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Ana Sayfaya Dön

11,948 görüntüleme • 14 gün önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Profundo conhecedor das imundícies do PT e com noção exata do tamanho da frigideira -sempre no fogo-que lula usa para fritar os brothers que não lhe interessam mais ou ameaçam seu poder, jaques wagner, amigo íntimo do despresidente, mandou um recado na lata a luladasilva, logo depois de cair no meio de uma investigação da PF, acusado de envolvimento direto no caso Master. Recado claro: você é mais sujo do que eu. E eu fico no cargo. Em pânico, o lulismo que havia ventilado publicamente a possibilidade de afastar o cara que subitamente virou a pedra no sapato de lula em seu caminho para a reeleição ficou sem ação. wagner aposta confiante na regra de ouro dos corruptos: a de que um rabo sujo não abandona outro rabo sujo. A imprensalha, surpresa e estarrecida, reagiu esbaforida ao recado nada sutil do gajo: A exposição de wagner, estrela do lulismo e frequentador de sua cozinha acaba demolindo totalmente a narrativa criada para colar o escândalo do Master no bolsonarismo. Mais do que isso, mata na origem a reação natural do velho e conhecido pilantra, a de declarar candidamente que nunca viu wagner na vida, que não conhece ou que deve ser amigo do amigo. Ou a de atirar o cara em sua frigideira. Nada disso, deixou claro wagner. Vítima da própria incoerência e de um esquema gigantesco de fisiologismo e corrupção que ele mesmo criou para se manter no poder, vamos ver agora para onde lula vai correr. Abandonar e dar um pé na bunda de wagner pode ser uma saída tentadora, mas terá um preço altíssimo: o de mostrar aos comparsas da gangue que, se uma figura como wagner é descartável, todos são, a qualquer momento. Por outro lado, manter o cara como se nada tivesse acontecido, enquanto as investigações da PF prosseguem e a coisa piora, é impossível. Sinuca de bico. Mesmo roubando descaradamente no jogo, luladasilva não tem como ganhar essa.

Marco Angeli

45,458 görüntüleme • 1 ay önce

Imagina só: uma mulher contando, com a maior naturalidade, que o próprio pai a apresentou ao OnlyFans, como se fosse a coisa mais trivial do mundo, tipo indicar um curso online ou uma vaga de emprego. Essa tranquilidade dela, quase desconcertante, é um sintoma de algo muito mais profundo e torto. Ela menciona ser adepta do nudismo, do naturismo, da praia, como se isso explicasse ou suavizasse a história. Mas, convenhamos, uma coisa é abraçar o corpo livre em um contexto de filosofia naturista; outra, completamente diferente, é transformar a nudez em mercadoria num site de conteúdo explícito, ainda mais com o empurrãozinho do pai. O que choca aqui não é só a filha achar isso normal, mas o que tá por trás da cabeça desse pai. Que tipo de corrosão moral, de colapso ético, leva um homem a olhar pra própria filha e pensar: “Olha, querida, bota umas fotos e vídeos aí no OnlyFans que vai render uma grana”? A pornografia, quando vira o ar que alguém respira, não só banaliza o corpo, mas detona qualquer noção de limite. Esse pai, mergulhado nesse pântano, parece ter perdido qualquer referência do que é sagrado na relação familiar. Incentivar a filha a se expor assim não é só uma falha; é uma traição profunda, um curto-circuito naquilo que deveria ser proteção e cuidado. E aí vem a pergunta que não quer calar, a que deixa um nó na garganta: será que esse pai, que teve a ideia brilhante de lançar a filha nesse mercado, não é também consumidor do conteúdo dela? Quem pode garantir que não? Quando a linha do respeito já foi tão pulverizada, o que impede esse abismo final? É o tipo de questão que a gente nem quer formular, mas que a realidade insiste em jogar na nossa cara. A naturalidade dela ao contar essa história é, no fundo, um grito silencioso de uma sociedade que tá perdendo a bússola.
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Imagina só: uma mulher contando, com a maior naturalidade, que o próprio pai a apresentou ao OnlyFans, como se fosse a coisa mais trivial do mundo, tipo indicar um curso online ou uma vaga de emprego. Essa tranquilidade dela, quase desconcertante, é um sintoma de algo muito mais profundo e torto. Ela menciona ser adepta do nudismo, do naturismo, da praia, como se isso explicasse ou suavizasse a história. Mas, convenhamos, uma coisa é abraçar o corpo livre em um contexto de filosofia naturista; outra, completamente diferente, é transformar a nudez em mercadoria num site de conteúdo explícito, ainda mais com o empurrãozinho do pai. O que choca aqui não é só a filha achar isso normal, mas o que tá por trás da cabeça desse pai. Que tipo de corrosão moral, de colapso ético, leva um homem a olhar pra própria filha e pensar: “Olha, querida, bota umas fotos e vídeos aí no OnlyFans que vai render uma grana”? A pornografia, quando vira o ar que alguém respira, não só banaliza o corpo, mas detona qualquer noção de limite. Esse pai, mergulhado nesse pântano, parece ter perdido qualquer referência do que é sagrado na relação familiar. Incentivar a filha a se expor assim não é só uma falha; é uma traição profunda, um curto-circuito naquilo que deveria ser proteção e cuidado. E aí vem a pergunta que não quer calar, a que deixa um nó na garganta: será que esse pai, que teve a ideia brilhante de lançar a filha nesse mercado, não é também consumidor do conteúdo dela? Quem pode garantir que não? Quando a linha do respeito já foi tão pulverizada, o que impede esse abismo final? É o tipo de questão que a gente nem quer formular, mas que a realidade insiste em jogar na nossa cara. A naturalidade dela ao contar essa história é, no fundo, um grito silencioso de uma sociedade que tá perdendo a bússola.

William Alves

793,059 görüntüleme • 1 yıl önce

¿Qué escribe uno después de lo de anoche? Gracias, ha sido increíble, no lo olvidaré... Todo eso es cierto. Pero ayer yo sentí también, y sobre todo, algo más fuerte y profundo que el agradecimiento, la emoción o el disfrute. Sentí la liberación de un anhelo grande, pesado y profundo, que arrastraba desde que me dedico a esto, es decir, desde hace 40 años. Desde hace 40 años, vengo diseñando y planeando espectáculos pensados para un recinto así, con un público así y con una energía gigante de ida y vuelta que no acababa de funcionar del todo porque, por las razones que sean, esa combinación de factores no se producía, o se veía frustrada por algún factor externo: las dos noches de Las Ventas suspendidas por la lluvia, o el concierto de Los Ronaldos en Sevilla (año 89), delante de 10.000 personas, interrumpido por una falsa amenaza de bomba. Son solo algunos ejemplos. Anoche ese anhelo se vio colmado y se desbordó por los cuatro costados y todo encajó y cobró sentido absoluto, por primera vez en 40 años. Y yo me sentí completo como artista, como músico de rock y como hombre de escenario. ¿Entendéis ahora lo importante que fue? Y vosotros lo hicisteis posible. Así que, como comprenderéis, la palabra gracias se queda muy, muy pequeña. Pero ahí va de todos modos: gracias Madrid. Gracias desde lo más profundo de mi alma. Y gracias por supuesto a todo el equipo que lo hizo posible (músicos, técnicos, producción, audiovisual y merchandising), desde el primero al último. Pusisteis en pie una producción impecable. Y lo mejor es que lo hicisteis con una sonrisa en la cara todo el rato. Gracias, compañeras y compañeros. Y por último, a los compañeros y compañeras que se subieron al escenario conmigo, que me conocen y me quieren tanto como yo a ellos, y que saben de ese anhelo profundo, y quisieron estar ahí para compartirlo conmigo. Gracias Anni, Iván, Leiva, Ariel, Kase, Dani y Rulo... y Cayena. Vivirlo con vosotros lo hizo más grande aún. Luis, Luis y Ricardo, Los Ronaldos, son los que mejor saben de ese anhelo, porque ellos vivieron conmigo varias de esas noches frustradas. Ayer, los cuatro en el escenario, además de rock n' roll, hicimos justicia. Justicia poética, que es la más hermosa. Pues eso es todo. Bueno, todo lo que he conseguido explicar. Lo demás, me lo guardo para mí. Hasta pronto, Madrid. Valencia... allá vamos con todo.

Coque Malla

32,704 görüntüleme • 1 yıl önce