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🚨 QUEDA DE BRAÇO: DIRETOR DA PF DIZ QUE RAMAGEM PODE SER DEPORTADO MESMO COM PEDIDO DE ASILO! O clima esquentou. Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, partiu para o ataque e afirmou que o status migratório de Alexandre Ramagem nos EUA continua sendo de "ilegal", peitando a versão das...

32,102 次观看 • 5 个月前 •via X (Twitter)

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O delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo é obrigado a deixar os Estados Unidos - para não dizer expulso - e retornar ao Brasil. O Bureau of Western Hemisphere Affairs, departamento do governo dos EUA, publicou a pouco um post no X com a seguinte mensagem: “Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território dos EUA. Hoje, solicitamos que o funcionário brasileiro relevante deixe nossa nação por tentar fazer isso.” Marcelo Ivo, delegado de carreira da PF, ocupava desde agosto de 2023 o posto de oficial de ligação em Miami - uma função estratégica que o colocava como ponte direta entre o Brasil e autoridades americanas, especialmente no sistema migratório e na cooperação policial. Esse tipo de cargo não é apenas técnico; ele passa por indicação e confiança da cúpula da instituição e, na prática, representa o Estado brasileiro dentro de estruturas estrangeiras. Foi nessa posição que ele atuou no caso envolvendo o ex-deputado Alexandre Ramagem, de forma clandestina em território americano. No dia 13 de abril, Ramagem foi preso nos Estados Unidos pelo ICE. A detenção durou cerca de dois dias, mas terminou de forma inesperada, com sua liberação - algo que, segundo relatos, pegou a própria Polícia Federal de surpresa. Nos bastidores, havia uma movimentação intensa para impedir essa soltura. A PF chegou a preparar um dossiê e se reuniu com autoridades americanas no dia 16 de abril, em Miami, tentando reverter a decisão e acelerar uma possível deportação. Poucos dias depois dessa sequência de prisão, soltura, tentativa de reversão e reação pública dos EUA, Marcelo Ivo é convidado a se retirar do país imediatamente. O caso ainda está longe de ser encerrado. Há muita coisa nesta história que ainda precisa ser revelada.

Karina Michelin

36,432 次观看 • 5 个月前

Após concluir a investigação da Seção 301, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) recomendou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre milhares de produtos brasileiros e informou ao governo brasileiro que as negociações chegaram ao fim. Em reunião realizada na terça-feira, 14 de julho, o representante comercial americano (USTR), Jamieson Greer, comunicou ao governo brasileiro que as tratativas foram encerradas e que a recomendação para aplicação de um novo tarifaço já foi encaminhada ao presidente Donald Trump. Segundo autoridades americanas, o governo Lula não demonstrou empenho suficiente para construir um acordo capaz de evitar o tarifaço. Na prática, Washington encerrou as tratativas convencido de que não havia mais espaço para avanços. O resultado chama atenção porque, durante a audiência pública da Seção 301, realizada nos dias 6 e 7 de julho - etapa decisiva do processo - o governo brasileiro não apresentou sustentação oral perante as autoridades americanas. Quem ocupou esse espaço foram representantes da indústria, do agronegócio e o senador Flávio Bolsonaro, que defenderam os interesses dos setores afetados e pediram a revisão das tarifas. Enquanto o governo insiste em afirmar que promoveu diversas rodadas de negociação, o desfecho fala por si: o USTR manteve sua recomendação, criticou a condução brasileira e encaminhou a proposta para a decisão final da Casa Branca. Agora, a palavra final está com Donald Trump. Caberá ao presidente americano decidir se confirma a recomendação do USTR, quais produtos serão efetivamente atingidos pela tarifa de 25% e quais ficarão de fora da lista final. Se Trump der sinal verde, o Brasil enfrentará uma das maiores barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos nas últimas décadas. Apesar do discurso oficial de que havia negociação em curso, o governo Lula terminou o processo sem convencer Washington expondo o seu fracasso, sem evitar o avanço das tarifas e sem entregar o resultado que prometia ao setor produtivo brasileiro. Em outras palavras, Lula não protegeu o povo, não protegeu a indústria e ainda deixou o país pagar a conta de sua própria omissão.

Karina Michelin

46,746 次观看 • 2 个月前

A crise entre Brasil e Estados Unidos acaba de ultrapassar um limite raramente visto na diplomacia. Nesta terça-feira, 4 de agosto, o governo Donald Trump revogou o visto diplomático da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti. A decisão foi apresentada como uma medida de reciprocidade após o governo Lula negar vistos a diplomatas americanos e se recusar a conceder o agrément ao indicado de Trump para comandar a Embaixada dos EUA em Brasília. Embora Viotti não tenha sido expulsa do território americano, ela passa a permanecer nos EUA sem um visto diplomático válido - um gesto de enorme peso político e um recado inequívoco de que Washington decidiu aumentar o custo do confronto com Lula. Mas este episódio não surgiu do nada; ele é apenas o capítulo mais recente de uma escalada que já inclui tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, a investigação da Seção 301 conduzida pelo USTR, acusações americanas de restrições à liberdade de expressão, críticas às decisões judiciais contra plataformas digitais dos EUA, disputas sobre propriedade intelectual, comércio, etanol e até o processo eleitoral brasileiro. Na visão da Casa Branca, todos esses temas passaram a integrar um único conflito estratégico. O governo Trump considera que o Brasil deixou de representar apenas um parceiro comercial problemático e passou a desafiar interesses políticos, econômicos e institucionais dos Estados Unidos. O resultado é preocupante. O Brasil entra em uma das maiores crises diplomáticas com os Estados Unidos em décadas, justamente às vésperas das eleições presidenciais. Se nenhuma das partes recuar, novas retaliações poderão atingir comércio, investimentos, cooperação em segurança, tecnologia e até futuras relações diplomáticas. A revogação do visto da embaixadora é um sinal de que a disputa entre Trump e Lula deixou de ser retórica e passou a produzir consequências concretas. A política externa do PT, historicamente ligada ao Foro de São Paulo e à aproximação com regimes ditatoriais na América Latina, contribuiu para o agravamento da crise com Washington. Se a escalada continuar, o Brasil poderá enfrentar um isolamento diplomático e econômico cada vez maior.

Karina Michelin

18,163 次观看 • 1 个月前

Caro Pedro Dória, no vídeo o senhor também diz o seguinte: "O presidente fala ao microfone que tem de investigar o filho e, no outro dia, o diretor da Polícia Federal tira da função o delegado que mandou investigar o filho do presidente. No terceiro dia, o mesmo filho do presidente, ó, se muda para a Espanha." A cronologia publicamente disponível é bem diferente. As próprias mensagens de Roberta Luchsinger mostram que, em janeiro de 2025, ela já dizia que Lulinha e família se mudariam para a Espanha antes de junho. A Operação Sem Desconto, que revelou o escândalo do INSS, teve sua primeira fase em abril. Em julho de 2025, as primeiras reportagens noticiam que Lulinha já tinha se mudado pra Espanha, mas não citavam o escândalo do INSS. O nome de Lulinha começa a aparecer no dia 4 de dezembro, já em meio aos trabalhos da CPMI. A imprensa começa a tocar no assunto e, no dia 15, uma sexta-feira, o diretor da PF Andrei Rodrigues foi perguntado se Lulinha entraria nas investigações. Andrei respondeu que "infelizmente surgiu essa possibilidade" e foi muito criticado por ambos os lados. Alguns petistas reclamaram da especulação sobre uma investigação em sigilo. Antipetistas reclamaram do advérbio 'infelizmente'. No dia 18, segunda-feira seguinte à entrevista de Andrei, Roberta Luchsinger foi alvo de operação da PF pela primeira vez. Dada a proximidade entre Lulinha e Roberta, a suspeita contra o filho do presidente ganhou muita força com a operação. Horas depois, Lula deu uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto e defendeu a PF, falando pela primeira vez que o filho seria investigado como qualquer outro cidadão. A troca do delegado responsável ocorreu seis meses depois, em maio de 2026. Segundo a PF, o próprio delegado pediu pra sair do cargo em que estava porque queria morar em Minas Gerais, seu estado natal. Ainda segundo a PF, o resto da equipe continuou no caso. Nesse meio tempo, todo mundo já sabia que o nome de Lulinha tava nas investigações, mas o delegado continuou na função. Por isso, xará, o senhor pode até duvidar da versão da PF. Só não dá pra omitir a versão da PF, atribuir a decisão ao Diretor Geral e bagunçar completamente a cronologia. Se o senhor tiver algum fato novo para rebater a PF, vale a pena apresentar as devidas fontes. No governo anterior, as pessoas falavam em notas públicas de associações de servidores sobre dezenas de casos em que os delegados foram transferidos bem no início das investigações. Não basta uma transferência para caracterizar inferferência. Concluo no tuíte a seguir, o último e mais curto dos três.

Pedro Menezes

11,570 次观看 • 1 个月前

A matéria de capa do Estadão desta quinta-feira, 17 de setembro, revela que o governo Trump incluiu nas negociações com Lula, em outubro de 2025, uma exigência “desconhecida”: o Brasil deveria se comprometer com uma eleição presidencial “livre e justa” em 2026 e não poderia “deter arbitrariamente, prender ou limitar” a participação de “dissidentes políticos”. O documento está marcado “Draft/Deliberative/Pre-Decisional”, e registra uma posição apresentada por Washington, não um acordo assinado nem uma obrigação aceita por Brasília. Em 30 de julho de 2025, Trump afirmou por ordem executiva que o tratamento dado a Jair Bolsonaro ameaçava, na visão de seu governo, a capacidade do Brasil de realizar uma eleição “livre e justa” em 2026. No mesmo dia, o Tesouro sancionou Alexandre de Moraes pela Lei Global Magnitsky, acusando-o de detenções arbitrárias, censura e processos politizados. O comunicado conjunto de 16 de outubro, após reunião de Marco Rubio, Jamieson Greer e Mauro Vieira, não mencionou “dissidentes políticos” nem compromisso eleitoral. Falou apenas em “conversas muito positivas”. Em junho de 2026, o USTR concluiu que tribunais brasileiros emitiram ordens secretas para remover conteúdo político e suspender perfis de residentes nos EUA. Em julho, Washington impôs tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. E aqui está o ponto em aberto: até a manhã desta quinta, nas fontes oficiais consultadas, Planalto e Itamaraty não haviam publicado resposta específica à cláusula revelada pelo Estadão, e não existe documento público demonstrando que Lula a tenha aceitado. A relação entre os países segue tensionada. O Brasil reteve o agrément ao indicado de Trump para a embaixada em Brasília, Daniel Perez, e negou vistos a dois integrantes do governo americano que pretendiam vir ao país antes da eleição. Washington respondeu revogando o visto da embaixadora brasileira. A cláusula sobre “dissidentes” ficou fora do comunicado final, mas a pressão americana continua. E o Itamaraty ainda não explicou como respondeu à exigência. Rejeitou, negociou ou aceitou algum compromisso? É essa resposta que o governo Lula ainda deve ao país.

Karina Michelin

33,721 次观看 • 13 天前