正在加载视频...

视频加载失败

Poderoso e controverso ⚖️👨‍⚖️ Alexandre de Moraes se tornou ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2017, quando era ministro da Justiça, por indicação do ex-presidente Michel Temer. Ambos eram nomes da centro-direita de São Paulo. Em apenas oito anos, Moraes se tornou protagonista da vida política e jurídica...

32,323 次观看 • 10 个月前 •via X (Twitter)

0 条评论

暂无评论

原始帖子的评论将显示在这里

相关视频

A escalada de Alexandre de Moraes ⚖️ Moraes é professor de Direito da Universidade de São Paulo (USP) desde 2002 e construiu uma carreira jurídica sólida. Após ter entrado no Ministério Público em 1991, ele ocupou cargos na Prefeitura e no Governo de São Paulo a partir de 2002 — e acabou formando laços com a centro-direita paulista, chegando a se filiar ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Em 2015, ele virou secretário de Segurança Pública no governo do então tucano Geraldo Alckimin, hoje no PSB e vice do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foi nessa época que a polícia de São Paulo, sob comando de Moraes, solucionou rapidamente o caso de um hacker que tinha tentado chantagear Marcela, a mulher de Michel Temer, após invadir seu celular. Isso teria contribuído para Moraes conquistar ainda mais a confiança de Temer, com quem ele já mantinha uma boa relação há anos. Tornou-se ministro da Justiça quando o vice de Dilma assumiu o Planalto. Com isso, o então presidente Michel Temer (MDB), que não teria nenhuma indicação ao Supremo em seu breve mandato após o impeachment de Dilma Rousseff (PT), pôde indicar seu então ministro da Justiça ao Tribunal, um nome da centro-direita de São Paulo, assim como ele. Em apenas oito anos, ele se tornou protagonista da vida política e jurídica brasileira, passando de odiado a venerado em parte da esquerda. A repórter Mariana Schreiber, nossa correspodente em Brasília, conta mais sobre a trajetória de Alexandre de Moraes. Confira. #BBCBrasil #Moraes #STF

BBC News Brasil

114,028 次观看 • 10 个月前

🚨👉 Em artigo publicado na terça-feira (24/06), a revista britânica The Economist avalia que o STF (Supremo Tribunal Federal) está envolvido em um "enorme escândalo" após virem à tona informações sobre o relacionamento de magistrados da Corte com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. As revelações, argumenta a publicação, "provocaram discussões sobre a conduta de integrantes do mais alto órgão do Judiciário". O texto indica que o assunto é particularmente importante para a direita brasileira, que pode ampliar sua base no Senado Federal nas eleições de outubro e mover processos de impeachment contra ministros do Supremo. Ao narrar os acontecimentos envolvendo o caso Master, a Economist chama a atenção para a condução do ministro Dias Toffoli, inicialmente o relator designado do processo no STF. O artigo menciona a viagem em um jatinho particular entre Toffoli e o advogado Augusto de Arruda Botelho, que representa a defesa de um dos diretores do Master. A matéria destaca também a participação societária do ministro do STF no resort Tayayá, que recebeu investimentos de um fundo ligado ao Banco Master. Além de Toffoli, o artigo se debruça sobre a atuação do ministro Alexandre de Moraes. A revista cita o contrato milionário entre a esposa de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o Master. Também destaca a decisão do magistrado de investigar servidores da Receita Federal, em um desdobramento do inquérito das fake news. "Ao contrário de grande parte da atividade do tribunal, as operações da investigação sobre fake news sempre foram mantidas em sigilo. Quando a investigação começou, os membros justificaram isso com base na gravidade das ameaças provenientes do ex-presidente Bolsonaro e seus seguidores. É difícil conciliar o uso da investigação por Moraes para investigar fiscais da Receita Federal", aponta. O artigo menciona ainda a iniciativa do presidente da Suprema Corte, Edson Fachin, sobre a criação de um código de ética no STF e a reação contrária de Toffoli, Moraes e Gilmar.

Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV

38,783 次观看 • 19 天前