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Quando alguém se incomoda mais com a classificação do PCC e do CV do que com os crimes dessas organizações, acaba revelando muito sobre o lado que escolheu estar. Soberania nacional não é proteger facção criminosa. Soberania nacional é proteger o povo brasileiro. O que ataca a soberania do...

83,358 views • 1 month ago •via X (Twitter)

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O governador Cláudio Castro publicou nesta quinta-feira, 30 de outubro, um vídeo mostrando a carreata de viaturas que acompanharam os corpos dos policiais mortos na megaoperação desta semana - a mais letal da história do Rio. No post, ele homenageou os agentes que tombaram em serviço: “nenhuma palavra é suficiente diante da perda de quem dedicou a vida a proteger a nossa”. E é exatamente isso: enquanto muitos vivem debatendo nas redes, tem gente que sai de casa sem saber se volta - para defender uma sociedade que muitas vezes os julga mais do que agradece. O Rio está em guerra, e fingir que não está só interessa a um lado: o lado do crime. A população civil precisa ser protegida. Quem paga impostos, quem trabalha, quem cria filhos honestamente não pode viver refém do fuzil apontado na esquina, do toque de recolher imposto por facções, do domínio territorial que mata direitos e esmaga vidas. O Brasil precisa decidir de que lado está: do Estado Democrático de Direito - ou do narco que tenta substituí-lo. Porque quando o crime toma território, impõe regras, cobra “taxa”, executa e silencia - isso não é “problema social”, isso é guerra contra o Estado e contra o cidadão. O reconhecimento aos agentes que arriscam a vida não pode ser negociado. Eles merecem apoio, estrutura, respeito e a certeza de que o país sabe o valor do trabalho que fazem. Extinguir o narcotráfico não é slogan, é uma necessidade nacional. Sem recuperar território, autoridade e soberania, o Brasil não volta a ser governado pelo voto, mas pelo medo. Aos que tombaram, honra e memória. Aos que seguem na linha de frente, respeito. Aos que criticam de longe, do ar-condicionado, apontando o dedo sem nunca ter visto um fuzil levantado contra si, fica o recado - segurança pública não é teoria, é vida real. E vidas estão sendo perdidas - de policiais e de civis - porque o crime decidiu que poderia mandar mais que o Estado. A sociedade precisa escolher. Ou apoia quem protege, ou aceita ser governada por quem mata.

Karina Michelin

17,237 views • 8 months ago

No 3º Brasília Summit, evento do Lide em parceria com o Correio Braziliense, Gilmar Mendes, decano do STF afirmou que o Brasil vive uma vulnerabilidade tecnológica e que a soberania digital precisa ser prioridade. Citou até dados da Anatel: “98% da infraestrutura de 5G é suprida por apenas duas empresas estrangeiras, configurando uma dependência crítica em uma das tecnologias mais estratégicas para o futuro do país”. O mesmo Supremo que agora fala em “neocolonialismo digital” foi quem entregou nossa soberania às Big Techs, transformando empresas privadas em censoras oficiais da República. Ordens secretas, globais e sem transparência obrigaram plataformas a retirar conteúdos e perfis no mundo inteiro. Quem violou a soberania brasileira não foram apenas as corporações - foi o próprio Judiciário. Ao falar em regulação, Mendes não busca proteger o Brasil, mas institucionalizar a censura. A ideia de “soberania digital” serve para blindar ministros de críticas e concentrar ainda mais poder de controle sobre o espaço público. É o velho truque - apontar para o perigo externo enquanto se esconde o autoritarismo interno. A denúncia sobre a dependência do 5G é real, mas a solução proposta é o desastre. Não se fala em investir em tecnologia nacional ou criar infraestrutura própria, a “saída” apresentada é sempre a mesma trama - mais lei, mais controle e mais poder para o STF. Gilmar Mendes ainda defendeu leis “anti-embargo” para proteger autoridades de sanções internacionais. Enquanto o STF prende opositores sem devido processo, o ministro só se preocupa em blindar a si e aos seus colegas contra qualquer pressão externa. Para ele, soberania é defender o poder de poucos contra os direitos de muitos. O ministro se apresenta como “defensor da nação”, mas na prática atua como curador do pensamento permitido. O problema não é regular Big Techs - é quem regula, e com qual propósito. Nas mãos de quem já usou a toga para impor censura e perseguição política, a promessa de “soberania” é maquiavélica. O que está em jogo não é a soberania digital, mas a soberania do cidadão diante de um Estado cada vez mais tirano, pronto para calar milhões de vozes nas próximas eleições.

Karina Michelin

43,840 views • 9 months ago