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“Quem quer ir pra Maceió?” kkk

749,551 views • 1 year ago •via X (Twitter)

10 Comments

❌Gordao Ucrania's profile picture
❌Gordao Ucrania1 year ago

Sigam o perfil do Gigante @JonathanNemer

Marcello 🇪🇦🇧🇷's profile picture
Marcello 🇪🇦🇧🇷1 year ago

Pelas pessoas que vejo ali, não é a favor das drogas, nem bolsa miseria, nem aborto, nem pelo Hamas e nem pela urnas invioláveis hahaha

Cruzeiro Fenomenal & developer 👨‍💻's profile picture
Cruzeiro Fenomenal & developer 👨‍💻1 year ago

Pra quem quer a resposta!

David Ágape's profile picture
David Ágape1 year ago

Em Suwon, Coreia do Sul, movimentos civis locais têm organizado uma série de protestos exigindo a renúncia do presidente Yoon Suk-yeol e uma investigação especial sobre sua esposa, Kim Keon-hee. Em manifestações recorrentes, os participantes têm acusado o governo de corrupção e abuso de poder, entoando slogans como "Derrubemos o regime de Yoon Keon-hee, um grupo de golpistas corruptos". Esses protestos refletem uma crescente insatisfação popular com a administração de Yoon Suk-yeol, especialmente após a divulgação de um vídeo em novembro de 2023, mostrando a primeira-dama Kim Keon-hee recebendo uma bolsa de luxo da marca Dior, avaliada em cerca de 3 milhões de wons (aproximadamente R$ 10 mil), do pastor coreano-americano Choi Jae-young. A legislação anticorrupção sul-coreana proíbe cônjuges de funcionários públicos de aceitarem presentes acima de 1 milhão de wons (cerca de R$ 3.669), o que gerou acusações de violação das leis anticorrupção. Em junho de 2024, a Comissão Anticorrupção e de Direitos Civis da Coreia do Sul encerrou a investigação sobre o caso, alegando que a legislação não previa punições para cônjuges de funcionários públicos. Contudo, em agosto de 2024, o diretor interino do Departamento de Prevenção de Corrupção da Comissão, responsável por supervisionar investigações de alto nível, incluindo o caso da primeira-dama, foi encontrado morto em seu apartamento, com indícios de suicídio. Antes de sua morte, ele havia expressado a colegas que estava sob intensa pressão para encerrar a investigação sobre Kim Keon-hee, o que levantou suspeitas sobre possíveis interferências políticas no caso. A oposição política e movimentos civis têm pressionado por uma investigação independente sobre as alegações contra Kim Keon-hee. Em dezembro de 2023, a Assembleia Nacional aprovou um projeto de lei para iniciar uma investigação especial sobre o suposto envolvimento da primeira-dama em um escândalo de manipulação de ações. No entanto, o presidente Yoon Suk-yeol anunciou que vetaria o projeto, intensificando as tensões políticas no país.

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Semper Fi1 year ago

Sorte que lá não dão borrachadas. Em Maceió, claro 😂😂😂

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Heinen1 year ago

Isso que é vontade de se manifestar, hehehe

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Nandao1 year ago

ia ser bom demais se fosse protesto contra imigrante

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Samuel Chang1 year ago

Os coreanos exercem o direito de manifestar muito bem.

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The Incorrupt1 year ago

Carne cara kkkkkk

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©️h®️is💚💛1 year ago

Foi só isso que eu consegui printar

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