Sensitive content

This media may contain sensitive content.

Video wird geladen...

Video konnte nicht geladen werden

Zur Startseite

Quem acha que sexo bom é força, velocidade e performance normalmente nunca entendeu o que realmente prende alguém na cama. Porque quem fode bem não entra querendo provar nada. Entra entendendo. O corpo. O tempo. A respiração. O silêncio entre uma provocação e outra. Tem gente que toca sem...

85,207 Aufrufe • vor 2 Monaten •via X (Twitter)

0 Kommentare

Keine Kommentare verfügbar

Kommentare vom Original-Post werden hier angezeigt

Ähnliche Videos

O governador Cláudio Castro publicou nesta quinta-feira, 30 de outubro, um vídeo mostrando a carreata de viaturas que acompanharam os corpos dos policiais mortos na megaoperação desta semana - a mais letal da história do Rio. No post, ele homenageou os agentes que tombaram em serviço: “nenhuma palavra é suficiente diante da perda de quem dedicou a vida a proteger a nossa”. E é exatamente isso: enquanto muitos vivem debatendo nas redes, tem gente que sai de casa sem saber se volta - para defender uma sociedade que muitas vezes os julga mais do que agradece. O Rio está em guerra, e fingir que não está só interessa a um lado: o lado do crime. A população civil precisa ser protegida. Quem paga impostos, quem trabalha, quem cria filhos honestamente não pode viver refém do fuzil apontado na esquina, do toque de recolher imposto por facções, do domínio territorial que mata direitos e esmaga vidas. O Brasil precisa decidir de que lado está: do Estado Democrático de Direito - ou do narco que tenta substituí-lo. Porque quando o crime toma território, impõe regras, cobra “taxa”, executa e silencia - isso não é “problema social”, isso é guerra contra o Estado e contra o cidadão. O reconhecimento aos agentes que arriscam a vida não pode ser negociado. Eles merecem apoio, estrutura, respeito e a certeza de que o país sabe o valor do trabalho que fazem. Extinguir o narcotráfico não é slogan, é uma necessidade nacional. Sem recuperar território, autoridade e soberania, o Brasil não volta a ser governado pelo voto, mas pelo medo. Aos que tombaram, honra e memória. Aos que seguem na linha de frente, respeito. Aos que criticam de longe, do ar-condicionado, apontando o dedo sem nunca ter visto um fuzil levantado contra si, fica o recado - segurança pública não é teoria, é vida real. E vidas estão sendo perdidas - de policiais e de civis - porque o crime decidiu que poderia mandar mais que o Estado. A sociedade precisa escolher. Ou apoia quem protege, ou aceita ser governada por quem mata.

Karina Michelin

17,237 Aufrufe • vor 9 Monaten

Há uma diferença silenciosa - e brutal - entre estar preso sabendo o motivo e estar preso sabendo-se inocente. Para quem reconhece a própria culpa, a punição pode doer, mas faz sentido. Existe um fio lógico que conecta o ato à consequência. A prisão, nesse caso, é castigo, é limite, é cobrança. O tempo passa com peso, mas com algum significado: pagar pelo que fez. Para o inocente, não. Para o inocente, a prisão não é punição - é tortura. É a suspensão da lógica. É o castigo sem causa. É o dia que amanhece sem explicação e a noite que cai sem esperança. Não há aprendizado possível quando não há culpa. Só há desgaste, humilhação e erosão da alma. E o sistema sabe disso. Sabe que o corpo aguenta mais do que a mente. Sabe que a dúvida corrói mais que a sentença. Sabe que a injustiça repetida, dia após dia, é capaz de quebrar até os mais fortes - não pela dor física, mas pela sensação de abandono, de impotência, de absurdo. Por isso a prisão do inocente é tão eficaz para quem quer destruir sem deixar marcas visíveis. Não é preciso bater. Basta prolongar. Basta silenciar. Basta normalizar o injustificável. A cela se torna um espaço onde o tempo não ensina nada, apenas consome. Onde a esperança vira resistência. Onde permanecer de pé já é um ato político, moral e humano. Prender um culpado é exercer poder. Prender um inocente é abusar dele. E quando o sistema escolhe esse caminho, não está buscando justiça - está testando até onde alguém consegue suportar sem deixar de ser quem é.

Carlos Bolsonaro

109,364 Aufrufe • vor 7 Monaten

As discussões entre Nikolas e Eduardo têm um ponto importante… Mas tem uma coisa que ninguém está falando. Ter milhões de seguidores não te faz líder. Te dá alcance. Mas liderança… exige maturidade. Exige saber o peso do que você fala. E principalmente… do que você deixa de falar. Tudo começou lá no X. Um comentário com tom de deboche. Uma resposta atravessada. E pronto… virou discussão. Mas o problema não é a risada. É o que isso revela. Hoje, muita gente confunde influência com liderança. Influência mobiliza. Mas liderança direciona. E são coisas completamente diferentes. União também não é concordar com tudo. Isso não é união. Isso é conveniência. O verdadeiro líder é aquele que, mesmo discordando, sabe colocar o projeto — e a sociedade — acima do próprio ego. E é aí que a diferença aparece. Porque quando o cenário esquenta, fica claro quem quer construir… e quem só quer ter razão. O episódio do Flávio mostrou uma coisa: Quando há direcionamento, a base responde. Rápido. Forte. Mas isso não pode acontecer só em crise. Não pode ser reação. Tem que ser postura. Tem que ser constância. Se existe um projeto maior, ele precisa estar acima das disputas internas. Porque divisão enfraquece. E vaidade destrói qualquer movimento. No fim, não é sobre Nikolas. Não é sobre Eduardo. É sobre quem está pronto para liderar de verdade. E liderança de verdade não grita mais alto… Ela sustenta mais peso. Menos ego. Mais responsabilidade. Porque quem quer liderar um país… precisa, antes de tudo, saber liderar a si mesmo.

Paulo Mansur

65,088 Aufrufe • vor 4 Monaten