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Ana Sayfaya Dön

📍Paraná - O adolescente de 16 anos que denunciou que a mãe planejava encomendar um assassinato soube da intenção dela durante uma visita, de acordo com a Polícia Civil (PC-PR). O alvo do crime era uma funcionária da Casa Lar de Abatiá, no Norte do Paraná, onde o jovem...

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Benzer Videolar

Rio Grande do Sul - Um monitor de uma escola em Torres, no Litoral Norte do RS, é investigado pela Polícia Civil por suspeita de assediar uma aluna por meio de mensagens de texto. O homem, de 60 anos, foi afastado de suas funções após a mãe da criança descobrir as conversas na quarta-feira (11) e procurar as autoridades. O caso veio à tona quando a mãe, ao monitorar o celular da filha, encontrou mensagens de um número desconhecido. No conteúdo, o monitor se referia à menina como "jabuticabinha", afirmava que iria "abraçá-la bem forte", demonstrava ciúmes de um colega dela e pedia para que as conversas fossem apagadas "pra mãe não ver e ficar braba". Em depoimento, a mãe da criança relatou o momento da descoberta. "Ela mandou um áudio e falou: 'eu sou fruta agora pra tá me chamando de jabuticabinha?'. E ele falou: 'É uma fruta muito gostosinha, docinha'", contou a mulher. "E aí eu comecei a correr as mensagens e vi que tinha partes que ele disse que era para ela apagar", completou. Após a denúncia, a mãe procurou a direção da escola na quinta-feira (12). Segundo a secretária de Educação de Torres, Rosa Lumertz, o monitor foi imediatamente afastado de suas funções. A Polícia Civil investiga o caso como assédio com o fim de praticar ato sexual com a criança. Na manhã desta sexta-feira (13), agentes cumpriram mandados e recolheram um celular e um computador na casa do suspeito. De acordo com a polícia, ele teria apagado as mensagens trocadas com a menina antes de entregar o telefone, que foi enviado para perícia para tentativa de recuperação do conteúdo. ➡️O monitor prestou depoimento na delegacia e foi liberado. Questionado sobre o motivo de o investigado não ter sido preso, o delegado Marcos Veloso explicou que as provas atuais são insuficientes para configurar um crime. Veja mais no #g1. #mãe #criança #escola #denúncia #riograndedosul
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Rio Grande do Sul - Um monitor de uma escola em Torres, no Litoral Norte do RS, é investigado pela Polícia Civil por suspeita de assediar uma aluna por meio de mensagens de texto. O homem, de 60 anos, foi afastado de suas funções após a mãe da criança descobrir as conversas na quarta-feira (11) e procurar as autoridades. O caso veio à tona quando a mãe, ao monitorar o celular da filha, encontrou mensagens de um número desconhecido. No conteúdo, o monitor se referia à menina como "jabuticabinha", afirmava que iria "abraçá-la bem forte", demonstrava ciúmes de um colega dela e pedia para que as conversas fossem apagadas "pra mãe não ver e ficar braba". Em depoimento, a mãe da criança relatou o momento da descoberta. "Ela mandou um áudio e falou: 'eu sou fruta agora pra tá me chamando de jabuticabinha?'. E ele falou: 'É uma fruta muito gostosinha, docinha'", contou a mulher. "E aí eu comecei a correr as mensagens e vi que tinha partes que ele disse que era para ela apagar", completou. Após a denúncia, a mãe procurou a direção da escola na quinta-feira (12). Segundo a secretária de Educação de Torres, Rosa Lumertz, o monitor foi imediatamente afastado de suas funções. A Polícia Civil investiga o caso como assédio com o fim de praticar ato sexual com a criança. Na manhã desta sexta-feira (13), agentes cumpriram mandados e recolheram um celular e um computador na casa do suspeito. De acordo com a polícia, ele teria apagado as mensagens trocadas com a menina antes de entregar o telefone, que foi enviado para perícia para tentativa de recuperação do conteúdo. ➡️O monitor prestou depoimento na delegacia e foi liberado. Questionado sobre o motivo de o investigado não ter sido preso, o delegado Marcos Veloso explicou que as provas atuais são insuficientes para configurar um crime. Veja mais no #g1. #mãe #criança #escola #denúncia #riograndedosul

g1

12,587 görüntüleme • 5 ay önce

Ataques ao Irã - Uma foto de um menino que morreu durante um ataque a uma escola no Irã viralizou nas redes sociais nos últimos dias. A imagem mostra Mikaeil Mirdoraghi acenando para a mãe antes de ir para a aula. Segundo a imprensa iraniana, ele morreu no dia 28 de fevereiro, no primeiro dia da guerra. O ataque atingiu uma escola em Minab, no sul do Irã, e matou 175 pessoas. A maioria das vítimas era de crianças, segundo o jornal The New York Times. O governo do Irã atribui o bombardeio aos Estados Unidos e a Israel. Em entrevista ao jornal Hamshahri, controlado pela prefeitura de Teerã, a mãe do menino afirmou que o filho pediu para ser fotografado antes de sair de casa para ir à escola. O relato foi divulgado nesta terça-feira (10). Ela também contou como foram as últimas horas de vida do filho. “Na noite anterior, ele disse: ‘Mãe, a comida que você fez tem gosto de paraíso’”, afirmou. Segundo ela, o filho também brincou de guerra com o irmão antes de dormir. “À meia-noite, ele veio, colocou os travesseiros ao redor dele, sentou com o irmão e disse: ‘Vem, eu sou o Irã, irmão, você é os Estados Unidos.’”, relatou. Durante a brincadeira, ainda segundo a mãe, o menino comemorou: “O Irã venceu. Eu era o Irã e venci”. ➡️O nome de Mikaeil aparece em listas de vítimas divulgadas pela mídia iraniana, que trata as crianças mortas como “mártires”. Autoridades do país classificam o episódio como crime de guerra. Veja mais no #g1. #irã #menino #escola

g1

28,045 görüntüleme • 5 ay önce

Paraná - O pai filmado agredindo a filha de três anos não foi preso quando o boletim de ocorrência foi registrado porque, segundo o delegado Anderson Andrei, da Polícia Civil (PC-PR), não houve situação de flagrante. O caso aconteceu em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná, no domingo (5). De acordo com o delegado, a prisão em flagrante ocorre quando o crime está sendo cometido ou logo após a prática da agressão. Nesses casos, a pessoa é presa no momento da ação ou em uma situação de continuidade do crime. O homem foi preso nesta quinta-feira (9). Ele é investigado pela Polícia Civil (PC-PR) pelo crime de lesão corporal e o nome dele não foi divulgado oficialmente. Imagens de uma câmera de segurança mostram o homem caminhando com a menina e um enteado, de cinco anos. Em certo momento, ele para e dá um chute na filha, que cai no chão. Segundos depois, outro homem se aproxima, abre os braços e tenta intervir na cena, mas é confrontado. "Esse fato ocorreu no domingo, dia 5, por volta das 11 horas. Porém, tomamos conhecimento na terça-feira [...] Ele responde pelo crime, só não estava num momento de situação de flagrante para ficar preso, quando se apresentou aqui na delegacia", disse o delegado. A ocorrência foi registrada na terça-feira (7), dois dias depois da agressão, pela mãe da menina. Ela procurou a polícia após de ver as imagens nas redes sociais. O pai foi ouvido na quarta-feira (8) e, segundo o delegado, alegou que chutou a filha porque ela estava chorando. O g1 tenta localizar a defesa. Ainda conforme a polícia, o homem compareceu à delegacia sem advogado. Em depoimento, chorou e disse estar arrependido do que fez. Veja mais no #g1. #paraná #pai #filha #flagrante #g1local

g1

33,086 görüntüleme • 1 ay önce

#Manaus - Um bebê prematuro de apenas cinco dias foi resgatado dentro de um cooler após o naufrágio de uma embarcação nas proximidades do Encontro das Águas, em Manaus, nesta sexta-feira (13). A mãe dele, que havia viajado para Manaus para dar à luz, também foi resgatada. O acidente ocorreu após a lancha de passageiros Lima de Abreu XV, operada pela empresa Lima de Abreu Navegações, naufragar depois de sair da capital amazonense com destino a Nova Olinda do Norte por volta de 12h30. Até a atualização mais recente desta reportagem, duas mortes foram confirmada. As causas do acidente e número de vítimas não foram divulgados. A mãe do recém-nascido retornava para Nova Olinda do Norte, onde mora, após ter dado à luz ao filho, que nasceu prematuro com 35 semanas. Durante o naufrágio, o bebê foi colocado dentro de um cooler de plástico para protegê-lo enquanto os passageiros aguardavam socorro à deriva no rio. Um vídeo obtido pela Rede Amazônica mostra uma mulher, que estava em outra embarcação e ajudou no resgate, contando a história da mãe e da criança. Nas imagens, ela mostra as vítimas, relata o desespero dos passageiros e afirma que o bebê foi mantido dentro do recipiente para evitar que se afogasse. Mãe e filho foram retirados da água junto com outros ocupantes do barco e encaminhados para atendimento médico. O estado de saúde deles não foi informado. Veja mais no #g1. #bebê #mãe #resgate #g1local

g1

67,072 görüntüleme • 6 ay önce

Denúncia - A Polícia Civil investiga a denúncia de estupro de uma menina de 4 anos dentro do clube social do Palmeiras, em Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo. O caso aconteceu na tarde de quarta-feira (10) e foi registrado como estupro de vulnerável. Em nota, o Palmeiras informou que a presidente do clube, Leila Pereira, determinou a suspensão imediata do associado apontado como suspeito e que colabora com as investigações. A defesa do homem de 74 anos apontado como suspeito não foi localizada pelo g1 até a última atualização da reportagem. O suspeito também não havia sido apresentado à polícia até a última atualização. Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da criança afirmou que estava acompanhando os filhos nas dependências do clube quando perdeu a menina de vista por alguns minutos. Pouco depois, a criança reapareceu vindo da direção dos banheiros e disse que havia estado no banheiro masculino. A mulher contou à polícia que estranhou o comportamento da filha porque, ao ser questionada sobre onde estava, a menina respondeu que aquilo era um "segredo". Após insistir, a mãe levou a criança para um local mais reservado e voltou a perguntar o que havia acontecido. De acordo com o relato registrado no boletim, a menina então afirmou: "o vovô colocou a mão lá". Saiba mais no #g1. #palmeiras #clube #denúncia #mãe #criança #g1local
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Denúncia - A Polícia Civil investiga a denúncia de estupro de uma menina de 4 anos dentro do clube social do Palmeiras, em Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo. O caso aconteceu na tarde de quarta-feira (10) e foi registrado como estupro de vulnerável. Em nota, o Palmeiras informou que a presidente do clube, Leila Pereira, determinou a suspensão imediata do associado apontado como suspeito e que colabora com as investigações. A defesa do homem de 74 anos apontado como suspeito não foi localizada pelo g1 até a última atualização da reportagem. O suspeito também não havia sido apresentado à polícia até a última atualização. Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da criança afirmou que estava acompanhando os filhos nas dependências do clube quando perdeu a menina de vista por alguns minutos. Pouco depois, a criança reapareceu vindo da direção dos banheiros e disse que havia estado no banheiro masculino. A mulher contou à polícia que estranhou o comportamento da filha porque, ao ser questionada sobre onde estava, a menina respondeu que aquilo era um "segredo". Após insistir, a mãe levou a criança para um local mais reservado e voltou a perguntar o que havia acontecido. De acordo com o relato registrado no boletim, a menina então afirmou: "o vovô colocou a mão lá". Saiba mais no #g1. #palmeiras #clube #denúncia #mãe #criança #g1local

g1

526,036 görüntüleme • 2 ay önce

Diagnóstico após acidente - Os pais de Felipe Ferreira, de 8 anos, usaram as redes sociais para relembrar que, há um ano, uma queda durante brincadeiras com outras crianças permitiu que eles descobrissem que o filho tinha um tipo raro de câncer cerebral, em Teresina. O garoto foi diagnosticado com glioma de alto grau, passou por procedimento cirúrgico e continua em tratamento, com medicações e terapias. 🧬 De acordo com o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc), os gliomas são tumores do sistema nervoso central que acometem principalmente o cérebro em crianças e podem apresentar diferentes graus de agressividade e comportamentos biológicos. Segundo a mãe, Lízia Rachel Ferreira, o acidente aconteceu em abril do ano passado em uma quadra de vôlei na casa de um amigo da família. “Tinha chovido, e eles estavam brincando de jogar bola e escorregar. Em uma dessas escorregadas, ele bateu a lateral do pescoço na rede, que o jogou para o outro lado. A raladura foi do lado esquerdo, e a batida na cabeça, do lado direito”, relatou Lízia. Apesar do susto, o garoto não apresentou hematomas na cabeça, apenas uma raladura no pescoço. Felipe chegou a ser examinado rapidamente por um médico que estava no local, que não identificou sinais alarmantes naquele momento. Segundo Lízia, a preocupação começou no dia seguinte, quando Felipe disse que não conseguia mastigar normalmente. A criança foi atendida por um otorrinolaringologista, que constatou uma pequena quantidade de sangue na região da garganta. Nesse momento, o profissional afirmou que poderia se tratar de uma pequena fratura craniana e encaminhou o menino para novo atendimento. No local, a criança passou por novos exames. Os resultados foram um choque pra família e para os profissionais de saúde que acompanhavam o caso. “Eu nunca vou esquecer a expressão do enfermeiro após o resultado do exame. Na hora, eu não achei que fosse algo grave. Todos me olhavam assustados. Lembro do médico pular da cadeira quando uma das médicas falou com ele, mas eu e meu esposo ainda acreditávamos que era só a fratura”, contou Lízia. Veja mais sobre o relato da mãe no #g1. #filho #criança #microcefalia #saúde #piaui

g1

51,608 görüntüleme • 4 ay önce

Exclusão de filiação - A biomédica e estudante de Ciências Econômicas Heloísa Rodrigues, de 28 anos, recorre à Justiça desde 2024 para retirar o nome da mãe de sua certidão de nascimento. Ela relata ter sido vítima de anos de abusos praticados pela genitora durante a infância. Em decisão de primeira instância, a Justiça autorizou apenas a retirada do sobrenome materno, mas negou o pedido para excluir a filiação da mãe do registro civil. A defesa apresentou recurso ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e aguarda julgamento da apelação. O caso ganhou repercussão nas redes sociais depois que Heloísa publicou um vídeo em seu perfil no último sábado (18) comentando a sentença e relatando que a mãe a vendia para homens que abusavam sexualmente dela quando tinha apenas 9 anos. A gravação ultrapassou 1 milhão de visualizações. "Por que a genitora precisa ser protegida de uma 'morte civil', mas a filha não pode ser protegida de continuar carregando, pelo resto da vida, o nome de quem a vendeu para homens desde os 9 anos e destruiu completamente a sua infância?", escreveu Heloísa nas redes sociais. ➡️ Na ação, proposta em 2024, Heloísa pediu a desconstituição da filiação materna e a retirada do nome da mãe e dos avós maternos da certidão de nascimento. Durante o processo, a mãe foi citada, mas não apresentou contestação. Na sentença, proferida em 1º de dezembro de 2025, o juiz reconheceu que a autora foi submetida a "abusos, negligência e crueldade" pela mãe. A decisão também cita que um estudo psicológico produzido no processo confirmou a relação entre o sofrimento psíquico de Heloísa e a figura materna e sugeriu a "desvinculação civil" como estratégia de autopreservação emocional. Apesar disso, o magistrado entendeu que a exclusão da filiação materna não encontra amparo na legislação brasileira. Saiba mais no #g1. #abuso #justiça #g1sãopaulo #notícias #filiação

g1

326,314 görüntüleme • 1 ay önce