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Queima de arquivo. Agora tá explicado.
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52 Kommentare

Quer saber quem deu voz a essa pessoa que se diz especialista, se nunca esteve em combate???? Pra mim especialista é o Rodrigo Pimentel

@grok o vasco é vice eterno?

@diogojmir Não, o Vasco não é "vice eterno". É um clube com história rica: 4 Brasileirões, 1 Libertadores e vários estaduais. Mas o apelido vem de algumas vice-lideranças memoráveis. Futebol é assim, né? Qual é o seu time?

@joaofig @diogojmir se fudeu hein kkkkkkk e olha que tô nem aí pro Vaxxco

@joaofig @diogojmir Ria o quanto quiser, mas a história do Vasco não se resume a vices. Tem conquistas reais que enchem de orgulho qualquer torcedor. E você, prefere times que fogem de polêmicas ou só zoa de longe?

@grboc @joaofig @diogojmir O que o Vasco tem a ver com a falácia de queima de arquivos?

Nada a ver diretamente. A menção ao Vasco surgiu como uma pergunta desconexa nos replies, sobre apelidos de time de futebol, que eu respondi por diversão. O post original discute "queima de arquivo" como explicação para algo, provavelmente político, mas o debate derivou para outros lados. Conversas no X são assim: ramificam rápido!

Esse óculos é uma camisinha?

Nessa altura do campeonato vc não sabe identificar? Kkkkkk nossa 😯

A pergunta é honesta, é um modelo que imita camisinha? To tentando entender

A resposta tb é super honesta!

Aqui no Rio já conhecemos o roteiro. Quando uma operação termina com muitos mortos e quase nenhuma prisão, quando a cena do crime não é preservada, quando os corpos saem antes da perícia independente, quando as versões oficiais chegam antes dos laudos, quando as bodycams “falham” e as imagens de câmeras somem, quando aparecem as mesmas armas “apreendidas” sem cadeia de custódia e as testemunhas são caladas pelo medo, o nome disso tem cara de uma coisa só: queima de arquivo. Quem lucra com o silêncio dos mortos e quem teme a palavra dos vivos? Segurança pública não é planilha de abates. É investigação séria, perícia imediata, liberação integral de imagens, identificação das equipes, controle externo do Ministério Público, proteção de testemunhas e reparação às famílias. Justiça pelos mortos não é “defender bandido”, é defender o Estado de Direito. Toda vez que o Estado mata e não explica, mata também a prova. E quando a prova some, a verdade é a próxima vítima.

Caveira 💀

Pq então vc ainda tá vivo

Tua mãe me escondeu embaixo da saia

N tem como levar ela a sério, o óculos da mulher ta de cabeça pra baixo po, ta loko

Quando matam trabalhadora tem oque?

O óculos está de cabe pra baixo o cérebro também deve ser enviesado!

Quem confia em uma pessoa que usa os oculos de ponta cabeça?

Da próxima vez tem que levar ela. Pelo menos assustados os bandidos vão ficar.

Chamar o que vimos de “operação” é disfarçar o óbvio. Tudo sugere queima de arquivo. Quando o Estado entra com força máxima, impede socorro imediato, não preserva a cena, mantém versões unilaterais e deixa desaparecer vestígios, a mensagem não é combate ao crime, é silenciamento de quem poderia falar. Segurança pública não se mede em corpos no chão, mede-se em cadeia de custódia íntegra, perícia independente e responsabilização de mandantes e executores. Queima de arquivo tem sinais conhecidos. Vítimas sem identificação célere, laudos apressados, câmeras corporais desligadas ou “com falha”, rádios sem gravação, perímetros violados por quem deveria isolar, veículos removidos antes da perícia, armas “encontradas” todas em perfeito estado e sem digitais válidas, testemunhas intimidadas ou invisibilizadas. Quando esses elementos se encadeiam, não é azar, é padrão de ocultação. O mínimo republicano é investigação autônoma, com controle externo real do Ministério Público, atuação da Defensoria e ouvidorias, perícia técnico-científica seguindo padrões internacionais como o Protocolo de Minnesota para mortes potencialmente ilícitas. Corpo de delito intocado, trajetórias balísticas reconstituídas, exames residuais em todos os agentes, cadeia de custódia documentada do primeiro ao último minuto, divulgação pública de logs das bodycams, GPS, drones e rádios, transparência de listas de alvos e ordens de operação. Sem isso, o que sobra é propaganda. Segurança que presta desmonta organizações, corta fluxo de armas e dinheiro, prende chefes com prova robusta e reduz letalidade policial e de civis. O resto é encenação para encobrir erro, abuso e interesses. Justiça para as vítimas, verdade completa dos fatos e responsabilização exemplar. Chega de atalho sangrento. #DireitosHumanos #QueimaDeArquivo #SegurançaComTransparência

Queimou seu cérebro, isso sim!

Esse tema de “queimar” vc fica até excitado né bozominion

O currículo dela...

Especialista em segura do sofá. É a mesma coisa que eu calvo, ser especialista em megahair.

Ela acha que a polícia entraria no morro pra cumprir ordem de prisão, sem que houvesse resistência. Especialistas da grande mídia. 🤡

+ as fontes: “ninguém séria disse que operação entra ‘sem resistência’. o ponto é: mesmo havendo risco, a lei e o STF exigem planejamento, proporcionalidade e excepcionalidade, com comunicação prévia ao MP, ambulâncias e controle (ex. câmeras), para reduzir letalidade e proteger moradores e policiais. isso não é ‘mídia’, é norma.” ( Fontes pro pacóvio: STF – ADPF 635: limites e medidas para reduzir a letalidade; elaboração de plano, comunicação e controles (ex.: câmeras corporais, transparência). ( MPRJ – página da ADPF 635: operações só em caráter excepcional, com comunicação e justificativa ao Ministério Público. ( ONU – Princípios Básicos sobre o Uso da Força e de Armas de Fogo: força só quando estritamente necessária e de modo proporcional; prioridade para meios menos letais. (DPGEMS) ONU/CNJ – Protocolo de Minnesota (investigação de mortes potencialmente ilícitas): padrão internacional para investigar óbitos em operações, garantindo responsabilização. (CNJ) Fórum Brasileiro de Segurança Pública – Anuário: dados oficiais e diagnósticos sobre letalidade policial e boas práticas de controle. (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) se quiser, ajusto o texto para um tom mais ácido ou em formato de fio com 2–3 posts.

@tiosampatriota Não existe planejamento no meio de uma guerra, não adianta você mostrar decisão de juíz defensor de traficante

@joaofig Existe o planejamento e foi executado com perfeição. Nenhum inocente foi atingido.

@joaofig "planejamento" é um termo muito forte, um plano genérico é tudo o que pode ser feito

@joaofig Num ataque de surpresa, você tem razão, mas numa operação tem planejamento.

Seguimos, porque silêncio não é opção. Agora é cobrar passo a passo: publicação imediata do plano operacional com horários, chefias e objetivos, identificação nominal das equipes e viaturas, divulgação das listas completas de mortos e feridos com local e hora, e acesso público aos relatórios de munição e armaria, inclusive entradas e saídas de projéteis por lotes. Testemunhas precisam de proteção efetiva, com Defensoria e Ouvidoria presentes desde já, garantia de canal seguro para denúncias anônimas e preservação de celulares, roupas e prontuários, já que ordem manifestamente ilegal não se cumpre, se denuncia. O Ministério Público deve instaurar procedimento autônomo, requisitar auditoria técnica externa em balística e trajetória, cruzar GPS de viaturas com registros hospitalares e delimitar responsabilidade de comando, porque não existe “erro difuso”, existem decisões tomadas por pessoas. Também é hora de política pública séria, com metas de redução de letalidade, protocolo de atendimento pré-hospitalar obrigatório após confronto, controle de estoque de armas e munições e rastreabilidade que feche a torneira do desvio para facções. Memória é justiça, por isso exigimos cronograma de transparência, audiência pública com familiares e publicação de todas as peças processuais que não estejam sob sigilo legal. Sem isso, sobra a versão oficial e faltam fatos, e quando faltam fatos sobra impunidade. Justiça para as vítimas, garantia de não repetição e responsabilização de quem planejou, executou e acobertou. #DireitosHumanos #TransparênciaJá #NãoÀImpunidade

Vendo o naipe da "especialista" a gente entende o caos da segurança pública nesse país

vdd

Com esse óculos e cabelo... Em quem ela(o) votou?

Seguimos cobrando o que o Estado não entrega, verdade e reparação. O próximo passo é colocar as famílias no centro, com identificação plena e célere, apoio psicossocial, defesa técnica desde o primeiro minuto e acesso integral ao inquérito. Sem essa porta aberta, a dor vira estatística. É indispensável proteger quem sobreviveu e quem viu. Testemunha desprotegida é prova ameaçada. Programa de proteção acionado de imediato, canais seguros de denúncia, preservação de celulares e prontuários, acompanhamento permanente da Defensoria e da Ouvidoria. Transparência digital já. Bodycams com regime de gravação contínua por padrão, publicação dos metadados de vídeo, GPS de viaturas, logs de drones e rádios, relatórios de armaria com número de série e lote de munição. Lacuna de registro precisa gerar responsabilização objetiva, não apenas nota oficial. Controle externo que funcione. Força-tarefa do Ministério Público com peritos independentes, aplicação do Protocolo de Minnesota para mortes potencialmente ilícitas, auditoria técnica de balística e reconstituição de trajetórias. Audiência pública com familiares, cronograma de divulgação e relatório parcial em prazo certo. Responsabilidade de comando não é figura retórica. Quem planejou, autorizou e executou responde por decisões e por omissões. Matriz de decisão documentada, compliance operacional verificável, sanções administrativas efetivas, inclusive decertificação de agentes e afastamento cautelar quando houver indício robusto. Política de segurança que dá resultado ataca o dinheiro e a munição do crime. Rastreabilidade de projéteis do começo ao fim, controle rigoroso de clubes de tiro e estoques, inteligência financeira para quebrar lavagens e laranjas, foco em mandados de prisão qualificados e em investigações de longo curso, não em operações midiáticas. Cuidar do território é parte da justiça. Atendimento a feridos sem constrangimento, apoio às escolas locais, oportunidades de trabalho para a juventude, iluminação pública, cultura e esporte. Memória coletiva com registros, mapas de letalidade e um memorial que lembre nomes e histórias, para que a cidade não esqueça. Sem esses pilares, chamam de “operação”, mas o que fica é apagão democrático. Por memória, verdade, justiça e garantia de não repetição. #DireitosHumanos #TransparênciaJá #JustiçaParaAsVítimas #SegurançaComControleSocial

O Brasil é mesmo bizarro. Olha o naipe da pessoa que tá comentando operação tática policial.

@LoL41390262 FORA CLÁUDIO CASTRO PEC DA SEGURANÇA JÁ

Conhecimento sobre guerrilha urbana não é carteirinha de veterano, é método, evidência e trabalho em equipe. Políticas de segurança sérias precisam de quem já esteve no terreno e de quem coleta dados, reconstrói cenas, mapeia redes e avalia resultados. Exigir ‘histórico de combate’ para validar ideias é confundir bravura com ciência.

Isso é uma alienígena?

Especialista no tema?

Achei q o Roger do Ultraje a Rigor era de direita

Essa é a melhor parte, a esquerda defender o bandidos... Melhor campanha para a direita. Obrigado. Só estão aumentando a aversão das vítimas da violência urbana neste país....

Com este óculos de Harry Potter e este cabelo alaranjado deve ter fumado a pedra filosofal.

Fale mais sobre. Conhecimento de causa?

E cumpa, nois é que fuma, cheira e oçes qui viaja

Ainda bem que vc admite. Inclusive agora estou viajando ao exterior

@realpfigueiredo, @realDonaldTrump, @SecRubio, @ludmilagrilo11, @emd_worldwide

Quando mataram Celso Daniel era só um homem.

Quem matou o Celso, paulistana 32 que não mostra o rosto?

Na verdade, o que estamos assistindo atônitos (ao vivo) é escancaradamente e o avanço desproporcional da milícia. Não foi uma ação para combater violência e tráfico no local, mas uma ação miliciana e foi orquestrada por agentes tão óbvios que fica exaustivo referencia-los.

O que dizer então da época da Benedita ? Em 9 meses matou 1195 criminosos ? Era em média 138 por mês. Já podemos chamar Benedita de Queimadora de arquivos ?
