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🥵🤢Penico na cabeça com orelhas de burro, tshirt com nomes como badalhoca, de quatro no chão de terra, grunhe e repete alto e bom som enquanto abana as nádegas: “sou porca, porca, porca”. É uma caloira em Lisboa. Futura jurista. Ensopado em lama e álcool, rebola no chão, aceita...

367,865 次观看 • 10 个月前 •via X (Twitter)

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Observem esse vídeo. Em um trem um rapaz ameaça um senhor de idade apenas pelo prazer da cultura edgy que se estabeleceu entre os jovens hoje, em que o objetivo é ser o mais desagradável e ofensivo possível. Até que um homem ao ver isso decide colocar o rapaz em seu devido lugar, dando uma lição poderosa sobre a necessidade de respeitar os mais velhos, e lhe dando uma ordem para sair do trem. Esse é o papel dos homens: colocar ordem social e repreender os dissidentes. Incrível como o rapaz compreendeu que errou depois de ter sido repreendido de forma enfática e ficou de cabeça baixa depois disso. Como digo, a vi0lência gera compreensão. O que nos falta hoje é uma cultura de respeito onde os malfeitores tenham medo de errar. Veja como esse rapaz se sentiu confortável em agredir verbalmente e intimidar um senhor de idade, pois pensou que nada iria acontecer. Devemos revinstruir uma cultura de honra e integridade, onde o respeito pauta as relações. E essa é a função dos homens. A questão principal aqui é: precisamos respeitar os mais velhos. Quando estamos diante de alguém mais velho, naturalmente o colocamos em uma posição hierárquica superior a nós e o tratamos com o devido respeito e honra, ainda que até então não existisse laços ou convívio. Temos um imperativo biológico que nos leva a desejar reverenciar os mais velhos e nos colocarmos como nossos mentores. Isso é um reflexo da posição arquetípica do avô como mentor na juventude do neto. Pois o avô tem um papel fundamental no desenvolvimento da masculinidade dos netos. Talvez a primeira cosia que precisamos entender é que para o aprendizado do filho, o pai não basta. O filho está há muito pouco tempo vivendo, então tentar compreender suas existência e quem ele é baseado unicamente na sua própria história é impossível, pois esse pouco tempo não é suficiente para compreender quem você é. Por isso durante a vida os homens coletam sugestões de outros homens sobre os elementos básicos dos relacionamentos masculinos, sobre como homens agem uns com os outros e como lidam com a vida. Um menino necessita e obtém mensagens de outras partes a respeito dos mistérios da masculinidade: e, embora cada novo homem em sua vida possa acrescentar mais profundidade e amplitude à compreensão de si mesmo, lições poderosas são aprendidas no seio familiar. Quando o menino olha a sua volta à procura de modelos masculinos, ele encontra no avô um modelo significativo para seu desenvolvimento e o grande atrativo no avô vem do fato de não estarem envolvidos no emaranhado emocional e na competição que existe entre ele e seu pai. Se a fonte do poder masculino nos foi transmitida pelo pai, presumimos que o homem acima dele, o pai dele, deve possuir poderes múltiplos. Somos atraídos para nossos avôs por uma ligação com nossa linhagem masculina, e uma chave para para compreender nossos pais e a nos mesmos. Queremos garantir e sentir assegurado a continuidade de seus nomes e sabedoria. O avô talvez seja o único homem com quem estamos livres de lutas de poder, competição e ego. Pois a diferença de gerações responde por uma relativa falta de suposições e expectativas com referência àquilo que constitui o sucesso no mundo, justamente os fatores que estabelecem o conflito entre pai e filho. E isso confere a neutralidade emocional entre avô e neto. Enquanto o pai luta para estabelecer e definir seu poder e posição no trabalho, o avô tende a encontrar-se numa fase estável da vida em que ele não precisa mais provar nada, pois sua geração já "está no comando", com seu papel na hierarquia familiar já assegurado, deixando a competição fora de questão. Ou então pelo avô ser visto como dependente e fisicamente fraco, o menino não sente a ameaça de ser subjugado e por isso se sente livre para abrir o coração e expor medos e esperanças ao avô. (CONTINUA ⬇️)

Fúria e Tradição

220,543 次观看 • 2 年前

O relator do PL da Anistia, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), se reuniu com Aécio Neves e Michel Temer para discutir os rumos do projeto. A mensagem é clara: querem limitar o debate à dosimetria das penas, vendendo a narrativa de que o objetivo é “pacificar o país” e de que “o Brasil precisa pensar no futuro”. A dosimetria das penas não é favor político, mas obrigação jurídica. Após o voto do ministro Luís Fux, ficou estabelecido que os advogados têm não apenas o direito, mas o dever de exigir a individualização do processo e condutas dos réus e a correta dosimetria da pena - mesmo sem qualquer anistia em discussão. Esse pacto com Fausto não protege a democracia, mas sim o regime e seus abusadores. O problema é que, na prática, a verdadeira caneta que escreverá esse pacto não está nas mãos de Paulinho, Aécio ou Temer - mas sim nas de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, que já se posicionam como os verdadeiros “árbitros”do jogo. É um escândalo sem precedentes. Essa promessa de anistia seletiva não tem nada a ver com pacificação nacional - é apenas a perpetuação de um sistema apodrecido, que usa a toga e a caneta para salvar os seus e esmagar os outros. Chamam de “justiça”, mas não passa de mais uma fraude. O Brasil, mais uma vez, é condenado a assistir a um teatro: mudam-se os enredos, mas os atores e o roteiro são quase sempre os mesmos - um país sequestrado para que tudo continue exatamente como está.

Karina Michelin

47,303 次观看 • 10 个月前

A TOTAL HUMILHAÇÃO BRITÂNICA - UMA DAS ENTREVISTAS MAIS VERGONHOSAS DA HISTORIA DO REINO UNIDO O ministro da Defesa britânico, John Healey, não tropeçou. Ele desmoronou. Ao vivo, no rádio, diante de uma pergunta elementar, “quantas fragatas tem a Marinha Real?”, o homem gaguejou, suou e, depois de longos segundos de silêncio constrangedor, cuspiu o número 17. Mentira. A verdade é muito pior. Hoje, a Marinha que um dia conquistou o mundo, afundou a frota nazista e bloqueou os navios de imigrantes judeus, tem exatamente uma embarcação de guerra ativa. Uma. Não dezessete. Não sete. Uma. Em algarismos: 1. Em letras: uma única e patética fragata. Isso não é declínio.Isso é morte. É o cadáver de um império que se suicidou. É o que sobra quando uma nação decide que exército é “opressor”, que patriotismo é “fascismo” e que defender suas fronteiras é “racismo”. Enquanto isso, a Grã-Bretanha afunda em tempo real: Células terroristas iranianas queimam ambulâncias judaicas nas ruas de Londres. Tribunais islâmicos paralelos funcionam abertamente. Gangues de estupro coletivo são varridas para debaixo do tapete. Políticos tremem de medo de serem assassinados se ousarem abrir a boca. Um parlamentar já teve o gabinete incendiado com coquetel molotov, e, em vez de reagir, pediu demissão. E o que fez a elite britânica durante décadas? Apagou a própria bandeira. Cuspiu na memória de Churchill. Abriu as portas para quem quer destruir tudo o que restava. E quem avisou? Foi chamado de “extrema-direita”. Resultado? Uma Marinha com uma fragata. Nunca devemos nos esquecer da lição patética que os britanicos estão dando de forma gratuita Este é o espelho do futuro das nações que baixaram a guarda. Nenhuma nação de respeito pode repetir o suicídio britânico. A lição é cristalina: Ou as nacoes de respeito se defendem com unhas e dentes, ou todos acabarão como eles,gaguejando no rádio com uma única fragata. Porque quando restar apenas uma fragata… já será tarde demais.

ipadasher

35,764 次观看 • 4 个月前

O governo diz que deve censurar o “discurso de ódio” e a “desinformação”, mas não deve. Fazer isso é o totalitarismo orwelliano. Nas democracias, o povo, e não o governo, deve decidir o que é verdadeiro e falso. E o ódio, como todos *deveriam* saber, é uma condição universal. Existem muito poucos limites justificáveis à liberdade de expressão: fraude: você não deveria poder usar palavras para roubar; difamação: você não deveria poder mentir para arruinar a carreira ou o negócio de uma pessoa, mas a barreira deveria ser muito alta, pois caso contrário os ricos abusam desta lei, como fazem na Inglaterra, para processar e empobrecer seus críticos; pornografia infantil, por razões óbvias; e incitação *imediata* à violência já que, nesses casos, as palavras fazem parte do ato de violência. Contudo, deve ser imediato, ou os governos usarão tais leis para perseguir os seus inimigos políticos. Os políticos devem absolutamente ter permissão para dizer que a eleição foi roubada. Como evitaríamos a fraude eleitoral se proibissemos os políticos de alegar que as eleições foram roubadas? Estou surpreso com o número de jornalistas brasileiros que aparentemente acreditam que o dia 8 de janeiro foi resultado de muito pouca censura. Que absurdo! Tal como o dia 6 de Janeiro nos Estados Unidos, resultou de muito pouca segurança! O desejo de censurar as pessoas por alegarem que as eleições foram roubadas é uma forma perigosa de intolerância e de "safetyism" a la Jonathan Haidt. Palavras não são ações. Os políticos, não apenas Bolsonaro e Trump, negam as suas derrotas eleitorais há séculos. Você quer prendê-los? Isso é totalitarismo! Deixe-os reclamar e depois peça-lhes provas. Os jornalistas que me perguntam: “Ah, mas depois as pessoas vão invadir o Congresso como fizeram no dia 8 de janeiro!” Minha resposta é esta: acrescentem mais policiais, não policiem o discurso! Qualquer jornalista sério deveria perguntar-se porque é que a segurança falhou tão miseravelmente em 6 de janeiro de 2021 e depois em 8 de janeiro de 2022. Quem não conseguiu garantir polícia suficiente? Por que? Houve uma investigação adequada desta notável coincidência? Se sim, qual é a resposta? E por que os jornalistas estão mais obcecados em policiar o discurso do que em descobrir as falhas de segurança? A combinação de mídias sociais e mimos tornou as pessoas intolerantes, loucas e estúpidas. Muitas pessoas, especialmente os jovens, pensam que palavras são a mesma coisa que actos físicos de violência. Esta é uma receita para a ditadura. Estou chocado e assustado com a quantidade de jornalistas brasileiros a favor da censura. Acredito que muitos escondem a sua intolerância por trás do “incitamento imediato à violência”. Negar um resultado eleitoral não é o mesmo que incitar imediatamente à violência! Que ridículo! Por favor, cresçam e parem de agir como crianças. E pare de tratar as outras pessoas como crianças. Olhe ao seu redor: você vive em um mundo onde as pessoas discordam de você. Essa é a vida em uma democracia. Acredite em mim quando digo que você não ficaria feliz vivendo na alternativa – ditadura – onde “o poder dá certo”. Nosso sistema, onde “o certo faz o poder”, é muito superior. A ideia de que esta é uma ideia “americana”, e não uma ideia humana universal, deveria ofender todos os brasileiros. Leia sua constituição. Diz: “É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”. [Capítulo 5, artigo 220, parágrafo 2º.] Quanto ao ódio, haverá alguém mais cheio de ódio do que as pessoas que querem censurar os seus semelhantes por razões injustificáveis? Eu não acho. Em nome de “ser gentil” e empático, muitas pessoas, incluindo um número chocante de jornalistas, estão a propor a forma de tirania mais cruel e odiosa que se possa imaginar. Fiquei feliz por ter 45 minutos para discutir esses assuntos, assim como os Arquivos do Twitter - Brasil, com Poder360

Michael Shellenberger

235,843 次观看 • 2 年前

Zelensky rendeu-se a todas as condições de #Trump, que sempre prometeu a paz. Falta a decisão de #Putin. A Europa fica de fora destas negociações porque nunca proferiu a palavra paz e sempre se comportou como uma lacaia dos eua. E na mesa dos crescidos não se sentam crianças e serventes. Aliás, esta mesma UE continua a insistir na guerra, na mortandade. Mas as suas elites não eleitas não mandarão os seus filhos para a batalha, não. von der Leyen tem 7 filhos e quando, numa entrevista televisiva recente, lhe perguntaram se a sua prole iria combater na guerra da #Ucrânia que tanto advoga, a líder não eleita da comissão europeia teve que admitir que nenhum deles alguma vez sequer colocou os pés no Bundeswehr (forças armadas alemãs). Também #Zelensky é um desertor que faltou quatro vezes às convocações da tropa antes de ser Presidente. Ao menos os reis (que também não eram eleitos), gladiavam-se na linha da frente das batalhas, davam o corpo às espadas ou depois às balas e, sobretudo, davam o exemplo/ inspiração. #AntónioCosta ou #GouveiaeMelo que mandem para lá o Pedro e o Ryan para voltarem para casa num caixão. Pois…é que isso de uma confrontação contra uma superpotência nuclear como a #Rússia só com os filhos dos outros não soa nada bem. E não é só as vidas dos teus filhos que eles querem vampirizar. É também o dinheiro da tua reforma. Afinal, nunca havia dinheiro para nada, da #saúde à #educação, mas agora para perpetuar uma guerra com a Rússia já há? É mais ou menos como aquela coisa de defender muito o meio ambiente e simultaneamente apostar na #guerra cuja poluição e destruição são arrasadoras. Ou seja, quando chegar o momento de, supostamente, receberes uma parte daquilo que foste obrigado a descontar do teu salário, do teu suor, ser-te-á dito que já não há: foi queimado em Kiev. E tu, se apoias esta guerra, vais ter que comer e calar, ou seja, passar os últimos anos da tua vida sem filhos, sem netos e sem reforma. Velho, pobre e só. Bate pala. #joanaamaraldias

JOANA AMARAL DIAS

21,265 次观看 • 1 年前

Vejam aqui as provas de como foram enganados na COVID! 👇🏼🚨Passam agora 5 anos sobre a covid e sobre as medidas ilegais e prejudiciais que foram adoptadas. Ainda antes do primeiro #confinamento, já andava eu pelas tvs a pedir tranquilidade e a rejeitar políticas lesivas dos nossos direitos, #liberdades e garantias. Deixo-vos excertos dos meus programas desde 4 de março de 2020 a Maio de 2021 (onde condenava as inoculações). Agora que a #verdade começa a vir à tona (e mais virá), começam a saltar os arrependidos. Só que o difícil foi estar na linha da frente, sozinha, em debates contra 4 e 5 (pivots incluídos), a ser trucidada e ameaçada (também guardo todos esses ataques). Mas este vídeo não serve para me vitimizar ou glorificar. Se desde o dia 1 afirmei que a gestão da #covid que estava a ser seguida era uma loucura e um negócio não é porque sou visionária. É apenas porque procurei a verdade e não tive medo - nem tenho - das consequências. Este vídeo é, sobretudo, uma cápsula do tempo, um recordatório. Podem tentar agora reescrever tudo com desculpas esfarrapadas como “não se sabia”, “ninguém percebia o que estava a acontecer”, etc.. Mentira- sabia-se sim- estava bem à frente dos olhos. A covid foi um divisor de águas. Há o antes e o depois. Ninguém que esteve do lado destas medidas que condenaram os idosos e as crianças, os pequenos negócios, e a constituição da república portuguesa é de confiança. Não importa se foram 100% a favor ou apenas 80%. Se votaram a favor ou se se abstiveram. Só havia uma forma de enfrentar 2020, 2021 e 2022: com frontalidade. Estava na cara o que se passava,só que o eleitoralismo e o dinheiro 💰💰💰falaram mais alto. Portanto, em 2025 precisamos de saber toda a verdade até ao fim, doa a quem doer. Foi desse lado que estive logo em Março de 2020 e é desse lado que continuarei a estar. Comigo, contem com uma auditoria séria a esses anos, que tudo varra, desde o #governo às oposições, dos negócios à comunicação social. Comigo, contem que se faça #Justiça. Pessoas como nós, nunca desistem 😉 Viva a #Resistência! Viva #portugal 🇵🇹 #joanaamaraldias

JOANA AMARAL DIAS

13,185 次观看 • 1 年前