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😳😱🇺🇲 QUE MERDA ESTÁ ACONTECENDO NOS EUA NÃO POSSO LIDAR COM ISSO SOZINHO 🗣 "brother essas esferas passaram por cima da minha casa em uma velocidade incrível pela distância, acredite não são pássaros, parecem umas esferas brancas com pouca luminosidade no entorno delas, sou de Los Angeles, Califórnia."

19,302 views • 5 months ago •via X (Twitter)

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Quando o vídeo mostra várias mulheres, espalhadas, sentadas da mesma forma, com a mesma postura, o mesmo silêncio e o mesmo gesto mecânico no celular, a cena deixa de ser ambígua. Não é encontro casual. Não é espera por amigos. Não é vida urbana espontânea. É organização. Guangzhou é uma vitrine do que a China chama de ordem social eficiente. Nada ali é aleatório. Quando várias mulheres ocupam pontos semelhantes, com comportamento idêntico, isso indica rede. Plataforma. Mediação invisível. Um sistema que não precisa de placas porque já foi naturalizado. O celular não é passatempo. É ferramenta. É ali que chega a notificação, o chamado, o “agora pode”. Elas não conversam entre si porque não precisam. A coordenação não é humana. É digital. Isso não é prostituição clássica, aquela caricatura ocidental cheia de neon e escândalo. Isso é muito mais sofisticado. É a versão higienizada, silenciosa e integrada à paisagem urbana. Compatível com câmeras, com polícia, com o Partido, com o discurso oficial de moralidade. Tudo parece normal porque foi desenhado para parecer normal. É o corpo feminino tratado como serviço sob demanda, encaixado na lógica de cidade inteligente. Sem esquina. Sem abordagem direta. Sem ruído. Só disponibilidade calculada. E aqui está o ponto mais incômodo não existe caos, não existe desordem, não existe rebeldia. Existe aceitação estrutural. Elas não parecem tensas porque o sistema não funciona pela força visível. Funciona pela necessidade, pela economia, pela ausência de alternativas, pela vigilância constante que faz qualquer escolha parecer voluntária. O Ocidente olha isso e pergunta “o que está acontecendo?”. A China olha e responde “funcionando”. Guangzhou não está mostrando um problema. Está mostrando o futuro que muita gente ainda insiste em chamar de progresso. Como é lindo o Comunismo.🤡

・ Ice ・  Ⅹ ・

466,135 views • 8 months ago

Gosto de fazer gráficos com mapas diferentes para que a gente tenha a real dimensão da realidade das coisas. Esse é um gráfico das emissões de CO2 no último mês, 12/04 - 12/05. Nele podemos ver quem são os responsáveis pela crise climática que está pressionando biomas no mundo todo e principalmente no hemisfério sul. Eu vou repetir até onde eu conseguir. A culpa do aquecimento do planeta se chama Governança Global Pós Segunda-Guerra estruturada pela Aliança Ocidental liderada pelos EUA que somou a ideia de extrativismo europeu nos países tropicais removendo árvores, com a política de crescimento escalonado com combustíveis fósseis, essa estruturada pelos EUA. Temos culpados e eles não querem assumir a culpa, os EUA sabem que se aceitarem a realidade climática, se aceitarem a ciência, terão que abandonar o modelo econômico baseado em combustíveis fósseis. Mas como se eles dependem sua hegemonia no petrodólar? Por isso para o governo dos EUA a transição energética é uma ameaça aos EUA, isso não tem a ver com só com Trump, qualquer presidente dos EUA sabe disso. Se as nações fizerem a transição energética o petróleo perde importância e consecutivamente o dólar. Mas a escolha dos EUA é autodestrutiva porque o clima não escolhe nação e a América do Norte é um dos locais mais impactados hoje e o que mais sofrerá com extremos climáticos. Só existe uma solução para as nações, fazer a transição energética e aceitarem a nova governança global proposta pela China que corrige a antiga governança da Aliança Ocidental ao mesmo tempo que garante a rápida cooperação entre as nações focando na adaptação climática. Se as emissões de CO2 não caírem rápido nos próximos anos, entraremos em uma zona de risco para muitas povos, será um caos global com muito sofrimento e muitas guerras. É isso que a China está tentando evitar, e é isso que os EUA estão tentando causar.

Bruno Brezenski

18,321 views • 4 months ago

Olá, meu nome é Larissa (@jaotswift), sou adm dessa conta junto da minha irmã mais nova, Rafaella (@rockloomis) e moramos no Rio Grande do Sul. Estamos fazendo o possível nas redes sociais para dar visibilidade ao que está acontecendo no nosso estado mas vim pedir um apelo pela minha família. Felizmente a casa que eu e minha irmã moramos não sofreu nenhum dano, mas da minha avó de 63 anos e da minha bisavó de 81 sofreu, a casa não existe mais junto com as coisinhas dela que elas perderam. Nossos dois irmãos estavam em barcos nesse sábado (04/05) ajudando a resgatar pessoas no nosso bairro, não vou entrar em detalhes mas resgataram gente m0rta, pessoas desaparecidas, animais também. Meu irmão que estava no barco ajudando perdeu toda a casa dele e consequentemente, perdeu seu local de trabalho que era em casa, ele é mecânico e os carros que ele estava concertando foram-se na enchente. Os videos abaixo são do nosso bairro, um deles meu irmão gravou de sua oficina/casa (agora a casa dele está até o telhado de agua). Alem disso, a esposa dele tem um canil de cachorros, todos estão apertadinhos, mas bem na casa da minha mãe. Com isso, pedimos um apelo de qualquer quantia para esse pix, vai ajudar muito a minha família á se estabilizar novamente, literalmente qualquer quantia!!! Desculpem mesmo pedir assim, mas é um pedido de socorro. Estamos divulgando ao máximo aqui no picsjao e nos stories do nosso instagram pessoal. Pix chave aleatória: ceda465d-4f19-46dd-a79e-b04618615ec2 Nome: Larissa I. Frank.

Jão Pics

105,560 views • 2 years ago

🐺💍🦊Lorena entre Ferette e Fragoso. Análise do capítulo 116 - Parte II #tresgraças #loquinha #análise A conversa entre Leonardo e Lorena e a cena da visita de Juquinha e Paulinho à Fundação Ferette parecem não ter relação, mas o fato de ocorrerem no mesmo segmento, intercaladas, nos permite compreender melhor a mudança no dinâmica Ferette - Fragoso. Por um lado, Lorena começa a se distanciar da família Ferette, dizendo: “Esses malditos Ferette estão envolvidos nessa merda até o fim.” Ela já havia dito uma vez que gostaria de ter nascido em outra família, mas aqui, pela primeira vez, ela se dissocia verbalmente. Ao mesmo tempo, ela diz pro Léo que a justiça é importante pra ela e que, namorando uma policial, nunca vai acobertar coisas criminosas. Por outro lado, Eduarda entra no escritório de Santiago como namorada da Lorena, e não apenas como policial. Ela brinca dizendo que não trouxe convite de casamento desta vez e pergunta ao Ferette se ele está incomodado com ela. O que nem Leonardo Ferette nem Santiago entendem é que, depois do pedido de casamento e da primeira noite juntas, Lorena e Eduarda são um só. As famílias Ferette e Fragoso agora estão conectadas por um fio invisível. Ferette tenta colocar Eduarda no “devido lugar”, dizendo que ela veio como policial e não deveria tratá-lo por “você”, é melhor “ não guardar porcos juntos”. Mas ela existe em dois papéis simultaneamente, assim como Lorena existe como filha e irmã e como namorada da policial na cena com Leonardo. Isso não pode ser mudado. A fusão entre elas começou. Elas são uma família! Portanto, Lorena adotará o sobrenome Fragoso, porque tudo associado ao nome Ferette está ligado ao crime. Não dá pra permanecer, ao mesmo tempo, numa família criminosa e numa família da justiça, namorando a filha do desembargador. Assim, duas cenas que aparentemente têm pouco em comum apontam pra mesma coisa: uma nova fase do relacionamento começou, em que Lorena e Eduarda são inseparáveis. E a transição do Ferette pro Fragoso tá acontecendo pra Lorena. Falta só dar os passos e romper os últimos laços afetivos com o irmão e a mãe

Leo Zbancă

29,548 views • 6 months ago

Em meio ao discurso hipócrita da CPI das Bets, imagens reveladas pelo Metrópoles expõem uma cena no mínimo constrangedora: a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), relatora da comissão que investiga o setor de apostas online, fazendo compras em uma loja de luxo nos Estados Unidos, acompanhada de Silvio Assis, lobista conhecido nos bastidores de Brasília e acusado de extorquir empresários do próprio setor investigado pela CPI. O encontro ocorreu durante o recesso parlamentar e foi registrado dentro de uma unidade da grife Louis Vuitton, em Orlando. Procurada, a assessoria da senadora confirmou a presença do lobista, mas se limitou a afirmar que Soraya estava nos EUA com a família - sem explicar por que circulava ao lado de um personagem diretamente ligado aos interesses sob escrutínio da comissão que ela mesma relata. Silvio Assis além de atuar como lobista no mercado de apostas online, ele já foi alvo de investigações da Polícia Federal, é citado em denúncias de achacamento de empresários e também apareceu em apurações envolvendo suspeitas de pedido de propina em negociações de vacinas durante a pandemia de Covid-19. Trata-se, portanto, de alguém que carrega um histórico incompatível com qualquer proximidade informal com a relatora de uma CPI sensível. O caso se agrava quando se recorda que parentes diretos do lobista já ocuparam cargos no gabinete da senadora, informação revelada anteriormente pela imprensa. O conjunto dos fatos são inevitáveis sobre a independência, a isenção e a credibilidade da CPI das Bets - uma comissão que deveria esclarecer relações promíscuas, anda de mãos dadas fora do país com o investigado, em lojas de luxo. Esse é o retrato da política Parlamento e nas CPIs, encenam combates morais enquanto, nos bastidores, seguem de mãos dadas com aquilo que dizem enfrentar. Soraya posa de paladina da moral em discursos públicos, mas, longe dos holofotes, a conivência fala mais alto. Quem trai a função pública não pode permanecer na política. Essas figuras precisam ser definitivamente afastadas do poder - não por retórica, mas por responsabilidade institucional.

Karina Michelin

45,857 views • 8 months ago

DON'T LOOK UP! Eduardo Paes, parabéns pela prioridade. 👏🏻👏🏻👏🏻 Só que não. 🤨 Que bom que durante um extremo térmico que está sendo amplificado no Rio por causa das emissões de gases na indústria petroquímica. O prefeito está preocupado com a sujeira na praia. 🥳 Válida preocupação, mas insignificantes quando vemos milhares de pessoas indo parar no hospital pelo calor, não pelo lixo. Agora ele poderia falar de outro lixo, o que a indústria petroquímica está emitindo em cima da cidade do Rio, e com isso está amplificando a bolha de calor que está levando pessoas aos hospitais com sintomas de HIPERTERMIA. Esse é o progresso que o petróleo da para a cidade maravilhosa. Detalhe, nem é a cidade do Rio que está emitindo essa poluição quente, é Campos dos Goytacazes. E o prefeito deveria defender os munícipes da cidade do Rio. Não é só manter praia para que consigam se refrescar, o prefeito tem o DEVER de exigir que outra cidade pare de emitir poluição que está causando danos ao moradores do Rio de Janeiro. Inclusive pode ir até à justiça. Mas como parece que só se importam com a elite, com os donos do petróleo que estão nos seus apartamentos no Leblon com ar condicionado negando a influência do petróleo no clima. Finge que não vê. Ele está olhando para o chão enquando deveria estar olhando para o céu, mais especificamente do céu para a Terra com nossos satélites que detectam gases. 🌎🛰️ 🏭🔥🥵 Eu posso provar o que eu falo, já o prefeito não quer nem falar sobre o assunto, quem pode contra o poderoso demônio do betume? Tem coragem Eduardo Paes de entrar nessa briga em nome dos cariocas?

Bruno Brezenski

153,241 views • 8 months ago

Cheguei aqui nos EUA, achando que quem é bom será bom em qualquer lugar. Trouxe comigo todo o orgulho alimentado no Brasil. Saí do Leblon para Jurerê Internacional, e de lá para os EUA. Fui convidada para “n” exposições de arquitetura, tive o meu nome publicado em revistas e apareci na RBS TV falando sobre o meu espaço da Casa Cor. Cheguei aqui cheia de mim, e do orgulho das minhas conquistas. Aprendi com os anos, aqui nos EUA, a desinflar o ego, o famoso “ It’s not about you”(não é sobre vc). Aprendi a sair dos holofotes e dar espaço ao outro. Me lembro da Vitória me dizendo: “mãe, olha a fila” “mãe, não fica no meio do corredor” “mãe, você está falando muito alto”… Ela já estava no sistema, eu ainda não. Depois de 14 anos, e alguns empregos que me afastaram da minha profissão, finalmente consegui concretizar o meu sonho, e incluiu voltar a estudar para poder exercer a minha profissão. Parabéns à PUC do Rio, impecável na transcrição do currículo, e lamentável a postura da UNISUL, com carimbo duvidoso e nota faltando, tudo rejeitado pelo departamento de educação. Tive que fazer novo requerimento para que corrigissem e alterassem o carimbo, ou colocassem selo seco. Tudo isso para ser aceita na universidade daqui. Poderia ter ido para um Master, mas isso não me daria o título de arquiteto aqui. Consegui e entrei, a turma era de jovens, que poderiam ser meus filhos, todos sonhando em ser arquitetos. Sofri muito bullying, a princípio achei que era por ser mais velha e por ter sotaque, mas a verdadeira razão era outra: competição, por ter sempre os meus trabalhos escolhidos e receber prêmios. Eles são super competitivos, já crescem assim, não queriam perder sempre, e fizeram grupinhos para reclamar com o professores, diziam que eles me favoreciam. Ouvi isso de uns 3 professores. Apesar da minha experiencia na área, eles se esqueceram como tudo para mim foi mais difícil, pela língua, mas principalmente por eu não ter nascido na geração iPhone. Aprendi todos os novos programas, com muito mais lentidão do que eles. Fui aprendendo também, e aos poucos, como me “comportar”, como colocar o orgulho de lado, e nos últimos anos comecei a trabalhar totalmente em silêncio. Fui aprendendo que “It’s not not about me”, não é sobre mim. Aqui o senso de comunidade é muito forte, e todos tem chance. Esses anos me mostraram que não sei tudo, e com isso me tornei mais humilde, e vi que há muito espaço para melhorias e aperfeiçoamento. Vi que aqui não importa a raça, a cor, o background social, ou a origem, o mérito é de quem o conquista. Ontem fui surpreendida com os jovens da minha turma, me chamando para tirar fotos com eles, e me apresentando aos pais, que me disseram: “você, ajudou o meu filho, seremos sempre gratos” ou “ você foi inspiração p minha filha” ou ainda “ouvimos o seu nome várias vezes em nossa casa”. Tudo isso mostra que tudo valeu a pena, impactei muitos jovens, algumas famílias, mostrei paixão e resiliência, mostrei que não há limites quando a gente tem um sonho, e “apresentei”Deus a alguns deles, que testemunharam coisas incríveis … Termino esse ciclo com uma gratidão enorme ao meu marido, que é a coluna da minha casa, e que me incentivou, me ouviu, me abraçou, e torceu por mim a cada queda e a cada vitória. Que me disse que era possível quando eu achava impossível, e que orou por mim todo esse tempo. Que teve câncer durante esse período, e ainda está sob tratamento, mas que nunca reclamou de nada para não me tirar do foco. 😭 Mr. Thomas Aker você é um gigante! Meus amigos, que esse registro sirva de inspiração a todos vocês… Muitos só relatam os louros, nunca os tombos, atrás das imagens de sucesso há sempre uma história ✨🙌🙏

🇧🇷Claudia Aker🇧🇷🇺🇸2️⃣2️⃣

228,617 views • 1 year ago

Santa Catarina - Uma mulher ofendeu com declarações racistas o trabalhador de uma loja de celulares em Florianópolis. O crime foi flagrado por uma câmera de monitoramento (assista acima). O trabalhador, um jovem de 18 anos, registrou boletim de ocorrência. A Polícia Civil informou que vai abrir uma investigação sobre o caso. A reportagem não conseguiu contato com a mulher. O atendente Dennys Evangelista da Silva, de 18 anos, está no primeiro emprego. A loja, de acessórios e consertos de celulares, fica no bairro Cachoeira do Bom Jesus, no Norte da Ilha de Santa Catarina. O crime ocorreu na quarta-feira (28) por volta de 9h50. Dennys explicou que a mulher queria trocar a tela do celular. Porém, quem poderia fazer esse serviço não estava na loja naquele momento. "Quando falei que o técnico tinha saído, expliquei para ela por que ele tinha saído, sendo que não era minha obrigação explicar, e ela ficou braba porque achou que não estava com vontade de trabalhar”. Ele indicou outra loja e, em seguida, foi ofendido. "Na hora, eu fiquei em choque. Só caiu a ficha do que realmente tinha acontecido quando eu cheguei em casa, que daí eu chorei um monte, me senti muito mal", relatou Dennys. "Eu cheguei pra minha mãe e a parte mais difícil foi olhar nos olhos dela e ver que ela estava chorando também". Os donos da loja, assim como todos que convivem com Dennys, solidarizaram-se com o ele. Veja mais no #g1. #ataque #santacatarina #g1local

g1

303,029 views • 7 months ago