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Quando alguém se incomoda mais com a classificação do PCC e do CV do que com os crimes dessas organizações, acaba revelando muito sobre o lado que escolheu estar. Soberania nacional não é proteger facção criminosa. Soberania nacional é proteger o povo brasileiro. O que ataca a soberania do...

83,459 次观看 • 2 个月前 •via X (Twitter)

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O governador Cláudio Castro publicou nesta quinta-feira, 30 de outubro, um vídeo mostrando a carreata de viaturas que acompanharam os corpos dos policiais mortos na megaoperação desta semana - a mais letal da história do Rio. No post, ele homenageou os agentes que tombaram em serviço: “nenhuma palavra é suficiente diante da perda de quem dedicou a vida a proteger a nossa”. E é exatamente isso: enquanto muitos vivem debatendo nas redes, tem gente que sai de casa sem saber se volta - para defender uma sociedade que muitas vezes os julga mais do que agradece. O Rio está em guerra, e fingir que não está só interessa a um lado: o lado do crime. A população civil precisa ser protegida. Quem paga impostos, quem trabalha, quem cria filhos honestamente não pode viver refém do fuzil apontado na esquina, do toque de recolher imposto por facções, do domínio territorial que mata direitos e esmaga vidas. O Brasil precisa decidir de que lado está: do Estado Democrático de Direito - ou do narco que tenta substituí-lo. Porque quando o crime toma território, impõe regras, cobra “taxa”, executa e silencia - isso não é “problema social”, isso é guerra contra o Estado e contra o cidadão. O reconhecimento aos agentes que arriscam a vida não pode ser negociado. Eles merecem apoio, estrutura, respeito e a certeza de que o país sabe o valor do trabalho que fazem. Extinguir o narcotráfico não é slogan, é uma necessidade nacional. Sem recuperar território, autoridade e soberania, o Brasil não volta a ser governado pelo voto, mas pelo medo. Aos que tombaram, honra e memória. Aos que seguem na linha de frente, respeito. Aos que criticam de longe, do ar-condicionado, apontando o dedo sem nunca ter visto um fuzil levantado contra si, fica o recado - segurança pública não é teoria, é vida real. E vidas estão sendo perdidas - de policiais e de civis - porque o crime decidiu que poderia mandar mais que o Estado. A sociedade precisa escolher. Ou apoia quem protege, ou aceita ser governada por quem mata.

Karina Michelin

17,237 次观看 • 9 个月前