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Ana Sayfaya Dön

Produção da Brad Montana Telegram VIP Conteudos Exclusivos Quer marcar algum encontro? Chama Whatsapp Filmes Completos

11,752 görüntüleme • 2 yıl önce •via X (Twitter)

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HABEMUS, provavelmente, os CANDIDATOS para concorrer a presidência do São Paulo no final desse ano. Neste momento, ocorre uma reunião entre as lideranças do Novo São Paulo - Kaue Lombardi, Pinotti e Daurio - na qual se conversa o fechamento da chapa de apoio a candidatura de Marcelinho Portugal Gouvea para a presidência, tendo como vice Flavio Marques e para o CD, Caio Forjaz. O resultado desse encontro deverá ser informado nas próximas horas. Já Rogério Caboclo corre por fora, contando com o apoio maciço de Olten Ayres e a maioria do seu grupo e alguns poucos conselheiros do STP e NSP. Ele pode vir a ser candidato caso o grupo Legião faça algum acordo político para sua candidatura. Não descartem essa chance. Pela situação é praticamente certo a candidatura de Adilson Alves Martins para a presidência, sem ainda as definições de vice e presidente do CD. Caso Adilson não concorra, nomes podem surgir, como de Marcelo Pepe, que gostaria de se candidatar caso AAM não se candidate. Existe uma chance REAL de termos, pela primeira vez na história do São Paulo, três chapas concorrendo pela cadeira presidencial. Caso isso ocorra, teremos uma mudança na regra da eleição: Se na votação da primeira quinzena de dezembro não tiver um candidato com 50% + 1 de votos, teremos, neste caso, um segundo turno, a ser marcado para a segunda quinzena de dezembro. Seria um movimento inédito na história eleitoral do São Paulo. Apertem os cintos, pois não foi só o piloto que sumiu não, mas as eleições vão começar para valer. Só não podemos se esquecer desse ano, pois tenho certeza que nenhum dos candidatos quer começar sua gestão com o tricolor na série B, né?

Ramoni Artico

22,767 görüntüleme • 14 gün önce

Censura, liberdade de expressão e discursos de ódio - No #GloboNewsDebate desta terça-feira (19), Julia Duailibi recebeu os filósofos Mario Sergio Cortella e Wilson Gomes e a socióloga Angela Alonso para falar sobre os limites da liberdade de expressão. 📌 Wilson Gomes “Cada um dos grupos políticos é fã de liberdade de expressão, mas adora mandar a polícia calar o outro lado. (...) Se não tivermos liberdade de expressão, não podemos falar, nos comunicar, defender ponto de vista, lutar pela nossa agenda. (...) Quando o outro está falando, não pode porque é fascista, porque o que está falando é crime. Portanto, manda a polícia para poder calar. (...) A direita fez muito isso em 2015 em diante, fazendo campanha para fechar exposições de arte. (...) A esquerda faz a mesma coisa, impede palestras na universidade, quer condenar livros.” 📌 Angela Alonso “Nem todo mundo chama a polícia também, né? Há grupos que recorrem mais a estratégias repressivas de controle direto do que outros. A direita, classicamente, recorre à polícia. É uma estratégia mais típica da direita do que da esquerda. E quando a gente fala de liberdade, liberdade em relação a quê? Liberdade para fazer o quê? Ter direito a falar tudo, a fazer tudo, é não viver mais em sociedade. Viver em sociedade é viver sob algum constrangimento, é realmente ter que tolerar quem você não gosta, é ter que viver sob certas regras.” 📌 Mario Sergio Cortella “O fato de eu ser livre não é um salvo-conduto para que eu faça qualquer coisa. Liberdade não é licença. Eu sou livre para dirigir depois de ter bebido algo alcoólico, mas não estou autorizado a fazer isso só porque sou livre. Preciso assumir as consequências. Uma frase sempre muito usada por Mahatma Gandhi era ‘de olho por olho, uma hora acabamos todos cegos’. Temos que fazer uma escolha em relação a que caminho desejamos, para ver se, de fato, queremos seguir numa vida de comunidade nacional ou se desejamos apenas romper, quebrar, estilhaçar. Se todos cancelados, ninguém existe.” #g1 #notícias #liberdadedeexpressão #intolerância #democracia

g1

36,158 görüntüleme • 3 ay önce

🚨ALERTA para a galera que segue a mim e aos meus colegas que cobrem reality show. Então, vcs sabem que estamos sofrendo ataques de supostos “fãs” da Amanda Meirelles e do ex-adm da Bruna Griphao 🦏 (de acordo com nota divulgada na noite de hoje ele foi desligado). A perseguição vai desde mutirão de block, até comentários de hates e supostamente denúncias em massa a fim de derrubar os nossos perfis. Antes de fazer essa postagem, procurei as equipes da Bruna e da Amanda no privado, para saber se haveria algum posicionamento oficial a fim de dissuadir, explicar ou mesmo se retratar diante do que vem ocorrendo. Os adms da Bruna Griphao 🦏 se manifestaram e deixo abaixo a nota divulgada. Já os adms da Amanda Meirelles, até o momento que escrevo NÃO se posicionaram, MAS ficaram de publicar um COMUNICADO oficial em breve. De qualquer forma, gostaria de registrar que deve haver um empenho na divulgação e na promoção da correta informação, nas redes oficiais das participantes, especialmente Twitter, Instagram, Facebook e TikTok, além dos grupos oficiais de Telegram, Discord e WhatsApp, no intuito de DISSUADIR parte dos “fãs” a supostamente deixarem de cometer o CRIME (ou o ATO INFRACIONAL se menor for) de “STALKING”, descrito no art. 147-A, parte final com causa de aumento de pena do § 1º, inciso III, do Código Penal, SEM PREJUÍZO das demais RESPONSABILIZAÇÕES CÍVEIS e administrativas. Veja-se: “Art. 147-A. Perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade. (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021) Pena – reclusão, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa. (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021) § 1º A pena é aumentada de metade se o crime é cometido: (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021) […] III – mediante concurso de 2 (duas) ou mais pessoas ou com o emprego de arma. (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021)” Listo aqui alguns perfis que estão supostamente cometendo essa perseguição orquestrada a ser devidamente apurada pelas autoridades. São eles: @tuitondo yas Iris Suela Mayara🤸‍♂️🌵🤙🏻🐺🧚🏼‍♀️🇧🇷🦑🚩🤏🏻 Haroldinha Barbie Kill @allthe7way Report Amanda Meirelles @nanyweisz @fabioestefano @vanessa40235660 Vanessa Martins 🧙‍♀️🥂🍴🐉🧬 @biacadkins (faltam LUANA e GEO, os quais aparecem no vídeo abaixo; quem souber, mande no meu privado). NOTIFICO, por sua vez, o TwitterSeguro, o TwitterBrasil e o Twitter a fim de que de apurem eventual descumprimento da legislação brasileira e os termos de uso da plataforma. Listo, igualmente, alguns dos perfis perseguidos: o meu, TIO MILENO, além de Muka 🎙️, Dantas, Central Reality, leticia, Chico Barney, BuzzFeed Brasil, Dieguinho, Babi, Dandara Pagu 🐮, @hugovasconcelus, Espiadinha, Paola Debochada, Alfinetei, CHOQUEI, monni., Preta :), PAIVA, PAULO VIEIRA, Yan, Rafael Portugal. Ninguém é obrigado a nos seguir, a comentar nossas postagens, a interagir conosco, a gostar da gente, agora nos PERSEGUIR, REITERADAMENTE, INVADINDO OU PERTURBANDO NOSSA ESFERA DE LIBERDADE OU PRIVACIDADE, de modo ORQUESTRADO e COLETIVO, EXTRAPOLA os limites da LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Liberdade de expressão NÃO é liberdade para cometer crimes, já disse o Min. Alexandre de Moraes. ESPERO que a TORCIDA vote com consciência no #BBB23 e que as equipes chamem para si esse DEVER, sob pena de futura RESPONSABILIZAÇÃO por OMISSÃO. No mais, reality show serve para o entretenimento de todos, ainda que pensemos diferente, ainda que estejamos com torcidas para fav’s diferentes, se está avançando para a ofensa da legislação, há algo de muito errado. Por fim, espero que as marcas, publicitários e agências de marketing estejam monitorando esse movimento dos fandons. Nada mais.

Jeje ✨🇧🇷

638,341 görüntüleme • 3 yıl önce

O pedido de rescisão contratual de Dória no São Paulo é mais um episódio que constata o quão as redes sociais, mídias segmentadas e alternativas via internet tem, a cada dia que passa, mais força em ações dentro dos clubes de futebol no país. Sem ameaçar ou incitar a violência - como alguns perfis, infelizmente, ainda fazem com certa rotina - a internet interfere SIM no dia a dia das entidades esportivas e de outros segmentos ao redor do mundo. No próprio São Paulo, se não fosse a mídia segmentada, alternativa, redes sociais e canais via internet, fatalmente não teríamos o Impeachment de Casares, as expulsões de Mara e Douglas, o arrefecimento da candidatura de Caboclo para a presidência do São Paulo, além de inúmeras outras ações que já aconteceram e que deverá acontecer em breve. Eu mesmo e a São Paulo Digital são listados como um dos principais canais que contribuíram com esse processo que ocorre no SPFC. Particularmente, destaco além das denúncias contra Casares, a tentativa de golpe de Olten contra Massis em Fevereiro, as críticas para Eduardo Toni - que foram determinantes para sua demissão - além de outras informações. Outros colegas e canais também entram nessa lista de influência dentro e fora do clube. E a partir do momento que isso é feito com responsabilidade e credibilidade, sim, é MUITO BOM/NECESSÁRIO para a comunicação/imprensa e o clube. Ontem mesmo fiz um vídeo criticando pesadamente Dória pela partida que fez e a sequência de jogos ruins. Fui irônico, pois, em muitas vezes, a ironia substitui termos mais pesados e jocosos e, ai sim, seriam OFENSIVOS a pessoa e ao atleta. É importante dizer que CRÍTICA PROFISSIONAL, sem adjetivos jocosos, NÃO É OFENSA (chama-lo de porcaria, ruim e outros termos do gênero, PROFISSIONALMENTE, não é ofensa); IRONIAS sem termos jocosos NÃO É OFENSA. Criticar NÃO É PERSEGUIR, e sim COBRAR, até porque Dória é jogador e ocupa uma função de caráter PÚBLICO, apesar de atuar em um clube privado. Para mim, OPINIÃO, Dória não está mais afim de jogar no SPFC. Quer sair por não estar se sentindo bem no clube. Deve ter sido alertado pelo seu STAFF e visando sair com algum pretexto, coloca a questão da ameaça familiar como motivo. Detalhe: Acredito que tenha ocorrido a ameaça, e quem a fez, merece punição perante lei. Porém, não observo esse como o principal pretexto. Ele deve ter se assustado - e muito - com sua rejeição perante torcedor. Desejamos tudo de bom para sua carreira e sucesso na vida. E, por fim. Você torcedor de rede social, saiba que tu faz barulho sim. Sempre quando tiver respeito e críticas sem ameaças ou incitação a viôlencia, você será ouvido sim. E o pessoal da política do SPFC que fique ligado, pois rede social poderá decidir até quem será o próximo presidente do clube.

Ramoni Artico

20,689 görüntüleme • 3 ay önce

Montei um agente de 100% autônomo para suporte de 2.500 alunos no Zap. Em um dia, consumiram tanto ele que daria para ter lido a Bíblia 14x. Rápido contexto. Lancei um mini-curso que ensino em 2:30 qualquer pessoa montar seu próprio assistente pessoal no Whatsapp usando Openclaw. Um curso direto, simples e vários materiais para você só pegar e treinar seu agente. Depois de 2 dias de lançamento, meu amigo Rony Meisler fez um reel no Instagram que teve +10.000 comentários das pessoas pedindo o Link. Resultado: → 2.000 cópias do mini-curso vendidas em 24h. → Quase 1.000 pessoas no grupo de Whatsapp → Pessoas de todos tipos: tech savy, donos de restaurante, advogados, startupeiros. De tudo um pouco. Furou a bolha total. E como lidar com esse volume de suporte em uma ferramenta que é relativamente “técnica”? → Precisa configurar uma VPS → Precisa acessar terminal → Precisa mexer em configuração de segurança Apesar do curso estar em uma linguagem bem simples. Nem todos tem o mesmo resultado. Tem gente que nem se quer mexeu em uma planilha de excel - imagine um terminal? Foi ai que tive uma ideia: e se eu montar um agente usando o próprio Openclaw para tirar dúvida das pessoas? Foi ai que nasceu o Openclawzinho. A lógica de busca tem 3 camadas: → Primeiro, ele vasculha tudo que já configurei no meu workspace do meu agente. Como ele tem memória por dia, mandei ele condensar tudo que ele aprendeu e foi configurado desde o primeiro dia até a data de hoje. Um histórico extremamente rico de contexto e dados. → Segundo, ele consulta uma base de conhecimento feita de perguntas reais de alunos + minhas respostas. A cada 30 minutos ela atualizada. → Se ainda assim não achar, lê o guia oficial do Openclaw do site deles. Se as 3 fontes falharem, ele me marca no grupo com @. Responde por texto, áudio ou imagem — o que fizer mais sentido pra dúvida. Funcionou. Mas não esperava o número: 42 milhões de tokens em um único dia. Pra ter referência: daria pra ler a Bíblia completa 14 vezes. O que mais me chamou atenção: cada vez que me marcam e eu respondo diretamente, aquela resposta entra na base. O agente fica mais preciso com o tempo. Sem eu fazer nada. Meu churn ficou em 2% por conta da ajuda do agente. São mais de 1.000 msg por dia de alunos tirando dúvidas. E meu custo? Menos de R$ 2 mil reais (até agora rs). (Testei GPT 5.3 Codex; 5.2 Mini e Sonnet 4.5) Imagina meu custo de responder 2.500 pessoas manualmente? 2026 será O ano dos Agentes. Estou super animado com o que está por vir! E você. Tem algum case bacana com Openclaw para compartilhar? 👇🏽

Bruno Okamoto

11,918 görüntüleme • 5 ay önce

O cessar-fogo entre EUA e Irã: o que está realmente em jogo Trump deu um ultimato. O Irã recuou. E o mundo finge que não entendeu o que aconteceu. Antes que o prazo do ultimato americano expirasse, o regime iraniano aceitou um cessar-fogo de duas semanas e a abertura do Estreito de Ormuz. Ambos os lados, como de costume, apresentaram o resultado como uma vitória. Mas os fatos contam uma história bem diferente da que está sendo vendida — tanto pela propaganda do regime quanto pela militância de redação ocidental. Ainda há questões em aberto sobre os termos exatos desse acordo: o nível de controle sobre o Estreito, se haverá cobrança de passagem para navios, os limites da abertura. Mas o fato central é inegável: o regime que há semanas desafiava os Estados Unidos cedeu diante da ameaça concreta de destruição da sua infraestrutura energética. O que chama atenção, antes de qualquer análise estratégica, é o fenômeno das REALIDADES PARALELAS que esse conflito escancarou como poucos. A gente já convive há anos com narrativas opostas sobre os mesmos fatos, seja nas redes sociais, seja na imprensa tradicional. Mas no caso do conflito com o Irã, essa construção de realidades alternativas chegou a um nível sem precedentes. E o dado mais perturbador é o seguinte: dentro do chamado mundo ocidental — no Brasil, na Europa, nos Estados Unidos —, houve um apoio significativo, senão MAJORITÁRIO, ao regime iraniano. Estamos falando de um regime brutal, terrorista, que pouco antes do início desse conflito assassinou a sangue frio dezenas de milhares de manifestantes. Seus próprios cidadãos. Homens, mulheres e jovens que ousaram protestar contra a teocracia que os governa. Vejam a assimetria moral: a mesma esquerda que se indigna com os mortos na guerra em Gaza — uma resposta israelense ao maior atentado terrorista da história do país, fomentado e financiado pelo Irã — é a mesma que aceita com passividade o democídio promovido pelo regime contra seu próprio povo. Mulheres surradas até a morte por não usar véu. Crianças usadas para limpar campos minados na guerra contra o Iraque. Opositores assassinados sumariamente. E essa gente recebe solidariedade da esquerda global. Na prática, essa é a inversão moral que define o nosso tempo. O contexto: Guerra Fria 2.0 Esse conflito não pode ser analisado isoladamente. Ele faz parte de um cenário mais amplo que podemos chamar de Guerra Fria 2.0: o eixo China-Rússia-Irã buscando suplantar a liderança americana no planeta. Nesse arranjo, o Irã opera como ponta de lança. É o mais agressivo dos três, e sua posição estratégica no Golfo Pérsico lhe dá a capacidade de provocar uma recessão global ao impedir o trânsito de petróleo e derivados — que foi exatamente o que tentou fazer ao ser atacado. Mas por que esse conflito foi iniciado? Marco Rubio, o secretário de Estado americano, explicou de forma direta: o Irã estava a POUCAS SEMANAS de ter capacidade de construir uma bomba nuclear. E estava acelerando a produção de mísseis balísticos e drones a um ritmo que tornaria impossível, mesmo com uma intervenção americana, impedir a finalização do programa. Ou seja, a janela de ação estava se fechando. Esperar mais significava aceitar um Irã nuclear — um regime apocalíptico com a bomba na mão. O que foi alcançado — e o que ainda falta O ataque israelense-americano atingiu mais de 16.000 alvos. Os objetivos principais eram dois: desmantelar a capacidade nuclear e balística do Irã, e enfraquecer a cadeia de comando do regime. No primeiro ponto, o resultado parece ter sido pelo menos parcialmente atingido — embora a capacidade remanescente do regime de causar dano à infraestrutura petrolífera da região e de usar táticas de guerra assimétrica no Estreito de Ormuz tenha ficado evidente. No segundo ponto, o sucesso foi mais claro. Dos 20 a 30 principais nomes da cadeia de comando do regime, estima-se que 70% a 80% foram eliminados, começando pelo próprio líder supremo. Seu filho, que assumiu a posição, aparentemente está gravemente ferido, possivelmente incapacitado. O que ainda NÃO foi alcançado é talvez o ponto mais crítico: a retirada dos 500 a 600 kg de urânio altamente enriquecido que o Irã possui. Esse material pode servir como base para a continuidade do programa nuclear tão logo as hostilidades cessem. E esse será o centro das discussões diplomáticas nas próximas duas semanas — se o cessar-fogo durar tanto. A fragilidade da democracia — e sua força Enquanto isso, o Irã joga com o único ponto de pressão que lhe resta: a capacidade de impedir o trânsito de petróleo e de atacar instalações de produção na região. E conta, acima de tudo, com a maior fragilidade — e paradoxalmente a maior força — dos Estados Unidos: a democracia. Num país democrático, qualquer impacto econômico é sentido pela população e pode resultar em mudança de governo pelo voto. Com as eleições de meio de mandato se aproximando, a pressão sobre Trump aumenta. A democracia tem a capacidade de corrigir rumos errados. Mas tem a fragilidade de não conseguir sustentar períodos difíceis, mesmo quando eles são necessários. E essa fragilidade é amplificada pelo movimento interno — nos Estados Unidos, na Europa, no mundo ocidental — de simpatia ao eixo totalitário. A velha lógica soviética, herdada agora pela China, e a esquerda globalista europeia, que hoje é a força principal por trás do Partido Democrata, operam juntas contra a ideia de uma América forte. É a coalizão anti-Trump travestida de pacifismo. Vale lembrar: quando Trump foi duro na comunicação — falando em "fim de uma civilização" — foi imediatamente acusado de ameaçar crimes contra a humanidade. Enquanto o regime iraniano promove terrorismo mundial, crimes de guerra em série, ataque à infraestrutura de petróleo, bombardeio de áreas civis, fechamento de águas internacionais — tudo contra a lei internacional —, ninguém fala nada. Na verdade, Trump errou na comunicação. Não deveria ter falado no fim de uma civilização. Deveria ter falado no fim de um regime terrorista brutal. Seria mais efetivo e mais preciso. Se alguém perguntasse à maioria do povo iraniano se estaria disposta a suportar dificuldades em troca da possibilidade de derrubar essa teocracia assassina, a resposta seria óbvia. Mas essa voz não interessa à militância de redação global. O plano de 10 pontos e o que vem pela frente Surgiram na internet duas ou três versões de um suposto plano de 10 pontos para as negociações. Alguns desses pontos — como a retirada de bases americanas da região ou a permissão para o regime continuar enriquecendo urânio — são simplesmente INACEITÁVEIS. E é difícil imaginar que Trump ceda nesses pontos. A questão é: o que os iranianos farão quando essas exigências forem rejeitadas? Por enquanto, os mercados parecem acreditar no cessar-fogo. O preço do petróleo nos mercados futuros caiu entre 15% e 20%, dependendo do vencimento. Há incentivos dos dois lados para que um acordo aconteça. Mas a situação ainda é fluida e bastante incerta. A retomada do conflito é uma possibilidade real. O novo mapa geopolítico Independentemente do desfecho imediato, o que esse conflito evidencia é uma fragmentação global que veio para ficar. Não voltaremos ao globalismo econômico que tentou se transformar num globalismo político de alcance total. Há uma reversão desse modelo para as próximas décadas, com áreas de influência definidas pelas principais potências. Nesse cenário, a autossuficiência se torna o ativo estratégico mais valioso. Os Estados Unidos, paradoxalmente, são os mais beneficiados mesmo num mundo em que sua hegemonia diminui — porque são mais autossuficientes. Países grandes como a China também têm vantagens, apesar da dependência brutal do petróleo importado. Países distantes dos conflitos e com boa base de recursos naturais — como o Brasil e a Argentina — poderiam se beneficiar enormemente. O Brasil estaria numa posição PRIVILEGIADA se tivesse um governo minimamente pró-mercado e pró-crescimento. Mas não é o que temos. Temos em Brasília uma cabeça não só autoritária como antimercado, que impede o crescimento brasileiro. E, pior, um alinhamento ativo com o eixo chinês — que é exatamente o que o Descondenado vem fazendo nos últimos anos, contra a posição americana. A Europa talvez esteja na pior posição de todas. Esse conflito demonstrou que a Europa não é um aliado confiável para os Estados Unidos — algo que já estava claro há algum tempo. A desconfiança dos dois lados do Atlântico aumentou, o que deve enfraquecer a OTAN, mesmo que seu fim formal dependa de votação no Congresso americano. O X da questão: a lógica apocalíptica do regime E aqui está o ponto que muita gente não compreende — inclusive pessoas inteligentes e bem-intencionadas que são céticas em relação a essa intervenção americana. A lógica do regime iraniano é DIFERENTE da lógica de um regime como o norte-coreano. A Coreia do Norte quer sobreviver. Quer ficar ali, sem ser incomodada, escravizando seu povo até o fim dos tempos. É uma lógica perversa, mas previsível. O regime iraniano não opera assim. A teocracia dos aiatolás tem uma lógica apocalíptica. Eles acreditam que devem provocar o fim dos tempos. Não querem uma bomba nuclear apenas para proteger o regime. Querem, de fato, destruir o que chamam de "pequeno Satã" — Israel — e o "grande Satã" — os Estados Unidos e o mundo ocidental. É por isso que toda intervenção precisa ser calculada levando em conta que estamos lidando com um regime que QUER colocar fogo no mundo. Isso muda completamente o cálculo estratégico de potências como os Estados Unidos. Quem ignora essa variável — por ingenuidade, por antiamericanismo ou por alinhamento ideológico — está contribuindo para que um regime terrorista e apocalíptico se aproxime cada vez mais da capacidade de cumprir suas promessas. O cessar-fogo é um capítulo. A história está longe de terminar.

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

11,324 görüntüleme • 4 ay önce

O Supremo Tribunal Federal do Brasil acabou de proibir o X e anunciou uma multa de R$50.000,00/dia para aqueles que usarem uma VPN para evitá-lo. Não descarte o que está acontecendo porque é o Brasil. Não é um caso isolado. É o início do futuro totalitário que George Orwell previu prescientemente em "1984". _____ Ontem, as pessoas criticaram minha afirmação de que o Brasil é agora, efetivamente, uma ditadura. Afinal, elas apontaram, o país tem eleições livres e justas e um equilíbrio de poderes. Tem um judiciário e um Senado independentes, cujo presidente pode fazer o impeachment de juízes da Suprema Corte. E o governo não está perseguindo, encarcerando e torturando dissidentes políticos. Mas o Brasil não é uma democracia. É uma nação governada por dois homens, o Juiz da Suprema Corte Alexandre de Moraes, que controla o Presidente do Senado do Brasil abusando de seus poderes, e o Presidente Lula, que endossou as ações de Moraes esta manhã. De acordo com especialistas jurídicos brasileiros, as exigências de censura de Moraes a X, sua intimação a X na quarta-feira e seu congelamento das contas bancárias da Starlink ontem são todos atos descaradamente ilegais e inconstitucionais. E o governo Lula intensificou a perseguição a dissidentes políticos, incluindo a prisão sem julgamento de um assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, e as repressões à liberdade sempre começam pequenas. E há alguns minutos, Moraes ordenou a suspensão do X no Brasil e disse que qualquer um que tentar burlar o banimento por meio de uma VPN será multado em R$50.000,00 por dia. Os defensores de Lula observam corretamente que as eleições locais ainda estão marcadas para 6 de outubro e que há três grandes alternativas de mídia social para X. O Brasil tem sido uma democracia robusta em nível local desde os tempos coloniais. Mas proibir a operação de X no Brasil antes das eleições é uma interferência eleitoral tão severa que impediria uma eleição livre e justa, e houve censura significativa nas eleições presidenciais de 2022 que beneficiou Lula, incluindo a censura de um documentário preciso sobre seu oponente, Jair Bolsonaro, e a censura da cobertura da mídia criticando Lula por seus laços com governos socialistas. O governo brasileiro financia diretamente a mídia jornalística, que é esmagadoramente tendenciosa em relação ao Partido dos Trabalhadores (PT) do governo. O governo Lula aumentou o financiamento para a maior empresa de mídia, a Globo, em 60%, e sua cobertura é a mais pró-governo. Quanto às três principais alternativas de mídia social, uma delas, o Facebook, está cumprindo as exigências de censura do governo, outra, o Rumble, já havia fugido do Brasil no ano passado para escapar da censura, e o futuro do Telegram está em sérias dúvidas, dada a prisão e o processo de seu fundador e CEO pelo governo francês. O Twitter Files—Brazil revelou que um promotor do governo disse que o Google, Facebook, Uber, WhatsApp e Instagram todos cumpriram. O Google até enviou ao Congresso muitos gigabytes de dados de vídeos deletados no YouTube. Além disso, as declarações de Lula esta manhã foram abertamente ditatoriais. Lula disse a uma estação de rádio que o dono do X, Elon Musk, “não pode sair por aí insultando presidentes, insultando representantes, insultando o Senado, insultando a Câmara, insultando o Supremo Tribunal Federal. Quem ele pensa que é?” Mas Lula e Moraes não estão prestes a fechar o X porque Elon Musk insultou alguém. Nem Moraes nem ninguém sequer acusou Musk desse suposto crime. Assim, Lula deixou clara sua verdadeira motivação: evitar que as pessoas digam coisas negativas sobre ele e seus aliados. Essa é a motivação de Cesar, um tirano e um ditador, não um presidente. Assim, Lula também se junta a Moraes na criação de leis conforme ele avança. Como Glenn Greenwald e outros repórteres mostraram em uma exposição de várias partes para a Folha de São Paulo, Moraes rotineiramente quebra leis para perseguir os inimigos políticos de Lula e aqueles que falam negativamente de Moraes e seus aliados. Um repórter da CNN ontem até reconheceu isso. "Por que sempre os perfis da direita são alvos de censura e proibições?", ele perguntou. Embora o que Lula e Moraes estejam fazendo possa parecer grosseiro e juvenil, o totalitarismo geralmente é assim. O totalitarismo não é apenas repressivo; também é idiota. Um psicólogo polonês que escreveu um livro inovador sobre totalitarismo descreveu o novo presidente de sua universidade, um apparatchik do Partido Comunista nomeado pelo Partido, como um idiota. Ele não era apenas autoritário. Ele era de baixo intelecto. Isso porque o totalitarismo substitui a hierarquia meritocrática por uma autoritária baseada na lealdade ao Partido. Para muitos, o totalitarismo evoca imagens de tanques e câmaras de tortura, mas nunca começa assim. Para George Orwell e muitos outros pensadores, o totalitarismo é mais sutil e banal. Ele temia que o totalitarismo futuro emergisse de burocracias governamentais, não apenas de golpes e revoluções. Em 1984 , Orwell caracterizou o totalitarismo como um regime de controle absoluto. É esse controle absoluto que Lula e Moraes agora buscam. De fato, Orwell foi inspirado a escrever 1984 em parte pelo alerta emitido por James Burnham em seu livro de 1941, The Managerial Revolution, que alertou sobre a natureza totalitária da classe profissional-gerencial e a aliança entre os negócios e o que hoje é chamado de estado profundo. O totalitarismo que está surgindo hoje ao redor do mundo é muito mais perigoso porque convenceu as elites e uma porcentagem significativa de eleitores em todos os países de que a censura é necessária para salvar a democracia. Tanques e tortura não são necessários se o governo puder controlar o ambiente de informação. Se os partidos governantes puderem decidir o que as pessoas podem ou não dizer e ouvir, então não há necessidade de fraudar eleições ou derrubar o governo. E agora vemos um ataque mais aberto à liberdade e à democracia no Brasil. Lula e Moraes estão atacando uma imprensa livre e justa. Eles minaram o judiciário independente. Eles estão inventando leis e aplicando outras arbitrariamente. E eles próprios estão violando a Constituição e várias outras leis. O que exatamente está acontecendo aqui? Por que isso está acontecendo? E o que pode ser feito? A primeira razão aparente para Lula e Moraes atacarem X é porque a liberdade de expressão mina sua legitimidade. O público é livre para criticá-los em X de maneiras que a grande mídia geralmente não permite. O governo brasileiro financia diretamente a mídia tradicional. Todas as mídias no Brasil, até mesmo podcasters independentes, temem o governo. Eles temem ter os subsídios dos contribuintes negados ou serem processados. A mídia tradicional também tem um interesse financeiro direto na censura das mídias sociais. As mídias sociais competem por publicidade, leitores e legitimidade com a mídia de notícias tradicional. A mídia de notícias tem exigido mais censura dos governos às plataformas de mídia social por mais de uma década, e essas demandas se intensificaram após as eleições de Trump em 2016 e de Jair Bolsonaro no Brasil em 2018, que a mídia atribuiu à “desinformação” e à “influência estrangeira” para deslegitimar esses candidatos. Uma proposta de “Lei de Notícias Falsas” foi uma tentativa do Partido dos Trabalhadores e da mídia de notícias de censurar a mídia social e extorquir dinheiro de empresas de mídia social para mídias tradicionais e outras controladas pelo estado. Os governos do Canadá e da Austrália tentaram fazer a mesma coisa. Por fim, o governo dos EUA e o financiamento de George Soros estão por trás de grande parte do Complexo Industrial da Censura no Brasil. A Open Society Foundations de Soros doou impressionantes 31,3 milhões de dólares para ONGs pró-censura em 2023. Um representante do FBI aconselhou o governo brasileiro a censurar “desinformação” para evitar “interferência estrangeira”. A fundação de Soros tem financiado por anos “verificadores de fatos”, “jornalistas” e “organizações não governamentais”, muitas das quais também são apoiadas pelo governo dos EUA, para atiçar a histeria nacional sobre “desinformação”, exigir mais censura e justificar os abusos de poder de Moraes. E a embaixada dos EUA se recusou a criticar o governo brasileiro esta manhã. Por que o Brasil se tornou uma ditadura? Porque era o que era necessário para o Partido dos Trabalhadores de Lula, a mídia tradicional e o governo dos EUA manterem o controle. O que acontece depois? Há pelo menos duas possibilidades. Uma é que estamos entrando na realidade prevista por George Orwell em 1984. A outra é que estamos vivenciando uma repetição digital da imprensa. Se os governos do mundo estrangularem ou eliminarem o X e o Telegram, ainda haverá mídia alternativa e até plataformas de mídia social, mas elas não terão o alcance do X hoje e do Facebook antes de 2017. O Rumble ainda existe, mas teve que sair do Brasil no ano passado. O conteúdo de notícias alternativas independentes se tornou viral no Facebook em 2016, mas não o faz mais porque Mark Zuckerberg o estrangulou para encerrar o boicote de anunciantes de 2020 contra sua empresa. Se o X e o Telegram seguirem o caminho do Rumble ou do Facebook, então teremos entrado em uma nova era das trevas. Outra possibilidade é que a Internet, em geral, e plataformas de mídia social como X sejam como a imprensa. No início, a Igreja Católica se beneficiou da imprensa, assim como a mídia de notícias legada se beneficiou do Twitter. Com o tempo, as imprensas escaparam do controle da Igreja, resultando na Reforma Protestante, na revolução científica e na ascensão de democracias liberais na Europa. Embora os governos possam tentar controlar a Internet, eles não terão sucesso, graças a tecnologias como VPNs e Internet via satélite, como o Starlink de Elon Musk. Falar a favor da liberdade de expressão e contra a censura é essencial para tornar o cenário da imprensa uma realidade. Os brasileiros estão protestando em São Paulo em 7 de setembro. Parece que os brasileiros estão fartos de Moraes, mas ele ainda tem o apoio de Lula, a mídia ainda está principalmente do lado da censura, e o presidente do Senado não encontrou coragem para superar o que quer que Moraes tenha sobre ele. No mínimo, os eventos dos últimos três dias deixam claro que Lula e Moraes são ditadores e o Brasil não é mais uma democracia. O mundo precisa mudar a forma como o vemos. Não pode haver eleições livres e justas sem liberdade de expressão. O judiciário não é independente, mas está trabalhando de mãos dadas com o presidente. E o poder ditatorial combinado dos poderes executivo e judiciário impediu o presidente do Senado de usar seus poderes para fazer o que ele deve fazer para salvar a liberdade de expressão, a democracia e o estado de direito no Brasil, que é o impeachment do juiz do Supremo Tribunal Alexandre de Moraes.

Michael Shellenberger

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