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Quer dizer que o mito admite a possibilidade de colocar a Michelle Bolsonaro para disputar as eleições presidenciais de 2026? E quer ser nomeado ministro, igual a Dilma ia fazer com o Lula para ele não ser preso? Isso é porque "não são iguais", né?

1,449,114 views • 1 year ago •via X (Twitter)

10 Comments

Pinto não tem ombro's profile picture
Pinto não tem ombro1 year ago

ESSE HOMEM É O MAIOR BUNDA MOLE CU FROUXO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA.

Alex 🇺🇦's profile picture
Alex 🇺🇦1 year ago

Minha família é muito preparada e conhecida, coloquem os meus garotos ou minha esposa. O resto que se lasquem. Brasil está perdido.

Júlio's profile picture
Júlio1 year ago

Se essa bizarrice acontecesse, apostaria que ele seria mais uma vez humilhado pelo Xandao e ficaria caladinho como sempre. Esse bunda mole

Beti 🇧🇷's profile picture
Beti 🇧🇷1 year ago

Kkkkk Ninguém é bom, mas Flávio e Michele são. Esse homem ē sem noção 🤡💩

Vanessa Moreira's profile picture
Vanessa Moreira1 year ago

Imagine o festival de pulos “línguas estranhas” que será essa campanha… Deus tenha misericórdia dos que profanam seu santo nome em vão.

RealWorldInfo's profile picture
RealWorldInfo1 year ago

The media won’t tell you, and woke liberals are clueless: Trump’s roaring comeback is driven by everyday Americans fed up with soaring bills, not obsessed about a dozen genders or the right to a transgender bathroom. #AbookThatChangesEverything #TrumpWon

Henrique E. E. Santo⬛🟨⬜🐆🐆🐆's profile picture
Henrique E. E. Santo⬛🟨⬜🐆🐆🐆1 year ago

E o gado vai votar bem feliz 😂😂😂😂

marleycb's profile picture
marleycb1 year ago

Esse cara sempre foi bosta demais, olha isso. Como que o povo brasileiro ama se enganar, seja luladrao ou esse aí. Povo aceita, fica atrás. Pessoas são burras e ignorantes demais.

Caio Andrade's profile picture
Caio Andrade1 year ago

Te vira vagabundo. Você quer tirar o seu da reta e o país que se foda.

BurroX's profile picture
BurroX1 year ago

O Bolsonarismo é o pior mal q o Brasil enfrenta hoje em dia.

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O mau-caratismo. O que a gente pode perceber aí são várias coisas, né? O mau-caratismo, o cinismo, a desonestidade intelectual. E eu não estou nem falando da Michelle. Não estou nem vou tocar no nome da Michelle, nem quero saber da Michelle Bolsonaro, não me interessa. O que me interessa agora, no momento, claro que ela tem participação, e muita participação, grandiosíssima, em todo esse turbilhão que está acontecendo em nosso meio. Mas você vê o cinismo do Nikolas, o mau-caratismo do Nikolas Ferreira, a desonestidade intelectual. O cara fez coisas que, na minha visão, são absurdas, compartilhar perfil. E não é a primeira vez. O que o Eduardo está falando é certíssimo, não é a primeira vez que o Nikolas Ferreira dá palco para perfis que falavam e falam mal do Jair Bolsonaro e agora falam e continuam falando mal do Jair Bolsonaro e do Flávio Bolsonaro. Não é a primeira vez que Nikolas usa suas redes sociais para dar palco para esse povo. E o Eduardo Bolsonaro simplesmente alertou mais uma vez aquilo que já sabíamos. O papel do Flávio é excelente, ele quer pacificar, ele quer, ele tem uma eleição para vencer, isso é normal, isso é política. Mas isso não quer dizer que nós, apoiadores, vamos passar pano para essa canalhice do Nikolas Ferreira. Não vamos passar pano para essa canalhice. Esse cara, esse cara é um ser abjeto, é um ser canalha, cínico, que usa a palavra de Deus, que usa a religião como arma, como escudo, para se valer de alguma coisa e para poder implicar as suas sandices. E o pior são as pessoas normalizando isso tudo. Não, eu não vou normalizar. Respeito, sim, o Flávio Bolsonaro, vou votar nele, assim como a minha família vai votar nele. Acho que o momento é, sim, de uma união, mas nós não podemos nos unir com pessoas que estão nitidamente aliadas com o inimigo, que confabulam e acham graça com o inimigo. Não posso fazer isso, eu não posso, não posso e não vou fazer. Então, infelizmente, vou, sim, mostrar e bater de frente com esse Nikolas Ferreira e toda essa corja de desafetos que querem colocar em primeiro lugar questões pessoais e não do Brasil, e que hoje falam mal do Jair Bolsonaro, que é um dos maiores líderes da direita e que, se não fosse Jair Bolsonaro, Nikolas nem existiria. Se não fosse o Eduardo Bolsonaro estendendo a mão, Nikolas nem existiria. Então, não, não vou passar pano e vou dar porrada, sim, e vai ser porrada seca.

Clarke de Souza

36,405 views • 4 months ago

Essa frase não é inocente. É baixa. E é baixa porque se esconde atrás de um tom supostamente analítico para fazer um rebaixamento simbólico calculado. "O Lula mesmo, há oito anos, estava preso [...] hoje é presidente da república. Então, ASSIM COMO, também Bolsonaro, agora está preso e quem sabe: pode também virar o presidente da república, né?! Pelo visto brasileiro gosta de um ex-presidiário". Quando se diz que Lula esteve preso e hoje é presidente e em seguida se acrescenta “assim como Bolsonaro”, o que se faz não é uma constatação histórica neutra. É um enquadramento. Não se comparam crimes, dizem. Mas se igualam trajetórias. Não se misturam contextos, dizem. Mas se coloca tudo no mesmo pacote narrativo. O efeito é imediato e proposital. Bolsonaro deixa de ser vítima de perseguição e passa a ser tratado como mais um personagem do folclore nacional do ex presidiário reciclável. Isso não é leitura fria do cenário. É normalização da injustiça. Bolsonaro não está preso porque o sistema falhou. Está preso porque enfrentou o sistema. Lula voltou apesar do sistema. Bolsonaro está sendo esmagado por ele. Tratar essas duas realidades como equivalentes é desonestidade intelectual travestida de pragmatismo político. E quando se arremata com a frase de que o brasileiro gosta de ex presidiário, o desprezo fica completo. O problema deixa de ser o Judiciário, a perseguição seletiva, o jogo de poder e passa a ser o povo. Como se tudo fosse fruto de uma tara cultural, não de engenharia política, narrativa judicial e manipulação contínua. É a terceirização da culpa em sua forma mais confortável. Essa fala não fortalece Bolsonaro. Ela o dilui. Não denuncia o sistema. Ensina a conviver com ele. Não aponta a injustiça. A transforma em precedente. É o tipo de discurso que não se queima com ninguém. Agradável ao establishment, palatável ao centro, seguro para quem quer parecer maduro, institucional e viável. Enquanto isso, o símbolo é amortecido. O perseguido é normalizado. A exceção vira estatística. Isso não é defesa. É acomodação. Não é coragem. É conveniência. Colocar Bolsonaro nessa moldura não é protegê-lo. É torná-lo administrável. É dizer, em outras palavras, que tudo está dentro do jogo, que basta esperar o tempo passar, que a injustiça pode ser digerida como estratégia. E quando a injustiça vira estratégia, quem ganha não é o perseguido. Ganha quem espera a vez sem precisar enfrentar nada.

・ Ice ・  Ⅹ ・

35,940 views • 8 months ago