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Para quem ainda não conhece, este é André Ventura. E, se Deus quiser, o próximo presidente de Portugal. Ventura chegou ao segundo turno das eleições presidenciais e tem tudo para derrotar o socialista António José Seguro e, literalmente, salvar seu país do caos vermelho.

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Pela primeira vez em 40 anos o pleito presidencial em Portugal não foi decidido em uma única rodada. Para André Ventura, líder do Chega, o resultado inaugura “uma disputa decisiva entre o socialismo e quem quer travá-lo”. Com cerca de 23% a 24% dos votos, Ventura avançou ao segundo turno e enfrentará o socialista António José Seguro, que liderou com aproximadamente 31%, mas sem alcançar os 50% necessários para vitória imediata. Em entrevista após a divulgação dos resultados, Ventura afirmou que a campanha entra numa etapa “ideológica e não apenas eleitoral”, defendendo que o país terá de optar entre “continuidade socialista” e “ruptura” representada pela direita. Ao lado de dirigentes do Chega, convocou as formações conservadoras e liberais à convergência: “A única forma de derrotar o socialismo é a direita unir-se. A partir de amanhã começa a luta.” A presença de Ventura no segundo turno expõe o esgotamento de um sistema que parecia imutável há 40 anos. A hegemonia socialista - com sociais-democratas em rotação - gerou estabilidade de vitrine, mas também estagnação, impostos altos, serviços em colapso e um país que envelhece sem prosperar. Muitos portugueses já tratam o socialismo como um modelo falido, que promete proteção e entrega precariedade. O segundo turno está marcado para 8 de fevereiro, definindo o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa. Apesar do caráter moderador da Presidência, o cargo possui prerrogativas relevantes, como vetar leis, enviar normas ao Tribunal Constitucional e dissolver o Parlamento, o que confere peso estratégico ao desfecho. Segundo a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, a participação eleitoral superou a do último pleito, refletindo maior mobilização popular em meio ao clima de tensão política. Os resultados provisórios estão disponíveis no portal oficial das eleições.

Karina Michelin

39,573 Aufrufe • vor 7 Monaten

A versão “mini” de Marcelo Rebelo de Sousa, disse que André Ventura não tem nível e que nunca na vida será Presidente da República. Isto aconteceu depois de o líder do Chega ter afirmado que se levantaria e viraria costas ao discurso do corrupto presidente angolano, que acusou o colonialismo português de escravizar e empobrecer os angolanos. As tentativas de desvalorizar André Ventura não acrescentam nada ao debate político. Concorde-se ou não com ele, é inegável que tem sido uma das poucas vozes a pôr o dedo na ferida para defender a imagem e a dignidade de Portugal. Ventura não faltou ao respeito a ninguém; simplesmente recusou normalizar um discurso que considera injusto para o nosso país. Discutir o estilo é legítimo, mas ignorar ou relativizar ataques à história e à soberania de Portugal não é questão de “nível”, é complacência. Num país livre, não cabe aos candidatos decidir quem tem “nível” para ser presidente: isso pertence aos portugueses. As falhas das instituições não vêm de fora, nem do povo que continua a sofrer; vêm de políticos corruptos que se vendem às elites e transformam os cidadãos em escravos do próprio país. Se houvesse justiça à altura da corrupção, muitos destes políticos estariam presos, e não a descansar no conforto das suas mansões com o dinheiro roubado do suor do povo. No fim, a única independência que muitos angolanos ainda não conquistaram é a liberdade dos ladrões que governam sobre eles. Um país não cai pelos fracos, mas pelos que nunca tiveram coragem de ser honestos.

Cláudia Teixeira

18,599 Aufrufe • vor 9 Monaten