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Perfis anônimos - O PT acionou nesta quinta-feira (30) o Tribunal Superior Eleitoral contra o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro. O partido afirma que o senador tem amplificado uma rede de perfis anônimos ou apócrifos que atacam o presidente Lula com o uso de inteligência artificial. O partido pede que Flávio seja responsabilizado por isso. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, foi sorteado relator da ação. O PT afirma que essa rede é integrada por Léo Índio, primo dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, além de ter apoio dos deputados Mário Frias (PL-SP), Gustavo Gayer (PL-GO) e Gilvan da Federal (PL-ES) e do pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro André Marinho (Novo). A peça é assinada pela Federação Brasil da Esperança, que reúne PT, PCdoB e PV. A campanha pede a responsabilização dos políticos e aplicação de multas individuais por publicação. O PT afirmou ao TSE que as ações contra Lula envolvem: 📌31 perfis identificados no circuito de publicações colaborativas; 📌1.464.245 seguidores somados entre as contas da rede; 📌23.828 publicações no conjunto monitorado; 📌67 publicações em collab analisadas individualmente, objeto de pedido de remoção; 📌Universo potencial superior a 10 milhões de seguidores, considerada a audiência das figuras públicas que replicam o material. Para o PT, isso produz uma "percepção de rejeição generalizada ao pré-candidato [Lula] que não corresponde a um fenômeno espontâneo do debate público, mas a uma operação deliberadamente construída para dominar uma fatia da atenção e da audiência disponíveis nas redes sociais", diz a federação. Saiba mais no #g1. #pt #tse #inteligênciaartificial #redessociais #notícias #eleição2026

g1

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Pedido de desculpas - O senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas suas redes sociais nesta quinta-feira (23) convidando a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, para “caminharem juntos na missão de defender o Brasil”. Na gravação, também pede desculpas por "momentos que causaram desconforto". Michelle curtiu o vídeo. ⚠️O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou ao g1 que a ex-primeira-dama aguardava um pedido público de Flávio para voltar a participar da campanha presidencial. Segundo ele, essa era uma condição colocada por Michelle nas conversas que os dois vêm mantendo nas últimas semanas. “Michelle, renovo aqui o convite para caminharmos juntos na missão de defender o Brasil e honrar. O nosso maior líder, que é Jair Messias Bolsonaro, que enfrenta um momento extremamente difícil que exige de todos nós, desprendimento, humildade, coragem e espírito de união para honrar o seu legado. Eu tenho a convicção que a gente compartilha do mesmo objetivo, trabalhar por um Brasil mais seguro, próspero e cheio de esperança. As portas estão abertas”, disse Flávio. ➡️A gravação foi publicada a poucos dias da convenção nacional partidária do PL, marcada para este sábado em São Paulo. O presidente do partido, Valdemar Costa Neto, disse em entrevista ao Globo não esperar que a ex-primeira-dama participe do evento. Ainda assim, avalia que ela "tem tudo" para se eleger como senadora. Segundo ele, Michelle estava disposta a se conciliar com Flávio desde que ele fizesse "alguma coisa", ou se manifestasse. Veja mais no #g1. #flaviobolsonaro #política #michellebolsonaro #g1política

g1

26,649 Aufrufe • vor 1 Monat

Crise no STF - A crise no STF - Supremo Tribunal Federal escalou nesta quinta-feira (3). Dois dias depois de ser citado como destinatário de dezenas de mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, o ministro Alexandre de Moraes, em um ato de retaliação, pediu a abertura de uma investigação contra o colega André Mendonça. No documento, Moraes afirma que há fortes indícios de abuso de autoridade e crime de responsabilidade na condução dos inquéritos que apuram as fraudes do Banco Master e os descontos ilegais no INSS. O presidente da Corte, ministro Luiz Edson Fachin, se manifestou nesta quinta-feira (3): disse que quer ouvir Moraes e Mendonça em cinco dias úteis. A Transparência Internacional cobrou uma investigação imediata e independente. Já o decano do Supremo, Gilmar Mendes, defendeu que delegados da Polícia Federal sejam impedidos de trabalhar nos gabinetes dos ministros. A proposta foi feita durante uma conversa com o presidente do Supremo, ministro Luiz Edson Fachin. Gilmar Mendes defendeu que delegados da Polícia Federal sejam proibidos de atuar nos gabinetes dos ministros como servidores cedidos. A informação foi divulgada primeiro pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pela TV Globo. Atualmente, dois delegados da PF assessoram o ministro André Mendonça em casos como o do Banco Master e das fraudes no INSS. O ministro Alexandre de Moraes também é assessorado por dois delegados da PF. Segundo interlocutores, André Mendonça resiste à proposta de retirada dos delegados. Esse foi um dos motivos da tensão entre ele e o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que defende a saída dos delegados dos gabinetes. As 52 mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro para Alexandre de Moraes vieram a público na terça-feira (1º), quando o ministro relator André Mendonça retirou o sigilo. Nelas, segundo o relatório da Polícia Federal, Vorcaro pede conselhos e ajuda ao ministro para conter ações da PF e do Ministério Público Federal contra o Banco Master. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a nulidade da investigação. Segundo Gonet, que é citado no relatório em mensagens que mostram proximidade com Vorcaro, Mendonça não poderia ter determinado a produção do documento sem autorização do plenário do Supremo para investigar outro ministro da Corte. No Congresso, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil, já deixou claro que não pretende abrir o processo de impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Veja mais no #g1. #notícias #stf #alexandredemoraes #andrémendonça

g1

112,143 Aufrufe • vor 6 Tagen

Na entrevista à Daniela Lima nesta quinta- feira, 5 de fevereiro, Lula descreve com naturalidade que recebeu Daniel Vorcaro em Brasília, ouviu um relato de “perseguição” e, diante disso, fez questão de tranquilizá-lo, afirmando que “a política não entraria na investigação” e que tudo ficaria a cargo do Banco Central . Um presidente da República não pode se colocar como instância de acolhimento, escuta e tranquilização pessoal de alguém diretamente envolvido em um caso sensível que está - ou estará - sob apuração técnica. Ainda que Lula diga que não houve interferência, o simples ato de receber o interessado, ouvir sua versão de “perseguição”, mobilizar ministros e auxiliares e verbalizar garantias sobre a condução da investigação, já fere princípios básicos de imparcialidade, aparência de neutralidade e separação entre política e fiscalização. O presidente da República não deve receber investigados ou partes interessadas, comentar o mérito e transmitir mensagens de “tranquilidade”. Quando Lula diz que “a política não entrará” e que tudo será técnico, ele tenta usar o Banco Central do Brasil como anteparo retórico para normalizar uma conduta que já foi inadequada antes mesmo de qualquer decisão técnica. O problema não é o que o Banco Central fará, o problema é o que o presidente fez antes disso. Lula ao relatar que ouviu que havia “gente interessada em derrubar ele”, absorve a narrativa da vítima, legitima subjetivamente essa versão e a repete publicamente. Isso contamina o ambiente institucional, ainda que nenhuma caneta seja usada depois. É o presidente da República sugerindo que uma apuração pode não ser apenas técnica, mas motivada por interesses ocultos - enquanto afirma, paradoxalmente, que tudo será técnico. Essa contradição não é ingênua, ela serve para normalizar o anormal: o trânsito livre entre poder político e poder financeiro, desde que embalado em discurso de legalidade. Em democracias maduras, presidentes se afastam de casos assim. No Brasil de Lula, o presidente entra em cena - e depois pede que todos acreditem que sua presença não significou nada. Significou, sim.

Karina Michelin

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'Golpe do Doce' – Dezenas de consumidores usaram as redes sociais para denunciar uma suposta prática abusiva em um estande de venda de doces na Exposição Agropecuária do Crato (Expocrato), que ocorre até o próximo domingo (19), no Cariri cearense. Como é a prática, segundo os relatos das vítimas: - o estabelecimento informa apenas o valor de R$ 19,90 a cada 100 gramas do produto; - um funcionário pede para o cliente marcar o tamanho da fatia do doce; após a pesagem, o consumidor descobre o valor final; - em alguns casos, o cliente percebe que o valor do produto ficou bem acima do que ele esperava, já que ele não tem noção da gramatura ao definir o tamanho da fatia; - ao tentar desistir da compra, os clientes alegaram que foram constrangidos a levar a mercadoria, mesmo considerando um valor injusto. A Doceria Deleites, empresa de Minas Gerais que levou um estande para a Expocrato, negou que o caso se trate de golpe ou enganação. Conforme a empresa, após retirar o pedaço do doce em tamanho definido pelo cliente, aquela parte do produto não pode mais ser aproveitada. O Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon) realizou uma fiscalização no estabelecimento nesta quinta-feira (16) e constatou práticas abusivas da empresa contra os consumidores. Com isso, o órgão notificou o estabelecimento a fazer adequações, caso contrário, o estande pode ser interditado. Uma das publicações com maior visibilidade é a do empresário Breno de Freitas, que disse que foi atraído ao estande pela simpatia do vendedor, mas a situação mudou quando ele achou caro o valor de R$ 117 cobrado por dois pedaços de doce. "Quando a gente chegou na balança, que o outro rapaz foi pesar, deu mais de 500 gramas os pedaços, ficando 117 reais no total. Eu falei então que iria ficar só com um dos sabores. A partir daí foi que o tempo fechou. O rapaz da balança já começou a constranger a gente dizendo: ‘Você tem que levar, você pesou e aqui é self-service. Você pediu, tem que levar", relatou Breno de Freitas. #doce #expocrato #cariri #ceará Veja mais detalhes no #g1.

g1

623,744 Aufrufe • vor 1 Monat