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98,826 просмотров • 2 лет назад •via X (Twitter)

Комментарии: 10

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normal girl2 лет назад

@kmoonvlr o tanto que eu to rindo disso pqp KKKKKKKKKKKKKK

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repow2 лет назад

@kmoonvlr pqp aonde eu vejo esse clipe sem cortes em 4k 120fps por favor

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akeninho gameplays2 лет назад

@kmoonvlr nao da pra tankar a risada do rdo de fundo kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Sigma ♡2 лет назад

@kmoonvlr @sceltoo @abiabueno @ZMorderer @To_Torada @OGoomiZ O sem classe mais calmo nosso

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joao m2 лет назад

@kmoonvlr @hannixhunter

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Bruno Plastina2 лет назад

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MIRIO nélo2 лет назад

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Francisco Junior2 лет назад

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Lotus2 лет назад

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canário construções2 лет назад

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Há momentos na história em que uma frase revela mais do que mil páginas de propaganda. Em Davos 2026, Yuval Noah Harari praticamente admitiu aquilo que muitos ainda se recusam a enxergar: a Inteligência Artificial não está sendo apresentada apenas como uma ferramenta. Está sendo apresentada como uma nova entidade capaz de substituir funções humanas, ocupar espaços sociais, influenciar culturas, moldar religiões, controlar mercados e, eventualmente, receber reconhecimento jurídico. Perceba a mudança de linguagem. Não se fala mais em programas. Não se fala mais em softwares. Não se fala mais em máquinas. Fala-se em "agentes". Fala-se em "imigrantes digitais". Fala-se em inteligências que poderão administrar empresas, movimentar contas bancárias, criar religiões, participar da política e exercer influência sobre bilhões de pessoas. A pergunta feita em Davos não foi tecnológica. Foi civilizacional. O que acontece quando os seres humanos deixam de ser os principais produtores de conhecimento, informação e narrativa? Quem controla as palavras controla a percepção. Quem controla a percepção controla a realidade. E quem controla a realidade controla sociedades inteiras. Durante séculos, governos disputaram territórios. Depois passaram a disputar petróleo, comércio e recursos naturais. Agora a disputa é pelo controle da inteligência. Pela capacidade de influenciar pensamentos antes mesmo que eles surjam. O mais curioso é que tudo isso está sendo apresentado como inevitável. Como se a humanidade estivesse diante de um fenômeno natural. Como se ninguém estivesse tomando decisões. Como se não existissem corporações bilionárias, centros de dados gigantescos, governos, investidores e organizações globais financiando essa transformação. A pergunta que ninguém faz é simples: Se a IA passar a produzir a maior parte das informações que consumimos, quem programará os valores que estarão dentro dessas informações? Quem definirá o que é verdade? Quem definirá o que é discurso aceitável? Quem definirá o que pode ou não ser dito? Porque, no final das contas, não estamos falando apenas de tecnologia. Estamos falando de poder. Poder sobre informação. Poder sobre cultura. Poder sobre educação. Poder sobre religião. Poder sobre economia. Poder sobre a própria definição do que significa ser humano. A Revolução Industrial substituiu músculos. A Revolução Digital substituiu tarefas. A Revolução da IA ameaça substituir a própria capacidade humana de interpretar o mundo. E quando uma civilização entrega sua capacidade de pensar para sistemas que ela não controla, ela não está avançando. Ela está terceirizando a própria liberdade. A verdadeira pergunta não é se a IA será poderosa. A verdadeira pergunta é: Quem será poderoso através dela?

・ Ice ・  Ⅹ ・

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