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Rapper Gênero Fluido se Identifica como "Boyceta" O rapper, que se identifica como gênero fluido, revelou em entrevista recente que sua identidade de gênero é "Boyceta". O que significa "Boyceta"? O termo "Boyceta" é uma expressão coloquial utilizada no Brasil para se referir a uma pessoa que se identifica...

193,965 Aufrufe • vor 2 Jahren •via X (Twitter)

9 Kommentare

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Cobrarei políticos enquanto me cobrarem impostosvor 2 Jahren

Existem só 2 gêneros: Homem e Mulher. O resto são tipos de gays/lésbicas. Duvido muito que ele se olhe na frente de um espelho, olhe no fundo dos olhos do seu reflexo e pense: "Realmente, o que me define é ser boyceta". Não fode.

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Arnold💈vor 2 Jahren

Todo dia inventam um termo novo kkkkkk O próximo vai ser "Transformer"

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Nadsonvor 2 Jahren

Esse povo todo ano inventa uma sexualidade

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Biancavor 2 Jahren

O preconceito vem da própria pessoa, acho q atualmente as pessoas tem vergonha de se assumir. Ninguém mais é gay lesbica bi, inventaram palavras bonitas p aguentar a própria discriminação.

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Eduardovor 2 Jahren

É muito fácil promover a diversidade, é só cada um cuidar exclusivamente da sua própria vida e ta tudo certo. Eu não chamo ninguém de nomes pejorativos ou ofensivos e ninguém me obriga a falar esses termos sem sentido q mudam todos os Dias.

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Helviovor 2 Jahren

Pra quem está perdido, esse é mais um termo pra enfeitar o diagnóstico de “distúrbio mental de caráter sexual”. E como qualquer outro, bem coloridinho para que chamem à atenção das crianças.

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jhonathan goncalvesvor 2 Jahren

Puta merda... Que coisa mais ridícula

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ADvor 2 Jahren

Não tenho advogado.

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Alexandre Metzvor 2 Jahren

Coloque 100 mulheres e 10 homens em uma ilha deserta, volte em 100 anos e haverá homens, mulheres e crianças em todos os lugares. Coloque 100 mulheres e 10 homens trans em uma ilha deserta, volte em 100 anos e haverá 110 esqueletos masculinos. Confie na biologia.Brigitte Gabriel

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O ministro Alexandre de Moraes tenta justificar a imposição ideológica de “discussões de gênero” nas escolas com base em estatísticas distorcidas e um raciocínio falacioso. Ele alega que o aumento da violência contra pessoas LGBT seria consequência da “política do avestruz” - ou seja, da recusa em abordar ideologia de gênero em sala de aula. Isso é falso em três níveis. Não há um único estudo científico que comprove relação direta entre o ensino de ideologia de gênero e a redução da violência. A criminalidade, os assassinatos e as agressões estão ligados a fatores como impunidade, falhas policiais e desigualdade social - não à ausência de doutrinação sexual nas escolas. Usar a violência como pretexto para impor conteúdo ideológico é manipulação emocional, não política pública. A Constituição é clara, compete aos pais decidir sobre a formação moral e sexual de seus filhos (art. 229 e art. 12 do Pacto de San José da Costa Rica, que tem status constitucional no Brasil). Ao invadir o currículo escolar para impor a pauta de gênero, o STF age fora de sua competência, substituindo o Legislativo e desrespeitando o direito das famílias. Isso é ativismo judicial travestido de moralidade social. Moraes tenta apresentar o debate como se fosse “atraso” reconhecer diferenças biológicas e como se fosse “progresso” confundir identidade de gênero com ciência. Mas o verdadeiro avanço civilizatório está em proteger a infância, não em sexualizá-la. Ninguém está “fingindo que pessoas trans não existem”; o que se defende é que crianças em formação não sejam expostas a pautas ideológicas que lhes roubam a inocência e confundem sua identidade. O que Moraes chama de “política do avestruz” é, na verdade, o direito das famílias de proteger seus filhos da politização precoce e da imposição de valores contrários à sua fé, à sua cultura e à biologia. O que ele chama de “educação” é engenharia social. E o que ele chama de “progresso” é controle ideológico. Essa fala mostra o quanto o Supremo abandonou a neutralidade jurídica para assumir o papel de tutor moral da sociedade, algo que jamais esteve nas mãos de onze ministros não eleitos.

Karina Michelin

61,896 Aufrufe • vor 9 Monaten