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-"Ou você tem o povo como fonte do poder ou não tem. Hoje estão rasgando a Constituição. Já que eu sou tão culpado assim, por que não seguir o devido processo legal? Mudança de entendimento sobre foro privilegiado."

239,744 次观看 • 1 年前 •via X (Twitter)

8 条评论

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Marcelo Braga 🇪🇺1 年前

Aquele mesmo povo que você seu lixo chamou de paspalhos?

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Fabio Pereira1 年前

Mito

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Sérgio Souza1 年前

esse tal Igor, tem muito a aprender com a leda nagle !

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MariLLima2️⃣2️⃣JB🇧🇷1 年前

Fala do ministro Barroso. O ano 2018, 29/03. Mas qdo o candidato do POVO de DIREITA ganhou a eleição, a CASA do POVO, foi sequestrada. Até prisão de PARLAMENTAR o BRASIL teve que engolir. Como é sério isso. Em 2026 a Direita não pode errar um milímetro.

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Jayme de Abreu1 年前

Volta Bolsonaro. stf ta dando golpe no Brasil e o povo tá aplaudindo.

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Mirella1 年前

Igor não é confiável.

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Leandro Do Prado Lemos1 年前

O ponto que você levanta é interessante e vai ao cerne de uma discussão sobre democracia e estado de direito. Se o povo é a fonte do poder, como diz a Constituição, então qualquer processo que ignore isso — ou que mude as regras do jogo no meio do caminho, como o foro privilegiado — pode ser visto como um desrespeito ao sistema. O argumento de seguir o "devido processo legal" é sólido: sem ele, abre-se espaço pra subjetividade e perseguição política, o que mina a confiança nas instituições. Por outro lado, quem defende a mudança de entendimento pode dizer que a lei precisa se adaptar pra combater corrupção ou abusos de poder. O desafio é achar o equilíbrio pra não virar bagunça nem caça às bruxas. O que acha de propor um debate público pra esclarecer essas regras de uma vez por todas?

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newtonubatuba1 年前

a realidade é que o supremo é uma instituição aparelhada e corrompida.

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⏯️ O ministro Alexandre de Moraes (STF) se manifestou sobre as diferenças de prazos entre o processo que julga Jair Bolsonaro por golpe de Estado e as apurações sobre fraudes bilionárias no INSS. Segundo Moraes, há desinformação sobre sua atuação no caso do INSS. “Primeiro, não tenho nada a ver com o processo do INSS. Eu não sou o relator [do caso]. Teve uma fake news… ‘ele não faz nada’. Eu não sou o relator de tudo no mundo. Gostaria de ser, mas não sou.” A declaração foi dada durante o evento “Leis e likes”, realizado no STF, após ser questionado pelo humorista paraibano Mizael Silva sobre a celeridade das duas investigações. O magistrado também argumentou que a tramitação segue fluxos distintos em cada investigação. “Quem investiga é a Polícia Federal, não sou eu. Quem denuncia é o procurador-geral da República. Quem recebeu a denúncia, foi a Primeira Turma [do STF]. Não fui eu quem iniciou o processo.” Moraes acrescentou que o processo contra Bolsonaro já dura quase dois anos, enquanto o caso do INSS chegou recentemente ao Supremo. “Entre investigação, denúncia e o processo, vamos completar quase dois anos. A questão do INSS não tem seis meses. E as pessoas colocam, na desinformação, que é o mesmo prazo. Uma coisa tem quase dois anos, 1 ano e 8 meses, e outra chegou no Supremo em abril.” Por fim, o ministro sustentou que cada caso tem particularidades. “Às vezes, algo demora mais ou menos por questões processuais, tem que preparar, estudar o processo, não há nenhuma predileção para um lado ou para o outro. Depende do procedimento, do relator, das provas… Comparar coisas diversas é muito complicado. Não é que um está mais rápido que o outro. É que uma coisa é completamente diferente da outra.” ➡️ Leia a reportagem completa na coluna Paulo Cappelli , no 📹 Reprodução

Metrópoles

119,033 次观看 • 1 年前