vacina”. Amanhã pode ser por qualquer coisa. E quando o Estado aprende que pode entrar às 10 da noite e sair carregando seus filhos, o nome disso não é proteção. É poder sem freio. LINKS de estudos e questionamentos: Parabéns à Revista Oeste e a todos os envolvidos nesta entrevista. Para aqueles que ainda não sabem do caso, o vídeo pode dar luz. Osmar Terra Zucco Mauricio Marcon Marcel van Hattem Sanderson Giovani Cherini Deputado Delegado Zucco

・ Ice ・  Ⅹ ・

15,575 görüntüleme • 6 ay önce

BOLSONARO — O HOMEM QUE SANGRA PELO BRASIL Bolsonaro é um homem livre. Livre como o vento que sopra sobre a terra que tanto ama. Um homem que se curva apenas diante de Deus — jamais diante de tiranos, jamais diante da mentira. Sua vida não lhe pertence, pertence a um propósito maior: a redenção de um povo que foi por séculos enganado, explorado e silenciado. Ser Bolsonaro é mais do que apoiar um político. É compartilhar de uma fé, de um fogo interior, de uma missão. É carregar no peito a dor e a esperança do povo. É saber que a verdadeira liberdade exige coragem, e que o homem justo prefere a dor à mentira, o sacrifício à covardia. Jair Bolsonaro é, antes de tudo, um símbolo. Um reflexo do homem comum — do seu João da roça, do seu Pedro pedreiro, da dona Maria que cria os filhos sozinha — que luta, cai, sangra, mas jamais se rende. É a semente jogada na terra seca que brota mesmo sem chuva. É a árvore que, mesmo açoitada por ventos e tempestades, permanece firme e volta a dar frutos. Bolsonaro é a imagem viva da resiliência brasileira. Não se enganem: não é por sua eloquência, nem por estratégias políticas que ele é amado. É por sua alma. Por sua entrega total. Pelo sacrifício que ele oferece todos os dias — não por poder, mas por amor ao Brasil. O amor de Bolsonaro transcende os valores humanos. É o amor de quem renuncia a si mesmo por algo maior. É o amor de quem caminha com feridas abertas, mas o coração em paz, porque sabe que está do lado certo da História. Há algo de divino em sua jornada. Como o mártir que suporta o escárnio, como o servo fiel que carrega o peso da cruz com os olhos voltados ao alto. Seu sangue já foi derramado — física, emocional e espiritualmente — mas ele continua. Ele não foi poupado da dor, porque sua missão exige resistência, sacrifício e fé. Hoje, quando o sistema o ataca, quando a injustiça o humilha, quando tentam calá-lo, na verdade tentam calar a alma do povo brasileiro. Mas não vão conseguir. Porque a força que move Bolsonaro é maior do que eles podem compreender. Ele é um com o povo. Ele é o espelho da nossa luta. Ele sangra por nós. E nós lutamos por ele. No fundo, somos todos Jair Bolsonaro. Porque também carregamos em nós a centelha da liberdade, o amor à pátria, a fé inabalável. Ele está entre nós e o abismo. E já sacrificou tudo para que o Brasil não caísse. Eu, você, todos nós que sonhamos com um Brasil digno para nossos filhos, com justiça, fé e liberdade — somos Bolsonaro. Que Deus o fortaleça, como fortaleceu os justos nas grandes provações. Que o povo desperte para o que está em jogo. Porque a verdade é simples e clara: Eles não querem apenas derrubar Bolsonaro. Eles querem apagar o Brasil que renasceu com ele. Mas homens livres não se ajoelham diante do medo. Homens livres só se ajoelham diante de Deus. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

MarioFrias

255,315 görüntüleme • 1 yıl önce