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Ana Sayfaya Dön

Quando até a Globo expõe o STF, não é coincidência, é sinal de que a blindagem começou a rachar. Diárias, viagens, sigilo absoluto e conexões que nunca foram explicadas. O que antes era ignorado, agora está em rede nacional.

34,684 görüntüleme • 8 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Quando um ministro precisa lembrar o próprio Supremo do que o próprio Supremo já decidiu, o problema não é jurídico. É memória seletiva. Fux não trouxe tese nova, não reinventou nada. Apenas resgatou o óbvio. O mesmo tribunal que agora fala em limites, em excesso, em perigo institucional, já reconheceu que a minoria tem direito de investigar e, mais do que isso, de continuar investigando. No caso das fake news, a história era outra. Diziam que a CPI estava indo longe demais, avançando no tempo, ampliando o escopo. Ainda assim, o Supremo garantiu a continuidade. Chamou isso pelo nome correto, direito subjetivo da minoria. Proteção democrática. Equilíbrio de forças. Agora, o discurso muda. O que antes era garantia vira risco. O que antes era proteção vira abuso. O que antes era necessário para o funcionamento do sistema passa a ser tratado como ameaça ao próprio sistema. E não é porque a regra mudou. É porque o alvo mudou. Fux expôs isso sem precisar dizer diretamente. Ao lembrar o precedente, ele desmonta a narrativa de que o Supremo nunca enfrentou o tema. Enfrentou sim. E decidiu de forma oposta. O resto é ajuste de contexto. Porque no Brasil, a Constituição não é reinterpretada por necessidade jurídica. Ela é recalibrada conforme o risco político. E quando até o precedente precisa ser esquecido para sustentar a decisão do presente, o que está em jogo não é coerência. É conveniência.

・ Ice ・  Ⅹ ・

15,262 görüntüleme • 6 ay önce