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Quer voar abaixo do radar do regime? Uma VPN talvez? A Anatel percebeu que você pensaria nisso. Anatel defende projeto de lei que a dê poderes para fiscalizar VPNs, CDNs e DNS para (tentar) impedir que pessoas comuns burlem os bloqueios. Para impor esse tipo de medida, a Anatel...

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Reparem bem na fala dessa mulher, dessa humorista da Rede Globo. Ela não quer só que o filho seja gay. Ela quer que o filho seja gay e promíscuo. Chuca é aquela operação em que se tira as fezes do ânus para fazer sexo anal. O banheirão é uma prática de sexo explícito dentro de banheiros públicos com vários homens. Ela relaciona a homossexualidade à promiscuidade.Isso sim é homofobia. Isso sim é rebaixamento de uma condição sexual a uma condição animalesca. A gente sabe que, quer seja para homossexuais, para heterossexuais, para bissexuais, a sexualidade , para quem é maduro, é uma ponte do desejo para possibilidade de afeto, de amor, não simplesmente de submeter-se como objeto pornográfico ao desejo de outrem ou ao desejo concupiscente de si mesmo. Ou seja, ela está sendo homofóbica. Ela está jogando a homofobia para o próprio filho e está jogando a objetificação sexual relacionada à promiscuidade, à pornografia , a falta de contemplação do outro ser humano , que simplesmente se torna o objeto de sua vulgaridade sexual. Ela está objetificando sexualmente o próprio filho . Essa é a mulher que mandava nudes para o Marcius Mellen e o acusou de assédio sexual depois. Ou seja, ela calcula o preço da sua promiscuidade, da sua vulgarização do sexo, do próprio filho e do próprio corpo. Ela faz disso um tipo de humor , um humor sem graça, chulo, que objetifica a própria alma do ser humano, que usa do próprio filho para fazer do filho um instrumento de promiscuidade relacionado a uma condição sexual. E se esse é o tipo de gente que faz o humor na Rede Globo, esse tipo de humor, sim, negro e chulo, que é baixo, que é réptil. Ela não deve ser presa. Uma mulher dessas simplesmente não merece ser ouvida. E ela fala para milhões de pessoas que tem a cabeça vazia, que induz o vazio a milhões de pessoas .
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Reparem bem na fala dessa mulher, dessa humorista da Rede Globo. Ela não quer só que o filho seja gay. Ela quer que o filho seja gay e promíscuo. Chuca é aquela operação em que se tira as fezes do ânus para fazer sexo anal. O banheirão é uma prática de sexo explícito dentro de banheiros públicos com vários homens. Ela relaciona a homossexualidade à promiscuidade.Isso sim é homofobia. Isso sim é rebaixamento de uma condição sexual a uma condição animalesca. A gente sabe que, quer seja para homossexuais, para heterossexuais, para bissexuais, a sexualidade , para quem é maduro, é uma ponte do desejo para possibilidade de afeto, de amor, não simplesmente de submeter-se como objeto pornográfico ao desejo de outrem ou ao desejo concupiscente de si mesmo. Ou seja, ela está sendo homofóbica. Ela está jogando a homofobia para o próprio filho e está jogando a objetificação sexual relacionada à promiscuidade, à pornografia , a falta de contemplação do outro ser humano , que simplesmente se torna o objeto de sua vulgaridade sexual. Ela está objetificando sexualmente o próprio filho . Essa é a mulher que mandava nudes para o Marcius Mellen e o acusou de assédio sexual depois. Ou seja, ela calcula o preço da sua promiscuidade, da sua vulgarização do sexo, do próprio filho e do próprio corpo. Ela faz disso um tipo de humor , um humor sem graça, chulo, que objetifica a própria alma do ser humano, que usa do próprio filho para fazer do filho um instrumento de promiscuidade relacionado a uma condição sexual. E se esse é o tipo de gente que faz o humor na Rede Globo, esse tipo de humor, sim, negro e chulo, que é baixo, que é réptil. Ela não deve ser presa. Uma mulher dessas simplesmente não merece ser ouvida. E ela fala para milhões de pessoas que tem a cabeça vazia, que induz o vazio a milhões de pessoas .

Adrilles Jorge

160,971 views • 1 year ago

Excelente análise da Aline Midlej. Todo o país ficou chocado com isso. Então, um policial tem preguiça de descer para pegar o seu lanche, mas não tem preguiça de perseguir um pobre entregador, um jovem, preto, e ameaçá-lo? E mesmo filmado, ainda mete uma bala nele… E o menino na UTI, e ele vai para a delegacia dizer que foi em legítima defesa. E o delegado aceita isso e devolve a arma para ele! Então, a gente está no país da impunidade. Você combina uma arrogância, prepotência, uma brutalidade extrema. Que formação dão para esses policiais? Devia ser um caso exemplar, tratado com máximo rigor, para isso nunca mais acontecer. O policial devia de saber qual era a regra da empresa de entrega. O entregador pode entregar na porta da casa ou do apartamento, na portaria da casa ou para o porteiro de um edifício. O menino cumpriu a regra. E o PM se revoltou porque era um menino pobre, preto, e não atendeu ao seu desejo de ter o lanche na porta de casa, um comodismo. Isso daí tem de ser expulso da polícia, e preso por tentativa de homicídio. Esse nosso país está doente realmente. E agora o Superior Tribunal Militar está querendo aliviar aqueles militares que deram mais de 200 tiros numa família que estava dentro de um carro, que não estava armada, que não atirou em ninguém – dizendo que os militares supunham que seriam atacados. E eles tinham sido condenados em primeira instância. Por que o STM tem que julgar agora um crime dessa natureza? Devia julgar questões ligadas ao que acontece dentro de um quartel do Exército, da Marinha. Não um assassinato em plena via pública. Isso tem que ser julgado pela Justiça comum. Isso tem que mudar rapidamente no nosso país, a gente não pode ser o país da impunidade.

Carlos Minc

40,245 views • 2 years ago