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Quando a esquerda fala em “programa social”, pode procurar. Sempre tem banco, ONG ou amigo do poder no meio de um grande esquema. Depois ainda ficam ofendidos quando a gente chama de quadrilha ideológica. Não falha. Nunca falha.

14,561 просмотров • 6 месяцев назад •via X (Twitter)

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Hoje, na CAE, ficou bem nítido um ponto: quando a pergunta chega perto do Banco Pleno/Voiter, de Augusto Lima, Galípolo muda o tom. Renan Calheiros questionou por que, dois dias depois de Daniel Vorcaro passar oito horas dentro do Banco Central, o BC autorizou Augusto Lima a assumir o Pleno/Voiter. Em vez de responder de forma objetiva, Galípolo tentou transformar a cobrança em uma suposta tentativa de politizar o Banco Central. Disse que o BC não pode virar “palanque”. Palanque? Palanque é esconder pergunta incômoda atrás de linguagem técnica. Perguntar por que o Banco Central autorizou uma operação sensível, no meio do escândalo do Master, não é palanque. É direito da sociedade. E esse ponto pega justamente porque o Pleno/Voiter não é uma peça qualquer nesse bolo todo. Ele tem relação com Augusto Lima, com o Credcesta e com operações de consignado que atingem diretamente servidores da Bahia — estado governado há anos pelo PT. Talvez seja por isso que a pergunta incomoda tanto. Porque quando se fala em Pleno, se fala também em Credcesta. Quando se fala em Credcesta, se fala em consignado. Quando se fala em consignado na Bahia, se esbarra num ambiente político dominado pelo PT. Então não adianta tentar desqualificar a pergunta chamando de “palanque”. O Brasil não quer show. Quer resposta. Por que o BC deu aval? Quem analisou? Quais riscos foram considerados? E por que tanta irritação quando esse assunto aparece? Por que chega nos amigos do Lula?

Pâm 🌸

53,633 просмотров • 3 месяцев назад